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Prof. MSc. Cláudio Cabral.  A inflação é um aumento sustentado no nível de preços; ao contrário de um aumento de uma vez por todas nos preços.  Inflação.

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1 Prof. MSc. Cláudio Cabral

2  A inflação é um aumento sustentado no nível de preços; ao contrário de um aumento de uma vez por todas nos preços.  Inflação é uma elevação do nível geral de preços de uma economia.

3 A taxa de inflação é medida pelo percentual de incremento do índice de preços ao longo do tempo.  = [(P1-Po)/Po]

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5  A inflação é um fenômeno de natureza monetária.  Segundo Friedman (1992): A inflação só se tornou possível depois que o papel moeda passou a ser multiplicado indefinidamente, a um custo insignificante; é necessário apenas imprimir números mais altos nos mesmos pedaços de papel.

6  Segundo Friedman (1992), a inflação ocorre quando a quantidade de moeda aumenta muito mais rapidamente do que a produção.  Quanto mais rápido o aumento da quantidade de moeda por unidade de produção, mais alta a taxa de inflação.

7 Alta Inflação na América Latina, Taxa média mensal de Inflação (%) Country Argentina Brasil Nicaragua Peru

8 Persistência – o processo inflacionário caracteriza-se pela hipótese de tendência de alta. Continuada – a alta nos preços deve ser continuada; ela deve persistir por um período considerável de tempo Prolongada – um processo inflacionário é diferente uma alta temporária nos preços.

9 A inflação é um fenômeno macroeconômico, pois se refere a uma considerável e persistente elevação geral dos preços. Na inflação, a alta de preços não se limita a um só produto ou a uma dada fração dos bens e serviços. A alta de preços envolve praticamente os preços de todos os setores e produtos.

10  Assume-se que, a velocidade renda da moeda seja constante. Então, a elasticidade do nível geral de preços com relação a uma variação da oferta monetária é igual a unidade.

11 Uma inflação é de demanda quando é impulsionada pela elevação das quantidades de bens e serviços que os consumidores estão dispostos comprar aos níveis de preços existentes. Se a elevação dos preços não corresponder a uma expansão equivalente da oferta agregada, os preços tendem a ser pressionados para cima, a taxas consideradas como inflacionárias. Em suma, existe um excesso de moeda em relação aos bens e serviços disponíveis.

12 As causas de inflação de demanda são AUMENTOS:  Na propensão a consumir;  Nos gastos do governo;  Na oferta de moeda;  Das exportações numa economia aberta;  No investimento autônomo.

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14  Ao nível inicial de preços, P1, o produto de equilíbrio do lado da demanda da economia aumenta até Y1, o que cria um excesso de demanda medido por Y1-Yo e os preços começam a aumentar.  Este aumento nos preços reduz o produto até Y2 ao longo da curva de demanda D1.

15 A) Efeitos iniciais a) Aumento na demanda; b) Aumento no nível de preços; c) Excesso de demanda ao nível inicial de preços; B) Efeitos finais a) Aumento no nível de preços; b) Diminuição no nível de emprego em relação ao excesso de demanda; c) nível de produção mais elevado que o anterior.

16 Uma inflação de custos é gerada por um deslocamento para cima da curva de oferta, o que gera um excesso de demanda ao nível inicial de preços. Isto aumenta os preços e reduz o produto de equilíbrio.

17 A) Efeitos iniciais a) Deslocamento da oferta agregada; b) Redução dos níveis de emprego e produto; c)Excesso de demanda ao nível inicial de preços, Po. B) Efeitos finais a) Aumento no nível geral de preços; b) Redução nos níveis de produto e emprego.

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19 Para diferenciar uma inflação de custos de uma de demanda, deve-se verificar o comportamento do nível de produção após o ajustamento. Se no final tivermos: Produção Maior= Inflação de Demanda. Produção Menor= Inflação de custos.

20  A inflação é um fenômeno monetário;  A taxa de crescimento e a aceleração da oferta da moeda explicam a taxa de inflação e sua aceleração, respectivamente.  A demanda de moeda é uma função estável.  O estoque de moeda é controlável pelas autoridades monetárias;

21  A teoria aceleracionista assume que cada ponto percentual de inflação esperada eleva de um ponto percentual a curva de Phillips.  A questão não seria entre inflação e desemprego, mas entre desemprego e inflação acima das expectativas.

22  Para manter a taxa de desemprego abaixo da taxa natural de desemprego, as autoridades econômicas precisam aceitar níveis cada vez maiores de inflação.  Entretanto, uma política como esta, com o tempo pode haver uma inflação fora do controle.

23 As expectativas da inflação irão influenciar a inflação atual. Portanto, as expectativas de inflação irão influenciar a inflação corrente.

24  O objetivo da escola estruturalista era construir uma teoria da inflação que fosse adequada às características dos países em desenvolvimento e que pudesse explicar as altas taxa de inflação experimentadas por estes países.

25 A visão estruturalista da inflação afirma que a inflação resulta de modificações estruturais na economia que provocam mudanças nos preços relativos, as quais, aliadas à rigidez de preços em alguns setores da economia e a passividade monetária, levam a subida dos preços absolutos. Fernando de Holanda Barbosa (1983)

26 O custo unitário de produção compreende o custo das matérias primas domésticas e importadas, o custo de mão-de-obra e o custo financeiro do capital de giro. No que diz respeito a determinação do salários, este preço não é determinado através do mercado, como acreditam os monetaristas, mas resulta de um processo de barganha e de disputa pela participação do produto total, em que intervenção do governo desempenha papel importante.

27 a) Básicas ou estruturais; Estrangulamento da oferta agrícola; Desequilíbrio no setor externo. Reduzida taxa de formação de capital. b) Circustanciais; Aumento dos preços das importações; Elevação dos gastos públicos (catátrofes) C)Cumulativas. Distorções dos níveis de preços e Investimentos; Teoria Estruturalista- Pressões da Inflação

28 Obrigado Até a próxima aula


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