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PREVIDÊNCIA SOCIAL Por: Rodrigo Moreira de Souza Carvalho Em: Junho de 2008.

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1 PREVIDÊNCIA SOCIAL Por: Rodrigo Moreira de Souza Carvalho Em: Junho de 2008

2 AGENDA - Introdução / Evolução histórica - Organização da Seguridade Social - Segurados da Previdência Social - Prestações da Previdência Social - Contribuintes da Previdência Social - Risco previdenciário para as empresas - Certidão Negativa de Débito - Retenção Previdenciária - Acidente de trabalho - Verbas trabalhistas – Incidência de contribuição previdenciária - Noções sobre Previdência Complementar

3 Para que serve a Seguridade Social? - Proteção social para segurados e dependentes (Morte, Redução parcial ou total da capacidade laborativa, prisão etc.) - Cobertura do risco social. INTRODUÇÃO

4 Evolução histórica da Seguridade Social - 1ª Fase – Otto Von Bismarck (Alemanha -1883) até o final da 1ª Guerra Mundial - Plano de Proteção (Seguro-doença – 1883, Seguro contra acidente de trabalho – 1884; Seguro-invalidez e velhice – 1889) com filiação obrigatória e custeio pelo Estado, empregadores e empregados. - Restou superado o regime de pura assistência social. INTRODUÇÃO

5 Evolução histórica da Seguridade Social - 2ª Fase – Tratado de Versailles até o final da 2ª Guerra Mundial - Aperfeiçomento dos sistemas previdenciários na Europa e extensão da preocupação com a proteção social para fora da Europa. - Constitucionalização dos direitos sociais como direitos fundamentais do homem. - Social Security Act (EUA ) - Primeira vez que se usa a expressão “seguridade social”. - Cresce a importância da proteção de todos e não apenas dos trabalhadores. - 3ª Fase – Dias de hoje INTRODUÇÃO

6 Evolução histórica da Seguridade Social - 3ª Fase – Do final da 2ª Guerra Mundial até os dias de hoje - Consolidação do ideal de proteção de todos - Declaração dos Direitos do Homem (1948) Art. 25. Toda pessoa tem o direito a um padrão de vida capaz de assegurar-lhe saúde, e o bem-estar próprio e da família, especialmente no tocante à alimentação, ao vestuário, à habitação, à assistência médica e aos serviços sociais necessários; tem direito à segurança no caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou em qualquer outro caso de perda dos meios de subsistência, por força de circunstâncias independentes de sua vontade. INTRODUÇÃO

7 A Proteção social do Brasil - Séc. XVI - Início como medida de caridade (Ex: Fundação das Santas Casas de Misericórida) - Constituição Imperial de 1824 (Art. 179, inciso XXXI: “A Constituição garante também os socorros públicos.”) - Constituição Republicana de 1891 (Art. 75. “A aposentadoria só poderá ser dada aos funcionários públicos em caso de invalidez no serviço da Nação.” – Benefício específico de uma categoria, com custeio integral pelo Estado) - Decreto nº 3.724/19 (Acidente de trabalho). Lei nº 4682/23 (Criação das Caixas de Aposentadoria e Pensões) INTRODUÇÃO

8 A Proteção social do Brasil (cont.) - Das Caixas para os Institutos (desvinculação das empresas / regiões para cobertura nacional da categoria profissional, com custeio tripartite - Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Marítimos ) - Constituição de 1946 (Utilização da expressão “Previdência Social”; fomento de criação de leis previdenciárias) - Lei nº 3807/60 – Lei Orgância da Previdência Social (Unificação das Caixas) - Criação do Instituto Nacional da Previdência Social (1966) INTRODUÇÃO

9 A Proteção social do Brasil (cont.) - Constituição Federal de Sistema Nacional de Seguridade Social (Saúde, Assistência Social e Previdência Social). - Emenda nº 20/98 – Reforço do caráter contributivo do sistema, com cobertura limitada. - Leis nº 8.212/91 e 8.213/91. - Decreto nº 3048/99 --**-- INTRODUÇÃO

10 ORGANIZAÇÃO DA SEGURIDADE SOCIAL

11 Conceito: “os direitos relativos à saúde, à assistência social e à previdência.” Saúde: “(…) direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução dorisco de doença e de outros agravos ao acesso universal igualitário às ações e serviços para a sua promoção, proteção e recuperação” Assistência Social: “(…) prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social (proteção à família, amparo as crianças carentes, promoção de integração ao mercado de trabalho, habilitação e reabilitação de pessoas protadoras de deficiência.” ORGANIZAÇÃO DA SEGURIDADE SOCIAL

12 Previdência: - Pública (RPPS e RGPS) e Privada (entidades abertas e fechadas). - RGPS: “seguro público, coletivo, compulsório, mediante contribuição, que visa cobrir riscos sociais como incapacidade, idade avançada, encargos de família, morte e reclusão”. ORGANIZAÇÃO DA SEGURIDADE SOCIAL

13 Objetivos: - universalidade da cobertura e do atendimento (discussão: previdência); - uniformidade e equivalência dos benefícios e serviços às populações urbanas e rurais (problemas com custeio); - irredutibilidade do valor dos benefícios (previdência e assistência X saúde); - equidade na forma de participação no custeio (teto para empregado X empresa); ORGANIZAÇÃO DA SEGURIDADE SOCIAL

14 Objetivos (cont.): - diversidade da base de financiamento (trabalhadores, empregadores e Estado); - caráter democrático e descentralizado da administração, mediante gestão quadripartite (trabalhadores, aposentados, empregadores e Estado – Conselho Nacional da Previdência Social); e - preexistência de custeio em relação ao aumento, extensão e criação de benefícios se seguridade social ---**--- ORGANIZAÇÃO DA SEGURIDADE SOCIAL

15 SEGURADOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

16 BENEFICIÁRIOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL: SEGURADOS E DEPENDENTES - SEGURADOS: OBRIGATÓRIOS E FACULTATIVOS - SEGURADOS OBRIGATÓRIOS: - Empregado (v. art. 3º, CLT) - Empregado doméstico - Contribuinte individual - Trabalhador avulso - Segurado especial SEGURADOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

17 Exemplos de contribuintes individuais: Diretor não empregado; membro de conselho de administração; sócios; pessoa física que presta serviço de natureza urbana ou rural, sem relação de emprego; pessoa física que exerce, por conta própria, atividade econômica de natureza urbana, com fins lucrativos ou não, etc. SEGURADOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

18 - Segurado facultativo: É o indivíduo “maior de dezesseis anos de idade que se filiar ao Regime Geral de Previdência Social, mediante contribuição (...) desde que não esteja exercendo atividade remunerada que o enquadre como segurado obrigatório da previdência social.” Exemplos: Dona-de-casa; síndico de condomínio, quando não remunerado; estudante; o brasileiro que acompanha cônjuge que presta serviço no exterior; aquele que deixou de ser segurado obrigatório da previdência social; o bolsista e o estagiário que prestam serviços a empresa de acordo com a Lei nº 6494/77. SEGURADOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

19 - Segurado especial: “É o produtor, o meeiro ou arrendatário rural e seus assemelhados que exerçam as suas atividades individualmente ou em regime de economia familiar (…) bem como seus respectivos cônjuges ou companheiros e filhos maiores de dezesseis anos desde que comprovem que trabalham com o respectivo grupo familiar.” SEGURADOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

20 - STATUS DE SEGURADO: - Segurado obrigatório: filiação ou exercício de atividade remunerada. - Segurado facultativo: inscrição e pagamento da primeira contribuição. Obs: Perda da condição de segurado. Art. 15 da Lei nº 8.213/91 (ex: segurado que deixa de exercer atividade remunerada, após 12 meses da cessação das contribuições) SEGURADOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

21 - DEPENDENTES DE SEGURADO (Art. 16 da Lei nº 8.213/91) - Definição: - Cônjuge, companheiro e filho não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 anos ou inválido (primeira classe). - Pais (segunda classe) - Irmão não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 anos ou inválido (terceira classe) SEGURADOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

22 - DEPENDENTES DE SEGURADO (Art. 16 da Lei nº 8.213/91) – Regras gerais: - A dependência econômica dos dependentes de primeira classe é legalmente presumida. A dos demais precisa ser comprovada. - Integrantes da mesma classe rateiam o benefício. - A existência de dependentes de classe anterior exclui os da classe seguinte. - A cota daquele que perdeu a condição de dependente passa reverte em favor daqueles que com ele dividiam o benefício. -- ** -- SEGURADOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

23 PRESTAÇÕES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

24 - Atuação da cobertura dos riscos sociais e da redistribuição de renda. - Benfícios (prestações pecuniárias) e serviços. - Necessidade de preenchimento de requsitos legais (Ex: carência – “número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício”) Obs: Algumas prestações previdenciárias não possuem carência. (Ex: Prestações não pecuniárias, como serviço de reabilitação profissional e pensão por morte). PRESTAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS

25 - Benefícios previdenciários podem ser devidos a segurados (ex: aposentadoria, auxílio doença, auxílio acidente etc) ou a dependentes de segurados (ex: pensão, auxílio reclusão). - Espécies de prestações previdenciárias: aposentadoria por invalidez, aposentadoria por idade, aposentadoria por tempo de contribuição, aposentadoria especial, auxílio- doença, salário-família, salário-maternidade, auxílio- acidente, pensão por morte, auxílio-reclusão, serviço social, reabiltação profissional. PRESTAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS

26 CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

27 CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL: Contribuição dos Segurados (Empregado, Empregado Doméstico e Avulso): CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Salário de contribuiçãoAlíquotaTeto Até R$ 911,708%R$ 72,93 De R$ 911,71 a R$ 1.519,509%R$ 136,75 De R$ 1.519,51 a R$ 3.038,9911%R$ 334,28

28 CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL: Contribuição do Contribuinte Individual e do Contribuinte Facultativo: - 20% sobre o salário de contribuição, observado os limites a que se referem os §§3º e 5º do art. 214 do Decreto nº 3.048/99. Contribuição do Segurado Especial: - 2% sobre a receita bruta da comercialização da produção rural. CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

29 CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL: Contribuição da União: Recursos do Orçamento. A União é responsável pela cobertura de eventuais insuficiências financeiras da Seguridade Social, quando decorrentes de pagamento de benefício de prestação continuada da Previdência Social, na forma da Lei Orçamentária Anual. CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

30 CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL: Contribuição da Empresa: - sobre a remuneração de empregados, trabalhadores avulsos e contribuintes individuais: 20% sobre o total da remuneração paga, devida ou creditada; - sobre valor bruto de nota fiscal de cooperativas: 15%. - SAT: 1%, 2% ou 3% (ver “SAT Especial”) - COFINS / CSLL CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

31 CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL (cont.): Contribuição do Empregador Doméstico: - sobre a remuneração do respectivo empregado doméstico: 12% sobre o salário de contribuição. OUTRAS RECEITAS - Exemplos: Concurso de prognósticos; multas; remuneração recebida pela prestação de serviços de arrecadação, fiscalização e cobrança prestados a terceiros; etc. ---**--- CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

32 “Risco previdenciário”

33 Passivo previdenciário Custeio (contribuições previdenciárias) - Impacto em custo, capital de giro, investimentos etc. Benefício (afastamentos, complementação de benefícios previdenciários etc) - Impacto em headcount e produção. RISCO PREVIDENICIÁRIO

34 Passivo previdenciário Fiscalização. Reclamações trabalhistas. - Impacto no resultado (“provisão para contingências”) e no relacionamento com stakeholders. RISCO PREVIDENICIÁRIO

35 O passivo previdenciário pode ser muito relevante para a empresa: 500 empregados Média salarial de R$ 1.500,00 Folha de pagamento: R$ ,00 Remuneração variável média (PR): R$ 3.000,00 Custo da RV por ano: R$ ,00 Autuação previdenciária (28%): R$ ,00 + juros e multa + honorários advocatícios + tempo de overhead 10 ANOS: R$ 4,2 milhões (5,6 vezes a folha mensal) RISCO PREVIDENICIÁRIO

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38 CONJUNTURA ATUAL

39 CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO

40 RISCO PREVIDENICIÁRIO

41 Conceitos: Certidão Negativa de Débito: É o documento comprobatório de regularidade do contribuinte na Previdência Social. CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO Certidão Positiva com Efeitos de Negativa: É a certidão expedida quando há créditos não vencidos, ou créditos em curso de cobrança executiva para os quais tenha sido efetivada a penhora regular e suficiente à sua cobertura, ou créditos cuja exigibilidade esteja suspensa. Questão: Como se dá a suspensão da exigibilidade de um débito previdenciário?

42 - Art. 151 da Lei nº 5.172/66: “Suspendem a exigibilidade do crédito tributário: I - moratória; II - o depósito do seu montante integral; III - as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo; IV - a concessão de medida liminar em mandado de segurança;” CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO

43 - Art. 151 da Lei nº 5.172/66: “Suspendem a exigibilidade do crédito tributário (cont.): V – a concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras espécies de ação judicial; VI – o parcelamento. Parágrafo único. O disposto neste artigo não dispensa o cumprimento das obrigações assessórios dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso, ou dela conseqüentes.” CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO

44 Questão: Para que serve a Certidão Negativa de Débito? CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO - Para a empresa: (i) na licitação, na contratação com o poder público e no recebimento de benefícios ou incentivo fiscal ou creditício concedidos por ele; (ii) na alienação ou oneração, a qualquer título, de bem imóvel ou direito a ele relativo; (iii) na alienação ou oneração, a qualquer título, de bem móvel de valor superior ao estabelecido periodicamente mediante Portaria do MPS, incorporado ao ativo permanente da empresa;

45 - Para a empresa: (iv) no registro ou arquivamento, no órgão próprio, de ato relativo à baixa ou redução de capital de firma Individual ou de empresário individual (...); (v) redução de capital social, cisão total ou parcial, transformação ou extinção de entidade ou sociedade empresária ou simples e transferência de controle de cotas de sociedade limitada; (vi) captação de recursos públicos. CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO

46 Do Pedido de Certidão Negativa de Débito - É feito em qualquer na Agência ou pela internet. - É checado: (i) se houve a entrega da GFIP; (ii) se há divergência entre os valores declarados na GFIP e os efetivamente recolhidos; e (iii) se há débitos que impeçam a emissão da CND ou da CPD-EN. - Não havendo restrições, a Certidão é emitida pela internet. - Havendo restrições, é emitido ao contribuinte o “Relatório de Restrições”, com validade de trinta dias. CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO

47 Do Pedido de Certidão Negativa de Débito - Durante a vigência do Relatório de Restrições, o contribuinte deverá diligenciar junto à Agência e à Procuradoria com intuito de regularizar sua situação. - Caso a situação seja regularizada, é expedida a certidão; Caso contrário, reinicia-se o processo. - Prazo: 60/180 dias. ---**--- CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO

48 RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

49 RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA QUESTÕES: 1.O que é terceirização? 2.O que justifica a terceirização? 3.Qual é o regramento legal que se aplica à terceirização em matéria trabalhista? 4.Quais são os principais riscos trabalhistas envolvidos na terceirização? 5.Qual é o regramento legal que se aplica à terceirização em matéria previdenciária? 6.Quais são os principais riscos previdenciários envolvidos?

50 QUESTÕES: 1. O que é terceirização? - “É o ato pelo qual a empresa produtora, mediante - “É o ato pelo qual a empresa produtora, mediante contrato, entrega a outra empresa certa tarefa (atividades ou serviços não incluídos nos seus fins sociais) para que esta a realize habitualmente com empregados daquela.” - Valentim Carrion RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

51 QUESTÕES: 2. O que justifica a terceirização? - ESPECIALIZAÇÃO da empresa contratada na execução dos serviços terceirizados. - ESPECIALIZAÇÃO da empresa contratada na execução dos serviços terceirizados. - EFICIÊNCIA, refletida nas vantagens técnicas ou econômicas decorrentes da terceirzação. - EFICIÊNCIA, refletida nas vantagens técnicas ou econômicas decorrentes da terceirzação. RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

52 QUESTÕES: 3. Qual é o regramento legal que se aplica à terceirização em matéria trabalhista? - Art. 455 da CLT: “Nos contratos de subempreitada, - Art. 455 da CLT: “Nos contratos de subempreitada, responderá o subempreiteiro pelas obrigações derivadas do contrato de trabalho que celebrar, cabendo, todavia, aos empregados, o direito de reclamação contra o empreiteiro principal pelo inadimplemento daquelas obrigações por parte do primeiro.” RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

53 QUESTÕES : 3. Qual é o regramento legal que se aplica à terceirização em matéria trabalhista? - Lei nº 6.019/74: Trabalho temporário. - Lei nº 6.019/74: Trabalho temporário. - Lei nº 7.102/83: Vigilância bancária. (“Terceirização - Lei nº 7.102/83: Vigilância bancária. (“Terceirizaçãopermanente”) - Art. 442, parágrafo único, CLT: Inexistência de - Art. 442, parágrafo único, CLT: Inexistência de vínculo entre os cooperados e a cooperativa e seus clientes. RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

54 OBS: ENUNCIADO Nº 331 DO TST: I – A contratação de trabalhadores por empresa interposta é ilegal, formando-se o vínculo diretamente com o tomador de serviços, salvo no caso de trabalho temporário (Lei nº 6.019/74). II – (…) RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA III – Não forma vínculo de emprego com o tomador a contratação de serviços de vigilância (Lei nº 7.102/83) e de conservação e limpeza, bem como de serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador, desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta.

55 OBS: ENUNCIADO Nº 331 DO TST: IV – O inadimplemento das obrigações trabalhistas, por parte do empregador, implica a responsabilidade subsidiária do tomador dos serviços, quanto àquelas obrigações, inclusive quanto aos órgãos da administração direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista, desde que hajam participado da relação processual e constem também do título executivo judicial. RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

56 QUESTÕES: 4. Quais são os principais riscos trabalhistas envolvidos na terceirização? Reclamações trabalhistas / Responsabilidade subsidiária. Reclamações trabalhistas / Responsabilidade subsidiária. Autuações por parte do MTE/DRT. Autuações por parte do MTE/DRT. Questionamentos por parte de sindicatos e do Ministério Público do Trabalho. Questionamentos por parte de sindicatos e do Ministério Público do Trabalho. RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

57 QUESTÕES: 5. Qual é o regramento legal que se aplica à terceirização em matéria previdenciária? - Art. 31 da Lei nº 8.212/91 - Art. 31 da Lei nº 8.212/91 Reda ç ão atual (ap ó s Leis n º 9.711/98 e /07): “ A empresa contratante de servi ç os executados mediante cessão de mão-de-obra, inclusive em regime de trabalho tempor á rio, dever á reter 11% (onze por cento) do valor bruto da nota fiscal ou fatura de presta ç ão de servi ç os e recolher a importância retida at é o dia 10 (dez) do mês subseq ü ente ao da emissão da respectiva nota fiscal ou fatura em nome da empresa cedente da mão-de-obra, observado o disposto no § 5 o do art. 33 desta Lei ( “ presun ç ão ” ). ” RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

58 QUESTÕES: 6.Quais são os principais riscos previdenciários envolvidos? Conversão da obrigação acessória (retenção) em principal (recolhimento) por conta da presunção de recolhimento prevista no § 5º do art. 33 da Lei nº 8.212/91. Conversão da obrigação acessória (retenção) em principal (recolhimento) por conta da presunção de recolhimento prevista no § 5º do art. 33 da Lei nº 8.212/91. Solidariedade. Solidariedade. Questões ligadas à Saúde e Segurança no Trabalho.---**--- Questões ligadas à Saúde e Segurança no Trabalho.---**--- RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

59 REGRAMENTO ESPECÍFICO

60 Cessão de mão-de-obra X Empreitada Cessão de mão-de-obra: É a colocação à disposição da empresa contratante, em suas dependências ou nas de terceiros, de trabalhadores que realizem serviços contínuos, relacionados ou não com sua atividade fim, quaisquer que sejam a natureza e a forma de contratação, inclusive por meio de trabalho temporário(...). RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

61 Cessão de mão-de-obra X Empreitada Empreitada: É a execução, contratualmente estabelecida, de tarefa, de obra ou de serviço, por preço ajustado, com ou sem fornecimento de material ou uso de equipamentos, que podem ou não ser utilizados, realizada nas dependências da empresa contratante, nas de terceiros ou nas da empresa contratada, tendo como objeto um resultado pretendido. RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

62 Cessão de mão-de-obra X Empreitada Empreitada parcial: contrato celebrado com empresa construtora ou prestadora de serviços na área de construção civil, para execução de parte da obra, com ou sem fornecimento de material. Subempreitada: contrato celebrado entre a empreiteira ou qualquer empresa subcontratada e outra empresa, para executar obra ou serviço de construção civil, no todo ou em parte, com ou sem fornecimento de material. RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

63 Serviços sujeitos à retenção Se contratados mediante cessão de mão-de obra ou empreitada: - Limpeza, conservação ou zeladoria - Vigilância ou segurança não prestados por meio de monitoramento eletrônico. - Construção Civil - Natureza rural - Digitação - Preparação de dados para processamento. RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

64 Serviços sujeitos à retenção Se contratados mediante cessão de mão-de-obra (exemplos): - Embalagem - Acondicionamento - Cobrança - Coleta ou reciclagem de lixo - Copa - Hotelaria - Corte ou ligação de serviços públicos - Distribuição de produtos - Treinamento e ensino ---**--- RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA

65 ACIDENTE DE TRABALHO Aspectos trabalhistas e previdenciários

66  a serviço da empresa Acidente de Trabalho Acidente Típico – art. 19 da Lei 8.213/91 – “caput”  provoca lesão corporal ou perturbação funcional  É o que ocorre pelo exercício de atividade  pode causar a morte, a perda ou redução permanente ou temporária da capacidade para o trabalho.

67 Acidente Típico – art. 19 da Lei 8.213/91 - §§ 1º, 2º, 3º e 4º.  A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.  Deixar a empresa de cumprir com as normas de segurança e higiene no trabalho constitui contravenção penal.  A empresa deve prestar informações pormenorizadas sobre os riscos do trabalho.  MTE e Sindicatos – Fiscalização. Acidente de Trabalho

68 Doenças ocupacionais – art. 20 da Lei 8.213/91. - Doença profissional  Produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante do Anexo II do Decreto 3.048/ Doença do trabalho  Adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. Acidente de Trabalho

69 COMO DIFERENCIAR DOENÇA DO TRABALHO E DOENÇA COMUM - Não são consideradas como doença do trabalho: Acidente de Trabalho B) A inerente ao grupo etário; C) A que não produza incapacidade laborativa; D) A doença endêmica adquirida por segurado habitante de região em que ela se desenvolva, salvo comprovação de que é resultante de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho. A) A doença degenerativa;

70 Acidentes Atípicos – art. 21 da Lei 8.213/91.  Inciso I - Embora não seja a causa única, haja contribuído diretamente para a morte, redução ou perda da capacidade para o trabalho, ou produzindo lesão que exija atenção médica para a recuperação.  Inciso III – Doença proveniente de contaminação acidental do empregado em exercício da atividade. (cont.) Acidente de Trabalho

71 - Acidentes Atípicos – art. 21 da Lei 8.213/91 (cont.) Causalidade indireta  não há vinculação direta com a atividade laboral;  local e horário de trabalho – ato de agressão, sabotagem, ofensa física, ato culposo (imprudência, negligência ou imperícia) de colega de trabalho, casos fortuitos (desabamento, inundação, incêndio) – Inciso II;  fora do local e horário de trabalho – realização de serviço externo sob autoridade da empresa, viagem a serviço, acidente de trajeto. – Inciso IV. Acidente de Trabalho

72 Caracterização do acidente de trabalho O acidente de trabalho é caracterizado tecnicamente pela perícia médica do INSS, reconhecendo o nexo causal entre: A) O acidente e a lesão; B) A doença e o trabalho; C) A causa mortis e o acidente. OBS: NEXO TÉCNICO EPIDEMIOLÓGICO PREVIDENCIÁRIO ---**--- Acidente de Trabalho

73 Caracterização do acidente de trabalho – Questões polêmicas Acidente de Trabalho - Empregado se acidenta atuando como vigia. - Empregado se acidenta em evento esportivo patrocinado pela empresa. - Empregado se acidenta durante recreação em horário de refeição e descanso. - Empregado se acidenta durante um desvio do seu caminho rotineiro de retorno para a sua residência. - Empregado, em viagem, se acidenta durante o retorno para o hotel. - Empregado, alérgico, é mordido por mosquito enquanto trabalha, sofre reações e fica internado.

74 - Prestações previdenciárias - Auxílio-doença acidentário (FGTS) - Auxílio-acidente (caráter indenizatório) - Reabilitação profissional (garantia de emprego) - Pensão por morte acidentária Acidente de Trabalho

75 NATUREZA JURÍDICA DE VERBAS TRABALHISTAS/BENEFÍCIOS PARA FINS DE CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA

76 CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: I - do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre: a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoa física que lhe preste serviço, mesmo sem vínculo empregatício REGRAS GERAIS

77 LEI Nº 8.212/91 – Base de cálculo / Salário de Contribuição Art. 22. A contribuição a cargo da empresa, destinada à Seguridade Social, além do disposto no art. 23, é de: I - vinte por cento sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços, destinadas a retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua forma, inclusive as gorjetas, os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste salarial (...).” ---**--- REGRAS GERAIS

78 PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS CASOS ESPECÍFICOS

79 CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 7º: São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria da sua condição social: (…) XI – participação nos lucros ou resultados desvinculada da remuneração,e, excepcionalmente, participação na gestão da empresa, conforme definido em lei.” CASOS ESPECÍFICOS PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS

80 MEDIDA PROVISÓRIA Nº 794/94 – Regulamentou a participação dos empregados nos lucros ou resultados da empresa. Lei nº /00 – Art. 3º - “A participação de que trata o § 2º não substitui ou complementa a remuneração devida a qualquer empregado, nem constitui base de incidência de qualquer encargo trabalhista, não se lhe aplicando o princípio da habitualidade.” Lei nº 8.212/91, Art. 28 § 9º, “j” – exclui a PLR da base de cálculo da contribuição previdenciária, quando paga ou creditada de acordo com lei específica. CASOS ESPECÍFICOS PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS

81 Participação nos lucros e resultados paga após 1994: Atenção ao disposto na legislação específica, ou seja, na Lei nº /00. Art. 2º Caput - Negociação entre empresa e empregados. - Comissão, integrada por um representante sindical. - Acordo Coletivo de Trabalho. CASOS ESPECÍFICOS PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS

82 Participação nos lucros e resultados paga após 1994: Art. 2º § 1º - Regras claras e objetivas quanto à fixação dos direitos substantivos da participação. - Índices de produtividade/qualidade/lucratividade ou programas de metas/resultados. Art. 2º § 2º - Arquivamento do acordo na entidade sindical. CASOS ESPECÍFICOS PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS

83 Participação nos lucros e resultados paga após 1994: Art. 3º § 2º - Periodicidade mínima de um semestre civil para o pagamento. Art. 4º - Impasse na negociação: possibilidade de arbitragem de ofertas finais ou mediação. CASOS ESPECÍFICOS PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS

84 VERBAS EDUCACIONAIS CASOS ESPECÍFICOS

85 PONTOS CONTROVERTIDOS: Verbas destinadas à educação de empregados. Verbas destinadas à educação de dependentes empregados. Essas verbas devem integrar a base de cálculo da contribuição previdenciária? Correspondem à contraprestação patronal pelo trabalho? CASOS ESPECÍFICOS VERBAS EDUCACIONAIS

86 VETORES ESPECÍFICOS E CONVERGENTES EM RELAÇÃO ÀS VERBAS EDUCACIONAIS:  Baixa qualificação da mão-de-obra como fator que contribui sensivelmente para o aumento do desemprego no país.  Governo: Busca a redução do desemprego.  Empresariado: Busca mão-obra qualificada. Vetor convergente: Necessidade de investimento em educação/qualificação profissional. Pontanto, o empregador que busca participar desse investimento (art. 205, CF) deve ser incentivado. CASOS ESPECÍFICOS VERBAS EDUCACIONAIS

87 VERBAS DESTINADAS À EDUCAÇÃO DE EMPREGADOS. - Art. 458, § 2º, inciso II, da CLT: Para os efeitos previstos neste artigo, não serão consideradas como salário as seguintes utilidades concedidas pelo empregador: II – educação, em estabelecimento de ensino próprio ou de terceiros, compreendendo os valores relativos a matrícula, mensalidade, anuidade, livros e material didático. CASOS ESPECÍFICOS VERBAS EDUCACIONAIS

88 VERBAS DESTINADAS À EDUCAÇÃO DE EMPREGADOS. - Art. 28, § 9º, “t” da Lei nº 8.212/91: t) o valor relativo a plano educacional que vise à educação básica, nos termos do art. 21 da Lei nº 9.394/96, e a cursos de capacitação e qualificação profissionais vinculados às atividades desenvolvidas pela empresa, desde que não seja utilizado em substituição de parcela salarial e que todos os empregados e dirigentes tenham acesso ao mesmo. CASOS ESPECÍFICOS VERBAS EDUCACIONAIS

89  Mas e as verbas educacionais destinadas a dependentes de empregados? Elas revertem para o empregador na qualificação do empregado ou correspondem a um mero benefício concedido como contraprestação do trabalho, com o intuito de atrair e reter a mão-de-obra?  A participação do empregador no custeio da educação do dependente do empregado não pode ser também considerada investimento?  O empregador que tem essa postura não deve ser estimulado? CASOS ESPECÍFICOS VERBAS EDUCACIONAIS

90 VERBAS DESTINADAS À EDUCAÇÃO DE DEPENDENTES DE EMPREGADOS. Art. 205 da Constituição Federal: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.” CASOS ESPECÍFICOS VERBAS EDUCACIONAIS

91 SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA Os valores pagos pelo empregador com a finalidade de prestar auxílio escolar aos seus empregados ou aos filhos deles não integram o salário-de contribuição, portanto não compõem a base de cálculo da contribuição previdenciária. Precedentes citados: REsp RN, DJ 24/8/2006, e Resp RS, DJ 18/3/2002. REsp SP, Rel. Min. João Otávio de Noronha, julgado em 11/9/2007. (OBS: “Caráter assistencial”) ---**--- CASOS ESPECÍFICOS VERBAS EDUCACIONAIS

92 STOCK OPTION CASOS ESPECÍFICOS

93  Definição: - Em geral, é um plano através do qual os empregadores oferecem aos seus empregados o direito de comprar ações do próprio empregador ou da sua matriz no exterior, a um preço preestabelecido, após um período de carência.  Características: Aspectos regulatórios, onerosidade e risco. CASOS ESPECÍFICOS STOCK OPTION

94 PONTO CONTROVERTIDO: Gratificação ajustada / Salário indireto / Remuneração x Remuneração de Risco em Mercado de Opções  As verbas auferidas por conta dos Stock Option Plans devem integrar a base de cálculo da contribuição previdenciária? CASOS ESPECÍFICOS STOCK OPTION

95 TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO – 2ª REGIÃO “STOCK OPTIONS. INCENTIVO AO EMPREGADO. CARÁTER NÃO SALARIAL. Tratando-se as denominadas stock options de incentivo ao empregado no desenvolvimento de seus misteres, condicionado, porém, a regras estabelecidas e não sendo gratuito, visto que sujeito a preço, embora com desconto, tem se que não guardam tais opções de compra de ações da empresa caráter salarial. Recurso Ordinário obreiro a que se nega provimento, no aspecto.” (TRT/2ª Região, Proc. nº , 7ª Turma, Rel. Des. Anélia Chum, DO ) CASOS ESPECÍFICOS STOCK OPTION

96 TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO – 2ª REGIÃO “Stock option plan. Natureza comercial. O exercício da opção de compra de ações pelo empregado envolve riscos, pois ele tanto poderá ganhar como perder na operação. Trata-se, portanto, de operação financeira no mercado de ações e não de salário. Não há pagamento pelo empregador ao empregado em decorrência da prestação de serviços, mas risco do negócio. Logo, não pode ser considerada salarial a prestação.” (TRT/2ª Região, Proc. nº , 3ª Turma, Rel. Des. Sérgio Pinto Martins, DO ) ---**--- CASOS ESPECÍFICOS STOCK OPTION

97 NOÇÕES DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

98 Previdência Complementar Art. 202 da Constituição Federal: “O regime de previdência privada, de caráter complementar e organizado de forma autônoma em relação ao regime geral de Previdência Social, será facultativo, baseado na constituição de reservas que garantam o benefício contratado e regulado por Lei Complementar.” Lei Complementar aplicável: LC nº 109/2001.

99 Previdência Complementar Wladimir N. Martinez - “O sistema previdenciário complementar pode ser, muitas vezes, implementar ou suplementar.” Complementar – Mantém o patamar remuneratório, complementando a prestação do RGPS. Implementar – Desvinculado do RGPS. Suplementar – Agrega à prestação do RGPS mas sem a obrigação de manter o patamar remuneratório. Fabio Z. Ibrahim – Caráter implementar atual por conta da total autonomia ao sistema público.

100 Previdência Complementar Art. 202 § 2º da Constituição Federal: “As contribuições do empregador, os benefícios e as condições contratuais previstas nos estatutos, regulamentos e planos de benefícios das entidades de previdência privada não integram o contrato de trabalho dos participantes, assim como, à exceção dos benefícios concedidos, não integram a remuneração dos participantes, nos termos da lei.”

101 Previdência Complementar Entidade Fechada de Previdência Complementar (art. 31 e seguintes da LC nº 109/2001) Entidade Aberta de Previdência Complementar (art. 31 e seguintes da LC nº 109/2001) Enquadrada no Ministério da Previdência Social (CGPC / SPC) Enquadrada no Ministério da Fazenda (CNSP / SUSEP) Abertas a qualquer pessoa físicaAcessível somente a empregados de uma determinada empresa ou grupo de empresas, servidores, membros de pessoas jurídicas de caráter profissional. Constituída sob a forma de Fundação ou Sociedade Civil Constituída sob a forma de Sociedade Anônima Entidades sem fins lucrativos (patrimônio revertido para o fim previdenciário) Entidades com fins lucrativos

102 Previdência Complementar Forte intervenção estatal buscando: - Segurança econômico-financeira e atuarial, com fins específicos de preservar a liquidez, a solvência e o equilíbrio dos planos de benefícios; - Transparência e acesso às informações sobre a gestão de planos - Rígido regime disciplinar e fiscalização - Proteção aos participantes e assistidos dos planos

103 OBRIGADO. Rodrigo Moreira de Souza Carvalho


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