A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Ato ou efeito de educar. Processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral. Civilidade, Polidez.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Ato ou efeito de educar. Processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral. Civilidade, Polidez."— Transcrição da apresentação:

1

2 Ato ou efeito de educar. Processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral. Civilidade, Polidez

3 Educação = Escola ? Educação = Escola ? Definições de Educação = Processo de um aprendizado Definições de Educação = Processo de um aprendizado A educação é a ação consciente que permite a um ser humano desenvolver as suas aptidões físicas e intelectuais bem como os seus sentimentos sociais, estéticos e morais, com objetivo de cumprir, tanto quanto possível, a sua missão como homem ; é também o resultado dessa ação. A educação é a ação consciente que permite a um ser humano desenvolver as suas aptidões físicas e intelectuais bem como os seus sentimentos sociais, estéticos e morais, com objetivo de cumprir, tanto quanto possível, a sua missão como homem ; é também o resultado dessa ação.

4 Educação se distingui da INSTRUÇÃO. Educação Espontânea. Ou seja suas ações podem ensinar alguém. A primeira instrução é realizada em casa. FAMÍLIA.

5 Resta o núcleo primitivo onde educar significa atingir o indivíduo em profundidade, na camada ante- intelectual do seu ser, do seus hábitos, emoções e afeições primarias. Admita-se que hoje essa educação primordial e profunda é responsabilidade da família. Será????? Hoje as pessoas são muito influenciadas por outras pessoas.

6

7

8 Inclusão Digital ou infoinclusão é a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Entre as estratégias inclusivas estão projetos e ações que facilitam o acesso de pessoas de baixa renda às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A inclusão digital volta-se também para o desenvolvimento de tecnologias que ampliem a acessibilidade para usuários com deficiência. tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Entre as estratégias inclusivas estão projetos e ações que facilitam o acesso de pessoas de baixa renda às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A inclusão digital volta-se também para o desenvolvimento de tecnologias que ampliem a acessibilidade para usuários com deficiência. Dessa forma, toda a sociedade pode ter acesso a informações disponíveis na Internet, e assim produzir e disseminar conhecimento. A inclusão digital insere-se no movimento maior de inclusão social, um dos grandes objetivos compartilhados por diversos governos ao redor do mundo nas últimas décadas. Dois novos conceitos são incorporados as políticas de inclusão digital: a acessibilidade de todos às TIs (e-Accessibility), neste caso, não somente a população deficiente; e a competência de uso das tecnologias na sociedade da informação (e-Competences).[1]

9 Os discursos contrários à política de cotas se pautam basicamente em dois elementos que não se sustentam: o primeiro seria que ao invés do ingresso de negros através da política de cotas, o fundamental seria a melhoria substancial do ensino médio no Brasil que garantiria uma equiparação de saberes para os alunos que pretendem ingressar em uma universidade através do vestibular; e o segundo, como desdobramento do primeiro, seria que no Brasil a diferenciação entre os ingressantes em uma universidade e aqueles que não conseguem sucesso no vestibular estaria pautada na diferença econômica, ou seja, a entrada em uma universidade pública dependeria exclusivamente do poder aquisitivo do aluno e a economia despendida em sua formação escolar.

10 Estes dois argumentos fazem parte do discurso comum, daqueles que se pronunciam contrários ao sistema de cotas e não possuem muita coisa a acrescentar; o primeiro argumento de que é necessário uma melhoria do ensino no Brasil é um discurso de décadas, ou seja, aguarda-se a melhoria também a décadas ao passo em que a exclusão permanece; defendemos tal argumento e o que se apresenta como proposta para que isto se efetue? Quase nada! Não peça aos movimentos de inserção do negro que abandonem suas políticas efetivas em troca da espera; não espere a acomodação na esperança da equiparação da formação escolar dos alunos oriundos de escolas públicas em relação aos oriundos de escolas particulares. A exclusão do negro da Universidade Pública é latente!!!!!!!! Percebam o perigo deste argumento, na medida em que nos reduz a paciente do processo, sendo que o que a comunidade negra no Brasil precisa é da aplicação de medidas imediatas, independente se for para reparação do mal que se faz até hoje a esta comunidade ou se para realmente começarmos a dar um fim a exclusão do negro no ensino superior brasileiro.

11 Sobre o segundo argumento que trata sobre a desigualdade social, mas é claro que o pobre é que não consegue ingressar em uma universidade pública, entretanto mesmo entre os pobres, o número de negros pobres está 47% acima dos brancos, ou seja, existem mais pessoas miseráveis negras do que brancas, e entre estas, os negros são os de menor salário e poder aquisitivo; a remuneração para um mesmo cargo é diferente entre negros e brancos. A maioria (na realidade, uma minoria) dos alunos oriundos de escolas públicas que conseguem entrar em uma universidade pública no Brasil são brancos, ou seja, mesmo entre aqueles que conseguem vencer a diferença, os negros são minoria.

12 Segundo o físico Moysés Nussenzveig, a pessoa que recebe educação de qualidade, automaticamente tem cultura, poder de discernimento e pensamento próprio. Devido a isso, ela sabe separar um bom do mau político, zelar pela sua saúde, brigar por seus direitos. "A educação deve ser a preocupação número um do Brasil, porque é ela que dá origem a todo o resto", afirma.

13 è TRABALHO èFamília èSociedade èSe você tem uma boa Educação, o resto será conseqüência.

14

15 É no período da infância que se inicia o preparo para a vida adulta: o desenvolvimento do intelecto, o cultivo das emoções, a aprendizagem da convivência, a integração da personalidade. É nesta etapa também que devemos iniciar o processo de educação sexual. Há uma diferença fundamental entre educação e informação sexual. A informação fala à mente, fornece conhecimentos imprescindíveis para que o indivíduo possa racionalmente manejar sua existência. A educação, por sua vez, dirige-se à pessoa global, suas emoções, seus instintos Ela sedimenta os conceitos intelectuais, permitindo sua elaboração em profundidade, de acordo com as nuances de personalidade de cada indivíduo. Portanto, é fundamental que ambos, pai e mãe, possam assumir esta tarefa de educar sexualmente seus filhos, não só pelo discurso, mas sobretudo pelo exemplo cotidiano. Ao assumir esta importante responsabilidade junto aos seus filhos, não transferindo-a para a escola, os amigos ou a televisão, mostramos a eles que sexo não é uma coisa para aprender às escondidas, mas um tema ligado à vida e à afetividade e que pode ser discutido abertamente, num clima de amor, compreensão e harmonia.

16 A educação sexual constitui um dos temas transversais propostos nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN/MEC). É um assunto polêmico, que envolve questões de foro íntimo, mas a escola tem o dever de orientar os alunos e esclarecer suas dúvidas a esse respeito. Aids, métodos contraceptivos, Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e a descoberta do próprio corpo e da sexualidade são questões a serem abordadas em sala de aula.

17 Educação,Educação, Vem de casa...

18 Educação Pública O papel da família não é ensinar, mas educar. Não permitir que a criança falte na escola, acompanhar as tarefas escolares, levar a criança para a escola bem agasalhada e bem alimentada e em paz de espírito, participar das atividades que a escola propõe. Se a família cumprir com esse papel, já é o suficiente. Inês, 19/8/2007 Os pais, primeiramente, têm que se fazer presentes na vida escolar de seus filhos participando das reuniões escolares e expondo as dificuldades encontradas por eles, para que educador e professor trabalhem em conjunto. Daiane, 8/8/2007 A melhor contribuição que os pais podem dar aos professores é educar os seus filhos, porque isto não é tarefa para o professor. O papel do educador é auxiliar, orientar e intermediar. A educação vem de casa. Sueli Bianchi, 31/7/2007

19 Reescrevendo a Educação Reescrevendo a Educação Ao longo de 2006, o projeto Reescrevendo a Educação: Propostas para um Brasil Melhor incentivou o debate sobre a questão do ensino no Brasil, promovendo uma interação entre articulistas de expressão e a sociedade. Ao fazermos um balanço desse primeiro ano de trabalho, ficamos muito orgulhosos em constatar o interesse despertado pelo tema, a riqueza das discussões e o engajamento dos participantes. Porém, ainda há muito a ser feito e é por isso que não vamos parar por aqui. No momento, está sendo finalizado o livro que documentará todo o histórico do projeto e as propostas apresentadas. Em breve, disponibilizaremos o conteúdo dele aqui no site, para que todos possam ter acesso, e divulgaremos as ações a serem realizadas em É com o comprometimento de todos que conseguiremos mudar a realidade de nosso país. Portanto, a você, que se preocupa e trabalha em prol de um ensino de qualidade para a população brasileira, o nosso muito obrigado! Editora Ática e Editora Scipione Site:

20

21 O Sistema Educacional Brasileiro Educação Infantil Destinada a crianças de 0 a 6 anos de idade. Compreende creche e pré- escola. Ensino fundamental (1º Grau) Abrange a faixa etária de 7 a 14 anos e com duração de 8 anos. É obrigação do Estado garantir a universalidade da educação neste nível de ensino. Ensino médio (2º Grau) e médio profissionalizante Duração variável entre 3 e 4 anos.

22 Analfabetismo Funcional : Analfabeto funcional é a pessoa que possui menos de quatro anos de estudos completos. Na América Latina, a UNESCO ressalta que o processo de alfabetização só se consolida de fato para as pessoas que completaram a 4ª série. De acordo com essa definição, em 2002 o Brasil apresentava um total de 32,1 milhões de analfabetos funcionais, o que representava 26% da população de 15 anos ou mais de idade.

23 Taxa de freqüência escolar O Brasil chegou ao final do século XX com 96,9% das crianças de 7 a 14 anos de idade na escola. Entretanto, em 2002 apenas 36,5% das crianças de zero a seis anos de idade freqüentavam creche ou escola no país. O percentual ainda é menor se levarmos em conta as crianças de zero a 3 anos de idade. Destas, apenas 11,7% estão matriculadas em creche ou escola.

24 Na tabela abaixo, você encontra as proporções de crianças e jovens que freqüentam escola, segundo as faixas etárias, para o Brasil e as cinco grandes regiões: Fonte: Síntese de Indicadores Sociais Taxa de freqüência à escola ou creche da população residente Total0 a 6 anos7 a 14 anos15 a 17 anos Brasil 31,7% 36,5%96,9%81,5% Nordeste 35,5%37,7%95,8%79,9% Sudeste 29,2%38,6%97,8%83,8% Sul 29,3%33,6%97,9%78,8% Centro- Oeste 32,5%30,7%97,1%80,3%

25

26 Endereço: Rua Canio Rizzo, 100 Bairro: Vila Sônia Cidade: São Paulo - SP Oficina de Artes Gráficas Oficina de Ciências da Informática Montagem e Manutenção de Microcomputadores Oficina de Confeitaria Sabor & Arte Oficina de Instalação Elétrica Residencial Oficina de Técnicas Administrativas Oficina de Técnicas em Panificação

27 Unidade Projeto Viver Rua Clementine Brenne, 857 – Jardim Colombo – São Paulo – SP Unidade Crescer Sempre – Paraisópolis Rua Pasquale Gallupi,939 – Paraisópolis – São Paulo - SP

28


Carregar ppt "Ato ou efeito de educar. Processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral. Civilidade, Polidez."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google