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CARTOGRAFIA Prof. Jane Ilce. F USOS HORÁRIOS ( TEÓRICO )

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Apresentação em tema: "CARTOGRAFIA Prof. Jane Ilce. F USOS HORÁRIOS ( TEÓRICO )"— Transcrição da apresentação:

1 CARTOGRAFIA Prof. Jane Ilce

2 F USOS HORÁRIOS ( TEÓRICO )

3 E SCALAS Podemos definir Escala como a representação da realidade no mapa, em que será necessário criar uma correspondência entre o tamanho real do terreno a ser representado e as dimensões do seu papel. A escala pode ser representada de duas formas : a numérica e gráfica. Ex : Escala Numérica: 1: 100. Mas o que quer dizer?

4 Quer dizer que a cada 1cm no mapa eu tenho 1m na realidade, por cada um centímetro representar um metro eu tenho uma grande quantidade de detalhes, ou seja, quanto menor o valor numérico da escala, maior será a quantidade de detalhes deste mapa. Ao tempo que, quanto maior o valor numérico da escala, menor serão os detalhes apresentado no mapa. Quanto maior for o espaço representado, mais genéricas serão as informações. Em contrapartida, quanto mais reduzido o espaço representado, mais particularizadas serão as informações

5 M APA DO B RASIL exemplo, um mapa do Brasil abaixo: Mapa do Brasil

6 Ou seja, a Escala numérica 1: , assim temos uma pequena quantidade de detalhes sobre o Brasil, no entanto conseguimos visualizar, todos os Estados, bem como outros países, como Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela que compõe o Mercosul (Mercado Comum do Cone Sul ) que é a união de países a fim de estabelecer metas econômicas, monetárias, sociais, políticas e culturais, é bem claro que este bloco ainda não alcançou todos seus objetivos trataremos disso em outro momento.

7 Mapas em diferentes escalas servem para diferentes tipos de necessidades: mapas em pequena escala (como 1: ) proporcionam uma visão geral de um grande espaço, como um país ou um continente; mapas em grande escala (como 1:10.000) fornecem detalhes de um espaço geográfico de dimensões regionais ou locais. Por exemplo, em um mapa do Brasil na escala 1: , qualquer capital de estado será representada apenas por um ponto, ao passo que num mapa 1: aparecerão detalhes do sítio urbano de qualquer cidade.

8 Existe uma outra forma de representar a escala: a forma gráfica. A escala gráfica aparece sob a forma de uma reta dividida em várias partes, cada uma delas com uma graduação de distâncias. A sua utilidade é a mesma da escala numérica. Essa escala gráfica indica que 1 centímetro no papel corresponde a 20 quilômetros na superfície representada.

9 PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS Os sistemas de projeções cartográficas foram desenvolvidos para dar uma solução ao problema da transferência de uma imagem da superfície curva da esfera terrestre para um plano da carta, o que sempre vai acarretar deformações. Os sistemas de projeções constituem-se de uma fórmula matemática que transforma as coordenadas geográficas, a partir de uma superfície esférica em coordenadas planas, mantendo correspondência entre elas.

10 Não existem projeções melhores ou piores. Cada uma se adapta a determinadas finalidades. Mas nenhuma resolve o problema da representação da curvatura da Terra numa superfície plana. Apesar dos problemas que todas apresentam, sem essas projeções seria impossível a reprodução plana do globo terrestre. Lembre-se :"por trás de cada mapa, sempre existe um conteúdo Político-Ideológico".

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12 P ODEM SER CLASSIFICADAS : Projeções semelhantes ou conformes : mantém as formas mas distorcem as áreas. Projeções equivalentes : mantém as áreas mas distorcem as formas. Projeções equidistantes : as distâncias são representadas corretamente, mas há distorções das formas e das áreas. Projeções afiláticas ou indeterminadas : distorcem pouco cada uma das dimensões ( formas, áreas e distâncias), sendo úteis para fins didáticos.

13 FORMAS DE PROJEÇÃO Projeções planas ou azimutal: Uso de uma superfície plana para planificar a superfície da Terra. A projeção azimutal é usada, em geral, para representar as regiões polares e suas proximidades e para localizar um país na posição central, tornando possível o cálculo de sua distância em relação a qualquer ponto da superfície terrestre. O emblema da ONU é uma projeção azimutal.

14 PROJEÇÃO PLANA : AS DEFORMAÇÕES SÃO PEQUENAS NAS PROXIMIDADES DO PONTO DE TANGÊNCIA, MAS AUMENTAM COM O DISTANCIAMENTO DESTE PONTO.

15 Projeção Cônica : Um cone imaginário em contato com a esfera é a base para a elaboração do mapa. Os meridianos formam uma rede de linhas retas convergentes nos pólos e os paralelos formam círculos concêntricos. Essa projeção é utilizada para representar partes da superfície terrestre, como o trecho de um continente.

16 NA PROJEÇÃO CÔNICA, AS DISTORÇÕES PRÓXIMAS AO PARALELO DE CONTATO COM O CONE SÃO PEQUENAS E AUMENTAM À MEDIDA QUE AS SUPERFÍCIES REPRESENTADAS SE DISTANCIAM DESSE PARALELO. continente.

17 Projeção Cilíndrica : Esta representação é obtida com a projeção da superfície terrestre, com os paralelos e os meridianos, sobre um cilindro em que o mapa será desenhado.paralelos e os meridianos Ao ser desenrolado, apresentará sobre uma superfície plana todas as informações que para ele foram transferidas. Seria como copiar as características de um globo para uma forma curva que você pode cortar aberta e estender plana - um cilindro.

18 A PROJEÇÃO CILÍNDRICA CONFORME CONSERVA A FORMA DOS CONTINENTES, DIREÇÕES E ÂNGULOS, MAS ALTERA A PROPORÇÃO DAS SUPERFÍCIES, COMO É O CASO DA PRIMEIRA PROJEÇÃO ELABORADA POR MERCATOR.ÂNGULOS.

19 A PROJEÇÃO CILÍNDRICA EQUIVALENTE PRESERVA O TAMANHO REAL DA SUPERFÍCIE REPRESENTADA, MAS NÃO MANTÉM AS FORMAS, DIREÇÕES E ÂNGULOS, COMO É O CASO DA PROJEÇÃO DE PETERS.

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21 PROJEÇÃO DE MERCATOR

22 Nesta projeção os meridianos e os paralelos são linhas retas que se cortam em ângulos retos. Manteve as formas dos continentes mas não respeitou as proporções reais. Nela as regiões polares aparecem muito exageradas. Favorece as desigualdades econômicas, pois amplia de maneira desigual, e aumenta mais o Hemisfério Norte. Excelente para a navegação. Perfeita nos ângulos e formas. Coloca a Europa no centro do mapa (Eurocentrismo).

23 PROJEÇÃO DE PETERS

24 Alterou as formas em para manter as reais proporções dos continentes. Apesar de deformar a forma dos continentes, esta projeção mantém a área proporcional dos continentes, mais próxima do tamanho real. Destaque ao continente Africano no centro do mapa. Propostas de Peters: Valorização do mundo subdesenvolvido, mostrando sua área real.

25 PROJEÇÃO PLANA AZIMUTAL POLAR

26 O plano da projeção é um plano tangente à esfera terrestre. Os paralelos são círculos concêntricos e os meridianos retos irradiam-se do pólo. Muito boa para representar os pólos que ficam distorcidos em outras projeções. Distorce muito as áreas mais distantes do seu centro.

27 PROJEÇÃO AZIMUTAL EQUIDISTANTE

28 Nesta projeção, centrada em São Paulo, os ângulos azimutais são mantidos a partir da parte central da projeção. Neste caso as distâncias do mundo todo em relação ao Brasil estão corretamente representadas. As formas e áreas, porém, estão bastante distorcidas.

29 PROJEÇÃO DE ROBINSON Equador. É a projeção mais usada nos atlas atuais.

30 PROJEÇÃO DE ROBINSON Com o objetivo de aperfeiçoar as características da projeção de Mercator nas superfícies das regiões de alta latitude, Arthur H. Robinson criou a sua projeção, em Com Robinson, os meridianos são colocados em linhas curvas, em forma de elipses que se aproximam quanto mais se afastam da linha do Equador. É a projeção mais usada nos atlas atuais. É uma projeção afilática, isto é, não reserva as áreas, as formas ou as distâncias. As distorções das formas e áreas não são muito extremas, produzindo um planisfério bem equilibrado em termos visuais.

31 T IPOS DE C ARTOGRAFIA Cartografia Sistemática : tem como objetivo produzir mapas com o máximo de precisão possível ou, pelo menos, com distorções controladas. Cartografia Temática : O objetivo é a utilização de mapas de base, geralmente produzidos pela cartografia sistemática, para a representação de temas variados da geografia física ou humana, assim como qualquer outro dado que possa ser expresso de forma espacial.

32 Segundo o cartógrafo brasileiro Marcelo Matineli, os dados representáveis espacialmente podem ser divididos de acordo com três aspectos : -> aspecto qualitativo : quando os dados apontam elementos diferentes e não ordenáveis entre si. Ex: mapa de recursos minerais.

33 -> aspecto ordenado : quando o que importa expressar no mapa é uma ordem entre os dados considerados, sem que o tamanho tenha uma importância específica. Ex : mapa com ordem de alguns eventos, como a ordem da inclusão de novos países da União Européia. -> aspecto quantitativo : quando o que importa representar não é apenas a ordem, mas a intensidade dos dados referentes a cada lugar. Ex: Mapa que representa o tamanho da população de cada capital do Brasil.

34 ASPECTO QUALITATIVO

35 ASPECTO ORDENADO

36 ASPECTO QUANTITATIVO

37 Os três aspectos podem aparecer isolados ou combinados em mapas temáticos. A busca da cartografia temática é utilizar símbolos, tons, cores, formas e outros elementos gráficos para expressar os diferentes dados nestes três aspectos qualitativo, quantitativo e ordenado. Vejamos a forma de utilização de cada elemento gráfico : símbolos, linhas e cores.

38 S ÍMBOLOS Podem ser utilizados para expressar a presença e localização de algum fenômeno natural ou social. Alguns são claros e universais como o aeroporto, outros nem tanto como as ferrovias e rodovias, todos representando o aspecto qualitativo. Já os símbolos que representam as cidades menores, principais cidades e capitais representam um aspecto claramente ordenado.

39 S ÍMBOLOS

40 L INHAS As linhas compõem o próprio mapa, são elas que demonstram as limites entre os municípios, estado ou países. Seu significado pode mudar de acordo com elementos como cor, espessura e continuidade/descontinuidade. São usados também como isolinhas que são linhas traçadas sobre pontos do mapa que tem o mesmo valor em relação ao dado considerado. Assim :

41 Isóbaras -> linhas que ligam pontos de igual pressão atmosférica. Isotermas -> linhas que ligam pontos de igual temperatura média. Isoietas -> linhas que ligam pontos de iguais níveis de chuva. Curvas de nível -> são as mais comuns e representam pontos de mesma altitude, podendo representar a altimetria, que é a variação das altitudes continentais ou a batimetria, que é a variação das altitudes oceânicas.

42 C URVAS DE NÍVEL

43 C ORES As cores ou tonalidades de cinza podem ser usadas para expressar os aspectos qualitativos, quantitativos ou ordenados. Para demonstrar o aspecto qualitativo as cores podem seguir o mesmo tom, mas não devem ter graduação para não dar a idéia de intensidade. Se o objetivo for representar o aspecto ordenado ou quantitativo, as cores devem ser degradée, isto é, um aumento ou diminuição da intensidade da cor. O mais importante é a força da cor e não a cor em si.

44 F ORMAS E TAMANHOS A preocupação da cartografia temática não é a precisão do tamanho ou do formato das áreas representadas, mas a expressão dos dados. Anamorfismo ->quando ocorre o desprezo pelas formas e tamanhos originais do local representado, mudando-os de acordo com os dados obtidos do local. Serve para representar dados em seu aspecto quantitativo, sendo que o tamanho das áreas representado de proporcional aos dados conhecidos.

45 A NAMORFOSE

46 G RÁFICOS NO MAPA Consiste na inserção de gráficos no mapa. Pode ocorrer de o mapa de base servir apenas como apoio aos gráficos, que realmente contêm os dados referentes ao lugar sobre o qual ele foi inserido.

47 M APA COM GRÁFICOS


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