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Décimo Batalhão de Bombeiros Militar Curso de Formação de Soldados – CFSd - Natação - Asp Guimarães 3º Sgt Aguiar 3ºSgt Bessas Sd Santos Sd Sena.

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1 Décimo Batalhão de Bombeiros Militar Curso de Formação de Soldados – CFSd - Natação - Asp Guimarães 3º Sgt Aguiar 3ºSgt Bessas Sd Santos Sd Sena

2 Natação o Apresentação inicial o Objetivos da Natação o Estilos Oficiais o Nado crawl o Nado peito o Rotina de trabalho

3 II - Objetivos da Natação Salvamento aquático Atividades submersas mergulho

4 III - Estilos Oficiais – FINA Nado Costas

5 Estilos Oficiais – FINA Nado Borboleta

6 Estilos Oficiais – FINA Nado crawl

7 Estilos Oficiais – FINA Nado peito

8  Características do fluxo da água Fluxo Laminar; Fluxo Turbulento; Mecânica do nado  Arrasto Forma que os nadadores apresentam à água (arrasto de forma); Orientação do corpo na água (arrasto de onda); Velocidade do movimento (arrasto friccional);

9 Mecânica do nado  Arrasto

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11 ADAPTAÇÃO AO MEIO LÍQUIDO PROPULSÃO DE PERNAS PROPULSÃO DE BRAÇOS COORDENAÇÃO DE BRAÇOS E PERNAS RESPIRAÇÃO COORDENAÇÃO “BRAÇOS, PERNAS E RESPIRAÇÃO”

12 Movimento de flexão e extensão coxo-femural alternando as pernas direita e esquerda realizando uma leve flexão de joelhos.

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14 Entrada do braço e Alongamento À frente da cabeça – inclinação da mão – 40 o Rotação do tronco na descendente no lado do braço que está entrando na água deslizamento; BRAÇADA Finalização da Braçada Fase aérea ou Recuperação (Relaxamento) – Flexão do cotovelo = alto Braçada submersa (Sustentação) Varredura para baixo Pegada/puxada = cotovelo flexionado aproximadamente 90 o Varredura para dentro (inicia da pegada) Varredura para cima

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16 Movimento de inspiração (pela boca) e expiração (pelo nariz). A cabeça volta para dentro da água. Realizar a parte submersa da braçada Quando um braço estiver a frente e o outro ao lado do corpo. Respirar Cabeça “deitada” no ombro. Fase aérea da braçada Começa a virar a cabeça para o lado quando inicia a braçada submersa.

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18  Recuperação ou fase aérea com extremo esforço.  Recuperação do braço com movimento baixo e amplo.  Cotovelo baixo.  Extensão do braço antes de sua entrada na água.  Entrada do braço na água muito perto da cabeça.  Inclinação da mão.  Braçada submersa relaxada.  Braçada submersa curta.  Troca não simultânea dos braços.

19  Pernada alta: pés saem da água.  Pernada profunda demais.  Pés em dorso-flexão.  Cabeça alta ou baixa.  Movimentar a cabeça.  Respiração adiantada.  Respiração atrasada.  Respiração com elevação da cabeça.

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21 Nado Peito Estilo plano e ondulante Segment os PlanoOndulante Respiraçã o Hiperextens ão e flexão da coluna cervical Elevação do tronco sem hiperextens ão da coluna OmbrosSe mantém submersos Rompem a superfície QuadrisSe mantém na superfície Sofrem rebaixament o Quadris na varredura final da pernada Se mantém estáveis São projetados para cima

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23 Movimento das pernas: recuperação, varredura para fora, varredura para dentro, sustentação e deslizamento.

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25 Recuperação: Evitar a flexão dos quadris; Pés devem se deslocar para frente dentro dos limites dos quadris; Movimento deve ser rápido para evitar a desaceleração Varredura para Fora Posicionar os pés para a propulsão; A parte plantar do pé é inclinada para fora e para trás; Ligeira flexão dos quadris Estilo ondulante 34 a 50 o Estilo plano 60 a 90 o

26 Varredura para Dentro: Movimento para baixo, para trás e para dentro; Planta do pé voltada para baixo e para dentro; Existem 2 fases propulsivas; A propulsão deve ser finalizada antes dos pés se juntarem com o intuito de superar a inércia;

27 Sustentação : Deslizamento: Flexibilidade dos quadris, joelhos e tornozelos.

28 Braçada: varredura para fora – varredura para dentro – liberação e recuperação.

29 Varredura para Fora o Sua finalidade é colocar os braços em posição para gerar a força propulsiva; o Movimentação para fora, para frente e ligeiramente para cima; o A extensão final dos braços na recuperação ocorre após os mesmos passarem por fora dos ombros; o Os braços flexionam-se entre 30 a 40o no cotovelo, movimentando- se para baixo por cerca de 50 a 80 cm; o As mãos estão voltadas para baixo e giram para fora até passarem pelos ombros; Varredura para Dentro o Após o agarre as mãos movem-se em um grande trajeto semicircular para fora, para trás, para baixo e para dentro; o Os cotovelos devem permanecer elevados; o Mãos e antebraços giram para baixo e para dentro em torno deles; o Flexão do cotovelo de 80º; o Duas fases propulsivas;

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31 Recuperação o Movimento para cima e para frente; o Pressionar os braços para baixo e para dentro, abaixo dos ombros superando a inércia das mãos; o As palmas das mãos giram para dentro e para cima e os cotovelos aproximam-se um do outro abaixo do corpo; o As palmas das mãos se mantém para cima durante o início da recuperação; * se o atleta evitar o movimento para cima ele terá que desacelerar a varredura para dentro contendo a inércia. o Aceleração da mão pára frente – estilo de bote; Tipos de Recuperação o Sobre a água; o Perto da superfície; o Profunda;

32 Sincronização dos Braços e das Pernas Sincronização contínua; Sincronização por deslizamento; Sincronização por superposição ;

33 Sincronização entre Braços e Respiração Cabeça levantada na recuperação das pernas; Face ergue na varredura para fora; Respiração no movimento para cima dos braços;

34  Varredura com pouca abertura;  Varredura com muita abertura;  Varredura com demasiado vigor;  Direcionar as mãos para frente e para dentro;  Inclinar as mãos demasiadamente para dentro;  Empurrar as mãos para frentre com demasiada força;  Empurrar as coxas para baixo e para frente;  Recuperação com os joelhos e os pés abertos demais;  Inclinação incorreta dos pés;

35  Recuperação das pernas na fase propulsiva da braçada;  Tentar manter o corpo plano nos ciclos;  Respiração cedo demais;  Elevar demasiadamente a cabeça para fora da agua;  Deslizamentos longos demais;

36 VI – Rotina de Trabalho VI – Rotina de Trabalho o Alongamentos antes e depois das aulas; – Câimbras: Sobrecarga muscular; Desidratação; Baixas temperaturas; Má circulação; Carência de sais minerais.

37 VI – Rotina de Trabalho VI – Rotina de Trabalho o Materiais a serem utilizados nas aulas: óculos de natação, toca de natação, prancha, pool bóia, nadadeiras, palmar; o 60 tempos de aula.

38 Avaliação o Teste de 400 metros nado livre – 2 pontos; o Travessia de 1500m – 2 pontos o Teste de 75m nado livre (Res.114/03) – 1 ponto; o Teste de 12min natação nado livre (Res. 114/03) – 3 pontos; o Teste de 1000m – 2 pontos. Mínimo de 60% de aproveitamento para aprovação.

39 Referência Bibliográfica o o Nadando ainda mais rápido, Ernest W. Maglisco, Editora Manole o Resolução 114 / 2003, Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais.


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