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1 Econ. Ieda Vasconcelos Reunião CIC FIEMG Novembro/2008.

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1 1 Econ. Ieda Vasconcelos Reunião CIC FIEMG Novembro/2008

2 2 A atual crise internacional teve início nos Estados Unidos, como uma crise no pagamento de hipotecas, avançou pela economia, ficou em estado de letargia por mais de um ano e acabou explodindo em meados de setembro/08, contaminando o mundo; Agravamento da crise americana aconteceu com a quebra do Banco Lehman Brothers. Se não fosse esse, seria outro. O sistema já estava quebrado; A crise já não é só internacional, ela é global; Os ajustes necessários não foram feitos: questões políticas; Diferentemente das crises mais recentes, a atual está concentrada em economias centrais; É a mais séria crise desde 1929.

3 3 A palavra-chave que levou ao colapso: alavancagem. A partir de cada dólar depositado, bancos de investimento passaram a fazer negócios num volume de 30 a 40 vezes maior do que poderiam pagar; A crise, que atingiu a corrente sanguínea da economia mundial (o crédito), possui várias fases. Estamos na primeira: falta de confiança. Isso dificulta a circulação do dinheiro (receio de empréstimos), encarecendo o crédito. Grande parte do sistema financeiro norte-americano encontra-se muito debilitado (quebrado) e o europeu também. É preciso ver o que sobrará para a Ásia; Ainda não se tem idéia precisa do tamanho dos estragos e nem como, de imediato, juntar todos os destroços; As soluções não são simples e entender o problema já é um grande avanço. O mundo está com uma pneumonia tripla.

4 4 O atual cenário global inevitavelmente provocará redução: do crescimento mundial; da alavancagem financeira de instituições; do crédito; do preço de ativos (realinhamento).

5 5 O PIB dos Estados Unidos encolheu 0,3% no terceiro trimestre, no segundo trimestre o PIB havia subido 2,8%. Apesar de negativo, o número ficou acima das expectativas de analistas, que esperavam queda de 0,5%. Espera-se para o 4º trimestre uma nova redução. É o pior resultado desde a baixa de 1,4% verificada no terceiro trimestre de 2001, quando os EUA sofreram uma aguda crise. Os números indicam o que a economia mundial mais temia, apesar de já se esperar: a maior economia do planeta caminha para uma recessão, ou pelo menos uma forte desaceleração. Tecnicamente, um país entra em recessão após dois ou três trimestres de PIB negativo.

6 6 A economia americana eliminou 240 mil postos de trabalho em outubro (este foi o décimo mês consecutivo de redução de vagas no país). De janeiro a outubro houve corte de 1,2 milhão de empregos no país, sendo que mais da metade desta perda foi registrada nos últimos três meses; As vendas de veículos despencaram nos EUA com a crise : GM registrou queda de 45% em suas vendas em outubro, o qual considerou o pior mês para suas atividades nos últimos 25 anos. Perdas bilionárias na indústria automobilística americana. O FMI refez suas projeções no início de novembro e divulgou que o crescimento mundial será de 3,7% em Para 2009 a alta deverá ser de 2,2% (a previsão anterior, divulgada há apenas um mês, era de 3%); A desaceleração, causada pela crise global, será puxada especialmente pelos países desenvolvidos que terão queda no PIB de 0,3% em 2009, de acordo com o FMI.

7 7 China anunciou pacote econômico de US$586 bilhões : Estímulo à sua economia, de 4 trilhões de yuans, para ser usado até 2010, para impulsionar a demanda doméstica. Os investimentos serão concentrados em infra-estrutura e bem-estar social. O pacote abrangerá programas como, casas para pessoas de baixa renda, infra-estruturas rurais, rede transporte, ambiente, inovação tecnológica. A produção industrial na França caiu 0,5% em setembro. Na Espanha ocorreu declínio de 8,8% e na Itália a queda foi de 2,1%. Já na Alemanha o recuo observado foi de 3,6%. Secretário Tesouro Americano (Henry Paulson), anunciou que o pacote de US$700 bilhões também deve ser usado para auxiliar empresas fora do setor bancário;

8 8 Países em recessão : A lemanha – Recuo de 0,5% do PIB no terceiro trimestre, depois de redução de 0,4% no segundo. Resultados dos problemas enfrentados pelo país: dependência acentuada das exportações e consumo reduzido. Itália – Recuo de 0,9% do PIB no terceiro trimestre, depois de queda de 0,4% no período anterior; Irlanda – Recuo de 0,5% do PIB no segundo trimestre ; Letônia – Recuo de 0,5% do PIB no segundo trimestre ; Estônia – Recuo de 0,1% do PIB no terceiro trimestre; Japão: Queda de 0,1% no PIB no terceiro trimestre, depois de uma contração de 0,9% no segundo trimestre; Países ameaçados Reino Unido – Queda do PIB: 0,5% no terceiro trimestre; Espanha – Queda do PIB: 0,2% no terceiro trimestre; Holanda – crescimento nulo no terceiro semestre, o segundo consecutivo.

9 9 1 mês atrás o FMI tinha divulgado que o economia mundial cresceria 3% em 2009 e o Brasil 3,5%.

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11 11 O Federal Reserve (Fed, o BC americano) reduziu sua taxa de juros para 1% ao ano, nível visto pela última vez em maio de 2004; O Banco da Inglaterra (BC inglês): a taxa básicas de juros passou de 4,5% para 3%. O corte de 1,5 ponto percentual foi o maior desde março de 1981; O Banco Central Europeu (BCE) reduziu a taxa básica de juros na zona do euro em 0,5 ponto percentual, para 3,25% ao ano, com o objetivo de impulsionar o crescimento econômico; O Banco do Povo da China (BC do país) também adotou a redução da taxa de juros de depósitos e empréstimos. A taxa de juros dos empréstimos foi reduzida em 0,27 ponto percentual para 6,66% ao ano ; Brasil: mantém a taxa em 13,75% ao ano.

12 12 Fonte: Folha On Line – 29/10/2008

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14 14 Reunião G-20 Na declaração final da Cúpula do G20, cujos países representam 85% da economia mundial, os líderes se comprometeram a realizar uma reforma dos mercados financeiros por maior transparência e regulação, e que promova uma maior integridade no sistema; Documento fala em comprometimento de aplicar medidas fiscais para estimular as economias nacionais, e lista algumas áreas que devem ser priorizadas antes de 31 de março de As prioridades apontadas são: a reforma dos aspectos da regulação que colaboram para a crise, as normas de contabilidade, a transparência dos mercados derivados, as práticas de remuneração e a avaliação das necessidades de capital das instituições financeiras internacionais.

15 15 Diante da crise o medo da insolvência se espalhou; O Brasil ainda não tem problemas de solvência, mas de liquidez, que ocorre em função do empoçamento do dinheiro (crédito). As instituições financeiras não estão emprestando o dinheiro disponível: temor/momento de instabilidade/falta de confiança; O medo da insolvência está fazendo os agentes se comportarem como se o Brasil tivesse um problema de solvência; No mundo todo o dinheiro está indo para os títulos do governo americano (pouca rentabilidade, mas muita segurança).

16 16 Pontos importantes na economia nacional: O sistema financeiro nacional não se envolveu na compra dos chamados subprimes (ativos podres), o que, a principio, gera uma certa tranqüilidade para os bancos brasileiros; O sistema bancário nacional não é excessivamente alavancado como o americano e europeu; A desaceleração que se vislumbra atinge, mais fortemente, os países desenvolvidos. Países como a China, Índia e Brasil, apesar das dificuldades que enfrentarão, podem ganhar novo destaque com a crise.

17 17 Pontos importantes na economia nacional: O país é um grande exportador de commodities minerais e agrícolas. Num futuro pode-se pensar nas commodities energéticas (petróleo e etanol). Por este motivo o Brasil pode exercer posição privilegiada na retomada do crescimento da economia mundial; O atual nível de reservas proporciona ao Banco Central maiores condições de atuação nas flutuações do câmbio; O Brasil está em uma situação melhor que a da maioria dos outros países nesse momento de crise: possui uma larga margem de depósitos compulsórios e uma maior regulação de seu sistema financeiro.

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19 19 Setores que o Governo Federal tem considerado como estratégicos/prioritários para que a economia continue andando: Exportação; Agricultura; Construção civil; Indústria automotiva.

20 20 Reflexos já sentidos no país: Queda no preço das ações (em função das incertezas e do grande colapso financeiro, investidores internacionais tendem a vender seus papéis de maior risco com o objetivo de fazer caixa e honrar os compromissos. Além disso, o país sente os efeitos da desvalorização no preço das mercadorias básicas) ; Alta do dólar (chegou a R$2,40) – volatilidade do câmbio; Contração do crédito externo; Encarecimento do crédito interno de uma forma geral (destaque veículos, imóveis). No Brasil, o principal efeito da crise: a dificuldade em se obter crédito.

21 21 Alta do dólar pressionou e a inflação medida pelo IGP-DI subiu 1,09% em outubro ante elevação de 0,36% em setembro; De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) ocorreu uma retração de 11,6% nas vendas de veículos no país em outubro em relação a setembro, e de 3,7% contra outubro de 2007; Alguns setores antecipam férias coletivas e revêem contratação de final de ano; Alguns investimentos em compasso de espera; A maioria dos dados relativos ao mês de outubro (produção industrial, emprego formal, lançamentos, vendas de imóveis, entre outros) ainda não foram divulgados. É eles que possibilitarão enxergar alguns reflexos concretos da crise na economia real.

22 22 Bolsa em nível de eletrocardiograma: falta de previsibilidade e tendência dos acontecimentos.

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24 24 Algumas medidas adotadas no Brasil: Mudanças nas regras dos depósitos compulsórios, com o objetivo de aumentar a oferta de crédito na economia; Criação de uma linha internacional de crédito para auxiliar os exportadores; O Banco do Brasil antecipou R$5 bilhões em crédito para o setor agrícola; R$10 bi do BNDES para reforçar o capital de giro de exportadores; R$5 bi do Banco do Brasil para capital de giro de pequenas e médias empresas; R$21 bi de folga de caixa nas empresas com o adiamento do pagamento de tributos; R$4 bi do Banco do Brasil para o financiamento de automóveis; R$5,25 bi do FAT para pequenas empresas e agricultura familiar.

25 25 Algumas medidas adotadas no Brasil: Banco Central do Brasil e o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) anunciaram uma linha de swap (troca) de dólares americanos por reais no valor de US$ 30 bilhões. Segundo o BC, essa linha será utilizada para incrementar os fundos disponíveis para as operações em dólares feitas pelo BC no Brasil. Este swap evidenciou que o Brasil é importante para a estabilidade da economia mundial.

26 26 Algumas medidas adotadas no Brasil: A Caixa Econômica Federal vai liberar R$ 2 bilhões para financiar bens de consumo diretamente no varejo (eletrodomésticos, eletrônico, móveis, TV e vídeo, além de material de construção). Alguns Estados tem adotado medidas para amenizar os efeitos da crise global em suas economias, como, por exemplo: O Governo de São Paulo lançou linha de crédito de R$4 bilhões para indústria automobilística, através do Banco Nossa Caixa. O Governo de Minas Gerais divulgou um conjunto de medidas, como a prorrogação do prazo para recolhimento do ICMS e a ampliação das linhas de crédito do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) para combater os efeitos da crise internacional na economia mineira.

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28 28 Relatório Focus: pesquisa realizada semanalmente pelo Banco Central, com analistas do mercado financeiro, e mostra as perspectivas para a economia nacional (2008 e 2009) através de vários indicadores.

29 29 O Governo autorizou os bancos brasileiros em geral a direcionar 5% do saldo da poupança para capital de giro das construtoras; Atualmente os bancos são obrigados a aplicar 65% do saldo da poupança em financiamento imobiliário. Esses 5% (que pode corresponder a cerca de R$10 bilhões) poderão ser abatidos deste total; A Caixa já divulgou que poderá destinar R$3 bi para esta modalidade; Conselho do FGTS aprovou orçamento de R$27,4 bilhões para Em 2008 o orçamento foi de R$17 bilhões. O FGTS vai investir R$11,8 bilhões no financiamento habitacional no próximo ano. Somente para habitação popular foram aprovados R$7,4 bi, enquanto orçamento 2008 foi de R$4,4 bi.

30 30 A Caixa Econômica Federal ampliou o limite de financiamento para compra de material de construção de R$7.000 para R$ O empréstimo tem juros de 6% a 8,16% ao ano, de acordo com a faixa de renda. MP 443: Autoriza a criação da empresa Caixa – Banco de Investimentos S/A. Por intermédio desse futuro banco de investimento, a Caixa poderá adquirir participações societárias no capital de qualquer empresa, inclusive do setor de construção. Equívoco: o setor da construção civil estranha este fato. MP 443: Comprar partes de empreendimentos imobiliários por meio de Sociedade de Propósito Específico (SPE). Esta poderia ser uma boa opção, mas foi dificultada pela MP – condicionada a eventualidade da criação da CaixaPar. A MP 443 permite ainda ao Tesouro Nacional conceder crédito adicional de R$3 bi ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) para garantir capital de giro às empresas contratadas pelo setor público para execução da obras do PAC.

31 31 Mercado imobiliário: redução das expectativas; O setor sofre com o empoçamento do crédito; Reflexos devem ser sentidos especialmente no segundo semestre de 2009: período onde poderá se observar, nos indicadores, os investimentos postergados. O setor trabalha para minimizar os impactos da crise, mas reconhece que eles serão sentidos, assim como a economia de uma forma geral.

32 : Um ano de ajustes; A situação externa é extraordinariamente frágil; 2008 registrará um crescimento significativo, isso é inegável. Mas também é inegável que as atividades econômicas em 2009 perderão velocidade: reflexos da crise internacional e dos aumentos na taxa básica de juros, iniciados em abril. Importante: menor crescimento não significa recessão. No Brasil, até o momento, não há previsões concretas de recessão. Mas é unanimidade que o crescimento será bem mais modesto no próximo ano. Recessão: Tecnicamente, os economistas consideram que há recessão quando o PIB cai 02 ou 03 trimestres consecutivos.

33 33 Desaceleração do PIB nacional. O consumo das famílias e o investimento das empresas, dois dos principais pilares de expansão da economia nos últimos anos, cresceram justamente pela grande oferta de crédito. Com menos crédito, gasta-se menos, a produção reduz e o crescimento é menor. De 5,2% previsto para o crescimento do PIB em 2008 a expectativa é 3% em 2009: desaceleração. O que fazer? O Brasil deveria aproveitar o momento e avançar nas reformas tributária, previdenciária e trabalhista. Isso fortaleceria o processo de confiança. O Brasil tem a oportunidade de se destacar.

34 34 O que tranqüiliza em relação ao setor da construção/financiamento habitacional: As características do crédito imobiliário no país; 2% do PIB, enquanto, nos EUA, ultrapassa 60%; A concessão de crédito no país é muito criteriosa. Financiamento menor do que o valor do imóvel e comprometimento da renda até 30%; No Brasil os recursos para o financiamento imobiliário são definidos pelo FGTS e pela poupança, fontes que tem regras próprias; O volume de recursos disponíveis para o financiamento imobiliário para o comprador de imóvel não deverá ser reduzido; O mercado secundário no Brasil é muito incipiente, ainda está sendo construído.

35 35 O que preocupa de uma forma geral: O efeito empoçamento do crédito: existe o dinheiro, mas os agentes estão receosos em fazer os negócios. É o medo da insolvência que paralisa o crédito; Crédito mais caro: financiamento imobiliário: algumas instituições já aumentaram juros; O crédito ficou mais raro e caro num momento em que os agentes econômicos (setor privado, consumidores) trabalhavam com expectativas positivas para o futuro. Resultado: desaceleração das atividades econômicas;menor investimento e menor consumo. Menor crédito, menor demanda. Economia crescendo menos, menor geração de empregos, menor crescimento da renda, adiamento de compras de longo prazo.

36 36 Diante do novo cenário, desenhado a partir da segunda quinzena de setembro/08, a construção civil também deverá registrar um menor crescimento de suas atividades em 2009 (crescimento superior a 8% em 2008 e possivelmente menor do que 5% em 2009); Mesmo com a manutenção das obras do PAC, preocupa o menor crescimento do país, porque pode ensejar em menor investimento, menor geração de renda e emprego; Se considerarmos que uma das fontes de recursos era via mercado de capitais isso significa menor volume de recursos disponíveis para o setor.O último IPO de empresa de construção ocorreu em outubro do ano passado; 2009: ano de ajustes, desaceleração econômica. Mas não será o fim do mundo. Neste novo cenário: planejamento das empresas é fundamental.

37 37 Trecho do artigo: A crise sem lágrimas de Delfim Netto Publicado no Valor Econômico – 11/11/2008 Vamos ousar. O crescimento de 2009 não está escrito nas estrelas, nem está na história de No caso brasileiro, temos condições um pouco melhores do que a maioria dos países emergentes: temos energia interna para sustentar um nível certamente menor, mas não catastrófico, da atividade econômica sem sacrificar o "espírito de desenvolvimento" que ressuscitamos apenas em O que será 2009? Não, necessariamente, o que os analistas prevêem. Ele será o que formos capazes de fazer dele com nossa inteligência e ousadia. E isso exige uma ação decidida e mais ágil do Estado para: 1) dar "conforto" ao setor privado financeiro e real para tomar os seus riscos; e 2) não reduzir os investimentos do PAC, ainda que isso custe um corte duro nas despesas de custeio, obviamente excluídas as políticas sociais.

38 38 Fase 1: Superar a crise de confiança. Fase 2: Impactos macroeconômicos da fase 1: Adaptar ao fato de que o mundo vai mandar menos dinheiro para o Brasil; O preço das commodities deve reduzir; A taxa de câmbio vai subir. Não nos patamares atuais, mas superior ao verificado anteriormente; A inflação poderá ficar pressionada; Juros poderão ficar mais altos; Fase 3: Como o Brasil viverá sem o grande fluxo do capital externo.

39 39 A duração das fases no Brasil vai depender da velocidade com que o mundo vai se ajustar e da capacidade do Governo Federal e do setor privado concentrar esforços para resolver as novas questões apresentadas; 2009 será consumido com o ajuste externo e interno; No médio prazo, o Brasil precisará conviver com: Câmbio mais alto do que os patamares anteriores a crise; Menor crescimento da economia; Inflação poderá ficar pressionada.

40 40 Depois de crescer 5% em 2007 no país, vários indicadores demonstram o bom dinamismo das atividades da construção em 2008: perspectivas de crescimento em torno de 8,5% neste ano; Números expressivos na geração de vagas formais; Incremento do financiamento imobiliário; Aumento no número de lançamentos de imóveis e no número de unidades vendidas; Crescimento no faturamento da indústria de materiais de construção; Aumento na produção de insumos típicos do setor. O setor da construção conta com uma cadeia produtiva evoluída, moderna e competitiva; Menor crescimento em Entretanto, o setor busca reduzir ao máximo os impactos do atual turbulência internacional em suas atividades.

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43 43 No meio do atual tsunami financeiro internacional é necessário confiar que o Brasil de hoje é diferente do Brasil de ontem. O país avançou, apesar das fragilidades. A estabilidade macroeconômica, câmbio flutuante, crescimento da renda, maior geração de empregos formais, controle da inflação e reservas internacionais fortalecem a esperança. Outro aspecto importante: o país não abusou da grande causa da derrocada mundial, o excesso de alavancagem. Apesar disso, preocupa a duração da fase falta de confiança. Não há sistema que resista. O cenário com maior probabilidade de acontecer, demonstra que o Brasil escorrega em função da crise, mas consegue se levantar. Neste contexto, a previsão de crescimento do PIB gira em torno de 3% e a inflação dentro dos limites da meta: 5,2%.

44 44 A economia mundial crescerá menos em O Brasil crescerá menos em Está se formatando uma desaceleração das atividades econômicas. Mas, esse menor crescimento não significa recessão. O país precisará conviver com menor volume de crédito mundial e possíveis pressões inflacionárias; Neste momento de instabilidade internacional é natural que as empresas e pessoas em geral fiquem mais cautelosas; Para a construção civil a perspectiva também é de crescimento menor em 2009, com redução dos lançamentos imobiliários e unidades vendidas. Por outro lado o Governo sinaliza a manutenção das obras do PAC. Setor continuará crescendo, mas com velocidade menor; O planejamento das empresas é fundamental. Deve-se traçar o caminho a ser seguido e estudar as direções a serem tomadas; O Governo Federal acerta ao incentivar a construção civil: setor estratégico para o desenvolvimento do país (extensa cadeia produtiva e grande gerador de mão-de- obra).

45 45 Lembrando uma frase do saudoso Chico Xavier: Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim. Mãos à obra Brasil.


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