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VOLUNTARIADOERESPONSABILIDADESOCIAL Ana Mª Warken do Vale Pereira Coordenadora Técnica IVA/SC.

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Apresentação em tema: "VOLUNTARIADOERESPONSABILIDADESOCIAL Ana Mª Warken do Vale Pereira Coordenadora Técnica IVA/SC."— Transcrição da apresentação:

1 VOLUNTARIADOERESPONSABILIDADESOCIAL Ana Mª Warken do Vale Pereira Coordenadora Técnica IVA/SC

2 voluntário é o cidadão que, motivado por valores de participação e solidariedade, doa seu tempo, trabalho e talento, de maneira espontânea e não remunerada, para causas de interesse social e comunitário. Voluntariado = Exercício de cidadania CONCEITO DE VOLUNTÁRIO

3 Cidadania é a participação ativa do cidadão nos assuntos da cidade, onde o sentido de pertencer a uma comunidade gera o dever de participar, em conjunto com o Estado, do planejamento e das ações, na busca de soluções para a promoção do bem estar de todos.

4 Características do voluntariado Qualificação – ação de qualidade Satisfação – ação exercida com prazer Doação – ação concreta de ajuda Realização – ação comprometida com o êxito, com um resultado

5 Alguns marcos recentes na história brasileira em relação ao voluntariado: Ação da Cidadania contra a fome, a miséria e pela vida - Betinho ; Criação de Centros de Voluntariado em todo o Brasil, a partir de 1997 (atualmente 48); Regulamentação desse trabalho através da Lei do Voluntário, em 1998; 2001 Ano Internacional do Voluntário-ONU

6 Algumas considerações a respeito do trabalho voluntário: O trabalho voluntário passa a ser sinônimo não só de dar mas também de participar. O voluntariado passa a ser um exercício de cidadania que procura a defesa de direitos, solidariedade e realização pessoal, assumindo maiores responsabilidades, atuando para promover mudanças benéficas na comunidade. Vai muito além da ocupação de quem sofre de tédio.

7 O amor, essencial em qualquer trabalho voluntário, alia-se a racionalidade técnica e metodológica para a constituição de programas de voluntariado. Somente a solidariedade não é suficiente para a realização desse trabalho. A ação voluntária requer reciprocidade: não é orientada simplesmente para o atendimento do outro, mas para o crescimento de ambos, embora as suas contribuições sejam diferentes.

8 No Brasil a experiência em relação ao voluntariado está crescendo consideravelmente mas a realidade ainda nos mostra algumas questões a serem trabalhadas: a baixa preocupação com a qualidade técnica do trabalho oferecido à comunidade por algumas organizações da sociedade civil; a resistência à profissionalização; a incipiente cultura do voluntariado; a escassez de recursos no setor social.

9 Pesquisas mostram que há um potencial muito grande para o trabalho voluntário no Brasil: somente 7% dos jovens realizam um trabalho voluntário, porém 57% gostariam de ser voluntários mas não sabem como; há um grupo cada vez maior de profissionais liberais como médicos, dentistas, advogados, administradores, engenheiros e tantas outras profissões que estão a procura do trabalho voluntário mas ainda não encontraram como compatibilizar sua disponibilidade com a necessidade das organizações.

10 Algumas vezes o voluntário se torna um problema para as organizações tendo em vista que: falta comprometimento de sua parte; mantém uma relação conflituosa com o corpo de funcionários remunerados; apresenta baixa qualidade de trabalho.

11 Algumas causas são: falta da cultura do voluntariado; baixo nível de profissionalismo nos programas de voluntariado de algumas organizações; equívocos sobre a visão do papel do voluntário tentando, através dele, a substituição de mão-de-obra remunerada;

12 Voluntário não é substituto de funcionário remunerado. Voluntário existe para complementar e apoiar o desenvolvimento dos trabalhos existentes: o funcionário tem uma função mais complexa em relação à função do voluntário; o horário de trabalho do voluntário é bem inferior ao do funcionário. O voluntário cumpre uma jornada curta e pontual; o trabalho do funcionário é regulamentado pela CLT enquanto o do voluntário é regulamentado pela Lei do Voluntário;

13 do funcionário exige-se responsabilidade de coordenação de ações de maior retorno organizacional e normalmente do voluntário exige-se comprometimento com tarefas a serem cumpridas para complementar o desenvolvimento dos trabalhos; em relação aos custos para a organização, o voluntário não tem custo zero. Para um bom Programa de Voluntariado é necessário tempo para a coordenação do trabalho Voluntário, espaço físico adequado e exclusivo aos voluntários, treinamento e capacitação, entre outras coisas, ou seja, Voluntário custa dinheiro para a organização.

14 O engajamento de uma pessoa numa ação voluntária mostra que: Acredita que tudo o que acontece no mundo diz respeito a todos nós; Acredita que temos o potencial para promover e/ou participar das mudanças nesse mundo; Tem consciência do seu valor pessoal; É uma pessoa amadurecida emocionalmente.

15 O voluntariado promove o crescimento da pessoa e propicia a aquisição de habilidades e conhecimentos, ajudando no desenvolvimento do potencial pessoal e da auto-estima, capacitando-a a participar ativamente na resolução de seus problemas e os dos que a cercam.

16 RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL É UMA FORMA DE CONDUZIR OS NEGÓCIOS DA EMPRESA DE TAL MANEIRA QUE A TORNA PARCEIRA E CO-RESPONSÁVEL PELO DESENVOLVIMENTO SOCIAL.

17 A empresa socialmente responsável é aquela que possui a capacidade de ouvir os interesses dos diferentes steakeholders (acionistas, funcionários, prestadores de serviço, fornecedores, consumidores, comunidade, governo e meio-ambiente) e conseguir incorporá-los no planejamento de suas atividades, buscando atender às demandas de todos e não apenas dos acionistas ou proprietários.

18 São organizações privadas que buscam excelência e sustentabilidade em seus negócios através da ética no mercado. É a empresa ter como um de seus objetivos tornar a comunidade (cidade, estado, país) melhor, mais competitiva e propícia para os negócios.

19 A Ética e a Responsabilidade Social Ética é a base da Responsabilidade Social Se expressa através dos princípios e valores adotados pela empresa Não há Responsabilidade Social sem ética nos negócios Coerência entre ação e discurso

20 Não adianta uma empresa desenvolver programas junto a organizações sociais da comunidade e pagar mal seus funcionários, corromper a área de compras de seus clientes, pagar propinas à fiscais do governo. Essa postura não condiz com uma empresa que quer trilhar um caminho de Responsabilidade Social. É importante seguir uma linha de coerência entre ação e discurso.

21 Algumas vantagens da empresa que adota políticas e práticas de Responsabilidade Social Valorização da imagem institucional e da marca Maior lealdade do consumidor Maior capacidade de recrutar e manter talentos Flexibilidade e capacidade de adaptação Longevidade

22 Atuação com Responsabilidade Social Incorporação dos conceitos de Responsabilidade Social na Missão da empresa Divulgação deste conceito entre os funcionários e prestadores de serviço Estabelecimento de princípios ambientalistas como uso de materiais reciclados e a promoção da diversidade no local de trabalho

23 A EMPRESA PRECISA TER A CULTURA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL INCORPORADA À SUA AÇÃO.

24 INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO É O USO PLANEJADO, MONITORADO E VOLUNTÁRIO DE RECURSOS PRIVADOS, PROVENIENTES DE PESSOAS FÍSICAS OU JURÍDICAS, EM PROJETOS SOCIAIS DE INTERESSE PÚBLICO.

25 INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO Pessoa Física Doação de serviços voluntários Doação de bens ou recursos financeiros Doações efetuadas aos FIAs, em projetos culturais ou audiovisuais

26 INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO Pessoa Jurídica Realizado diretamente pela empresa Coordenado diretamente pelo presidente Área de RH/ Marketing/ Comunicação/ Assuntos corporativos/ Relações Institucionais, com a comunidade Realizado por organizações empresariais (Institutos, Fundações)

27 No Brasil, do total de empresas que realizam o investimento social privado, apenas 20,6 % usufruem algum benefício fiscal. Os 79,4% realizam esse investimento à título de doação. Incentivos do governo federal só se aplicam às empresas que operam sob regime de lucro real* * Apenas 3% das empresas operam com lucro real. As 97% restantes operam com lucro presumido.

28 Ainda que tradicionalmente no nosso país o envolvimento de empresas com iniciativas sociais tenha um viés caritativo sendo pontual, esporádico, não - planejado e sem uma busca dirigida à transformação social, muitas empresas começaram a perceber o tamanho do compromisso que o país, e também o setor privado, precisa assumir por uma efetiva transformação social. Estas empresas estão adotando o conceito de investimento social privado, estruturando um processo de ação permanente, cujos resultados são planejados e avaliados, e cujos impactos têm possibilidade efetiva de transformação no tempo.

29 Às empresas que já deram um primeiro passo no sentido de uma atuação social mais amadurecida, as organizações do terceiro setor devem oferecer seu apoio no processo de consolidação do investimento social, fornecendo informações, subsídios, relatos e orientação para a busca de recursos que permitam aprofundar o conceito e a prática do investimento social conforme seu foco de atuação.

30 Rua Deodoro, 226, Ed. Marco Polo - sala Centro - Florianópolis Fone/Fax: (048) web site:


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