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1 SEMINÁRIO: TERCEIRO SETOR – DA TEORIA À PRÁTICA SEMINÁRIO: TERCEIRO SETOR – DA TEORIA À PRÁTICA GESTÃO NAS ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR Prof. Victor.

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1 1 SEMINÁRIO: TERCEIRO SETOR – DA TEORIA À PRÁTICA SEMINÁRIO: TERCEIRO SETOR – DA TEORIA À PRÁTICA GESTÃO NAS ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR Prof. Victor Cláudio Paradela Ferreira

2 2 Características de uma ONG Possuir uma estrutura formal Possuir uma função sócio-política Estar localizada fora do aparato formal do estado Não destinar-se a distribuir lucros aferidos com suas atividades entre seus diretores Ser auto governada Envolver indivíduos em esforços voluntários

3 3 Apesar de se tratar de um fenômeno mundial, as ONGs brasileiras têm se destacado de forma especial pelo crescimento observado, tanto na quantidade de organizações existentes quanto na dimensão assumida pelos trabalhos por elas promovidos, pelo volume de recursos mobilizados e pelo número de pessoas empregadas, dentre outros indicadores. Expansão das ONGs

4 4 Papel na sociedade: Opção para o atendimento das graves carências sociais que precisam ser enfrentadas? Apropriação indevida de papéis típicos do Estado? Instrumento da expansão do neo- liberalismo? Fonte de corrupção e favoritismo?

5 5 Desvios de finalidade: Centros sociais de políticos Exploração de prestígio de personalidades Terceirização de pessoal Contratações sem licitação Superfaturamento Manipulação por quadrilhas

6 6 Teoria das Representações Sociais, de Moscovici: auxílio no entendimento da expansão das ONGs

7 7 Inquietações de Moscovici: Como é possível que os seres humanos se mobilizem a partir de algo que aparentemente supera a razão? Como é possível que sejam conhecimentos práticos a base para que as pessoas vivam suas vidas?

8 8 Proposta de Moscovici: Quebrar as barreiras entre a racionalidade e o senso comum, a razão e a emoção, o sujeito e o objeto

9 9 Destaque na Teoria: Percepção inovadora a respeito da integração entre os fenômenos perceptivos individuais e sociais

10 10 Foco da Teoria: Poder das idéias do senso comum, estudando as formas como as pessoas partilham o conhecimento, constituindo uma realidade comum entre si e transformando idéias em prática.

11 11 Representações sociais Uma representação pode ser definida como um conjunto de fenômenos perceptivos, imagens, opiniões, crenças e atitudes. O entrelaçamento dos vínculos entre esses elementos possibilita a atribuição de significados aos processos sociais e psicológicos. (Margot Madeira – 2001)

12 12 Núcleo Central das Representações Sociais O Núcleo Central é um subconjunto da representação social composto dos elementos cuja ausência desestruturaria a representação ou lhe daria uma significação completamente diferente. (Jean-Claude Abric)

13 13 Classificação das categorias: z Núcleo Central Ome < que a média Freqüência > que a média Sistema Periférico Ome > que a média Freqüência < que a média Ome > que a média Freqüência > que a média Ome < que a média Freqüência < que a média

14 14 Pesquisa: Representação Social de ONG por Formadores de Opinião do Município do Rio de Janeiro

15 15 Pesquisa realizada com formadores de opinião do Rio de Janeiro Professores Líderes religiosos Sindicalistas Autoridades – Executivo e Judiciário Políticos Jornalistas Total: 127 pessoas

16 16 Evocação de palavras: Forma de Processamento Na tabulação são consideradas a freqüência com que cada expressão foi citada e a importância a ela atribuída, calculando-se a ordem média de evocação (OME).

17 17 Ordem Média de Evocação (OME) 1) Multiplica-se a freqüência da evocação de cada palavra pelo número de ordem recebido 2) Somam-se todos os produtos 3) Divide-se a soma pelo total de evocações

18 18 Categorias componentes do núcleo central CATEGORIAFiOME Ajuda322,47 Sociedade292,10 Ação social271,89 Solidariedade232,13 Organização212,10 Ação prática192,11 Defesa de interesses172,24 Participação172,12 Picaretagem152,07 Alternativa92,11

19 19 Conclusões da Pesquisa: (Incluindo o levantamento da Representação Social, pesquisas de campo, bibliográfica e documental)

20 20 Há fortes indícios de que a redução da atuação do Estado verificada nos últimos anos seria uma das principais causas do crescimento das ONGs brasileiras.

21 21 Há divergência sobre a legitimidade e conveniência das ONGs assumirem papéis antes reservados ao Estado. Alguns criticam fortemente, outros percebem vantagens.

22 22 Embora relevante, a redução da atuação do Estado não é o único fator que tem contribuído significativamente para o crescimento das ONGs no Brasil.

23 23 A redemocratização do país revelou-se uma condição fundamental para o surgimento e a expansão das ONGs.

24 24 Têm ocorrido significativos repasses de recursos públicos para as ONGs, direta ou indiretamente.

25 25 Faz-se necessária uma legislação mais adequada, bem como uma maior fiscalização sobre as ONGs.

26 26 As ONGs oferecem oportunidades a seus fundadores e dirigentes de obtenção de diversos tipos de vantagens pessoais.

27 27 A representação social de ONGs pelos formadores de opinião é extremamente positiva, o que facilita a expansão dessas organizações.

28 28 Desafios da Gestão de Entidades do Terceiro Setor

29 29 Desafios Gerenciais Necessidade de levantar fundos Concorrência entre entidades Modelo de gestão adequado Baixa profissionaliza ção da gestão Pressões por resultados e impactos

30 MODELOS: Servem de exemplo ou normas em determinadas situações, favorecendo a organização e o ordenamento das partes que compõem um conjunto.

31 MODELOS DE GESTÃO: Têm como objetivo dotar as organizações de estruturas e processos capazes de auxiliar os gestores a superar as dificuldades inerentes ao processo administrativo e garantir o alcance dos objetivos institucionais

32 32 Modelo de Gestão O processo de gestão do terceiro setor pode se pautar pela lógica do mercado – da gestão estratégica, em vez da lógica da solidariedade comunitária – da gestão social? (Fernando Tenório – 1998)

33 DIMENSÃO ESTRATÉGICA: Análise ambiental Potencialidades e limitações Missão Visão Objetivos de longo prazo Valores Públicos Parceiros Estratégias de comunicação externa

34 DIMENSÃO ESTRUTURA: Normas e procedimentos Divisão em setores Divisão do trabalho Nível de centralização Formas de controle

35 DIMENSÃO PROCESSO DE TRABALHO: Atividades rotineiras Projetos especiais Planejamento Controles Sistemas de informação

36 DIMENSÃO FINANÇAS: Fontes de financiamento Canais de captação Campanhas especiais Controle de custos Mecanismos de controle Prestação de contas

37 DIMENSÃO GESTÃO DE PESSOAS: Critérios de seleção Treinamento Motivação Gestão do desempenho Gestão de cargos e salários Modelo de liderança Gestão da cultura Sistemas de comunicação

38 INDICADORES DA QUALIDADE DA GESTÃO: Eficiência Eficácia Efetividade Adaptabilidade

39 Contato: Victor Claudio


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