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SEJAM BEM VINDOS CURSO SUPERIOR TECNOLÓGICO EM GASTRONOMIA 2012/2.

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Apresentação em tema: "SEJAM BEM VINDOS CURSO SUPERIOR TECNOLÓGICO EM GASTRONOMIA 2012/2."— Transcrição da apresentação:

1 SEJAM BEM VINDOS CURSO SUPERIOR TECNOLÓGICO EM GASTRONOMIA 2012/2

2 Prof. Roberto I. P. Oliveira ENOGASTRONOMIA AULA 02

3 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CONTEÚDOS Conceitos básicos de Enogastronomia, Identificação e rótulos de vinhos Avaliação Técnica do Vinho, defeitos presentes nos vinhos; Convenções sociais e técnicas aplicadas ao serviço do vinho; Os utensílios destinados ao serviço do vinho e sua importância para a boa apreciação da bebida; Mecanismos químicos da evolução dos vinhos em tonéis de aço inoxidável, tonéis de carvalho, garrafa fechada, garrafa após aberta e na taça;

4 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS HARMONIZAÇÕES UNÂNIMES -Peixes, carnes brancas, queijos leves. -vinhos brancos leves, aromáticos e secos ou tintos pouco encorpados e pouco alcoólicos. -Carnes vermelhas, queijos um pouco mais fortes. -vinhos tintos um pouco mais encorpados, de boa persistência aromática e gustativa. -Grandes receitas a base de carnes vermelhas cozidas com vinho, temperos fortes, caças, queijos curados. - vinhos muito mais encorpados, importantes, envelhecidos e de grande persistência aromática e gustativa.

5 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS HARMONIZAÇÕES UNÂNIMES -Sobremesas leves - vinhos e espumantes muito aromáticos e doces, pouco alcoólicos(Asti, Moscato d’Asti, etc.) -Sobremesas ricas, com cremes, geléias e caldas - vinhos tintos ou brancos doces, alcoólicos e licorosos (Passito, Vinsanto, Sauternes, etc.).

6 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS HARMONIZAÇÕES UNÂNIMES -Vinhos para meditação - Porto, Banyuls, Marsala, Sherry e Madeira. -Aperitivo - Champagne, vinhos espumantes secos, vinhos brancos secos de boa acidez.

7 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS O EXAME VISUAL Deve-se colocar uma quantidade de vinho correspondente a 1/3 ou, no máximo, metade do volume da taça. Inclina-se suavemente a taça de modo a melhor visualizar a superfície de vinho a ser observado que se torna elíptica e, portanto, maior. Contra um fundo branco (uma folha de papel, um guardanapo ou a toalha da mesa) devem ser observados os seguintes aspectos:

8 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS 1. LIMPIDEZ Os vinhos de longa guarda, onde os melhores exemplos são os vinhos do Porto Vintage, os grandes Châteaux de Bordeaux e Barolos, com o tempo, vão formando depósitos no fundo da garrafa e, se agitados, dispersam-se no vinho. Exceção feita a esses vinhos, todo vinho correto deve apresentar-se límpido, isto é, sem partículas em suspensão e sem depósito. A presença dessas partículas, geralmente, indica que o vinho é mal feito ou está deteriorado.

9 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS 2. TRANSPARÊNCIA: Um vinho correto não pode estar turvo, deve apresentar-se transparente. Isto pode ser constatado colocando-se por baixo da taça um papel contendo texto. Observando-se através do vinho deve-se conseguir ler a palavra. Vinhos deteriorados geralmente ficam turvos. Alguns produtores têm reduzido ou evitado a filtração de seus vinhos, para preservar suas características e possibilitar uma maior complexidade e longevidade. Nesses casos, o vinho será um pouco turvo, e geralmente isso estará informado no contra-rótulo.

10 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS 3. BRILHO: As características de limpidez, viscosidade e transparência reunidas causam reflexos intensos nos vinhos, os quais podem apresentar um aspecto brilhante. Em princípio, não é um sinal absoluto de qualidade, mas os grandes vinhos em geral apresentam brilho intenso.

11 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS 4. VISCOSIDADE: Todo vinho deve apresentar viscosidade, que é uma certa aderência do líquido nas paredes da taça, Quando é agitada e colocada em repouso, o vinho escorrerá da parede da taça, lentamente, em filetes, denominados lágrimas, pernas ou arcos. A formação das lágrimas é devida à tensão superficial e evaporação de alcoóis do vinho, especialmente o glicerol (também chamado glicerina). Um vinho com pouca densidade é um vinho "aguado", escorre rapidamente nas paredes da taça, o que indica que esse vinho terá pouco corpo, e não terá na boca aquela sensação aveludada.

12 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS 5. GÁS: A maioria dos vinhos no mundo são vinhos "tranqüilos", isto é, sem gás. Somente os vinhos espumantes (Champagnes, Asti, etc.), e os frisantes (Frascati, Lambrusco, Vinhos Verdes portugueses, etc.) devem apresentar gás carbônico, observável na taça.

13 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS 6. COR: A cor de um vinho deve ser examinada cuidadosamente, pois fornece informações importantes sobre o vinho. Depois da observação geral da cor, inclina-se a taça, e examina-se a superfície do vinho que tem forma elíptica. Poderão ser identificadas duas regiões: A região central ou olho onde a cor é mais concentrada, A borda periférica ou anel que tem cor menos concentrada, pois o volume de vinho é menor nessa região e a cor fica esmaecida.

14 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS 6. COR: Com o envelhecimento, os vinhos tintos vão tomando tonalidade alaranjada e chegam até à cor de tijolo. Embora o olho possa ainda estar vermelho intenso, a mudança começa a ser percebida no anel. Já nos brancos o envelhecimento provoca mudança de cor amarelo palha para dourado.

15 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS 6. COR: RESUMO DAS PRINCIPAIS VARIAÇÕES DE COR TINTOS JOVENS: De violeta pálido a rubi intenso TINTOS MADUROS: De rubi pálido com reflexos alaranjados a marrom tijolo (âmbar) BRANCOS JOVENS: De amarelo palha com reflexos esverdeados ou com reflexos dourados BRANCOS MADUROS: De levemente dourado a intensamente dourado ROSÉS JOVENS: De rosa claro à rosa escuro ROSÉS MADUROS: De rosa escuro com reflexos dourados até ambar

16 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS O EXAME OLFATIVO A manifestação sensorial mais encantadora do vinho são seus aromas. Encerrado na garrafa por meses, anos, décadas, o vinho se desenvolve, evolui, como um ser vivo desenvolve seu metabolismo químico de forma cada vez mais rica e surpreendente. A principal característica dos grandes vinhos, que os diferenciam dos vinhos mais simples, é sua capacidade de evoluir e desenvolver esse maravilhoso conjunto de aromas que encanta nossa mais rica percepção, o olfato.

17 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS O EXAME OLFATIVO O sentido do olfato é percebido na cavidade nasal, numa pequena área da mucosa, de poucos milímetros de extensão, onde se localizam as células nervosas responsáveis pela captação dos estímulos olfatórios. O exame olfatório é realizado colocando-se o nariz junto à boca do copo e cheirando tranquilamente, de preferência alternando-se as narinas direita e esquerda.

18 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS O EXAME OLFATIVO OS AROMAS 1. Qualidade: A primeira coisa que se deve observar é se os aromas do vinho são agradáveis ou não. Aromas desagradáveis significam que o vinho é mal feito, de má qualidade ou está deteriorado. 2. Intensidade: Um bom vinho deve ter aromas facilmente perceptíveis, embora não necessariamente intensos. Os vinhos inferiores são fracos em aromas. Os grandes vinhos têm aromas intensos ou sutis porém complexos.

19 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS O EXAME OLFATIVO 3. Classificação: Para padronizar a degustação, classificamos os aromas em grupos, devido à sua origem no metabolismo do vinho e suas características nitidamente diferenciadas. 3.1 Aromas Primários São aromas provenientes das uvas. Geralmente não persistem no vinho, já que durante a fermentação, formam-se muitas substâncias secundárias aromáticas que mascaram os aromas da uva. Em vinhos provenientes de uvas muito aromáticas, como a Moscatel e a Gewürztraminer, o aroma primário dessas uvas pode ser encontrado.

20 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS O EXAME OLFATIVO 3.2 Aromas Secundários Em geral, são provenientes de muitas substâncias formadas durante o processo de fermentação. Constituem os aromas predominantes nos bons vinhos. O mais comum é o do álcool. BRANCOS - Os vinhos brancos e rosés geralmente lembram frutas frescas (maçã, abacaxi, pêssego, pêra, etc.), flores (rosa, cravo, jasmim, etc.) e às vezes, aromas mais complexos: aromas adocicados (compota, mel, melado, etc.), aromas vegetais ou herbáceos (feno, grama, hortelã, menta, etc.) e minerais (petróleo, etc.).

21 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS O EXAME OLFATIVO TINTOS - Nos vinhos tintos, em geral, encontramos aromas de frutas vermelhas (cereja, amora, groselha, cassis, etc.), de frutas secas (ameixa, avelã, amêndoa, nozes, passas, etc.), de especiarias (pimenta, canela, baunilha, noz moscada, orégano, tomilho, alcaçuz, anis, etc.) e vegetais ou herbáceos (feno, grama, hortelã, menta, etc.), aromas animais (couro, suor, etc.), aromas empireumáticos (torrefação, tostado, defumado, tabaco, café, chocolate, açúcar-queimado, etc.), aromas de madeira (baunilha, serragem, etc.), aromas adocicados (compota, mel, melado, etc.), aromas químicos e etéreos (acetona, álcool, enxofre, fermento, pão, leite, manteiga, etc.) e muitos outros aromas!

22 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS O EXAME OLFATIVO 3.3 Aromas Terciários Representam, na realidade, o conjunto dos aromas anteriores, somados aos aromas mais complexos, originados durante o amadurecimento do vinho na barrica de madeira e/ou ao seu envelhecimento na garrafa. São aromas ditos "evoluídos" e constituem o chamado buquê que existe nos bons vinhos tintos e em alguns brancos de excepcional qualidade.

23 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS O EXAME GUSTATIVO Realiza-se colocando um gole não exagerado de vinho na boca e deixando-o girar lentamente no seu interior, de modo a permitir que ele entre em contato com as regiões da língua que são diferentes em relação à percepção dos sabores. Um bom vinho deve ter sabores agradáveis de boa intensidade e compatíveis com o tipo de vinho. Por exemplo, em um vinho seco não se espera encontrar sabor doce.

24 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS O EXAME GUSTATIVO 1. PERCEPÇÃO DOS SABORES DOCE: Os receptores gustativos para o sabor doce estão na extremidade anterior da língua. ÁCIDO: É percebido nas porções laterais da língua. É mais acentuado nos vinhos jovens do que nos velhos e mais nos brancos do que nos tintos. AMARGO: Percebido na região posterior da língua, deve estar presente, mas não muito intenso a ponto de ser desagradável. SALGADO: Não deve existir no vinho, mas, em certos vinhos de aromas minerais, percebem-se sabores também minerais ou metálicos que lembram o salgado. Esta característica denominamos SAPIDEZ do vinho.

25 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS O TATO Na realidade não se trata de tato, tal como é percebido na pele, mas sim de sensações decorrentes de estímulos mecânicos ou químicos que são percebidas na língua e assim definidas: CORPO: É a sensação de opulência provocada pelo vinho à boca. Vinhos de bom corpo ou encorpados são vinhos untuosos na boca e nos dão a sensação de que poderíamos mastigá-lo. Vinhos de pouco corpo ou "magros" são vinhos "aguados". O glicerol é um dos componentes do vinho que mais contribui para dar essa estrutura ao vinho.

26 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS O TATO ADSTRINGÊNCIA (TANICIDADE): É a sensação de "travo" ou secura da boca, semelhante à de se comer uma banana ou um caqui verde. É provocada pelos taninos do vinho que se combinam com as proteínas enzimáticas da saliva e não as deixa agir, gerando a sensação de boca seca. GÁS CARBÔNICO: Só deve ser percebido nos vinhos espumantes e frisantes e na boca, causa a "efeito agulha", isto é, como se houvessem agulhas picando a língua. TEOR ALCOÓLICO: É percebido porque o álcool confere uma sensação de calor à boca. Quanto mais álcool no vinho mais intensa será a sensação de calor percebida.

27 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS O TATO TEMPERATURA: A sensação da temperatura em que o vinho é servido é, logicamente, percebida. EQUILÍBRIO: É a harmonia entre acidez, doçura, amargor, sapidez, tanicidade e teor alcoólico. Em um vinho equilibrado nenhum desses aspectos gustativos sobressai entre os demais, causando uma sensação complexa e agradável. Podem-se ter vinhos equilibrados em suas características fracas, médias ou intensas, simples ou complexas, resultando em vinhos pequenos, honestos, bons, muito bons ou grandes.

28 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS SENSAÇÕES COMPLEXAS RETROGOSTO ou AROMA DE BOCA: É a sensação olfatória percebida ao aspirar o ar com o vinho ainda na boca, ou ao fungar depois de engolir o vinho, de modo que aromas desprendidos sejam levados da orofaringe até cavidade nasal onde serão sentidos na área olfatória. PERSISTÊNCIA: É o tempo de duração da sensação de retrogosto. Vai de 0 a 3 segundos nos vinhos inferiores, ditos curtos; de 4 a 7 segundos nos vinhos médios e acima de 8 segundos nos bons vinhos, denominados longos.

29 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE ALIMENTOS ANÁLISE TÉCNICA DE ALIMENTOS

30 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE ALIMENTOS ANÁLISE SENSORIAL DOS ALIMENTOS SAPIDEZ: Sensação determinada pelos próprios sais dos alimentos (embutidos, carnes secas, queijos, etc.); pelos eventuais sais de conservação (anchovas, bacalhau, etc.); pelo sal de cozinha (cloreto de sódio) adicionado antes, durante ou depois do cozimento. TENDÊNCIA AMARGA: O amargo é quase sempre uma sensação desagradável; a tendência amarga, ao contrário, é uma sensação agradável que encontramos em algumas hortaliças (alcachofras, radicchio, jiló, etc.), no fígado, no chocolate amargo e nas preparações muito ricas em ervas aromáticas e em especiarias.

31 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE ALIMENTOS ANÁLISE SENSORIAL DOS ALIMENTOS TENDÊNCIA ÁCIDA: Diferente da acidez verdadeira, é a sensação que encontramos nos tomates frescos, nas hortaliças em conserva e nas receitas preparadas com suco de limão, vinagre e aceto balsâmico, em quantidade não excessiva. TENDÊNCIA DOCE: Agradável sensação gustativa que não deve ser confundida com a doçura. A tendência doce é encontrada em algumas hortaliças (batata, cenoura, abóbora, etc.), legumes (ervilhas, feijões, lentilhas, etc.), crustáceos (lagostas, camarões, etc.), cereais e derivados (arroz, farinha de trigo, massa, etc.), carnes vermelhas mal passadas e na gordura animal.

32 ANÁLISE SENSORIAL DOS ALIMENTOS DOÇURA: Sensação fundamental e muito agradável que nos acompanha desde a infância. Encontra-se nas frutas maduras e nos alimentos ricos em açúcares (sobremesas, sorvetes, balas, etc.) ou adoçantes. De fato estamos interessados nos efeitos e não na causa da doçura. ESPECIARIAS: Sensações facilmente reconhecíveis, pois são provocadas pelo uso de especiarias que têm características aromáticas e gustativas originais e marcantes (cravo, canela, baunilha, curry, pimenta do reino, noz moscada, açafrão,etc.), sensação presente em sopas e primeiros pratos, carnes, embutidos, queijos, sobremesas, biscoitos, sorvetes, etc. AVALIAÇÃO TÉCNICA DE ALIMENTOS

33 ANÁLISE SENSORIAL DOS ALIMENTOS GORDURA: Sensação presente nos alimentos que contém gordura própria (embutidos, queijos, carnes, etc.). A gordura sólida tem agradável sensação de tendência doce: a manteiga tem sensação de gordura quando sólida, derretendo tem maiores sensações de untuosidade. SUCULÊNCIA: Sensação provocada pela presença de líquidos na boca. A suculência pode ser típica do alimento (carne mal passada, fruta, hortaliças, etc.); provocada pelos líquidos de cozimento (caldos, vinhos, molho de tomate, etc..) ou pela salivação durante a mastigação. Este caso pode ser chamado de suculência induzida. AVALIAÇÃO TÉCNICA DE ALIMENTOS

34 ANÁLISE SENSORIAL DOS ALIMENTOS AROMATICIDADE: Sensação ligada ao uso de ervas aromáticas (orégano, manjericão, salsinha, sálvia, alecrim, louro, cebolinha, hortelã, etc.) acrescentadas antes, durante ou após o cozimento. UNTUOSIDADE: Sensação sobretudo tátil provocada pelos condimentos adicionados antes, durante ou após o cozimento (manteiga, azeite, óleos vegetais, banha, etc.). Em igual quantidade, os óleos de sementes são mais fluídos que os de oliva, por isso a sensação de untuosidade é maior com os segundos. AVALIAÇÃO TÉCNICA DE ALIMENTOS

35 ESCALA DE VALORES DAS SENSAÇÕES DOS ALIMENTOS AVALIAÇÃO TÉCNICA DE ALIMENTOS

36 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS ANÁLISE TÉCNICA DE VINHOS

37 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS ANÁLISE SENSORIAL DOS VINHOS INTENSIDADE OLFATIVA: todas as sensações olfativas que se percebem no vinho, independentemente da diferente composição, complexidade e evolução. Esta característica representa um aspecto puramente “quantitativo”. PERSISTÊNCIA GOSTO OLFATIVA: ou PERSISTÊNCIA AROMÁTICA INTENSA (P.A.I.): identifica a permanência das sensações gustativas, táteis, e retro-nasais olfativas, que, após deglutição, são percebidas nas suas complexidade e totalidade.

38 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS ANÁLISE SENSORIAL DOS VINHOS INTENSIDADE OLFATIVA: todas as sensações olfativas que se percebem no vinho, independentemente da diferente composição, complexidade e evolução. Esta característica representa um aspecto puramente “quantitativo”. PERSISTÊNCIA GOSTO OLFATIVA: ou PERSISTÊNCIA AROMÁTICA INTENSA (P.A.I.): identifica a permanência das sensações gustativas, táteis, e retro-nasais olfativas, que, após deglutição, são percebidas nas suas complexidade e totalidade.

39 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS ANÁLISE SENSORIAL DOS VINHOS EFERVESCÊNCIA: fenômeno que se manifesta nos vinhos espumantes e frisantes, devido a presença de gás carbônico. DOÇURA: sensação gustativa percebida nos vinhos onde está presente uma quantidade perceptível de açúcares residuais.

40 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS ANÁLISE SENSORIAL DOS VINHOS MACIEZ: agradável sensação percebida nos vinhos ricos em glicerina, eventual pequena quantidade de açúcares residuais, álcool etílico e poli-álcoois. ALCOLICIDADE: devido à quantidade de álcool presente, o vinho oferece uma sensação tátil que é percebida na boca como pseudo- calor. ACIDEZ: sensação gustativa determinada pela presença nos vinhos dos ácidos e pode ser percebida em diferentes níveis em função da quantidade e do tipo.

41 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS ANÁLISE SENSORIAL DOS VINHOS TANICIDADE ou ADSTRINGÊNCIA: é a sensação tátil provocada pelos taninos presentes somente nos vinhos tintos, devido a ação dos polifenóis que atacam a mucina, a glicoproteina da saliva que tem uma ação lubrificante. A tanicidade pode dar uma nuança amarguinha, agradável ou negativa dependendo da quantidade. SAPIDEZ: sensação gustativa dada pela presença no vinho de sais minerais, que muitas vezes se confunde com a acidez.

42 AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS ANÁLISE SENSORIAL DOS VINHOS ESTRUTURA ou CORPO: é a característica que depende da quantidade de extrato seco presente nos vinhos, ou seja de todas as substâncias não voláteis. Geralmente é maior nos vinhos tintos complexos e de longa guarda.

43 ESCALA DE VALORES DAS SENSAÇÕES DOS VINHOS AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS

44 HARMONIZAÇÃO MÉTODO A.I.S. AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS

45 HARMONIZAÇÃO MÉTODO A.I.S. AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS Assinale apenas a maior pontuação do grupo analisado (Vinho)

46 HARMONIZAÇÃO MÉTODO A.I.S. AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS Ligue os pontos do mesmo grupo analisado (Vinho)

47 HARMONIZAÇÃO MÉTODO A.I.S. AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS Assinale apenas a maior pontuação do grupo analisado (Comida) 0 6

48 HARMONIZAÇÃO MÉTODO A.I.S. AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS Ligue os pontos do mesmo grupo analisado (Comida)

49 HARMONIZAÇÃO MÉTODO A.I.S. AVALIAÇÃO TÉCNICA DE VINHOS Ligados os pontos dos dois grupos analisados (Vinho e Comida) analise o gráfico

50 BOA SORTE


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