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Nestes casos a transmissão da infecção para o organismo humano dá-se através do ar que se respira. 1. DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VIA AÉREA;

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1 Nestes casos a transmissão da infecção para o organismo humano dá-se através do ar que se respira. 1. DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VIA AÉREA;

2 1. Doenças transmitidas por via aérea gripe meningite tuberculose

3 TUBERCULOSE Agente etiológico = Mycobacterium tuberculosis Sintomas sugestivos = tosse, febre vespertina,sudorese noturna; Tratamento específico Prevenção

4 POPULAÇÃO Estimativas da População Brasil: habitantes. Mundo: habitantes (6,6 bilhões) O BRASIL ocupa o 22º lugar em número de casos de TUBERCULOSE.

5 TAXA DE INCIDÊNCIA DE TUBERCULOSE, BRASIL, 2000 P/ hab. Fonte: Ministério da Saúde

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7 Aspectos Epidemiológicos: O estado campeão é o Rio de Janeiro, com uma alarmante taxa de incidência de 89,32 contra uma média nacional de 47,2 por habitantes. taxa de incidência E na cidade do Rio de Janeiro, são as comunidades, como Rocinha, Maré as que apresentam maiores índices, conjugando pobreza, acesso inadequado aos serviços de saúde, além de baixa adesão ao tratamento e epidemia HIV/Aids. TUBERCULOSE

8 TUBERCULOSE - Distribuição de casos confirmados, Brasil, anocasos

9 TUBERCULOSE O Programa de Controle da Tuberculose (PNCT), executado em conjunto pelo Ministério da Saúde, estados e municípios, tem registrado queda nos índices nos estados do Sudeste. Os mineiros são os cidadãos do Sudeste do país com menor risco de contrair tuberculose. Segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde, Minas Gerais tem incidência de 26,7 casos por 100 mil habitantes, com base em dados de 2003.

10 Aspectos Epidemiológicos: A tuberculose continua sendo um importante problema de saúde pública, especialmente em países em desenvolvimento; Estima-se que cerca de 1,7 bilhões de indivíduos em todo o mundo estejam infectados pelo M. tuberculosis, correspondendo a 30% da população mundial. TUBERCULOSE

11 Aspectos Epidemiológicos: Nos países desenvolvidos, cerca de mortes são devidas à tuberculose e mais de casos novos são descobertos a cada ano. TUBERCULOSE

12 Reservatório e Fonte de Infecção: O reservatório principal é o homem; TUBERCULOSE

13 Modo de Transmissão: A fala, o espirro e, principalmente a tosse de um doente com tuberculose lançam no ar gotículas contaminadas de tamanhos variados. TUBERCULOSE

14 Período de Incubação: Após a infecção pelo M. tuberculosis, transcorrem, em média, 4 a 12 semanas para detecção das lesões primárias. TUBERCULOSE

15 Período de Transmissibilidade: A transmissão é plena quando o doente estiver eliminando bacilos e não tiver iniciado o tratamento. Com o esquema terapêutico recomendado, a transmissão é reduzida, gradativamente, a níveis insignificantes, ao fim de poucos dias ou semanas. TUBERCULOSE

16 Distribuição, Morbidade, Mortalidade e Letalidade: A tuberculose não apresenta variações cíclicas ou sazonais, de importância prática. A prevalência observada é maior em áreas de grande concentração populacional e precárias condições sócio- econômicas e sanitárias. A distribuição da doença é mundial, com tendência decrescente da morbidade e mortalidade nos países desenvolvidos. TUBERCULOSE

17 PREVENÇÃO A prevenção da tuberculose consiste na vacinação infantil e na detecção e tratamento precoce das pessoas com tuberculose. BCG é a vacina contra a tuberculose feita com um tipo de bacilo semelhante ao bacilo de Koch, que permite ao organismo criar defesas contra a tuberculose, sem causar a doença. TUBERCULOSE

18 PREVENÇÃO BCG é indicado para todas as crianças de 0 a 4 anos e é aplicada na pele do braço direito. A vacina contra a tuberculose faz parte das vacinas obrigatórias para as crianças no Brasil. Estima-se que o BCG ofereça proteção à criança por um período em torno de 10 anos. TUBERCULOSE

19 PREVENÇÃO

20 BCG - (bacilo de Calmette & Guérin), obtido por atenuação do Mycobacterium bovis, apresentada em ampolas com múltiplas doses. É a seguinte a evolução da reação vacinal: nódulo local que evolui para pústula, seguida de crosta e úlcera, com duração habitual de seis a 10 semanas, dando origem quase sempre a pequena cicatriz. Durante a fase de úlcera, pode haver o aparecimento de secreção. TUBERCULOSE - BCG

21 Tb - Epidemiologia Taxas de incidência de tuberculose (Tb) em pacientes com Aids = 10%; Infecção pelo HIV: importante fator de risco para o desenvolvimento da Tb; Tb: uma das complicações mais comuns no curso da infecção pelo HIV.

22 DIFTERIA Aspectos Epidemiológicos : A difteria é uma doença transmissível aguda, causada por bacilo toxicogênico que se aloja freqüentemente nas amígdalas, na faringe, na laringe, no nariz e, ocasionalmente, em outras mucosas e na pele. Agente Etiológico: um bacilo gram-positivo, denominado Corynebacterium diphtheriae, produtor da toxina diftérica.

23 DIFTERIA O número de casos de difteria notificados, no Brasil, vem decrescendo progressivamente desde 1977, certamente em decorrência do aumento da utilização da vacina DPT. A incidência ainda é, contudo, elevada, com cerca de 300 casos confirmados por ano. Apresenta surtos epidêmicos de graus e duração variáveis.

24 DIFTERIA Atualmente a taxa de letalidade se encontra, no Brasil, em torno de 8,4%. A letalidade esperada varia de 5 a 10%. Taxas fora desses limites indicam a necessidade de reavaliar critérios diagnósticos e condições de tratamento.

25 DIFTERIA Reservatório: É o próprio doente ou portador, sendo esse último mais importante na disseminação do bacilo, pela sua maior freqüência na comunidade e por ser assintomático.

26 DIFTERIA Modo de Transmissão: o Corynebacterium diphtheriae é um bacilo que se transmite por contágio direto com doentes ou portadores através das secreções de rinofaringe (espirro, tosse); A transmissão indireta, através de objetos recentemente contaminados pelas secreções de orofaringe ou de lesões em outras localizações, também pode ocorrer, embora menos freqüentemente.

27 DIFTERIA Período de Incubação: Em geral de 1 a 6 dias, podendo ser mais longo. Período de Transmissibilidade: Em média até 2 semanas após o início da doença. A antibioticoterapia adequada erradica o bacilo diftérico da orofaringe, horas após a sua introdução na maioria dos casos.

28 PREVENÇÃO A vacinação é a única maneira efetiva de prevenção, pois a doença em geral não confere imunidade permanente, devendo o doente continuar seu esquema de vacinação após alta hospitalar. As crianças na idade pré-escolar são o grupo mais suscetível quando não imunizadas previamente com esquema básico da vacina. DIFTERIA

29 PREVENÇÃO VACINA CONTRA DIFTERIA, TÉTANO E COQUELUCHE; Também conhecida como vacina tríplice bacteriana. DIFTERIA

30 MENINGITE Aspectos Epidemiológicos : Infecções do Sistema Nervoso Central (SNC), com acometimento das meningites, causadas por múltiplas etiologias e caracterizadas por: febre, cefaléia intensa, vômitos, sinais de irritação meníngea e alterações do Líquido Céfalo-Raquidiano (LCR). Etiologia: As meningites são causadas por uma variedade de microorganismos: VÍRUS, BACTÉRIAS.

31 ANATOMIA

32 MENINGITE Aspectos Epidemiológicos : Durante a primeira metade da década de 90 observou-se um aumento no número de casos notificados de doença meningocócica, atingindo o pico em 1996, com o registro de casos. Esse aumento decorreu, em grande parte, de surtos localizados em municípios com grande contingente populacional, como São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

33 MENINGITE Aspectos Epidemiológicos : A partir de 1996 há uma tendência de redução constante no número de casos, de casos, neste ano, para casos em Alguns fatores podem ter colaborado com esta redução, dentre eles destacam-se a adoção oportuna das medidas de controle (quimioprofilaxia e vacinação de bloqueio), decorrente da ampliação da assistência à saúde da população.

34 MENINGITE Como se transmite? O agente patogénico entra no organismo através das vias respiratórias (sob a forma de pequenas gotas, enquanto se fala ou tosse), chega ao sangue e seguidamente ao sistema nervoso central, onde provoca a infecção das meninges, as membranas que envolvem o cérebro.

35 MENINGITE O período de incubação é de dois a dez dias; O período de transmissibilidade: Dura enquanto houver o agente na nasofaringe. Em geral, após 24 horas de antibioticoterapia, o agente já desapareceu da orofaringe.

36 Fonte: COVER/CGVDT/SVS/MS Casos de doença Meningocócica (2002/Julho2003) Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Oeste Norte Nordeste Sudeste Sul Centro- Oeste

37 PREVENÇÃO Confira as vacinas que seu filho deve tomar para se prevenir da meningite. Vacina contra Meningococos - Dose única, administrada em maiores de 2 anos de idade. MENINGITE

38 PREVENÇÃO Utilização de pratos, talheres e copos bem lavados; Dar preferência a utensílios descartáveis; Evitar ambientes abafados onde há aglomerações de pessoas; Isolamento dos doentes em hospitais especializados; MENINGITE

39 SARAMPO Aspectos Epidemiológicos : O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, transmissível e extremamente contagiosa, muito comum na infância. Agente Etiológico: o vírus do sarampo pertence ao gênero Morbillivirus, família Paramyxoviridae.

40 SARAMPO Aspectos Epidemiológicos : O comportamento cíclico da doença, com a ocorrência de epidemias periódicas em média a cada cinco anos, ocorre pela velocidade com que se acumulam susceptíveis; Caso não sejam adotadas estratégias adequadas de vacinação, com altas coberturas na vacinação de rotina (mais de 95% em crianças de um ano de idade), estratégias de campanhas periódicas e a investigação imediata de todos os casos suspeitos de sarampo.

41 Sarampo Morbillivirus

42 SARAMPO Reservatório e Fonte de Infecção: o homem. Modo de Transmissão: é transmitido diretamente de pessoa a pessoa, através das secreções nasofaríngeas, expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

43 SARAMPO Período de Incubação: geralmente de 10 dias (variando de 7 a 18 dias; Período de Transmissibilidade: é de 4 a 6 dias antes do aparecimento do exantema, até 4 dias após.

44 PREVENÇÃO Vacina tripla (MMR)- measles, mumps e rubeola, que serve para sarampo, caxumba e rubéola, aplicada gratuitamente nos postos de saúde.(MMR) Não deixe de vacinar suas crianças. Fique atento às campanhas de vacinação do Ministério da Saúde. SARAMPO

45 RUBÉOLA Aspectos Epidemiológicos : É uma doença exantemática aguda, de etiologia viral, que apresenta alta contagiosidade, acometendo principalmente crianças.

46 RUBÉOLA Aspectos Epidemiológicos : Sua importância epidemiológica está representada pela possibilidade de ocorrência da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC); Atingindo o feto e recém-nascidos de mães infectadas durante a gestação e acarretando inúmeras complicações como: abortos, natimortos, surdez, cardiopatias congênitas.

47 RUBÉOLA Aspectos Epidemiológicos : A vacinação de mulheres em idade fértil tem possibilitado uma importante redução dos casos de SRC, alcançando a ocorrência de 13 casos registrados em todo o país (2005), o que indica a possibilidade de interrupção na sua transmissão.

48 RUBÉOLA Agente Etiológico: a rubéola é transmitida por um vírus, pertencente ao gênero Rubivírus, família Togaviridae. Reservatório: o homem.

49 Modo de Transmissão: através de contato com as secreções nasofaríngeas de pessoas infectadas. A infecção se produz por disseminação de gotículas ou através de contato direto com os pacientes.

50 RUBÉOLA Período de Incubação: de 14 a 21 dias, durando em média 17 dias, podendo variar de 12 a 23 dias. Período de Transmissibilidade: aproximadamente de 5 a 7 dias antes do início do exantema e pelo menos de 5 a 7 dias após.

51 PREVENÇÃO A prevenção da rubéola é feita através da vacinação. A vacina contra a rubéola contém o vírus vivo atenuado, isto é enfraquecido, mas com capacidade de induzir o organismo humano a produzir anticorpos. No calendário de vacinação de rotina a vacina é aplicada aos 15 meses (junto com as vacinas contra o sarampo e a caxumba). RUBÉOLA

52 HANSENÍASE Aspectos Epidemiológicos : Antigamente conhecida como "lepra",é uma das mais antigas doenças da humanidade, caracterizada por lesões da pele e das mucosas, atrofia de pés e mãos, e diminuição da força muscular.

53 HANSENÍASE Aspectos Epidemiológicos : A hanseníase, doença endêmica, tem apresentado uma redução significativa de sua prevalência, de 16,4 por habitantes em 1985 para 4,52 por habitantes em 2003.

54 HANSENÍASE Agente Etiológico: bacilo álcool-ácido resistente, Mycobacterium leprae. É um parasita intracelular obrigatório que apresenta afinidade por células cutâneas e por células dos nervos periféricos.

55 HANSENÍASE

56 Reservatório: o homem é reconhecido como a única fonte de infecção ;

57 HANSENÍASE Modo de Transmissão: a principal via de eliminação dos bacilos é a via aérea superior (secreções nasais, gotículas da fala, tosse, espirro).

58 HANSENÍASE Modo de Transmissão: Contato íntimo e prolongado de indivíduos suscetíveis com pacientes bacilíferos não tratados.

59 HANSENÍASE Período de Incubação: a hanseníase apresenta longo período de incubação: de dois a sete anos. Há referência a períodos mais curtos, de sete meses, como, também, de mais de dez anos. Período de Transmissibilidade: Os pacientes constituem o grupo contagiante e assim se mantêm enquanto não se iniciar o tratamento específico.

60 PREVENÇÃO A hanseníase é uma doença que pode ser confundida com outros problemas dermatológicos mais simples como, por exemplo, alergias. HANSENÍASE

61 PREVENÇÃO Pode ficar durante algum tempo no organismo sem se manifestar; É importante observar sua pele e, ao menor sinal, dos sintomas já descritos, principalmente da combinação "mancha com área de insensibilidade" procure um médico dermatologista ou um serviço de saúde. HANSENÍASE

62 COQUELUCHE Aspectos Epidemiológicos : A coqueluche é uma infecção aguda na região da traquéia, brônquios e bronquíolos, conhecida também como pertussis ou tosse ferina.

63 COQUELUCHE Aspectos Epidemiológicos : No início da década de 80 eram notificados mais de 40 mil casos anuais, e o coeficiente de incidência era superior a 30/ habitantes. Este número caiu abruptamente a partir de 1983, mantendo desde então, uma tendência decrescente. Em 1990, foram notificados casos, resultando em um coeficiente de incidência de 10,64/ habitantes, sendo que a partir de 1996, o número de casos anuais não excedeu 2.000, mantendo-se com coeficiente de incidência em torno de 1/ habitantes.

64 COQUELUCHE Agente Etiológico: a Bordetella pertussis é um bacilo gram-negativo, aeróbio, não esporulado, imóvel e pequeno, provido de cápsula (formas patogênicas). Reservatório: o homem é o único reservatório natural de Bordetella pertussis.

65 COQUELUCHE Modo de Transmissão: a transmissão se dá, principalmente, pelo contato direto de pessoa doente com pessoa suscetível, através de gotículas de secreção da orofaringe, eliminadas por tosse, espirro ou ao falar. Também pode ocorrer transmissão por objetos recentemente contaminados com secreções do doente.

66 Coqueluche Bordetella pertussis

67 COQUELUCHE Período de Incubação: é de sete dias, em média, podendo variar entre 7 e 14 dias. Período de Transmissibilidade: a maior transmissibilidade da doença ocorre na fase catarral.

68 PREVENÇÃO A vacina tríplice é a mais eficiente forma de prevenção da coqueluche. Para os doentes, não há tratamento específico; opta-se pelo isolamento, para evitar a disseminação, e pelo uso de antibióticos, para evitar complicações. COQUELUCHE

69 DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTES

70 DOENÇAS EMERGENTES São doenças novas, desconhecidas da população. São causadas por vírus ou bactérias nunca antes descritos, ou por mutação de um vírus já existente.

71 DOENÇAS EMERGENTES Também é possível que sejam causadas por um agente que só atingia animais, e que agora afeta também seres humanos. Dentro desse conceito, a Aids aparece como a mais importante doença emergente. Até o início da década de 80, era completamente desconhecida no mundo.

72 DOENÇAS EMERGENTES O termo emergente também pode ser utilizado para descrever quando uma doença atinge uma região antes indene, ou seja, onde até então nunca tinha sido detectado caso da moléstia.

73 DOENÇAS EMERGENTES Um exemplo claro é o da hantavirose. Em 2004 foram notificados 30 casos da doença no Distrito Federal. A hantavirose já tinha sido detectada em outros estados do país, como em São Paulo e Paraná, mas nunca no DF.

74 DOENÇAS EMERGENTES Os últimos anos têm sido marcados por diferentes episódios de doenças emergentes, como: Infecções bacterianas agudas, pneumonias causadas por vírus transmitidos por roedores, hantaviroses, infecções de veiculação hídrica - (gastroenterite, diarréia por vírus (rotavírus), salmoneloses ( diarréia por bactérias), e outras.

75 DOENÇAS EMERGENTES - Ebola vírus: Os primeiros registros ocorreram em 1976 e a descoberta do vírus foi reportada em Em junho de 1997,1054 casos foram reportados para Organização Mundial de Saúde, dos quais 754 foram fatais. Macacos infectados com uma cepa asiática do Ebola foram importados das Filipinas para os EUA em 1989 e 1990 e para a Itália em Essa cepa asiática Ebola Reston não apareceu ainda como causadora de doenças em humanos.

76 DOENÇAS EMERGENTES -Hepatite C : Identificado em 1989, esse vírus é agora conhecido como sendo a maior causa de hepatite pós - transfusional no mundo, com aproximadamente 90% dos casos no Japão, EUA e leste da Europa. É estimado que 3% da população mundial está infectada, quase que 170 milhões são portadores crônicos com risco de desenvolver a cirrose hepática ou o câncer de fígado.

77 DOENÇAS EMERGENTES As últimas décadas do século 20 assistiram à emergência de novas doenças como: Aids; Hepatite C; Ebola; Encefalopatia espongiforme ("vaca louca");

78 DOENÇAS EMERGENTES Gripe do frango; Gripe HINI - Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) - pneumonia atípica aos quais denominou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS, do inglês Severe Acute Respiratory Syndrome), de causa ainda não estabelecida – China 2003.

79 DOENÇAS EMERGENTES A Aids é, sem dúvida, a principal doença emergente do século 20. A infecção, em apenas 20 anos após a descrição inicial, disseminou-se por todo o mundo, tendo um importante impacto na mortalidade entre Jovens.

80 O medo provém da ignorância. É muito mais saudável procurar conhecer os mecanismos de atuação e transmissão das doenças, para definir o que fazer em relação a elas!!!!

81 DOENÇAS REEMERGENTES

82 São aquelas já conhecidas e que foram controladas, mas voltaram a apresentar ameaça para a saúde humana; A dengue entra nesse conceito, malária;

83 DOENÇAS REEMERGENTES Até a reintrodução do Aedes aegipyti no país, em 1967, a dengue chegou a ser considerada erradicada. Porém, depois foi registrada uma série de surtos, o maior deles em 2002, quando foram notificados quase 800 mil casos da doença.

84 DOENÇAS REEMERGENTES Doenças reemergentes são as que reaparecem após um período de declínio significativo. Cólera e Dengue são duas doenças, sem dúvida alguma, reemergentes no país e no continente.

85 DOENÇAS REEMERGENTES Já a Tuberculose, não chega propriamente a ser reemergente, pois nunca chegou a declinar significantemente; tampouco é doença emergente, pois, há tempo, apresenta incidência elevada. Sua ocorrência continua com alta magnitude.

86 DOENÇAS REEMERGENTES CÓLERA: A cólera reapareceu em países onde ela já havia previamente desaparecido a medida em que as condições de saneamento e alimentação se deterioraram. Em 1991, na América do Sul, mais de 390 mil casos foram notificados, sendo que por um século não se registravam casos de cólera. DENGUE: A dengue se espalhou por vários países do sudeste asiático desde a década de 50 e reemergiu na América na década de 90, como consequência da deterioração do controle ao mosquito e a disseminação do vetor em áreas urbanas.

87 DOENÇAS REEMERGENTES DIFTERIA: Reemergiu na Federação Russa e algumas outras repúblicas da antiga União Soviética em 1994 e culminou em 1995 com mais de casos relatados. A reemergência está associada a um declínio dramático nos programas de imunização seguidos de uma “falência” nos serviços de saúde que se iniciou com o fim da URSS.

88 DOENÇAS REEMERGENTES FEBRE AMARELA: Exemplo de doença para a qual há várias vacinas mas, devido ao uso não generalizado para todas as áreas de risco, epidemias continuam a ocorrer. A ameaça da febre amarela está presente em 33 países africanos e 8 sul americanos. É comum em florestas tropicais onde o vírus sobrevive em macacos. As pessoas levam vírus para os vilarejos e a simples presença de um vetor espalha rapidamente a doença, que mata facilmente pessoas imuno-suprimidas.

89 DOENÇAS REEMERGENTES E a reemergência de doenças que pareciam sob controle, como: dengue cólera malária difteria febre amarela e tuberculose ???

90 DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTES CAUSAS COMUNS DE EMERGÊNCIA E RE-EMERGÊNCIA DE DOENÇAS INFECCIOSAS: - Crescente número de pessoas vivendo e se deslocando pelo mundo. - Rápidas e intensas viagens internacionais. - Superpopulação em cidades com precárias condições sanitárias. - Aumento da exposição humana a vetores e reservas naturais. - Alterações ambientais e mudanças climáticas. A crescente resistência bacteriana aos antibióticos também veio se somar às dificuldades para o controle dessas doenças.

91 DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTES PREVENÇÃO E CONTROLE Elaborar estratégias para a difusão de informações precisas e atualizadas para a população geral; Fazer uso eficiente da imprensa, inclusive rádio, televisão, jornais, com o objetivo de obter uma mobilização social rápida numa situação de emergência;

92 DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTES PREVENÇÃO E CONTROLE Definir diferentes formas de manter uma educação continuada tanto da população geral, quanto dos profissinais de saúde;

93 DOENÇAS E AGRAVOS NÃO- TRANSMISSÍVEIS (DANT)

94 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E DEMOGRÁFICO BRASILEIRO RECENTE Brasil, nas últimas décadas: 1- Redução da mortalidade precoce, especialmente ligada à doenças infecciosas e parasitárias; 2- Aumento da expectativa de vida ao nascer, com conseqüente incremento da população idosa; 3- Processo acelerado de urbanização e de mudanças sócio-culturais – aumentos dos acidentes e das violências.

95 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E DEMOGRÁFICO BRASILEIRO RECENTE A redução da mortalidade precoce pode ser percebida pela diminuição na taxa de mortalidade infantil – 1940= 149 por mil nascidos vivos; 2000 = 29,7 por mil nascidos vivos. A expectativa de vida ao nascer em 1940 era de 44,9 anos, cresceu para 68,55 anos em 2000.

96 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E DEMOGRÁFICO BRASILEIRO RECENTE Na mortalidade do ano de 2001, para os grupos de causas definidas, as doenças cardiovasculares representam a principal causa de morte – 31,9%, seguidas pelas neoplasias.

97 CARACTERIZAÇÃO DAS DANT Interação de fatores etiológicos conhecidos e desconhecidos; Causa necessária desconhecida; Ausência de participação ou participação duvidosa de microrganismos entre os determinantes; Longo período de latência - Que não se vê, que está oculto.

98 CARACTERIZAÇÃO DAS DANT Longo curso assintomático; Lesões celulares irreversíveis; Evolução para graus variados de incapacidade ou morte.

99 Anemia; Câncer; Carências nutricionais; Diabetes; Doenças pulmonares; Doenças cardiovasculares; Doenças reumáticas; Obesidade. DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS

100 FATORES DE RISCO RELACIONADOS COM AS “DANT” Pressão sangüínea elevada – 7,1 milhões de mortes, cerca de 13% do total; Nível elevado de colesterol causaria – 18% doenças cerebrovasculares e 56% das doenças isquêmicas do coração;

101 A pressão alta geralmente não apresenta qualquer sintoma...

102 FATORES DE RISCO RELACIONADOS COM AS “DANT” Índice elevado de massa corporal – 58% dos casos de diabetes mellitus; Baixo consumo de frutas e verduras – 19% neoplasias gastrintestinais;

103 FATORES DE RISCO RELACIONADOS COM AS “DANT” Inatividade física – 22% das doenças do coração; Tabaco – 8,8% das mortes – 66% das neoplasias de traquéia, pulmão;

104 FATORES DE RISCO RELACIONADOS COM AS “DANT” Ingestão de álcool – 3,2% das mortes – 30% dos casos de neoplasias de esôfago, fígado, cirrose hepática, acidentes com veículos; Lesões por acidentes de trânsito – 2,3% das mortes.

105 Implantar / consolidar o sistema de vigilância de agravos e de doenças não transmissíveis (DANT) e seus fatores de risco em todas as esferas do Sistema Único de Saúde Brasil. MISSÃO Vigilância de Doenças e Agravos não transmissíveis

106 Validação e melhoria dos instrumentos, fontes e indicadores. Disseminação, discussão, capacitação: Vigilância: objetivos Monitoramento dos fatores de risco (inquéritos de saúde) Indução e apoio a ações de promoção à saúde, prevenção e controle Monitoramento e avaliação das intervenções realizadas Análise das tendências temporais de morbidade e mortalidade Análise crítica dos resultados e fontes de dados

107 * Até 1970, os dados referem-se apenas às capitais Fonte Barbosa da Silva e cols. In: Rouquairol & Almeida Filho: Epidemiologia & Saúde, 2003 pp Mortalidade Proporcional (%) nas capitais: D. Infecciosas e Parasitárias: 46% em 1930, 5% em 2003 D. cardiovasculares: 12% em 1930, 31% em 2003 Cenário Brasileiro

108 Prevalência de inatividade física* em adultos de 15 capitais e Distrito Federal. Brasil, *Sedentários e irregularmente ativos Fonte: (SVA/INCA)

109 Cenário Brasileiro Fonte:Monteiro,2005 TENDÊNCIA SECULAR DA OBESIDADE NO BRASIL

110

111

112 A PREVENÇÃO FUNCIONA

113 ATIVIDADE FÍSICA Atividade física protege contra várias DNT; Inclusão, socialização, bem estar, saúde mental; Atividade física é recomendada no tratamento de várias doenças; Níveis populacionais de Atividade Física são baixos;

114 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL  Uma dieta com uma grande quantidade e variedade de frutas, legumes e verduras pode prevenir 20% ou mais dos casos de câncer.

115 ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL  Estudo realizado com cerca de mulheres profissionais de saúde (Women's Health Study), observou que uma alta ingestão de frutas, legumes e verduras estava associada com um menor risco de doenças cardiovasculares, principalmente infarto do miocárdio (Liu et al, 2000 ).

116 Reconhecimento crescente no país sobre a importância das DANT e a necessidade de ações para prevenir e controlar; O país dispõe de sistemas de informação de mortalidade e morbidade avançados e abrangentes; O MS tem importante liderança na área de vigilância epidemiológica; Vigilância de DANT: É possível?

117 O planejamento das ações de saúde no campo da promoção da saúde e da prevenção e o controle dessas doenças e agravos. A melhoria dos recursos de modo a aumentar o impacto das ações de promoção, prevenção, redução dos danos causados, tratamento e reabilitação das vítimas. A construção de propostas integradas intra e intersetorialmente. Desafios da Saúde

118 Os brasileiros precisam adotar hábitos saudáveis. Anualmente, mais de 40% das mortes registradas no país ocorrem por causa de doenças não transmissíveis, como infarto, derrame cerebral, enfisema, câncer e diabetes.

119 As DNT, no entanto, podem ser evitadas com uma simples mudança de hábitos. É por isso que o Ministério da Saúde lançou o Projeto Brasil Saudável, para estimular a população a adotar modos de vida diferentes, com ênfase na atividade física, na reeducação alimentar e no controle do tabagismo.

120 O Brasil Saudável envolve um conjunto de ações, desde campanhas publicitárias (em rádios, TVs, outdoors, revistas e jornais) — convocando a população a mudar seus hábitos — até a implantação de mais de 230 núcleos para a prática de atividades físicas em todas as capitais do país.

121 EXERCÍCIOS

122 1- Uma pneumonia atípica tem afetado a população do Amazonas. Já foram registrados em Manaus mais de 50 casos da doença. Ela surgiu há cerca de três anos, mas ainda não se sabe qual é sua origem nem o microrganismo causador. Tudo leva a crer, portanto, que se trata de uma doença

123 EXERCÍCIOS 2- "Doenças são aquelas que não tinham significado no passado e em determinado momento surgem como novas, pois são causadas por agentes etiológicos desconhecidos.

124 EXERCÍCIOS 3- É verdadeira a sentença? Uma enfermidade pode ser considerada reemergente quando passa a ter novas distribuições, como uma moléstia que só atingia as crianças e começa a acometer também os idosos ou uma doença, antes restrita a um único país, que se espalha por todo o mundo. "Uma doença reemergente clássica é a gripe espanhola.

125 EXERCÍCIOS 4- É verdadeira a sentença? Existem moléstias que aparecem, são controladas e, passado um tempo, voltam a ameaçar a população. Estas são as doenças reemergentes - aquelas que são conhecidas de longa data e, de repente, têm sua incidência aumentada por causa de uma série de fatores, como urbanização desordenada, degradação do meio ambiente e desigualdade social, entre outros. Ex: Malária.

126 EXERCÍCIOS 5- É verdadeira a sentença? A hepatite C é uma importante causa de morbilidade e mortalidade em todo o Mundo. Nos últimos 25 anos, a infecção pelo vírus da hepatite C (VHC) emergiu de uma quase obscuridade para o reconhecimento de que constitui hoje em dia um relevante problema de saúde pública mundial.

127 EXERCÍCIOS 6- É correto afirmar que essas são doenças não transmissíveis?. Anemia; Câncer; Carências nutricionais; Diabetes; Doenças pulmonares; Doenças cardiovasculares; Sarampo; Obesidade.

128 EXERCÍCIOS 7- É falso afirmar que: As doenças crônicas não-transmissíveis, compõem um grupo de entidades que se caracterizam por apresentar, de uma forma geral, longo período de latência, tempo de evolução prolongado, etiologia não elucidada totalmente, lesões irreversíveis e complicações que acarretam graus variáveis de incapacidade ou óbito.

129 EXERCÍCIOS 8- É falso afirmar que: Está ocorrendo há alguns anos no Brasil, o aumento das doenças crônico-degenerativas (doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, doenças respiratórias); e a transição nutricional, com diminuição expressiva da desnutrição e aumento do número de pessoas com excesso de peso (sobrepeso e obesidade). Somam-se a isso o aumento dos traumas decorrentes das causas externas (acidentes, violências e envenenamentos, etc.).

130 EXERCÍCIOS 9- O objetivo da Vigilância em relação às DANT: É desenvolver, por meio da combina ç ão de inqu é ritos de fatores de risco de abrangência nacional e municipal, uma base de dados para o monitoramento cont í nuo dos Fatores de Risco para DCNT, que contemple a diversidade de realidades locais. Inqu é ritos com metodologias mais simples e mais r á pidas, aplicados em grupos particularmente vulner á veis, como escolares, de adolescentes e de idosos, tamb é m estão sendo utilizados para orientar pol í ticas espec í ficas de redu ç ão de fatores de risco de forma direcionada.

131 Nestes casos a transmissão da infecção para o organismo humano dá-se através de seringas não-estéreis compartilhadas; Instrumentos dentários contaminados; Perfurações (piercing), manicure, acupuntura, tatuagem) e Relações sexuais. 2. DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VIA PARENTÉRICA E SEXUAL

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135 HEPATITE B Quando o fígado é infectado por um vírus, ele fica inflamado e sensível e pode também ficar inchado. As partes afetadas do tecido podem ser destruídas pela inflamação. A hepatite B é um tipo de hepatite séria e às vezes muito forte e fatal.

136 HEPATITE B Agente Etiológico: vírus da Hepatite B (VHB), constituído de ácido desoxirribonucléico (DNA). Reservatório: devido a sua alta especificidade, o VHB infecta somente o homem, que constitui o seu reservatório natural.

137 Hepatite B

138 HEPATITE B Modo de Transmissão: Na maior parte dos casos, a infecção é transmitida pelo sangue e outros fluidos corporais (líquido seminal, secreções vaginais, leite, lágrimas, saliva) de um indivíduo portador da doença. Relações sexuais;

139 HEPATITE B Modo de Transmissão: Exposição percutânea a agulhas ou outros instrumentos contaminados (exemplos: tatuagens, perfuração da orelha, etc.); Transfusão de sangue e seus derivados, fora da recomendação técnica, como, por exemplo, sem investigação laboratorial para doenças transmissíveis;

140 HEPATITE B Modo de Transmissão: Uso de drogas endovenosas; procedimentos odontológicos, cirúrgicos e de hemodiálise, quando desrespeitam as normas universais de biossegurança; Transmissão perinatal (filho de mãe portadora positiva);

141 HEPATITE B Período de Incubação: de 30 a 180 dias (média de dias). Período de Transmissibilidade: o sangue de uma pessoa portadora do vírus é infectante de 2 a 3 semanas antes que comecem os primeiros sintomas e continua assim durante a fase aguda da doença e no estado de portador crônico, que pode persistir por vários anos ou pelo resto da vida.

142 HEPATITE B Características Epidemiológicas – Ocorre, com maior freqüência, entre 20 a 40 anos. Nos paises tropicais, a prevalência é alta. No Brasil, as áreas com maior endemicidade : Amazônica, Espírito Santo e a região oeste de Santa Catarina.

143 PREVENÇÃO Vacina, obtida por engenharia genética, com grande eficácia no desenvolvimento de níveis protetores de anticorpos (3 doses). Recomenda-se os mesmo cuidados descritos na prevenção da AIDS, ou seja, sexo seguro e cuidados com a manipulação do sangue. HEPATITE B

144 HEPATITE C Hepatite C é a inflamação do fígado causada por infecção pelo vírus da hepatite C (HCV). Essa inflamação ocorre na maioria das pessoas que adquire o vírus e, dependendo da intensidade e tempo de duração, pode levar a cirrose e câncer do fígado.cirrosecâncer do fígado

145 HEPATITE C Agente Etiológico: o vírus da hepatite C (HCV), é um vírus constituído por um ácido ribonucléico (RNA), provavelmente pertencendo à família Flaviridae e mais próximo do vírus do gênero Pestivirus. Reservatório; o homem e, experimentalmente, o chimpanzé.

146 HEPATITE C Modo de Transmissão: Sua transmissão acontece por contato sexual ou por via parenteral (seringas não-estéreis compartilhadas, uso de drogas endovenosas, perfurações (piercing), acupuntura, tatuagem e outros).

147 HEPATITE C Modo de Transmissão: A transfusão de sangue há dez anos atrás era o maior causador, hoje com os cuidados com o sangue, diminuiu.

148 Fatores de risco para o contágio da hepatite C Transfusão de sangue ou derivados Uso de drogas ilícitas Hemodiálise Exposição a sangue por profissionais da área de saúde Receptores de órgãos ou tecidos transplantados Recém-nascidos de mães portadoras Contatos sexuais promíscuos ou com parceiros sabidamente portadores Exposição a sangue por material cortante ou perfurante de uso coletivo sem esterilização adequada: procedimentos médico-odontológicos tatuagem acupuntura manicure / pedicure body piercing contato social ou familiar com material de uso pessoal ( barbeadores, escovas).

149 HEPATITE C Período de Incubação: varia entre duas semanas e cinco meses (em média de 5 a 10 semanas). O período curto de incubação verifica-se quando a contaminação é por sangue e/ou derivados sangüíneos. Período de Transmissibilidade: desde uma semana anterior ao início dos sintomas da doença aguda.

150 HEPATITE C ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS A infecção pelo VHC tem uma distribuição universal e as suas altas taxas de prevalência estão diretamente relacionadas com os chamados grupos de riscos (hemofílicos, pacientes hemodialisados, receptores de múltiplas transfusões de sangue, recém-nascidos de mães portadoras. Chamam a atenção, os hemofilicos e pacientes hemodialisados. Nos hemofilicos, a prevalência de infecção pelo VHC varia de 53% a 89% em vários países do mundo(19) e no Brasil observam-se índices de 87,3%(20), enquanto nos pacientes hemodialisados verificamos percentuais que variam de 19,0% a 47,2%

151 PREVENÇÃO Não existe vacina contra a hepatite C. Poucos pacientes desenvolvem anticorpos contra as proteínas virais do VHC; assim, a vacinação não tem se mostrado eficaz. Na ausência de vacinas, a principal forma de prevenção contra o VHC é testar todo sangue coletado nos bancos de sangue, para assegurar que tanto ele como os seus derivados estejam livres do VHC. HEPATITE C

152 PREVENÇÃO Sexo seguro. Além disso, são necessários os cuidados com materiais que possam conter sangue contaminado, como alicates de unha, lâminas, barbeadores, agulhas de seringas compartilhadas, entre outros. HEPATITE C

153 AIDS Aspectos Epidemiológicos : AIDS (Sindrome da Imunodeficiência Adquirida), tem-se constituído em um dos mais sérios agravos já enfrentados pela humanidade. Agente Etiológico: a AIDS é provocada pelo HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana), um retrovírus que ataca o sistema imunológico do organismo.

154 AIDS Formas de Transmissão do HIV: O vírus da AIDS é transmitido por via sexual, através do sangue e da mãe para o filho, no curso da gravidez durante ou logo após o parto pelo leite materno.

155 AIDS As variações freqüentes de parceiros sexuais sem uso de preservativos; Utilização de sangue ou seus derivados, não testados ou tratados inadequadamente, em descumprimento às normas de acondicionamento e controle de qualidade;

156 AIDS O uso de seringas e agulhas não esterilizadas, como acontece no compartilhamento de agulhas e seringas entre os usuários de drogas injetáveis; A recepção de órgãos ou sêmen de doadores não testados. Estudos epidemiológicos e laboratoriais evidenciaram que o HIV NÃO é transmitido pelo convívio social, abraço ou beijo, alimentos, água, picadas de mosquitos ou outros insetos.

157 AIDS Período de incubação: Não há consenso sobre o conceito desse período em Aids; Período de transmissibilidade: O indivíduo infectado pode transmitir o HIV durante a fase aguda e crônica da infecção.

158 PREVENÇÃO Na transmissão sexual se recomenda sexo seguro (abstinência, relação monogâmica com parceiro HIV negativo, uso de camisinha). AIDS

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160 Período de Incubação: É o período compreendido entre a infecção pelo HIV e os sintomas e sinais que caracterizam a doença causada pelo HIV. Sem o uso dos anti-retrovirais, as medianas desse período estão entre 3 a 10 anos.

161 AIDS Período de Transmissibilidade: O indivíduo infectado pelo HIV pode transmití-lo durante todas as fases da infecção.

162 AIDS DADOS EPIDEMIOLÓGICOS No Brasil, desde a identificação do primeiro caso de aids, em 1980, até junho de 2006, já foram identificados cerca de 433 mil casos da doença. Até metade da década de 90, as taxas de incidência - número de casos novos de aids dividido pela população - foram crescentes, chegando a alcançar, em 1998, cerca de 19 casos de aids por 100 mil habitantes.

163 PREVENÇÃO Na transmissão pelo sangue recomenda-se cuidado no manejo de sangue (uso de seringas descartáveis, exigir que todo sangue a ser transfundido seja previamente testado para a presença do HIV, uso de luvas quando estiver manipulando feridas ou líquidos potencialmente contaminados). Não há, no momento, vacina efetiva para a prevenção da infecção pelo HIV. AIDS

164 GONORRÉIA ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS A gonorréia é uma doença de importância mundial e a doença infecciosa mais notificada nos EUA. Ela é transmitida quase exclusivamente por contato sexual. Indivíduos abaixo de 25 anos de idade com múltiplos parceiros sexuais têm risco maior.

165 GONORRÉIA É uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pela Neisseria gonorrhoeae, uma bactéria que cresce e multiplica-se facilmente em áreas quentes e úmidas do trato reprodutivo como cérvix, útero e tubos de falópio na mulher; e uretra em homens e mulheres. A bactéria também pode crescer na boca, garganta, olhos e ânus.

166 GONORRÉIA Essa infecção produz uma secreção purulenta (pus) amarelo-esverdeada, de forte cheiro que se sai pela uretra, principalmente pela manhã, provocando ardor ao urinar, e febre baixa, além de edema e inflamação.

167 GONORRÉIA A gonorréia é transmitida pelo contato com o pênis, vagina, boca ou ânus. Não é necessário haver ejaculação para a gonorréia ser transmitida. Gonorréia também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante o parto.

168 GONORRÉIA A Neisseria Gonorrhoeae pode causar oftalmias em adultos geralmente por auto- inoculação e em recém-nascidos por contaminação durante parto, onde a mão contaminada ao dar à luz, transmite a infecção ao recém-nascido.

169 GONORRÉIA Período de Incubação: 2 a 10 dias; Período de transmissibilidade: Pode durar de meses a anos, se o paciente não for tratado. O tratamento eficaz rapidamente interrompe a transmissão.

170 PREVENÇÃO A forma mais segura de prevenir doenças sexualmente transmissíveis é abster-se de práticas sexuais com pessoas infectadas; Ter uma relação monogâmica de longo prazo com um parceiro testado e que você sabe não estar infectado. GONORRÉIA

171 PREVENÇÃO Preservativos de látex, quando usados corretamente, podem reduzir o risco de transmissão da gonorréia. GONORRÉIA

172 SÍFILIS Epidemiologia A sífilis, com exceção da sífilis congênita, é contraída quase exclusivamente pelo contato íntimo com as lesões contagiosas das formas primária e secundária. É mais comum em indivíduos jovens sexualmente ativos, dos grandes centros urbanos. Freqüência: a doença é mais comum entre 20 a 24 anos > 25 a 29 anos > 15 a 19 anos.

173 SÍFILIS Trata-se de uma doença infecto-contagiosa sistêmica (isto é, acomete todo o organismo), que evolui de forma crônica (lenta), tendo períodos agudos e outros de latência. Pode comprometer múltiplos órgãos (pele, olhos, ossos, sistema cardiovascular, sistema nervoso).

174 SÍFILIS Sinônimos Cancro duro, cancro sifilítico, Lues AGENTE ETIOLÓGICO:Treponema pallidum

175 SÍFILIS É transmitida por relação sexual, por transfusão de sangue contaminado e pela placenta (de mãe para filho). As feridas costumam geralmente ocorrer nos genitais externos, vagina, ânus ou reto. Elas também podem aparecer nos lábios e boca.

176 SÍFILIS Quando o bebê adquire a doença da mãe ela é chamada de sífilis congênita. A sífilis não é transmitida através do contato com acentos de banheiros, maçaneta de porta, água da piscina, banheira, roupa ou talheres.

177 SÍFILIS Período de incubação: 21 dias a partir do contato sexual infectante (sífilis adquirida); Sífilis congênita – a criança ao nascimento pode já apresentar a doença ou depois de meses; Período de transmissibilidade: A transmissão vertical pode ocorrer por todo período gestacional.

178 PREVENÇÃO O meio mais seguro de evitar contrair doenças sexualmente transmissíveis, incluindo sífilis, é abster-se de contato sexual ou ter um relacionamento monogâmico de longa duração com um parceiro testado que você sabe não estar infectado. SÍFILIS

179 PREVENÇÃO Doenças que causam ulcerações, como a sífilis, podem acontecer em áreas genitais que podem ou não serem cobertas pelo preservativo de látex. Desta forma, o uso correto e consistente de preservativos apenas reduz o risco de transmissão da sífilis quando cobre toda a área infectada. SÍFILIS

180 HERPES GENITAL Infecção recorrente (vem, melhora e volta) causadas por um grupo de vírus que determinam lesões genitais vesiculares (em forma de pequenas bolhas) agrupadas que, em 4-5 dias, sofrem erosão (ferida) seguida de cicatrização espontânea do tecido afetado.

181 HERPES GENITAL As lesões com frequência são muito dolorosas e precedidas por eritema (vermelhidão) local. A pessoa pode estar contaminada pelo vírus e não apresentar ou nunca ter apresentado sintomas e, mesmo assim, pode transmití-lo a(ao) parceira(o) numa relação sexual.

182 HERPES GENITAL Agente etiológico: vírus herpes simplex tipo 1 (HSV-1) e tipo 2 (HSC-2). Transmissão: É uma virose transmitida predominantemente pelo contato sexual (inclusive oro-genital); A transmissão pode-se dar, também, pelo contato direto com lesões ou objetos contaminados.

183 HERPES GENITAL

184 Período de incubação - É de 1 a 26 dias, em média 8 dias. Período de transmissibilidade - Variável de 4 a 12 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas.

185 HERPES GENITAL EPIDEMIOLOGIA São muito freqüentes. Em alguns países, especialmente pobres, 90% das pessoas têm anticorpos contra o HS1, ainda que possam não ter tido sintomas. Um quinto dos adultos terá herpes genital, incluindo a Europa e os EUA.EuropaEUA

186 PREVENÇÃO O método de prevenção mais seguro para evitar qualquer doença sexualmente transmissível, incluindo herpes genital, é abster-se de contato sexual ou ter um relacionamento monogâmico de longo prazo com um parceiro testado que sabe-se não estar infectado. HERPES GENITAL

187 PREVENÇÃO Uso correto e consistente de preservativo de látex somente pode reduzir o risco de transmissão do herpes genital quando envolve toda a área infectada. Uma vez que o preservativo pode não cobrir toda área de infecção, até mesmo o seu uso correto e consistente não garante proteção contra herpes genital.. HERPES GENITAL

188 3. DOENÇAS ADQUIRIDAS POR INGESTÃO DE ÁGUA E ALIMENTOS Vendedora ambulante "filtrando" bebida para turistas.

189 FEBRE TIFÓIDE Aspectos Epidemiológicos : É uma doença bacteriana aguda de distribuição mundial; associada a baixos níveis sócio-econômicos, relacionando-se, principalmente, com precárias condições de saneamento, higiene pessoal e ambiental.

190 FEBRE TIFÓIDE Aspectos Epidemiológicos : Foi praticamente eliminada em países onde estes problemas foram superados, mas persiste no Brasil de forma endêmica, com superposição de epidemias, especialmente no Norte e Nordeste, refletindo as condições de vida dessas regiões.

191 FEBRE TIFÓIDE Agente Etiológico: uma bactéria gram-negativa: Salmonella typhi, da família Enterobacteriaceae. Reservatório: o homem (doente ou portador).

192 FEBRE TIFÓIDE Modo de Transmissão: A transmissão se dá principalmente de forma indireta através de água e alimentos, em especial o leite (não pasteurizado) e derivados, contaminados com fezes ou urina de paciente ou portador.

193 FEBRE TIFÓIDE Período de incubação: Comumente de 1 a 3 semanas; em média, 2 semanas. Período de transmissibilidade: A transmissibilidade se mantém enquanto existirem bacilos sendo eliminados nas fezes ou urina, o que ocorre, geralmente, desde a primeira semana da doença até o fim da convalescença.

194 FEBRE TIFÓIDE Modo de Transmissão: A contaminação de alimentos verifica-se geralmente por manipulação de alimentos feita por portadores, sendo por isso a febre tifóide conhecida como a doença das mãos sujas.

195 Febre Tifóide Salmonella typhi

196 PREVENÇÃO Tratar a água e os alimentos, controlar o lixo, observar boas condições de higiene. É importante no seguimento de qualquer epidemia identificar os portadores e eliminar as bactérias com antibióticos. FEBRE TIFÓIDE

197 PREVENÇÃO Por ser uma doença altamente contagiosa, normalmente isola-se o infectado, isolando assim também a doença em locais de prática clínica e de higiene adequada evitando sua proliferação através da água, um dos mais importantes veículos de contágio em todo mundo. FEBRE TIFÓIDE

198 HEPATITE A

199 Agente Etiológico: o vírus da hepatite tipo A é um hepatovírus (hepa-RNA vírus), constituído de ácido ribonucléico, pertencente à família Picornaviridae.

200 HEPATITE A Reservatório: homem e alguns primatas não humanos, inclusive os chimpanzés.

201 HEPATITE A Modo de Transmissão: O contágio ocorre pela ingestão de água ou de alimentos contaminados. Fecal-oral, pessoa a pessoa (contato intrafamiliar e institucional), alimentos contaminados e objetos inanimados.

202 HEPATITE A Modo de Transmissão: Sua propagação esta relacionada com o super- agrupameto de pessoas, má higiene e más condições sanitárias.

203 HEPATITE A Período de incubação: As manifestações, quando surgem, podem ocorrer de 15 a 50 dias (30, em média) após o contato com o vírus da hepatite A; Período de trasmissibilidade: Desde a segunda semana antes do início dos sintomas, até o final da segunda semana de doença.

204 HEPATITE A EPIDEMIOLOGIA O vírus A é a causa mais freqüente de hepatite viral aguda no mundo. Conforme estimativa da Organização Pan-americana de Saúde, anualmente ocorrem no Brasil cerca de 130 novos casos por habitantes, e o país é considerado área de risco para a doença.

205 HEPATITE A EPIDEMIOLOGIA A análise da prevalência dos diversos tipos de hepatite no Brasil, em 2000, mostrou que o vírus A continua sendo o principal causador da doença, representando 43% dos casos registrados de 1996 a A faixa etária na qual o diagnóstico foi mais freqüente foi dos 5 aos 9 anos de idade.

206 PREVENÇÃO As medidas gerais para a prevenção da hepatite A são higiênicas ( lavar as mãos, usar água potável, lavar os alimentos e rede de esgoto ). A vacina para hepatite A é recomendável a crianças a partir de 1 ano e para pessoas que viajam para área onde a hepatite A é freqüente. HEPATITE A

207 CÓLERA Aspectos Epidemiológicos : A cólera é uma infecção intestinal aguda causada pelo Vibrio cholerae (agente etiológico), que é uma bactéria capaz de produzir uma enterotoxina que causa diarréia. Reservatório: o reservatório é o homem.

208 Cólera Vibrio cholerae

209 CÓLERA Modo de Transmissão: Ocorre, principalmente, através da ingestão de água contaminada por fezes e/ou vômitos de doente ou portador (transmissão fecal-oral).

210 CÓLERA Modo de Transmissão: Os alimentos e utensílios podem ser contaminados pela água, pelo manuseio ou por moscas. A elevada ocorrência de assintomáticos em relação aos doentes torna importante seu papel na cadeia de transmissão da doença.

211 CÓLERA Período de incubação: De algumas horas a 5 dias. Na maioria dos casos, de 2 a 3 dias. Período de trasmissibilidade: Dura enquanto houver eliminação do vibrião nas fezes, que ocorre geralmente até poucos dias após a cura. Para fins de vigilância, o padrão aceito é de 20 dias.

212 PREVENÇÃO Beber somente água filtrada ou fervida; Lavar as mãos com sabão antes das refeições e ao deixar o sanitário; Lavar muito bem em água corrente as frutas, os legumes e as verduras antes de comê-los; CÓLERA

213 PREVENÇÃO Evitar comer alimentos crus, principalmente verduras e peixes; e Não deixar moscas e outros insetos pousar nos alimentos. CÓLERA

214 A PRESERVAÇÃO E CONSERVAÇÃO DA ÁGUA

215 Saiba que: *Uma descarga sanitária gasta aproximadamente 12 litro de água; aproximadamente 230 por dia; *Uma lavagem de roupa á máquina consome Aproximadamente 130 litro de água; *Durante 15 minutos com a mangueira aberta pode se gastar até 280 litro de água;

216 Saiba que: * Que são gastos para lavar um carro por meia hora 260 litro de água; * Lavar a calçada com mangueira, por 15 minutos se gasta 280 litros de água; *Escovar os dentes por 5 minutos com a torneira aberta gasta-se 12 litros de água;

217 Saiba que: *Um banho consome aproximadamente 90 litros de água; * Lavando mãos e rosto gasta aproximadamente 20 litros por 15 segundos; * Lavar a louça consome 128 litros de água por vez;

218 É uma doença infecciosa provocada por um parasita animal, o Toxoplasma, e pode atacar com mais frequência o gato. Existem duas formas, uma perigosa, que é adquirida pelo feto durante a gravidez, e uma outra menos perigosa, que se adquire ao longo da vida, por via oral. TOXOPLASMOSE

219 Protozoário Toxoplasma gondii Por que relacionar-se sempre o gato com a toxoplasmose? O gato é importante nesta doença porque apesar do toxoplasma poder parasitar todos os vertebrados, o gato é a única espécie conhecida que termina o ciclo do parasita, eliminando para o ambiente oocistos resistentes (ovos capazes de infectar).

220 Os mecanismos de transmissão, são: Mãe para o feto (via transplacentária), no início da gestação; Transfusão de sangue e transplante de órgão; Ingestão de carnes (de carneiro e porco, em especial) contendo cistos; Contato do solo contaminado por fezes de gatos e cachorros; Contato com gatos. TOXOPLASMOSE

221 PREVENÇÃO Como a infecção é perigosa se for contraída durante a gravidez, antes de engravidar, a mulher deverá verificar se está imunizada, submetendo-se pelo menos a uma análise de sangue (toxo-teste); se o resultado for positivo, é conveniente consultar o médico; se for negativo deverá, durante a gravidez, tomar algumas precauções para evitar o contágio, não comer carne crua ou pouco cozida, enchidos, desinfectar os legumes e frutos com uma solução não tóxica, ou, sempre que possível, descascá- los. TOXOPLASMOSE

222 Quem tiver um gato em casa deve controlar o seu estado de saúde e limpar com cuidado e diariamente o seu caixote porque as suas fezes tornam-se infecciosas após 36 horas. TOXOPLASMOSE

223 Era só um Cisquinho!!!

224 A pessoa havia ido ao médico, pois estava sentindo um incomodo muito grande em um dos olhos, devido ao que presumia ser um cisco... Pois havia arrumado uns armários no porão da casa, onde tinha muita poeira, fungos e coisas velhas... Consultando o médico disse a pessoa: É apenas um "cisquinho de nada" e prescreveu um colírio anti-alérgico contra a irritação. Dias depois, o incomodo ainda persistia e o olho estava muito inchado... Então decidiu! Consultar um outro médico que retirou o "cisquinho".

225 Trata-se de um óvulo do protozoário toxoplasma gondi, um coccídio causador da toxoplasmose muito comum no líquido peritoneal de rato... E que é também encontrado no gato e em carne de porco e poderia simplesmente cegar o portador do "cisquinho de nada". Sempre que tiver dúvida procure a opinião de outro medico, nunca espere pra ver o que acontece, pois nem sempre dá tempo. E cuidado ao coçar os olhos com as mãos que não estejam devidamente lavadas. A gente não enxerga os micróbios, vírus e bactérias a olho nú. Fique esperto PESSOAL! Veja o cisquinho de nada...

226 ISTO SERVE DE ALERTA AMIGOS!!!!

227 4. DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES O que são doenças transmitidas por vetores? São doenças que, para serem transmitidas ao homem, dependem de um animal invertebrado que transfere de forma ativa um AGENTE ETIOLÓGICO de uma fonte de infecção a um novo susceptível.

228 DENGUE Aspectos Epidemiológicos : O Dengue é uma doença febril aguda, de etiologia viral e de evolução benigna na forma clássica, e grave quando se apresenta na forma hemorrágica. Agente Etiológico: o vírus do Dengue é um arbovírus do gênero Flavivírus, pertencente à família Flaviviridae. São conhecidos quatro sorotipos: 1, 2, 3 e 4.

229 DENGUE Vetor: mosquito do gênero Aedes. Nas Américas, o vírus do Dengue persiste na natureza mediante o ciclo de transmissão homem - Aedes aegypti - homem.

230 DENGUE Modo de Transmissão: a transmissão se faz pela picada dos mosquitos (fêmea) Aedes aegypti, no ciclo homem - Aedes aegypti - homem. Após um repasto de sangue infectado, o mosquito está apto a transmitir o vírus (8 a 12 dias);

231 DENGUE Não há transmissão por contato direto de um doente ou de suas secreções com uma pessoa sadia, nem de fontes de água ou alimento.

232 Dengue Aedes aegypti

233 DENGUE Período de incubação: De 3 a 15 dias, em média 5 a 6 dias. Período de trasmissibilidade: O homem infecta o mosquito durante o período de viremia, que começa um dia antes da febre e perdura até o sexto dia de doença.

234 DENGUE EPIDEMIOLOGIA Cerca de dois bilhões e meio de pessoas vivem em áreas de risco de transmissão de dengue e a doença é endêmica em mais de 100 países de todos os Continentes, com exceção da Europa. A Organização Mundial da Saúde estima que, no mundo, ocorram entre 50 e 100 milhões de casos, resultanto em cerca de 500 mil internações e 20 mil óbitos por ano.

235 DENGUE Dengue no Brasil. Casos confirmados, por local de transmissão: Região *Total Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Total * dados sujeitos à revisão. Fonte: Ministério da Saúde - Secretaria de Vigilância em Saúde, 2006.

236 PREVENÇÃO A única maneira de evitar a dengue é não deixar o mosquito nascer. Para isso, é necessário acabar com os "criadouros" (lugares de nascimento e desenvolvimento do mosquito). Portanto, não deixe a água, mesmo limpa, ficar parada em qualquer tipo de recipiente. DENGUE

237 PREVENÇÃO Não deixe acumular água em pratos de vasos. Substitua a água dos vasos por areia grossa umedecida. DENGUE

238 PREVENÇÃO DENGUE Esvazie as garrafas e coloque-as de cabeça para baixo.

239 PREVENÇÃO DENGUE Mantenha as caixas d´água, poços, latões e filtros bem fechados.

240 PREVENÇÃO Misture uma colher de chá de água sanitária com um litro de água e borrife nas plantas de sua casa. A mistura não faz mal às plantas e mata o mosquito da dengue; DENGUE.

241 PREVENÇÃO - Lave bem os pratos de plantas e xaxins, passando um pano ou bucha para eliminar completamente ovos de mosquitos. Uma boa solução é trocar a água por areia molhada nos pratinhos; - Limpe calhas e lajes das casas; DENGUE.

242 PREVENÇÃO - Lave bebedouros de aves e animais com escova ou bucha e troque a água pelo menos uma vez por semana; - Guarde as garrafas vazias de cabeça para baixo, em local abrigado; DENGUE.

243 PREVENÇÃO - Fure latas e pneus; - Jogue no lixo copos descartáveis, tampinhas de garrafas e tudo o que acumula água. O lixo deve ficar o tempo todo fechado. DENGUE.

244 MALÁRIA A malária é uma doença infecciosa potencialmente grave, causada por parasitas (protozoários do gênero Plasmódio) que são transmitidos de uma pessoa para outra pela picada de mosquitos do gênero Anopheles. A malária, contra a qual não estão disponíveis vacinas, é a principal preocupação dos viajantes.

245 MALÁRIA TRANSMISSÃO A malária, em condições naturais, é transmitida por fêmeas de mosquitos do gênero Anopheles. Contaminam-se ao picar os portadores da doença, tornando-se o principal vetor de transmissão desta para outras pessoas. A maioria das espécies se alimenta ao anoitecer ou nas primeiras horas da noite.

246 MALÁRIA TRANSMISSÃO A transmissão é mais comum no interior das habitações, em áreas rurais e semi-rurais, mas pode ocorrer em áreas urbanas principalmente na periferia.

247 MALÁRIA TRANSMISSÃO Como os Plasmodium estão presentes na circulação sanguínea durante a infecção, a transmissão da malária também pode ocorrer a partir de transfusões de sangue, de transplantes de órgãos,

248 MALÁRIA TRANSMISSÃO da utilização compartilhada de seringas por usuários de drogas endovenosas; ou da gestante para o filho (malária congênita) antes ou durante o parto.

249 Malária Anopheles

250 MALÁRIA Período de incubação: Varia de 8 a 12 dias; Período de trasmissibilidade: O mosquito é infectado, ao sugar o sangue de uma pessoa infectada, os períodos variam em poucas horas ou de 7 a 12 dias.

251 MALÁRIA No Estado do Pará em em outros, como o Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima, a doença ocorre de forma permanente (endêmica), não apenas dentro de florestas e suas proximidades como também nas capitais.

252 MALÁRIA Cerca de 40% da população mundial vive em áreas com risco de transmissão de malária, resultando em não menos que 300 milhões de pessoas infectadas no mundo a cada ano, mais de 90% em países africanos, com um número de mortes entre 1 e 1,5 milhões. A transmissão ocorre mais de 100 países da América do Norte (México), América Central, América do Sul (principalmente na Bacia Amazônica), Caribe (República Dominicana e Haití), África, Ásia (Subcontinente Indiano, Sudeste Asiático e Oriente Médio), Europa Oriental e Oceania.mais de 100 países

253 PREVENÇÃO -Apesar de vários estudos, que vêm sendo feitos há muitos anos, ainda NÃO EXISTE uma vacina que confira proteção contra a malária. MALÁRIA.

254 PREVENÇÃO - Para se obter algum grau de proteção contra a malária, restam, portanto: Medidas de ordem pessoal, ou seja, a utilização de repelentes químicos, mosquiteiros sobre as camas ou redes de dormir, telas nas janelas e portas das habitações. MALÁRIA.

255 ESQUISTOSSOMOSE MANSÔNICA Aspectos Epidemiológicos: A Esquistossomose Mansônica é uma endemia importante no Brasil, causada por parasito trematódeo digenético (Schistosoma mansoni), que requer caramujos de água doce, parada ou com pouca correnteza, como hospedeiros intermediários para completar o seu ciclo de desenvolvimento.

256 ESQUISTOSSOMOSE MANSÔNICA Agente Etiológico: é o Schistosoma mansoni, trematódeo, da família Schistosomatidae, gênero Schistosoma, cuja principal característica é o seu dimorfismo sexual quando adulto. Reservatório: o homem é o reservatório principal.

257 ESQUISTOSSOMOSE MANSÔNICA Hospedeiros Intermediários: a transmissão da doença numa região depende da existência dos hospedeiros intermediários que, no Brasil, são caramujos do gênero Biomphalaria.

258 Formas adultas do Schistosoma mansoni. À esquerda par de macho e fêmea; ao meio fêmea; à direita macho. Reação inicial à penetração de várias larvas na pele do braço. Por cada marca entrou uma larva.

259

260 Barriga dágua

261 ESQUISTOSSOMOSE MANSÔNICA Modo de Transmissão: os ovos do S. mansoni são eliminados pelas fezes do hospedeiro infectado (homem); denominada miracídio, a qual infecta o caramujo.

262 ESQUISTOSSOMOSE MANSÔNICA Após 4 a 6 semanas, abandonam o caramujo, na forma de cercária que ficam livres nas águas naturais. O contato humano com águas infectadas (pele ou mucosas) pelas cercárias é a maneira pela qual o indivíduo adquire a esquistossomose.

263 Esquistossomose Schistossoma mansoni

264

265 ESQUISTOSSOMOSE Período de incubação: Em média, 2 a 6 semanas após a infecção. Período de trasmissibilidade: O homem pode eliminar ovos viáveis de S. mansoni nas fezes a partir de 5 semanas após a infecção, durante muitos anos. Os caramujos infectados eliminam cercárias durante toda a sua vida que é de, aproximadamente, um ano.

266 PREVENÇÃO - Caramujos podem ser combatidos de várias maneiras diferentes: por controle biológico, químico e das condições do meio ambiente. Como seu habitat natural preferido são lugares com pouca água e correnteza, algumas medidas podem ser tomadas como drenar, aterrar ou aumentar a velocidade da água na área em que vivem. ESQUISTOSSOMOSE MANSÔNICA.

267 PREVENÇÃO O controle biológico pode ser exercido por animais que se alimentam dos caramujos (peixes, patos, etc) e o químico pelo uso de moluscocidas; Use roupas adequadas, botas e luvas de borracha se tiver que entrar em contato com águas supostamente infectadas; ESQUISTOSSOMOSE MANSÔNICA.

268 Situação Epidemiológica A esquistossmose ocorre em várias partes do mundo, principalmente na região do Oriente próximo (Israel, Arábia Saudita, Iêmen, Iran, Iraque), grande parte da África (Egito, Líbia, Moçambique, Camarões, Nigéria, Angola, etc), Antilhas (Porto Rico, República Dominicana) e América do Sul (Venezuela e Brasil). ESQUISTOSSOMOSE MANSÔNICA.

269 No Brasil, onde é conhecida também pelos nomes de: xistosa, doença do caramujo, barriga dágua, xistosomose e bilharzíose, apresenta ampla distribuição, atingindo Estados do Norte (Pará, Rondônia), todo o Nordeste brasileiro, a região Sudeste (Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo), a região Sul (Paraná e Santa Catarina) e o Centro-Oeste (Goiás e Distrito Federal). ESQUISTOSSOMOSE MANSÔNICA.

270 PREVENÇÃO Modificação permanente das condições de transmissão - Educação em saúde e mobilização comunitária, e saneamento ambiental nos focos de esquistossomose. ESQUISTOSSOMOSE MANSÔNICA.

271 DOENÇA DE CHAGAS Aspectos Epidemiológicos: Doença de chagas é assim denominada em homenagem ao seu descobridor, o médico brasileiro Dr. Carlos Justiniano Ribeiro das Chagas. Carlos Chagas, descreveu o agente etiológico, o transmissor e o modo de transmissão da doença.

272 DOENÇA DE CHAGAS

273 Agente Etiológico: Trypanosoma cruzi, protozoário flagelado da ordem Kinetoplastida, família Trypanosomatidae, caracterizado pela presença de um flagelo e uma única mitocôndria.

274 DOENÇA DE CHAGAS Além do homem, mamíferos domésticos e silvestres têm sido naturalmente encontrados infectados pelo Trypanosoma cruzi, tais como: gato, cão, porco doméstico, rato de esgoto, rato doméstico, macaco de cheiro, sagüi, tatu, gambá, cuíca, morcego, dentre outros. Epidemiologicamente os mais importantes são aqueles que coabitam ou estão muito próximos do homem, como o cão, o rato, o gambá, o tatu.

275 DOENÇA DE CHAGAS Transmissor: O "barbeiro", é um inseto da sub- família Triatominae, sendo chamados hematófagos.

276 DOENÇA DE CHAGAS Modo de transmissão: O "barbeiro", em qualquer estágio do seu ciclo de vida, ao picar uma pessoa ou animal com tripanossoma, suga juntamente com o sangue formas de T.cruzi, tornando-se um " barbeiro" infectado. Os tripanossomas se multiplicam no intestino do "barbeiro", sendo eliminados através das fezes.

277 DOENÇA DE CHAGAS Modo de transmissão: A transmissão se dá pelas fezes que o "barbeiro"deposita sobre a pele da pessoa, enquanto suga o sangue. Geralmente, a picada provoca coceira e o ato de coçar facilita a penetração do tripanossoma pelo local da picada.

278 1. O barbeiro pica uma pessoa infectada com o parasita; 2. No seu intestino, os parasitas se reproduzem; 3. O barbeiro deposita as fezes na pele da pessoa, que se infecta com o Trypanosoma Cruzi quando se coça; 4. Os parasitos invadem primeiro as células da pele e em seguida a circulação sanguínea; 5. Na fase assintomática da doença, os Trypanosoma Cruzi se concentram nas fibras musculares; 6. O ciclo recomeça quando uma pessoa é picada de novo.

279 O T. cruzi se multiplica no interior das células musculares, onde apresenta-se sob a forma de amastigota, pequena e em forma de ovo.

280 Trypanosoma cruzi - forma tripomastigota. Seta preta - cinetoplasto; vermelha - núcleo; azul - membrana ondulante; verde - flagelo.

281

282 Vários T. cruzi no momento em que se aderem a uma fibra muscular cardíaca.

283 T. cruzi (marcado com a letra P) sobre uma hemácia do sangue de camundongos infectados.

284 Doença de Chagas Trypanossoma cruzi

285 DOENÇA DE CHAGAS Modo de transmissão: O T.cruzi contido nas fezes do "barbeiro" pode penetrar no organismo humano, também pela mucosa dos olhos, nariz e boca ou através de feridas ou cortes recentes existentes na pele.

286 DOENÇA DE CHAGAS Modo de transmissão: Podemos ter ainda, outros mecanismos de transmissão através de: transfusão de sangue, caso o doador seja portador da doença; transmissão congênita da mãe chagásica, para o filho via placenta e acidentalmente em laboratórios.

287 DOENÇA DE CHAGAS Fase aguda: Febre, mal estar, falta de apetite, edemas localizados na pálpebra (sinal de Romanã) ou em outras partes do corpo (chagoma de inoculação), infartamento de gânglios, aumento do baço e do fígado e distúrbios cardíacos. Em crianças, o quadro pode se agravar e levar à morte. Frequentemente, nesta fase, não há qualquer manifestação clínica da doença, podendo passar desapercebida.

288 FASE AGUDA Esta fase prevalece a infecção e disseminação do protozoário no organismo; Sintomas: febre, mal-estar e inflamação do ponto de inoculação do protozoário, denominado “chagoma”. Se o chagoma ocorre na mucosa palpebral, há edema de uma ou ambas as pálpebras, conhecido como Sinal de Romaña.

289 DOENÇA DE CHAGAS Fase crônica: Nesta fase, muitos pacientes podem passar um longo período, ou mesmo toda a sua vida, sem apresentar nenhuma manifestação da doença, embora sejam portadores do T.cruzi. Em outros casos, a doença prossegue ativamente, passada a fase inicial, podendo comprometer muitos setores do organismo, salientando-se o coração e o aparelho digestivo.

290 Coração. Processo: Hipertrofia do miocárdio. Corte transversal, ao nível do terço médio, podendo se observar hipertrofia, especialmente do ventrículo esquerdo,.

291 Esôfago. Processo: Megaesôfago, com hipertrofia da musculatura e esofagite crônica.

292 megacólon

293 PREVENÇÃO Além de medidas específicas ( inquéritos sorológicos, entomológicos e desinsetização), as atividades de educação em saúde, devem estar inseridas em todas as ações de controle, bem como, as medidas a serem tomadas pela população local, tais como: DOENÇA DE CHAGAS.

294 PREVENÇÃO melhorar habitação, através de reboco e tamponamento de rachaduras e frestas; usar telagem em portas e janelas; impedir a permanência de animais, como cão, o gato, macaco e outros no interior da casa; DOENÇA DE CHAGAS.

295

296 DOENÇA DE CHAGAS Período de incubação: De 5 a 14 dias após a picada do vetor, quando existe sintomatologia. Por transfusão, o período é mais longo, de 30 a 40 dias. As formas crônicas se manifestam mais de dez anos após a infecção inicial.

297 DOENÇA DE CHAGAS Período de trasmissibilidade: A maioria dos portadores do T. cruzi alberga o parasito no sangue e nos tecidos por toda a vida. Entretanto, a infecção só passa de pessoa a pessoa através do sangue (transfusão ou placenta).

298 DOENÇA DE CHAGAS PREVENÇÃO evitar montes de lenhas, telhas ou outros entulhos no interior e arredores da casa; construir galinheiro, paiol, tulha, chiqueiro, depósito afastados das casas e mantê-los limpos; retirar ninhos de pássaros dos beirais das casas;

299 DOENÇA DE CHAGAS PREVENÇÃO manter limpeza periódica nas casas e em seus arredores; difundir junto aos amigos, parentes, vizinhos, os conhecimentos básicos sobre a doença, vetor e sobre as medidas preventivas; encaminhar os insetos suspeitos de serem "barbeiros", para o serviço de saúde mais próximo.

300 FEBRE AMARELA Aspectos Epidemiológicos : A Febre Amarela (FA) é uma doença infecciosa aguda, febril, de natureza viral, encontrada em países da África e Américas Central e do Sul. Caracteriza-se clinicamente por manifestações de insuficiência hepática e renal, que pode levar à morte, em cerca de uma semana.

301 FEBRE AMARELA Agente Etiológico: vírus amarílico, um arbovírus pertencente ao gênero Flavivirus, família Flaviviridae. Reservatório: na Febre Amarela Urbana (FAU), o homem é o único reservatório hospedeiro vertebrado com importância epidemiológica.

302 FEBRE AMARELA Na Febre Amarela Silvestre (FAS), os primatas não humanos são os principais reservatórios e hospedeiros vertebrados do vírus amarílico, sendo o homem um hospedeiro acidental.

303 FEBRE AMARELA Vetores: O mosquito da espécie Aedes aegypti é o principal transmissor da Febre Amarela Urbana. Na Febre Amarela Silvestre, os transmissores são mosquitos com hábitos silvestres, sendo que os dos gêneros Haemagogus e Sabethes são os mais importantes na América Latina.

304 Febre Amarela Arbovírus

305 FEBRE AMARELA Modo de Transmissão: FAU picada do mosquito Aedes aegypti infectado. Na FAS, pela picada de espécies de mosquitos silvestres do gênero Haemagogus.

306 FEBRE AMARELA Período de Incubação: de três a seis dias após a picada do mosquito infectado. Período de transmissibilidade: O sangue dos doentes é infectante 24 a 48 horas antes do aparecimento dos sintomas até 3 a 5 dias após. O período de incubação no Aedes aegypti, é de 9 a 12 dias.

307 FEBRE AMARELA PREVENÇÃO A principal medida de controle é a vacinação que confere proteção próxima a 100%. É administrada em dose única, com reforço a cada 10 anos, a partir dos seis meses de idade, nas áreas endêmicas e para todas as pessoas que se deslocam para essas áreas.

308 LEISHMANIOSE VISCERAL Características Clínicas e Epidemiológicas É uma doença crônica sistêmica, caracterizada por febre de longa duração e outras manifestações, e, quando não tratada, evolui para óbito, em 1 ou 2 anos após o aparecimento da sintomatologia.

309 LEISHMANIOSE VISCERAL Características Clínicas e Epidemiológicas Todo caso de febre e esplenomegalia em área endêmica é um casos suspeito de leishmaniose visceral, devendo portanto ser investigado para confirmação, assim como também notificado no Sistema Informação de Agravos de Notificação (SINAN).

310 LEISHMANIOSE VISCERAL Sinonímia Calazar, esplenomegalia tropical, febre dundun; Agente Etiológico: Protozoário da espécie Leishmania chagasi.

311 Formas promastigotas de Leishmania desenvolvidas em meio de cultura. Estas formas estão presentes, também, no intestino do vetor. Formas amastigotas de Leishmania em medula óssea

312 LEISHMANIOSE VISCERAL Agente transmissor: O inseto transmissor da leishmaniose visceral americana é um inseto da família Psychodidade, espécie Lutzomyia longipalpis, sendo comumente chamado de flebotomíneo e popularmente conhecido por mosquito palha, birigui ou cangalhinha.

313

314 LEISHMANIOSE VISCERAL Modo de Transmissão: Não há ocorrência de transmissão direta entre seres humanos. A transmissão ocorre por meio da picada da fêmea de flebotomineos infectada.

315 LEISHMANIOSE VISCERAL Reservatórios: No Brasil, os reservatórios mais importantes são o cão e a raposa, que agem como mantenedores do ciclo da doença. Os canídeos apresentam intenso parasitismo cutâneo, o que permite uma fácil infecção do inseto, e, por este fato, são os mais importantes elos na manutenção da cadeia de transmissão.

316

317 Cão com sinais clínicos da Leishmaiose Visceral : ulceração na orelha e conjuntivite.

318 Hepato-esplenomegalia em um garoto brasileiro de 4 anos de idade com leishmaniose visceral

319 LEISHMANIOSE VISCERAL Período de incubação: Varia de 10 dias a 24 meses, sendo, em média, 2 a 6 meses. Período de transmissibilidade: O vetor poderá se infectar enquanto persistir o parasitismo na pele ou no sangue circulante dos animais reservatórios.

320 LEISHMANIOSE VISCERAL PREVENÇÃO a) Dirigidas ao homem – Estimular as medidas de proteção individual, tais como uso de repelentes, uso de mosquiteiros de malha fina, não se expor nos horários de atividade do vetor (crepúsculo e noite).

321 LEISHMANIOSE VISCERAL PREVENÇÃO b) Dirigidas ao Vetor -Saneamento Ambiental: Desencadear medidas simples para reduzir a proliferação do vetor, como limpeza urbana, eliminação de fonte de resíduos sólidos e destino adequado.

322 LEISHMANIOSE VISCERAL PREVENÇÃO c) Dirigidas a população canina: Controle da população canina errante. Nas doações de animais o exame sorológico deverá ser realizado previamente.

323 LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA Características Clínicas e Epidemiológicas A LTA é uma doença infecciosa, não contagiosa, causada por protozoários do gênero Leishmania, que acomete pele e mucosas. É primariamente uma infecção, que afeta animais silvestres e animais domésticos e o homem de forma secundária.

324 Características Clínicas e Epidemiológicas A doença provoca aparecimento de feridas na pele e pode destruir a cartilagem do nariz e o interior da boca e garganta. LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA

325

326

327 Sinonímia Leishmaniose mucocutânea, úlcera de Bauru, ferida brava, etc. Agente Etiológico Há várias espécies de Leishmanias envolvidas na transmissão. No Brasil, as mais importantes são Leishmania Viannia braziliensis, Leishmania Leishmania amazonensis e Leishmania Viannia guyanensis. LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA

328 Animais infectados Masurpiais, roedores, preguiça, tamanduá, cão, eqüinos e mulas. LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA

329 Modo de Transmissão Através da picada de insetos flebotomíneos do gênero Lutzomya. LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA

330 Período de incubação: É em média de 2 a 3 meses, podendo apresentar períodos mais curtos (duas semanas) e mais longos (dois anos). LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA

331 Período de transmissibilidade: Desconhecido. Não há transmissão homem a homem. A transmissão se dá através do vetor que adquire o parasito ao picar reservatórios, transmitindo-o ao homem. LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA

332 Vigilância Epidemiológica O diagnóstico e tratamento dos casos da doença devem ser precoces para reduzir os efeitos mutilantes provocados pela infecção. O registro e acompanhamento dos casos de LT permitem a investigação e controle dos focos. LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA

333 Vigilância Epidemiológica É importante reforçar que os casos deverão ser acompanhados por um período de 3 meses para avaliação da evolução clínica das lesões. LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA

334 PREVENÇÃO Diagnóstico precoce e tratamento adequado dos casos humanos e redução do contato homem-vetor. A eutanásia em cães só é indicada em situações que o animal apresente lesão cutânea com confirmação diagnóstica, acompanhada da autorização do proprietário.

335 FECUNDIDADE E NATALIDADE

336 FERTILIDADE Designa-se a capacidade de gerar filhos. Toda mulher, teoricamente, tem essa capacidade, desde a menarca à menopausa.

337 FECUNDIDADE O potencial de procriar pode, na prática, não se realizar em algumas mulheres, em razão de esterilidade ou infertilidade. A faixa etária das mulheres – 15 e 49 anos; FAIXA ETÁRIA PRA FECUNDIDADE

338 Natalidade A natalidade é a capacidade inerente a uma população de crescer. É a produção de novos organismos quer esses organismos nasçam, eclodam, germinem, produzam-se... Mortalidade A mortalidade é o inverso da natalidade, refere-se à morte dos indivíduos.

339 AS TAXAS MAIS EMPREGADAS EM DEMOGRAFIA E SAÚDE

340 DEMOGRAFIA O QUE É DEMOGRAFIA ? Demografia é o estudo do comportamento, estrutura e crescimento da população.

341 TAXA BRUTA DE NATALIDADE

342 Relaciona o número de nascidos vivos com a população total. Número de nascidos vivos, no período População na metade do período TAXA BRUTA DE NATALIDADE – OU COEFICIENTE GERAL DE NATALIDADE X 1000

343 Exemplo: Cálculo da taxa de natalidade para o Rio Grande do Sul, em O número de nascidos vivos = , durante o ano, enquanto a população era estimada = habitantes (1/7/1992). TAXA BRUTA DE NATALIDADE – OU COEFICIENTE GERAL DE NATALIDADE

344 Resposta: / x 1000 = 18 A taxa bruta de natalidade é de aproximadamente 18 nascidos vivos para cada grupo de 1000 habitantes. TAXA BRUTA DE NATALIDADE – OU COEFICIENTE GERAL DE NATALIDADE

345 TAXA DE FECUNDIDADE GERAL

346 Relaciona o número de nascidos vivos, ocorridos em um dado período de tempo, com o número de mulheres em idade de procriar. TAXA DE FECUNDIDADE GERAL – OU TAXA BRUTA DE FECUNDIDADE Número de nascidos vivos, no período Número de mulheres, com idade entre 15 e 49anos, na metade do período X 1000

347 Exemplo: Cálculo da taxa de fecundidade para o Rio Grande do Sul, em O número de nascidos vivos = , durante o ano, enquanto o de mulheres entre 15 e 49 anos em 1/7/1992, era estimado em TAXA DE FECUNDIDADE GERAL – OU TAXA BRUTA DE FECUNDIDADE

348 Resposta: X 1000 = 67,3 nascidos vivos por 1000 mulheres de 15 e 49 anos. TAXA DE FECUNDIDADE GERAL – OU TAXA BRUTA DE FECUNDIDADE

349 DETERMINANTES DA FECUNDIDADE DE UMA POPULAÇÃO

350 1- os fatores de natureza sócio-econômica: o nível de educação e de informação da mulher; 2- os fatores que fixam a duração do período reprodutivo: idade do casamento ou de separação e a infertilidade do casal; o uso adequado de métodos contraceptivos eficazes; recurso ao aborto induzido, incidência do aborto espontâneo.

351 EXERCÍCIOS

352 1- Em um município com 100 mil habitantes, em que a taxa bruta de natalidade foi estimada em 30 mil por habitantes, no ano de 1990, e a taxa geral de mortalidade em 10 por mil habitantes, para o mesmo ano, pergunta-se: A-Quantos nascidos vivos e óbitos ocorreram no ano? B-Quantos nascidos vivos e óbitos ocorreram, em média, em uma semana? EXERCÍCIOS

353 Número de nascidos vivos, no período População na metade do período 30 = y 100 RESPOSTA- 1-A X 1000 X 1000 = 3000 nascidos vivos, no ano. z = X 1000 = 1000 óbitos no ano.

354 RESPOSTA- 1-B Aproximadamente 58 nascidos vivos e 20 óbitos – 365 dias x - 7 dias x= dias y - 7 dias y=20

355 Consulte –PROAHSA –SIPAGEH


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