A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Indicações cirúrgicas e técnicas operatórias na valva MITRAL Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba Daniele Fátima Fornazari – E1 Março, 2008.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Indicações cirúrgicas e técnicas operatórias na valva MITRAL Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba Daniele Fátima Fornazari – E1 Março, 2008."— Transcrição da apresentação:

1 Indicações cirúrgicas e técnicas operatórias na valva MITRAL Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba Daniele Fátima Fornazari – E1 Março, 2008

2

3

4

5

6

7

8

9 Cirurgia da valva mitral

10 Anestesia e Monitoramento PAM PAM ECO transesofágico ECO transesofágico Cateter de artéria pulmonar Cateter de artéria pulmonar Se disfunção de VE ou cx longaSe disfunção de VE ou cx longa dose de narcóticos de duração dose de narcóticos de duração Suplementada com ag. inalatórios e sedação de ação = extubação precoceSuplementada com ag. inalatórios e sedação de ação = extubação precoce

11 Exposição da valva mitral Essencial para o sucesso da cx Essencial para o sucesso da cx Esternotomia mediana Esternotomia mediana Abre-se e repara-se o pericárdio Abre-se e repara-se o pericárdio Canulação (bicaval) Canulação (bicaval) Cardioplegia anterógrada e retrógrada Cardioplegia anterógrada e retrógrada Veias cavas (sup e inf) amplamente mobilizadas Veias cavas (sup e inf) amplamente mobilizadas

12 Exposição da valva mitral Torniquete ao redor de VCI – eleva lado D Torniquete ao redor de VCI – eleva lado D Campo fluidificado com CO2 a 6 L/min Campo fluidificado com CO2 a 6 L/min AE incisado paralelo sulco interatrial AE incisado paralelo sulco interatrial Afastador Afastador Exposição facilitada pela colocação de compressas entre o diafragma e a sup. do VE Exposição facilitada pela colocação de compressas entre o diafragma e a sup. do VE Pressão do VE expoem a comissura anterolateral p/ sut da anuloplastia Pressão do VE expoem a comissura anterolateral p/ sut da anuloplastia

13 Dissection of Sondergaards plane. Sondergaards plane should be dissected at least 2 to 4 cm from the right superior pulmonary vein for adequate exposure of the mitral valve.

14 Métodos alternativos para exposição Incisões alternativas Incisões alternativas Toracotomia ant lat DToracotomia ant lat D Abordagem transeptal extendidaAbordagem transeptal extendida Embora lese a a. do nó sinusal e o risco de ritmo juncional no PO, incidência de MCP definitivo não é > que na usual

15 Análise da valva ECO pré e per ECO pré e per Exame sistemático da valva Exame sistemático da valva Avaliação sistemática do anel Avaliação sistemática do anel Mobilidade dos folhetos Mobilidade dos folhetos Ganchos (friabilidade, prolapso ou retração) Ganchos (friabilidade, prolapso ou retração) Avaliação de m. papilares – alongamento e/ou ruptura Avaliação de m. papilares – alongamento e/ou ruptura

16 Mobilidade dos folhetos Classificação de Carpentier Dilatação do anel Perfuração Ruptura, alongamento de corda Ruptura, alongamento papilar Dilatação de VE Envolvimento ap. subvalvar - MR

17 Doença degenerativa da v. mitral Indicação + comum na AN e Europa Indicação + comum na AN e Europa Prolapso em 4 – 5% - 5% IM cirúrgica Prolapso em 4 – 5% - 5% IM cirúrgica 90% das degenerativas são corrigidas com reparo (PROLAPSO e DILATAÇÃO do ANEL) 90% das degenerativas são corrigidas com reparo (PROLAPSO e DILATAÇÃO do ANEL) Folheto posterior e suas cordas + atingidos Folheto posterior e suas cordas + atingidos Ruptura de corda posterior (achado + comum – 50%) Ruptura de corda posterior (achado + comum – 50%)

18 Técnicas cirúrgicas

19 Ressecção quadrangular Prolapso do folheto posterior Prolapso do folheto posterior

20 ...a remodeling annuloplasty ring is essential for all repairs. This is a fundamental concept of Carpentier and Duran, both of whom developed mitral valve annuloplasty rings early in the history of mitral valve regurgitation surgery and advocated remodeling of the distorted annulus as a key principle of mitral valve repair.

21 SAM – Systolic Anterior Motion do folheto anterior Ressecção quadrangular por dça degenerativa Ressecção quadrangular por dça degenerativa Excesso de tc nos folhetos Excesso de tc nos folhetos Linha de coaptação deslocada anteriormente Linha de coaptação deslocada anteriormente Anuloplastia rígida, flexível ou sem anuloplastia Anuloplastia rígida, flexível ou sem anuloplastia É potencializado por hipovolemia, vasodilatação e inotrópicos É potencializado por hipovolemia, vasodilatação e inotrópicos Melhora com retirada de inotrópicos, administração de ag que a pós carga, geralmente regride com o tempo Melhora com retirada de inotrópicos, administração de ag que a pós carga, geralmente regride com o tempo

22 Sliding – deslizamento Variante da ressecção quadrangular Variante da ressecção quadrangular Desenvolvido por Carpentier para previnir obstrução da VSVE causado pelo SAM Desenvolvido por Carpentier para previnir obstrução da VSVE causado pelo SAM Em pacientes com excesso de tc folheto posterior ou folheto com altura > 1,5 cm Em pacientes com excesso de tc folheto posterior ou folheto com altura > 1,5 cm a altura do folheto posterior, modificando para posterior o ponto de coaptação sistólica do folheto a altura do folheto posterior, modificando para posterior o ponto de coaptação sistólica do folheto

23

24 Prolapso do folheto anterior Transferência de cordas Transferência de cordas Neocorda Neocorda Encurtamento de cordas Encurtamento de cordas Ressecção do folheto anterior = raramente indicada Ressecção do folheto anterior = raramente indicada

25 Transferência de cordas A corda primária normal do folheto posterior ou a secundária do folheto anterior é transposta para suspender a região sem suporte do folheto anterior Desnecessárias medidas precisas das cordas

26 Chordal transfer. For an isolated flail anterior leaflet segment, first the prolapsed section of anterior leaflet is resected. An adjoining section of posterior leaflet is then resected and transposed over to the gap created by the anterior resection.

27 Neocorda Artificial PTFE chords for the anterior leaflet. (A) Pledgeted PTFE stitches are placed through a papillary muscle and brought through the leading edge of the anterior leaflet. Using the tented-up posterior leaflet (B), the correct length of artificial chord is created.

28 Encurtamento de corda Durabilidade diminuída pela possibilidade de ruptura da corda doente Durabilidade diminuída pela possibilidade de ruptura da corda doente

29 Edge-to-edge technique – Alfieris procedure The technique involves a braided polyester figure- of-eight stitch at apposition of A2 and P2.

30 Cirurgia minimamente invasiva Minimally invasive mitral valve repair. (A) Via a 6- to 8-cm skin incision, a lower hemisternotomy through the right second interspace is performed.(B) Venous cannulation is percutaneous with vacuum assist. Aortic cannulation, cross- clamping, and cardioplegia administration are performed in the standard manner

31 Reparo da valva mitral + FA % dos pacientes % dos pacientes FA < 1 ano = cura FA < 1 ano = cura FA > 1 ano = 80% recorrem FA > 1 ano = 80% recorrem Bloquear linhas de condução Bloquear linhas de condução Micro-ondas, radiofreqüência, criotermia e laser Micro-ondas, radiofreqüência, criotermia e laser Cox Maze III: cura em 80 – 100% Cox Maze III: cura em 80 – 100% Isolamento das veias pulmonares e lesões conectando o apêndice atrial ao anel mitral Isolamento das veias pulmonares e lesões conectando o apêndice atrial ao anel mitral Resultado limitado em AE e MR Resultado limitado em AE e MR

32

33 Troca de valva mitral Fixação segura sem danos a estruturas adjacentes (cx, nó AV, apêndice AE, v. aórtica) Fixação segura sem danos a estruturas adjacentes (cx, nó AV, apêndice AE, v. aórtica)

34 Exposure of the mitral valve. A. Location of Sondergaard s plane. B, C. Development of the interatrial plane. D. Location of the left atrial incision. E. Cross- sectional view.

35 Troca de valva mitral Preservação de músculos papilares e cordas = peq. efeito na função de VE, melhor por previnir lesão do no AV Preservação de músculos papilares e cordas = peq. efeito na função de VE, melhor por previnir lesão do no AV Neocorda = preservação do DC Neocorda = preservação do DC IM = preservar a interação músculo papilar-anel IM = preservar a interação músculo papilar-anel Suturas variam conforme a prótese: suturas evertidas (AE-VE-anel) - metálicas, e não-evertidas (subanular) - biopróteses Suturas variam conforme a prótese: suturas evertidas (AE-VE-anel) - metálicas, e não-evertidas (subanular) - biopróteses

36 Techniques to maintain annular– papillary muscle continuity. Techniques to maintain annular– papillary muscle continuity.

37 Suturing techniques for prosthetic mitral valve implantation. Noneverting (subannular) sutures placed from ventricle to atrium for bioprosthetic or Starr-Edwards valves.Everting (supra-annular) sutures placed from atrium to ventricle for bileaflet or tilting- disk valves

38 Taxa de mortalidade operatória troca de valva mitral

39 Insuficiência mitral funcional ou isquêmica associada à disfunção ventricular grave (tx) Insuficiência mitral funcional ou isquêmica associada à disfunção ventricular grave (tx) Benefício em tto cx Benefício em tto cx Técnicas cx (anuloplastia x troca de valva com preservação do aparatus subvalvar x ventricular restauração) Técnicas cx (anuloplastia x troca de valva com preservação do aparatus subvalvar x ventricular restauração)


Carregar ppt "Indicações cirúrgicas e técnicas operatórias na valva MITRAL Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba Daniele Fátima Fornazari – E1 Março, 2008."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google