A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

TECNOLOGIA EM GESTÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL AULA 4 PLANEJAMENTO PROGRAMA E CONTROLE DA PRODUÇÃO (PPCP) (PPCP) Prof. Edison Medeiros

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "TECNOLOGIA EM GESTÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL AULA 4 PLANEJAMENTO PROGRAMA E CONTROLE DA PRODUÇÃO (PPCP) (PPCP) Prof. Edison Medeiros"— Transcrição da apresentação:

1 TECNOLOGIA EM GESTÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL AULA 4 PLANEJAMENTO PROGRAMA E CONTROLE DA PRODUÇÃO (PPCP) (PPCP) Prof. Edison Medeiros

2 MRP / MRP II – –MRP = Material Requirement Planning (planejamento das necessidades de materiais) – –Surgiu da necessidade de se planejar o atendimento da demanda dependente (que decorre da independente) – –Lista de material é a espinha dorsal de MRP – –MRP II = Manufacturing Resources Planning (planejamento dos recursos de manufatura) – –ERP = Enterprise Resource Planning (planejamento dos recursos da empresa) – –MRP = Material Requirement Planning (planejamento das necessidades de materiais) – –Surgiu da necessidade de se planejar o atendimento da demanda dependente (que decorre da independente) – –Lista de material é a espinha dorsal de MRP – –MRP II = Manufacturing Resources Planning (planejamento dos recursos de manufatura) – –ERP = Enterprise Resource Planning (planejamento dos recursos da empresa)

3 Plano Mestre Estoques de materiais Estoques de Componentes dependentes Lista de materiais Restrições de mão-de-obra Disponibilidade de Equipamentos Lead times MRP Necessidades de Compras Ordens de Compra Ordens de produção

4 Explosão de Materiais

5 Peça nºM012: Mesa com rodas Lista de Materiais

6 Estrutura Analítica do Produto

7 Exemplo / Exercício: Exemplo / Exercício: Seja o produto A composto das submontagens B e C. A submontagem B, por sua vez, é produzida a partir dos componentes D e E. A submontagem C é produzida a partir dos componentes F e E. Exemplo / Exercício: Exemplo / Exercício: Seja o produto A composto das submontagens B e C. A submontagem B, por sua vez, é produzida a partir dos componentes D e E. A submontagem C é produzida a partir dos componentes F e E. Estrutura Analítica do Produto A

8 Suponhamos que a empresa fabricante do produto A receba uma encomenda de unidades, sendo: – –2.000 unidades na semana 34 – –1.500 unidades na semana 35 – –1500 unidades na semana 37 Portanto, necessitaremos de: – – unidades da submontagem B – –5.000 unidades da submontagem C – – unidades do componente D – – unidades do componente F – – unidades do componente E Suponhamos que a empresa fabricante do produto A receba uma encomenda de unidades, sendo: – –2.000 unidades na semana 34 – –1.500 unidades na semana 35 – –1500 unidades na semana 37 Portanto, necessitaremos de: – – unidades da submontagem B – –5.000 unidades da submontagem C – – unidades do componente D – – unidades do componente F – – unidades do componente E

9 Para resolução do exercício, utilizaremos matrizes MRP, onde: – –ES = estoque de segurança – –TA = tempo de atendimento – –NP = necessidade de produção projetada – –RP = recebimentos previstos – –DM = disponível à mão – –NL = necessidade líquida de produção – –PL = produção lotes Para resolução do exercício, utilizaremos matrizes MRP, onde: – –ES = estoque de segurança – –TA = tempo de atendimento – –NP = necessidade de produção projetada – –RP = recebimentos previstos – –DM = disponível à mão – –NL = necessidade líquida de produção – –PL = produção lotes

10 Seja t uma semana de referência. Relações lógicas: - - Se (DM) t-1 + (RP) t – (NP) t (ES), não há necessidade de produzir, logo, (NL) t = 0 - Se (DM) t-1 + (RP) t – (NP) t < (ES), deve-se produzir (NL) t = (NP) t – [(RP) t + (DM) t-1 ] + (ES) e o disponível à mão será dado pela expressão: (DM) t = (DM) t-1 + (RP) t – (NP) t - O (PL)t é calculado da seguinte forma: Se (NL) t / (L) = k e k 1, então (NL) = (L) Se (NL) t / (L) = k e k > 1, então (NL) t = I x (L), em que I é o primeiro número inteiro maior que k. Seja t uma semana de referência. Relações lógicas: - - Se (DM) t-1 + (RP) t – (NP) t (ES), não há necessidade de produzir, logo, (NL) t = 0 - Se (DM) t-1 + (RP) t – (NP) t < (ES), deve-se produzir (NL) t = (NP) t – [(RP) t + (DM) t-1 ] + (ES) e o disponível à mão será dado pela expressão: (DM) t = (DM) t-1 + (RP) t – (NP) t - O (PL)t é calculado da seguinte forma: Se (NL) t / (L) = k e k 1, então (NL) = (L) Se (NL) t / (L) = k e k > 1, então (NL) t = I x (L), em que I é o primeiro número inteiro maior que k.

11 Resumo do Exercício (1) ITEM ALOTE=1TA=1 Comprometido=0 Estoque em mãos =1500 Semana --> S28S29S30S31S32S33S34S35S36S37 NP-Nec. Produção Projetada RP-Recebimentos Previstos 00 DM-Disponivel à mão NL-Nec. Líquida Produção PL-Produção (lotes) Liberação da ordem ES = 200

12 Resumo do Exercício (2) ITEM B LOTE=1TA=1 Comprometido= 0 Estoque em mãos =0 Semana --> S28S29S30S31S32S33S34S35S36S37 NP-Nec. Produção Projetada RP-Recebimentos Previstos 00 DM-Disponivel à mão NL-Nec. Líquida Produção PL-Produção (lotes) Liberação da ordem ES = 0

13 Resumo do Exercício (3) ITEM C LOTE=1TA=2 Comprometido= 0 Estoque em mãos =0 Semana --> S28S29S30S31S32S33S34S35S36S37 NP-Nec. Produção Projetada RP-Recebimentos Previstos 00 DM-Disponivel à mão NL-Nec. Líquida Produção PL-Produção (lotes) Liberação da ordem ES = 0

14 Resumo do Exercício (4) ITEM D LOTE=TA=3 Comprometido= 0 Estoque em mãos =1850 Semana --> S28S29S30S31S32S33S34S35S36S37 NP-Nec. Produção Projetada RP-Recebimentos Previstos 00 DM-Disponivel à mão NL-Nec. Líquida Produção PL-Produção (lotes) Liberação da ordem ES =

15 Resumo do Exercício (5) ITEM E LOTE=TA=2 Comprometido= 0 Estoque em mãos =1500 Semana --> S28S29S30S31S32S33S34S35S36S37 NP-Nec. Produção Projetada RP-Recebimentos Previstos 00 DM-Disponivel à mão NL-Nec. Líquida Produção PL-Produção (lotes) Liberação da ordem ES =

16 Resumo do Exercício (6) ITEM F LOTE=TA=1 Comprometido= 0 Estoque em mãos =3240 Semana --> S28S29S30S31S32S33S34S35S36S37 NP-Nec. Produção Projetada RP-Recebimentos Previstos 00 DM-Disponivel à mão NL-Nec. Líquida Produção PL-Produção (lotes) Liberação da ordem ES =

17 Outras informações importantes Tempos de entrega (lead time) Tempos de fabricação Lote Líquido Se for MRP II – –Preço unitário; fornecedores (inclusive alternativos); processo de fabricação; equipamentos; roteiros de fabricação; alterações na lista técnica de materiais. Tempos de entrega (lead time) Tempos de fabricação Lote Líquido Se for MRP II – –Preço unitário; fornecedores (inclusive alternativos); processo de fabricação; equipamentos; roteiros de fabricação; alterações na lista técnica de materiais.

18 Funcionamento de um Sistema MRP II

19 Lista de Materiais Planejamento das necessidades de materiais Carteira de pedidos Listas de materiais Ordens de compraPlanos de materiaisOrdens de trabalho Registros de estoque Previsão de vendas Programa-mestre de produção

20 Tabela para a Determinação da Ocasião de Liberação dos Pedidos de Reposição no MRP ItemSemanas Código: QR = TA = ES = Necessidades (requisitos) projetadas Recebimentos Previstos Disponível à mão (final do período Necessidades (requisitos) líquidas Liberação de Pedidos

21 Elementos de um Sistema MRP (customizado) Lista de Material (BOM) Controle de Estoques Plano Mestre Compras Lista de Material (BOM) Controle de Estoques Plano Mestre Compras

22 Os parâmetros fundamentais do MRP 1) Políticas e tamanho do lote: política de lotes mínimos política de lotes máximos política de períodos fixos 2) Estoques de Segurança 3) Lead times 1) Políticas e tamanho do lote: política de lotes mínimos política de lotes máximos política de períodos fixos 2) Estoques de Segurança 3) Lead times

23 A definição dos lead times 1) Componentes do lead times de produção: tempo de emissão física da ordem tempo de transmissão da ordem tempo de formação do kit de componentes do almoxarifado tempos de transporte de materiais tempos de fila, aguardando o processamento tempos de preparação dos equipamentos tempos de processamento tempos gastos com possíveis inspeções 1) Componentes do lead times de produção: tempo de emissão física da ordem tempo de transmissão da ordem tempo de formação do kit de componentes do almoxarifado tempos de transporte de materiais tempos de fila, aguardando o processamento tempos de preparação dos equipamentos tempos de processamento tempos gastos com possíveis inspeções

24 A definição dos lead times 2) Estimar e monitorar os componentes do lead time 3) Os componentes do lead times de compras 4) Vantagens de reduzir os lead times de produção e compras 2) Estimar e monitorar os componentes do lead time 3) Os componentes do lead times de compras 4) Vantagens de reduzir os lead times de produção e compras

25 Considerações sobre lead times

26 Definição das políticas e dos tamanhos de lotes Fatores que influenciam os do lote de produção e compras Fatores que influenciam os tamanhos do lote de produção e compras Vantagens da redução dos custos fixos de produzir um lote ( setup ) Vantagens da redução dos custos fixos de produzir um lote ( setup ) Determinação do tamanho dos lotes de compra Determinação do tamanho dos lotes de compra Vantagens da redução de custos fixos de aquisição e lotes mínimos dos fornecedores Vantagens da redução de custos fixos de aquisição e lotes mínimos dos fornecedores Fatores que influenciam os do lote de produção e compras Fatores que influenciam os tamanhos do lote de produção e compras Vantagens da redução dos custos fixos de produzir um lote ( setup ) Vantagens da redução dos custos fixos de produzir um lote ( setup ) Determinação do tamanho dos lotes de compra Determinação do tamanho dos lotes de compra Vantagens da redução de custos fixos de aquisição e lotes mínimos dos fornecedores Vantagens da redução de custos fixos de aquisição e lotes mínimos dos fornecedores

27 Definição dos estoques de segurança Razões para o uso de estoques de segurança Razões para o uso de estoques de segurança Incerteza de para itens de matérias-primas, semi-acabados e produtos acabados Incerteza de fornecimento para itens de matérias-primas, semi-acabados e produtos acabados Incerteza de demanda para itens de matérias-primas, semi-acabados e produtos acabados Incerteza de demanda para itens de matérias-primas, semi-acabados e produtos acabados Razões para o uso de estoques de segurança Razões para o uso de estoques de segurança Incerteza de para itens de matérias-primas, semi-acabados e produtos acabados Incerteza de fornecimento para itens de matérias-primas, semi-acabados e produtos acabados Incerteza de demanda para itens de matérias-primas, semi-acabados e produtos acabados Incerteza de demanda para itens de matérias-primas, semi-acabados e produtos acabados

28 Definição dos estoques de segurança Uso de estoques de segurança Uso de estoques de segurança e tempos de segurança e tempos de segurança Abordagem evolutiva na determinação dos estoques de segurança Abordagem evolutiva na determinação dos estoques de segurança Vantagens de reduzir as incertezas Vantagens de reduzir as incertezas Uso de estoques de segurança Uso de estoques de segurança e tempos de segurança e tempos de segurança Abordagem evolutiva na determinação dos estoques de segurança Abordagem evolutiva na determinação dos estoques de segurança Vantagens de reduzir as incertezas Vantagens de reduzir as incertezas

29 Vantagens de um Sistema MRP Instrumento de Planejamento Simulação Custos Reduz a influência dos sistemas informais Instrumento de Planejamento Simulação Custos Reduz a influência dos sistemas informais

30 MRP e MRP II

31 Planejamento das Necessidades de Capacidade - CRP Serve para calcular as necessidades de capacidade instalada, para completar o previsto no MPS (programa mestre de produção) Softwares permitem alternativas fáceis e rápidas de alternativas de solução É calculado a partir dos dados de – –Necessidades de mão-de-obra (horas.homem) – –Necessidades da máquina (horas.máquina) Serve para calcular as necessidades de capacidade instalada, para completar o previsto no MPS (programa mestre de produção) Softwares permitem alternativas fáceis e rápidas de alternativas de solução É calculado a partir dos dados de – –Necessidades de mão-de-obra (horas.homem) – –Necessidades da máquina (horas.máquina)

32 CRP Voltando à mesa…...

33 CRP Por vezes os tempos de setup dependem fortemente da sequência de produção (pintura)

34


Carregar ppt "TECNOLOGIA EM GESTÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL AULA 4 PLANEJAMENTO PROGRAMA E CONTROLE DA PRODUÇÃO (PPCP) (PPCP) Prof. Edison Medeiros"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google