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ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA SMS Vitória / UFES Professor Marcello Dalla e Professor Bjorn Plasier.

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1 ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA SMS Vitória / UFES Professor Marcello Dalla e Professor Bjorn Plasier

2 Avisos finais

3 S BLOG S Bjorn: BLOG FONE Marcello ou

4 50º Congresso da AMES Atividades organizadas pela Associação Capixaba de Medicina de Família e Comunidade (ACMFC) 30/09/10 -Curso pré-congresso-Introdução à abordagem familiar. 01/10/10 – Apresentações especiais (relato de experiências) 02/10/10 – IV Jornada da ACMFC (Mesas redondas saúde mental e processo de trabalho em APS/ESF) Acesse o site

5 AULA SAÚDE DA FAMÍLIA.

6 OBJETIVOS Entender o processo de trabalho em sistemas de saúde baseados na APS. Compreender o papel do profissional de saúde na APS/ESF.

7 Atividade Vamos nos dividir em 6 grupos com no máximo 5 pessoas. Cada grupo receberá uma questão sobre saúde. As questões serão as mesmas para 2 grupos. Um PRÓ e o outro CONTRA. O grupo deve debater por 15 minutos As conclusões serão apresentadas e defendidas num debate por um dos componentes do grupo PRÓ e um dos componentes do grupo CONTRA.

8 QUESTÕES OS MÉDICOS NÃO GOSTAM DE TRABALHAR NA APS/ESF. A POPULAÇÃO NÃO TEM CULTURA PARA SABER O QUE É IMPORTANTE PARA SUA SAÚDE. SAI MAIS BARATO PRODUZIR UMA VACINA CONTRA DENGUE QUE MUDAR O ESTILO DE VIDA.

9 PELO FATO DAS AÇÕES DA ESF SEREM PREVENTIVAS NÃO PRECISA DA ATUAÇÃO DO MÉDICO. NA APS/ESF POR ABORDAREM PROBLEMAS MAIS SIMPLES NÃO É PRECISO PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS. SERIA MELHOR QUE AS EQUIPES DE ESF TIVESSEM UM PEDIATRA, UM CLÍNICO, UM GINECOLOGISTA E UM CIRURGIÃO GERAL.

10 Outras questões...

11 Como conhecer a realidade de saúde da população?

12 Como um serviço pode tornar-se adequado às necessidades dessa população?

13 O meu conhecimento e de cada pessoa da equipe está adequado às necessidades apresentadas pela população?

14 Pedagogia da problematização

15 Para responder cada pergunta deveríamos ser metódicos. Não precisamos inventar, há um que é bem apropriado para o nosso contexto (APS/ESF)...

16 Há conhecimentos aos quais só se pode ter acesso se estamos profundamente envolvidos. Eymard Mourão Vasconcelos,1999

17 Algumas histórias Do desejo de prescrever formas de viver ao aprendizado junto com a população.

18 Por que vocês PEDEM para ser enganados pelos serviços de saúde ? Da percepção que é mais fácil culpar alguém que reagir à situações adversas...

19 Criamos a cooperativa para ter um trabalho e não para ficar ricos. Das crianças desnutridas à geração de renda.

20 Para nós tanto faz estar vivo como estar morto. Do alto do saber à perplexidade diante da morte.

21 Puxa vida Doutor, até você me dá porrada ? Das portas fechadas ao sorriso aberto.

22 Deixa aí doutor, AMANHÃ o agente da dengue passa. Da pia entupida ao aflorar das mágoas eternas.

23 APS em outros países...

24 Espírito Santo Holanda km² habitantes Vitória capital Pico da Bandeira –2892 metros km² habitantes Amsterdã capital Vaalserberg –323 metros

25 História APS Holanda Desde o início do século passado: –Médico de Família (MFC) é o elo na Atenção Primária de Saúde (APS) Antes 1940 (segunda guerra): –Médicos de Família aprenderam a disciplinas de especialistas –Usaram ciencias básicas (anatomia/biologia) e práticas (psicologia e sociologia)

26 História MFC Holanda 1956 –Fundação da Associação de Medicina de Família Holandesa (NHG) Desejo de melhorar o nível científico da APS Na pratica da APS, viram doenças totalmente diferentes do que no hospital

27 História MFC Holanda 1959 Conceitos MFC (Conferência de Woudschoten) Assumir a responsabilidade por uma assistência contínua, integral e pessoal para o indivíduo e para a família MFC situada num contexto social e não só científico Paciente no seu próprio contexto único e observado na sua própria história –OBS: Ao contrário das especialistas : mais focadas em aspectos biológicos, orgão-específico e relacionado com a faixa etária do homem.

28 História MFC Holanda 1974: Primeira residência de Medicina de Família –Começo de pesquisas cientificas na área de APS -> Primeira diretriz de medicina de família 1985

29 História de MFC Holanda Anos 70: influência ciências do comportamento –Saber comunicar e reconhecer comportamentos característicos de um indivíduo/ uma família Anos 80: grande influência da epidemiologia –Codificação de problemas (ClAP) invés de classificação em diagnósticos (CID-10)

30 Médico de Família Generalista (Domínio): Conhecimento sobre todas as queixas, problemas e perguntas sobre saúde e doença que pacientes individuais apresentam Maioria das queixas e doenças o MFC oferece um spectro completo da medicina (também prevenção e acompanhamento) -> 95 % das queixas resolvidas no APS Reconhecimento e sinalização de quadros mais específicos e raros -> encaminhar ao especialista (5%) l

31 Médico de Família Contextual: –Doenças não vistas isoladas, mas vistas em relações mútuas e colocadas na vida do paciente com próprias idéias culturais, pessoais e existenciais dentro do seu próprio sistema social –Sistema social: Contexto relacionado ao paciente: –Ambiente de trablaho e moradia –Posição social Contexto social: –O todo de normas, valores e regras sociais

32 O sistema da saúde logística Atenção Primária Médico da Família Paciente Psicólogo (24 Horas) Assistente Social Atendimento em Domicílio Enfermeira de Diabetes/ DPOC Asma/ Doenças cardiovasculares Fonoaudiólogo Fisioterapia Ergoterapia Hospital / Especialistas Farmácia Atenção Secundária 8%

33 Formação MFC Todas 8 faculdades de medicina têm Residência de Medicina de família –Duração 3 anos Alunos na Faculdade de Medicina conhecem a APS: –Nos primeiros 3 anos mensalmente acompanhar num PSF –No internato de MFC de 10 semanas

34 Discussão O médico de família deve ser o elo na APS no Espírito Santo também? No PSF é importante a presença de especialistas? Espirito Santo deve ter uma Residência de Medicina de Família? Espirito Santo deveria ter mais trabalho científica na APS?

35 DESAFIOS

36 Metas do milênio 1.Erradicar a pobreza extrema e a fome. 2.Atingir o ensino básico universalensino básico 3.Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheresigualdade 4.Reduzir a mortalidade infantilmortalidade 5.Melhorar a saúde maternasaúde 6.Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doençasHIVAIDSmalária 7.Garantir a sustentabilidade ambientalsustentabilidade 8.Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento

37 No contexto mundial, os principais processos de mudança que tendem a influenciar o futuro do Espírito Santo no horizonte , são os seguintes: Demografia global; Pressões antrópicas provenientes dos países emergentes; Redução dos bolsões de pobreza (Ásia) e crescimento das desigualdades; Intensificação da globalização; Emergência e convergência das novas tecnologias; Deslocamento do eixo da economia mundial para o Pacífico; Conflitos localizados e restritos regionalmente;

38 Três dessas ondas de mudança merecem ser consideradas pelas implicações que trazem para o Estado do Espírito Santo. A população do mundo está crescendo e envelhecendo; Aumento da demanda mundial por alimentos A ascensão de países emergentes que têm elevado potencial de ocupar um lugar de liderança no mundo.

39 Condicionantes Nacionais São treze os condicionantes nacionais que influenciarão o futuro do ES nas próximas duas décadas. Transições na demografia nacional; Universalização das telecomunicações; Amadurecimento político da sociedade; Aumento da relevância da questão ambiental; Pobreza, desigualdade e violência urbana; Restrições impostas pela inércia na melhoria da qualidade dos serviços públicos e superação das deficiências regulatórias; Degradação da infra-estrutura;

40 Condicionantes Nacionais São treze os condicionantes nacionais que influenciarão o futuro do ES nas próximas duas décadas. Degradação da infra-estrutura; Disparidades no desenvolvimento econômico e social dos estados fronteiriços ao Espírito Santo; Reconfiguração econômica e espacial; Abertura e relação com a economia mundial; Expansão dos serviços de educação e do sistema de Ciência & Tecnologia e Inovação; Construção de um novo espaço público; Consolidação da estabilidade monetária e da responsabilidade fiscal como valores sociais.

41 Principais fatores de risco (OMS, 2002) Bebidas alcoólicas Excesso de peso Pressão alta Fumo Colesterol alto Sexo sem proteção Exposição ao chumbo Baixo consumo de frutas, verduras e legumes Saneamento básico deficiente Sedentarismo

42 EDUCAÇÃO

43 PLANO DIRETOR DA APS Contempla 4 projetos: 1.Fortalecimento e expansão da APS; 2.Qualificação Profissional por meio da implantação das diretrizes clínicas; 3.Organização da gestão da APS; 4.Plano de M&A da APS.

44 RESULTADOS

45 Informe Dawson, ( Inglaterra 1920). Antes de mais nada saber que a APS não é tão nova assim... E quando bem estruturada a população usa e fica satisfeita...

46 Fonte: Green LA, et al. The ecology of medical care revisited. N Engl J Med 2001; 344(26): A ecologia da saúde Onde está nosso público alvo ?

47 EVIDÊNCIAS DA APS ( BRASIL E NO MUNDO) Melhora acesso e Integralidade na atenção; Associada a baixa incidência de câncer de colo uterino; Redução das taxas de mortalidade por esse tipo de neoplasia A APS; Reduz as taxas de internacoes hospitalares; CMI cai 1% com aumento de 10% de leitos hospitalares, 2% com aumento de 10% de saneamento básico e 4% com 10% de aumento de cobertura de PSF;

48 EVIDÊNCIAS DA APS ( BRASIL E NO MUNDO) Associada com 2.5% de redução do CMI e com redução de 3.2% de recém nascidos de baixo peso; Reduz o numero de procuras "desnecessarias e inapropiadas" por setores de emergencia. Aumenta permanência no emprego (homens adultos), escolaridade (mulheres) e anos na escola (crianças); No Brasil internações por condições sensíveis à atenção primária caíram em torno de 15,8%; Evitou-se internações hospitalares ( ), gerando economia de 63 milhões de dólares (valor médio de R$ 941,00);

49 APS no Espírito Santo ( ) Aumento em 40% da cobertura da ESF entre 2002 e 2008; Representou queda de 11% no CMI; Evitou-se 536 mortes de crianças com menos de uma ano; Aumento da cobertura vacinal; de pré- natal e aleitamento materno exclusivo;

50 APS no Espírito Santo ( ) Redução: Hospitalizações por pneumonia 22%, desnutrição 77%, Hospitalização por desidratação 49%, evitou-se um gasto de aproximadamente R$ 14 milhões (2002 e 2008). Deixou-se de internar (2002 a 2008), homens ( a), gerando economia estimada de R$ ,00; Mortes indefinidas em crianças caíram 64%, ou seja, 167 famílias puderam saber a causa da morte para prevenção; Em adultos a queda foi de 70%, ou famílias, que puderam saber o que tinha causado a morte de seus entes;

51 As boas respostas só funcionam quando aqueles que têm os problemas também têm dinheiro... Bill Gates No dia em que sua fundação destinou 50 milhões de dólares para o combate a malária que mata 10 milhões de pessoas no mundo por ano, dessas, 700 mil são crianças.

52 Doutor, o tempo que o senhor levou para me explicar por que não pode me atender, já tinha me consultado e eu já tava longe. Da defesa do SUS à defesa das pessoas.


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