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EMEF ERNANI SILVA BRUNO PP - 2010. IDENTIFICAÇÃO EMEF ERNANI SILVA BRUNO Avenida Interativa, 100, Taipas, São Paulo, SP CEP: 02820-020 Telefone: (11)39723986.

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1 EMEF ERNANI SILVA BRUNO PP

2 IDENTIFICAÇÃO EMEF ERNANI SILVA BRUNO Avenida Interativa, 100, Taipas, São Paulo, SP CEP: Telefone: (11) Fax: (11) Telefone (orelhão do pátio): (11) CNPJ: / C.E.: GERFUNC: CCM:

3 Equipe Técnica Direção: Antonio Francisco de Paula Filho Situação Funcional: efetivo RF: Assistente de Direção: José Adolfo Salioni de Carvalho Situação Funcional: efetivo RF: Coordenadoras Pedagógicas: Edna de Oliveira Telles Situação Funcional: efetivo RF: Franciele Busico Barozzi Situação Funcional: efetivo RF:

4 HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 1º TURNO: 7H00 AS 12h00 2º TURNO: 13H30 AS 18H30 QUADRO DE CLASSES 1º TURNO: 09 SALAS (02 primeiros anos, 02 segundos anos, 02 terceiros anos e 03 quartos anos) 2º TURNO: 09 salas (03 quintos anos, 02 sextos anos, 02 sétimos anos e 02 oitavos anos)

5 FUNCIONÁRIOS E FUNCIONÁRIAS DA ESCOLA 35 PROFESSORAS E PROFESSORES 18 FUNCIONÁRIOS/AS (equipe técnica, secretaria, agentes, vigias) 05 funcionárias da limpeza (terceirizada)

6 HISTÓRICO Através do decreto de 17 de novembro de 1994, foi criada a Escola Municipal de Primeiro Grau de Vila Brasilândia, pelo então prefeito Paulo Salim Maluf, considerando a necessidade de dar atendimento a demanda escolar existente, verificada por meio de levantamento procedido pela Secretaria Municipal de Educação. Posteriormente a escola foi denominada EMEF Ernani Silva Bruno. A escola localiza-se em um Conjunto Habitacional de Desenvolvimento Urbano (CDHU), Vila Brasilândia, zona oeste. O patrono de nossa escola Ernani Silva Bruno foi historiador e sociólogo. Temos em nosso acervo livros elaborados por ele da coleção Equipamentos, usos e costumes da Casa Brasileira que nos foi cedido pelo Museu da Casa Brasileira.

7 CONTEXTO DA ESCOLA: COMUNIDADE E ENTORNO Comunidade de baixa renda Grande número de filhos por família (média de 6) Muitas famílias vindas de outros estados (principalmente norte e nordeste do país) Baixa escolaridade (grande número de pais/mães desistentes nas séries iniciais) Moradias feitas em mutirão, Conjuntos habitacionais e favelas.

8 CONTEXTO DA ESCOLA

9

10 QUADRO DE PROFESSORAS DO CICLO I 1AMARÍLIA 1BMARIANA 2AMARIA EUNILDES 2BVANEIDE 3AHELENICE 3BGISLENE 4AEDNA 4BGLAUCILAINE 4CALINE

11 QUADRO DE PROFESSORAS E PROFESSORES DO CICLO II 5A5B5C6A6B7A7B8A8B PORTTUGU ES César Claudia CésarClaudiaCésar MATEMÁTI CA Clóvis Ana HISTÓRIACilem ar InezCilemarInezCilemar INGLÊSMarce la ARTECamil a CIÊNCIASMarle ne Alexand re GEOGRAFI A Solan ge Josi Solange ED. FÍSICALourd es

12 PROJETO PEDAGÓGICO Diretrizes Educacionais: Construir na escola a idéia de que a ela compete construir e não reproduzir cultura. Considerar a experiência da comunidade e do aluno - caracterizada por grande complexidade- para que se persiga a qualidade que queremos. Reconhecer o direito dos/as alunos/as a se apropriar de conhecimentos científicos, filosóficos, artísticos e tecnológicos de forma não fragmentada (isso implica mostrar a presença das mulheres na história) Que o/a aluno/a possa apropriar-se do conhecimento na condição de sujeito de seu próprio processo, vendo respeitada e considerada sua identidade constituída por processos sociais e culturais extremamente complexos.

13 Carta de princípios da Unidade Estimulação à pratica coletiva buscando tornar comum entre educandos e seus responsáveis a solidariedade, objetivando a construção de uma sociedade justa e igualitária. Construção coletiva do conhecimento, uma vez que o educando carrega consigo saberes construídos em sua relação com a família, a igreja, grupo de amigos e outros elementos sociais. Sendo que este saber deve ser utilizado pela escola como matéria prima para aprofundamento de outros saberes estimulados pela pesquisa, discussão, leituras, escrita, pelo debate e pela intervenção de docentes, equipe administrativa e técnica.

14 Carta de princípios (continuação) Garantia de relações horizontais entre os componentes da comunidade escolar, objetivando a construção de uma escola laica, comprometida com a auto-determinação de todos e sobretudo com a formação da cidadania entre o público atendido, que são trabalhadores na sociedade na qual vivemos. Descentralização de ações, fortalecendo a atuação de órgãos colegiados e incentivando a criticidade e a ética nas relações inter- pessoais. Defesa da escola pública com qualidade, laica, crítica, autônoma e comprometida com a classe trabalhadora, permitindo que os educandos vivam a cidadania na escola, já no período de sua freqüência. Revendo a concepção da função da escola que forma o cidadão para o a cidadania, para o futuro. Desenvolvimento de um trabalho pautado no respeito às diferenças de etnia, classe, gênero, idade e religião, comprometida com a busca da eqüidade e de uma inserção cidadã, crítica e ativa na sociedade.

15 OBJETIVOS DA UNIDADE Priorizar a leitura e a escrita em todos os componentes curriculares, garantindo a competência dos alunos na leitura produção de textos nas diferentes situações comunicativas. Garantir um ensino público de qualidade aos educandos valorizando os aspectos culturais da comunidade e os construídos historicamente Garantir que a escola seja efetivamente utilizada para que os aspectos culturais desta comunidade sirvam e expressem seus saberes mais diversos. Que seja convocada a participar naquilo que sabe fazer no que tange à arte, a cultura, enfim, todos os aspectos sócio culturais.

16 Objetivos da Unidade (continuação) Permitir a todos educandos a possibilidade de acumular saberes além daqueles que construíram em sua vida, o que pressupõe que ele tem que ser visto (olhado) como um ser em potencial e que o olhar docente sobre ele seja resignificado para poder transformá-lo. Desenvolver com os/as alunos/as um trabalho sistemático com as tecnologias de informação e comunicação, utilizando a sala de informática e os laptop´s como instrumento mediador da construção do conhecimento e facilitador ao desenvolvimento dos objetivos expostos anteriormente, visando também, a inclusão digital dos/as educandos/as e de suas famílias.

17 QUESTÕES QUE DEVERÃO PERMEAR AS REFLEXÕES PARA A CONSTRUÇÃO DE NOSSO CURRÍCULO Temos em nossa sociedade uma grande arbitrariedade no que concerne aos modelos que são apresentados como norma, como dominantes. Isso se deve à relações de poder construídas a partir da produção de subordinação de alguns grupos em relação à outros. É o caso das mulheres, dos negros, dos pobres, dos homossexuais, entre outros. Essas discriminações geralmente são justificadas a partir de discursos que exacerbam características consideradas naturais, ou frases do tipo sempre foi assim..., tentando naturalizar algo que foi construído propositalmente para garantir a dominação de alguns grupos sobre outros.

18 QUESTÕES QUE DEVERÃO PERMEAR AS REFLEXÕES PARA A CONSTRUÇÃO DE NOSSO CURRÍCULO Diante disso, o que aparece como modelo ideal de identidade não problemática em nossa sociedade é o HOMEM – BRANCO – CLASSE MÉDIA URBANA – HETEROSSEXUAL – CRISTÃO – ADULTO. As identidades que se diferenciam desse padrão são consideradas como o outro, a anomalia, e essas diferenças são expressadas hierarquicamente, com sérios prejuízos para o que está fora da norma. Basta observarmos os símbolos culturalmente disponíveis: a mídia, a Tv, o cinema, revistas, jornais, escolas, universidades, etc), que geralmente acabam por reproduzir estereótipos e desigualdades. Isto posto, vale indagar: Quais os modelos presentes na escola? Ou quais os modelos valorizados pela escola? Será que nós estamos incluindo nossos alunos e alunas, respeitando suas diferenças e procurando dar oportunidades iguais à todos/as?


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