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VISITA ABERTA. As culturas antigas constatavam humildemente que sem o calor de uma comunidade bem atenta o doente não podia se curar. Então eles o cercavam.

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1 VISITA ABERTA

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3 As culturas antigas constatavam humildemente que sem o calor de uma comunidade bem atenta o doente não podia se curar. Então eles o cercavam de atenção, criavam um ninho, uma qualidade de cuidados, para suscitar de novo o vivo dentro dele. JP Rességuier

4 Situação atual Visita como elemento que obstrui o trabalho do hospital, um peso a mais, uma demanda que deve ser contida. Falta de estrutura física e elementos humanos destinados ao acolhimento dos visitantes. Dificuldade de compreensão da função do visitante na reabilitação do doente.

5 Pressuposto : Ver o outro como sujeito Permite à pessoa receber uma confirmação da própria existência Não é uma coisa a mais, é uma necessidade vital: receber de uma testemunha uma confirmação da própria existência ( uma subjetividade precisa ser objetivada) Sem este olhar a pessoa fica enfraquecida e a vida se perde

6 Por quê redimensionar o espaço da visita em um Hospital ? Captar melhor os dados do contexto de vida do doente e do momento existencial dele. Ajudar na identificação das necessidades do doente, através da fala dos familiares, compondo o quadro dos seus principais problemas.

7 Manter a inserção social do doente durante toda a internação espaço protegidoPermitir desde o início e neste espaço protegido a integração das mudanças provocadas pelos motivos da internação. O fato do hospital se colocar como um espaço protegido redimensiona e controla as manifestações extremas dos familiares.

8 Espaço protegido Espaço protegido : É um espaço percebido pela pessoa como sendo um lugar onde a integridade da própria vida fica assegurada e promovida. Os profissionais da saúde são os promotores e guardiões deste espaço. Os familiares, percebendo os cuidados dos profissionais da saúde para manter a qualidade deste espaço, poderão naturalmente prolonga-lo até a casa, fazendo também do espaço da casa um lugar reabilitativo, um verdadeiro ambiente de vida ajustado à situação atual.

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10 Visita Visita : contexto de vida na família e na comunidade eElemento que contribui para que no doente seja mantida a continuidade entre o contexto de vida na família e na comunidade e o ambiente hospitalar. contexto pessoal de vidaÉ também um elo de ligação do paciente com seu contexto pessoal de vida. continuidade da vidaAs visitas reforçam a continuidade da vida da pessoa internada.

11 O contexto de vida pessoal O contexto de vida pessoal é uma qualidade lá dentro do paciente. É o espaço da própria vida, é o seu ambiente de ser. É o seu mundo de representações, que faz um com sua identidade. Tudo isso precisa a cada instante de uma confirmação com o eco do contexto exterior.

12 Contexto de vida na família e na comunidade aA visita traz o cheiro do exterior para dentro do hospital, fazendo uma instituição onde a continuidade da vida fica respeitada Assim a instituição mantém ativo o grau de responsabilização dos familiares em relação ao doente, neste momento particular da sua existência. A volta para casa acontecerá naturalmente.

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14 Quando uma pessoa entra em um hospital ela não tem mais os ecos que tinha no seu cotidiano para ser confirmada. Tudo o que, vindo do contexto exterior, pode permitir uma confirmação do íntimo, uma restituição e estabilização do espaço de vida individual, vai contribuir no seu tratamento.

15 Os tecidos recebem os ecos da presença do familiar, falando no silêncio... estou aqui com você.

16 Dispositivos: Visitas incluídas como parte do plano de cuidados do doente. Equipe multidisciplinar para acolhimento da visita, dando instrumentos para potencializa-la na sua qualidade. Adequação de locais para que os doentes em condições possam receber os visitantes fora do leito.

17 Dispositivos : Equipe de referência para considerar demandas específicas – visitas fora do horário determinado, número de visitantes fora do estabelecido, etc. Presença de um integrante da equipe de cuidados no momento da visita.

18 A visita passa a ser parte do tratamento do doente, contribuíndo para fazer deste espaço e deste momento de vida um ambiente plenamente reabliltativo.

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20 Não ser nocivo ao outro é o primeiro ato de uma compaixão autêntica

21 Bibliografia : Jean-Paul Rességuier : Bases de aplicação prática da Reabilitação Integrada – Anais do Congresso Internacional IMR – Florença, Ed. IMR 2004 Padre Claude Larre : conferência na Fundação Ling – Lausane-Suíça, Projeto Paidéia – Humanização da Assistência no Hospital Mário Gatti- documento de implantação.


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