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A SOCIEDADE VISTA DO ABISMO: novos estudos sobre exclusão, pobreza e classes sociais José de Souza Martins Professora: Camila Diniz.

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1 A SOCIEDADE VISTA DO ABISMO: novos estudos sobre exclusão, pobreza e classes sociais José de Souza Martins Professora: Camila Diniz

2 O autor situa a sua perspectiva de análise nas ásperas irregularidades do tecido social e indica nelas a dimensão cognitiva e função metodológica para decifrar e explicar sociologicamente os enigmas de uma sociedade de extremos.

3 Considera que o conceito exclusão (inconceituável, impróprio, vago e indefinido) veio substituir a ideia sociológica de processo de exclusão, atribuindo-se mecanicamente todos os problemas sociais e distorcendo a questão que pretende explicar. Afirma que o uso da concepção de exclusão social é um meio indireto de reconhecer algo de difícil reconhecimento; Explica que, talvez pudéssemos negar a existência da exclusão: o que existem são vítimas de processos sociais, políticos e econômicos excludentes.

4 Caracteriza o conceito de quando concebida como um estado fixo fatal e incorrigível e não como expressão de contradição do desenvolvimento da sociedade capitalista, a exclusão cai sobre o destino dos pobres como uma condenação irremediável; Essa mesma exclusão fala de situações objetivas de privação, mas não nos fala tudo nem nos fala o essencial

5 A concepção de Abismo descrita pelo autor tem função metodológica, pelas revelações que podem ser sociologicamente obtidas quando o pesquisador se situa na perspectiva das populações cuja vida se desenrola nos extremos das situações sociais adversas.

6 Reflete que a partir dela não se luta por transformações sociais, mas sim em favor de relações sociais existentes, mas inacessíveis a uma parte da sociedade. Afirma que discutindo a exclusão deixamos de discutir as formas pobres, insuficientes e, às vezes, até indecentes de inclusão; (Qual o sentido de falar em duas ordens de realidade, dos incluídos e dos excluídos, se ambas são produzidas por um mesmo processo econômico que, de um lado, produz riqueza e, de outro, miséria? )

7 Afirma que a sociedade capitalista tem como lógica própria tudo desenraizar e a todos excluir porque tudo deve ser lançado no mercado. Ela desenraiza e exclui para depois incluir segundo as suas próprias regras. É justamente aqui que reside o problema: nessa inclusão precária, marginal e instável;

8 O período de passagem do momento da exclusão para o momento da inclusão implica certa degradação e, segundo Martins, a sociedade moderna vem criando uma grande massa de população sobrante que tem poucas chances de ser novamente incluída nos padrões atuais de desenvolvimento, ou seja, o período de passagem entre exclusão e inclusão, que deveria ser transitório, vem se transformando num modo de vida permanente e criando uma sociedade paralela que é includente do ponto de vista econômico e excludente do ponto de vista social, moral e até político;

9 Martins sugere a existência de uma sociedade dupla, abrigo de duas humanidades: uma humanidade constituída de integrados, ou seja, de uma população de pobres e ricos inseridos nas atividades econômicas e com lugar garantido no sistema de relações sociais e políticas; E uma sub-humanidade, incorporada por meio do trabalho precário no trambique, no pequeno comércio, no setor de serviços mal pagos ou, até mesmo, excusos e que se baseia em insuficiências e privações que se desdobram para fora do econômico.

10 Afirma que muitas pessoas estão integradas economicamente, mesmo que de forma precária, mas que criam um mundo à parte, pois estão separadas por categorias sociais rígidas que não oferecem alternativa de saída e que fazem crescer a consciência de que para elas não há justiça; Para Martins, a inclusão até acontece no plano econômico, pois a pessoa ganha algo para sobreviver, mas não ocorre no plano social e não ocorre sem causar deformações morais. Exemplo: crianças que se prostituem em Fortaleza ilustra essa situação: por um lado, elas estão inseridas no mercado possível de uma sociedade excludente, mas o serviço que prestam compromete sua dignidade e viola seus direitos. É exatamente o caso delas que revela o lado oculto ou que nós queremos ocultar dessa inclusão: elas se integram economicamente, mas se desintegram moral e socialmente e na questão dos direitos;

11 A concepção de Abismo descrita pelo autor tem função metodológica, pelas revelações que podem ser sociologicamente obtidas quando o pesquisador se situa na perspectiva das populações cuja vida se desenrola nos extremos das situações sociais adversas.

12 1 – Reflexão Crítica Sobre o Tema da Exclusão Social Tema exclusão que fazem parte de um conjunto sistêmico de categorizações imprecisas hoje em dia utilizadas para definir aspectos mais problemáticos da sociedade Contemporanêa; Exclusão: Categoria Social : Qualidade sociologicamente identificável nas pessoas e nas relações sociais; ( Atributo Trabalhador assalariado)

13 Martins afirma que como atributo poderia corresponder a certa consciência social (consciência de classe) nas próprias vítimas da exclusão: Mas não é o que acontece: A categoria excluído não é verificável na prática, na vivência dos chamados excluídos; Afirma que não há o reconhecimento da própria vitima do processo; O excluído não se reconhece em seu problema/ questão vivenciada;

14 Problema da sociologia:Faz compreender os encontros e desencontros que há entre situação social e consciência social ( Viver na situação e não ter compreensão suficiente); Segundo o autor estas questões (situação social e consciência social) dependem da circunstância social e histórica, o que favorece ou não que o sujeito tenha esta compreensão; Fragilidade como um componente que contribui com estas situações; ( Desemprego)

15 Identifica que há uma necessidade de ocultar o problema social atrás da concepção de exclusão, sem reconhecer a diversidade e a real necessidade; Agentes da pastorais, militantes de causas humanitárias..... Nesta busca imprecisa de uma palavra que diga o que os pobres são ao invés de precisa que diga o que os pobres querem? ( Pag27)

16 Exclusão como um conceito sistêmico, mais que uma definição precisa de problemas, ela expressa uma incerteza e uma grande insegurança teórica na compreensão dos problemas sociais da sociedade contemporânea;

17 Basicamente, exclusão é uma concepção que nega a História, que nega a práxis e que nega à vítima a possibilidade de construir historicamente seu próprio destino, a partir de sua própria vivência e não a partir da vivência privilegiada de outrem. A idéia de exclusão pressupõe uma sociedade acabada, cujo acabamento não é por inteiro acessível a todos. Os que sofrem essa privação seriam os excluídos

18 Afirma que a sociedade capitalista tende a um padrão de relações sociais de tipo contratual e igualitário; ( sociedade do contrato) Oposto a uma sociedade pré capitalista estamental de tipo comunitário; sociedade do trato não do contrato, desigualdade natural das pessoas) Características da Sociedade do Contrato: Igualdade Jurídica; Regulação da vida pelo mercado invisível e impessoal; Capital pode se desenvolver precisando menos do trabalhador; Transformação da família em trabalhador coletivo;

19 Martins, afirma que o sistema econômico não se sente obrigado a pagar pelos problemas sociais que cria, a contrapartida do trabalho livre é hoje a contrapartida do lucro livre e socialmente irresponsável; A responsabilização da família pelo custo social que o capitalismo impõe;

20 Categoria exclusão se nutre pela contradição mal compreendida e mal resolvida, e pelo aparato ideológico ( através das fragilidades e adversidades que dominam o momento histórico; Operário é classe social ( se vê) X Excluído não é ( não se vê) Diferenças: categoria sociológica, relativa ao efetivo e objetivo sujeito social e histórico, sujeito de contradições, que personifica possibilidades históricas – trabalhador assalariado

21 Excluído: Rótulo Abstrato Afirma que discurso sobre a exclusão é o discurso dos integrados ao sistema, tanto na economia quanto aos valores que lhe correspondem; capitalista e socialmente crítico; Aponta duas orientações interpretativas para o conceito de exclusão: Transformadora ( vitima da exploração capitalista, apropria desigualdade da riqueza produzida)

22 Busca uma saída para a exclusão de forma transformar as questões; Reflexão: quem não está incluído não pode ser protagonista das virtualidades de transformação da sociedade, de realização daquilo que é historicamente possível;

23 Orientação Conservadora:continuação do existente. Relaciona-se ao debate sobre a marginalidade social e a diluição da identidade do trabalhador; A mudança social sobrepõe o excluído ao trabalhador : resultado o trabalhador perde a sua visibilidade como tal; Seus protagonistas estão nos lugares de miserabilidade que foram produzidos pela urbanização vinda do desenvolvimento econômico;

24 Afirma que essa diversificação da realidade social e a difusão de formas degradadas da vida trazem para o primeiro plano de análise social e da consciência política personagens bem diversas do que é a classe operária e de sua promessa histórica de que ela é portadora; Consequências: a reprodução se faz sem a presença destes. Extremo histórico da coisificação da pessoa e de sua alienação; As situações se apresentam, sem que eles façam alterações;

25 Importante: As categorias excluídos e exclusão são categorias da orientação conservadora!!!!! Não tocam as contradições, apenas lamentam;

26 O Excluído é captado pela sociedade que o rejeita na forma de consumidor (residual); Mudança Social relacionada ao ascenção social dos grupos pobres por meio do trabalho agora está no consumo; Resultado: Mudança na forma da pobreza ( Valores estão na aparência); ( História possível- aquilo que consigo x História irremediável)

27 Sociedade Contemporânea: Defini-se o consumo ostensivo é o meio da afirmação social e da definição da identidade; O que marca o homem na sociedade moderna é a IDENTIDADE; Quem se incomoda com a exclusão social é a classe média militante;

28 Cada um é o que parece ser e não o que é de fato ( Martins,2001)

29 Critica sobre as forma de protesto popular, identificando que são um clamor pela integração para a sociedade de consumo e da alienação; Sociedade alternativa:??? Não Existe, não supera o atual somente o reafirma; Os protestos sociais políticos são realizados em nome dos excluídos com a finalidade de providências e políticas de integração a sociedade que os excluí.

30 Pede-se habitação, terra, reestruturação da família, emprego, tudo que reproduz e conforma a sociedade atual; Excluído é produto e expressão : não é contradição de sua condição de marginalizado; Se resolve na reprodução e não na transformação da sociedade que o vitima;

31 Martins ressalta que devemos nos livrar de estereótipos que nos enganam e que ao invés de expressar uma prática – a exclusão – acabam por induzi-la e, mais ainda, que é necessário modernizarmos a sociedade, revolucionando suas relações arcaicas, ajustando-as de acordo com as necessidades do homem, e não de acordo com as conveniências do capital; Alternativa é a busca pela transformação e não pela reprodução;

32 Preo A inserção no mundo do TER E DO PARECER faz com que esteja ampliando as condições para este acesso, tais como a deliquência; Fazendo com que não se sintam excluídos; O uso de recursos ilícitos para integrar- se; Problema: Deterioração dos valores éticos que deveriam permear as relações sociais;

33 Segundo o autor a questão da exclusão social se insere no âmbito das discussões de ordem autoritária e intolerante; Critica do autor: a busca pela inclusão não está nos excluídos, mas sim na classe média que a procura;

34 Diferenciação social que vem sendo desenvolvida na sociedade o autor caracteriza como duas humanidades, conforme já visto; uma humanidade constituída de integrados, ou seja, de uma população de pobres e ricos inseridos nas atividades econômicas e com lugar garantido no sistema de relações sociais e políticas; uma sub-humanidade, incorporada por meio do trabalho precário no trambique, no pequeno comércio, no setor de serviços mal pagos ou, até mesmo, excusos e que se baseia em insuficiências e privações que se desdobram para fora do econômico. Isso quer dizer que muitas pessoas estão integradas economicamente, mesmo que de forma precária, mas que criam um mundo à parte, pois estão separadas por categorias sociais rígidas que não oferecem alternativa de saída e que fazem crescer a consciência de que para elas não há justiça

35 A ordem capitalista é desumano com todos( Martins,2001) A categoria exclusão expressa, ao mesmo tempo, uma verdade e um equívoco. Revela o superfulo e oculta o essencial A exclusão não diz respeito aos excluídos, mas sim a impressão superficial sobre o outro trazido pelos ditos incluídos;

36 Exclusão social se relaciona com a sobrevivência; Para sua interpretação o autor afirma que é necessário uma compreensão; e não impor uma compreensão já construída a partir de uma impressão; Chama atenção para a questão da vitimização;

37 Segundo o autor a luta contra a exclusão, pela centralidade desse conceito na teoria e na prática, é uma luta conformista:Os integrados são a referência. Critica do autor quanto a concepção de exclusão: adesão dos excluídos à sociedade de consumo e sua cooptação pela fragilidade;

38 Exclusão: è uma concepção que nega a história, nega a práxis e que nega à vítima a possibilidade de construir historicamente seu próprio destino a partir de sua própria vivência privilegiada de outrem; A ideia de exclusão pressupõe uma sociedade acabada, cujo fim não é acessível a todos;

39 O autor identifica a sociedade como um processo contínuo de estruturação e desestruturação; Rupturas= EXCLUSÃO Núcleo acumulação de capital e a contrapartida é a privação social e cultural Os processos sociais são excludentes, mais não há exclusões irremediáveis;

40 Preocupação legitima com a Exclusão Social: Indica ao direito a sociedade, o da sociedade definir como os excluídos devem ser incluídos; ( Inclusão = participação como direito e como dever) O discurso da exclusão se mostra ser a favor das transformações sociais, mais na verdade é a favor das relações sociais existentes, mais inacessíveis a uma parte da sociedade.

41 2- Situações Diferenciais de classe Social – Operários e Camponeses Trata sobre uma proposta pedagógica de promoção humana junto a populações pobres nas regiões sertanejas do país; Experiência de um projeto que tratava sobre a discussão das questões sociais trazidas por diversos atores; Questões entre latifundiários – Igreja- camponeses – universidade

42 Produção de Conhecimentos, considerando a diversidade de ação; Objetivo: difundir os valores da civilização e da sociedade moderna no momento da ditadura militar, que o considera; O autor ao longo do texto considera o contexto político, social e econômico do Estado Brasileiro ao longo do período da ditadura militar; Situação da violação de direitos; ampliando a concepção do direito costumeiro ( população rural);

43 Implicações entre os participantes ( influência da doutrina católica, tradições de classes sociais)= não reconhece a condição do processo histórico no sujeito; Debate entre os atores sociais participantes ( comissões e agentes das pastorais) – Limitação de reconhecer as questões no âmbito local além de sua relação com a questão ideológica;

44 Impasse entre a Igreja Luterana e a Igreja Católica em conseguir romper com o missionarismo de pronto- socorro, ocasional difuso, praticadas nas fazendas e abrigos dos donos de terras; Problema reconhecido:Ausência do olhar dos participantes que vão além da visão urbana da realidade social;Entendimento somente que a classe operaria busca mudanças sociais;

45 Comparação de classes sociais Operários e Camponeses Diversidade Social (Inserções, Econômica, mentalidades e possibilidades, atuação social e histórica das classes sociais) Rotulo:Trabalhador Conceito vago

46 Categoria Social é definida através particularidades; Autor afirma a importância de reafirmar e reconhecer as categorias sociais, na sua diversidade; sem generalizar; Ausência do aparecimento das categorias, está relacionada as fragilidades ( fraqueza social e histórica); Diferenciação Social é o que determina a estrutura social de classes;

47 Quadro comparativo sobre as diferenças sociais e estruturais sob o aspecto da categoria social;(pag 85)

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52 3- O Problema das Migrações e da Exclusão Social no Limitar do 3ª Milênio Desenraizamento da migração e suas consequências sociais; A exclusão em si mesma como fenômeno isolado é uma ficção. Não se pode existir sociedade capitalista baseada na exclusão; TODA A DINÂMICA SOCIEDAETÁRIA SE BASEIA EM PROCESSOS DE EXCLUSÃO PARA INCLUIR;

53 Os problemas que aparecem não são relativos à migração de um lugar para o outro, mas são relativos aos empecilhos à migração de uma posição social a outra no interior da sociedade; Deslocamento social que existe no deslocamento espacial = fatores sociais culturais, políticos embutidos nesta migração;

54 Faz parte da sociedade capitalista destruir tudo que não faz parte das relações capitalistas; O capitalismo excluir para incluir no viés econômico; Tudo tende a ser reduzido a mercadoria para se integrarem a sociedade capitalista;(pag120) Ou vende sua força de trabalho ou compra a força de trabalho; São incorporadas a trabalhar mais não em consumir; Não há sobrevivência no capitalismo sem consumir;

55 O capital produz para vender e por isso não se pode falar em exclusão; Problema: o tempo de incluir o excluído esta demorando mais! ( desempregados e os trabalhadores expulsos pela robotização- Exemplo maquinas de tickets de cinema)Pág 122; Para o autor o problema não está na exclusão e sim na inclusão; Quais as formas de inclusão! Preço moral e social da inclusão marginalizada;

56 Afirma que o trabalho passou a ter um lugar secundário no conjunto do processo de reprodução do capital, sem envolver a moral e o social do capitalista; O trabalhador aceita ser incluído para sair do falso sentimento de exclusão, reduzindo as relações em precárias e instáveis visando garantir a SOBREVIVÊNCIA.

57 4- A VIDA EM PARENTESÊS – Migrações internas no mundo contemporâneo Migrante não apenas quem migra,mas o conjunto da unidade social de referência do migrante que se desloca ( pag. 145) A exclusão, de que migrações são um momento fundamental, deixa de ser temporária e se torna um modo de inserção degradada; Migrações e sua transformação em problemas sociais;

58 Migrante não apenas quem migra mais o conjunto da unidade social de referência do migrante que se desloca; A nova cara das migrações: A diferença com as transformações positivas que as migrações possam promover, e de certo modo promoveram no passado e ainda residualmente promoveram no passado e que ainda residualmente promoverem, está no fato de que são migrações que desagregam sem transformar;

59 Afirma que as migrações internas campo- cidade, não são somente as questões sobre as migrações; Os que foram e os que ficaram Migrações somente no campo estatístico, mais sim como unidades sociais; O moderno entra como aparência, como cultivo de trajes, do calçado... O crescimento da delinquência nas grandes cidades não está diretamente ligada aos migrantes primários de primeira geração. Vitimas da sociabilidade; Migrante e Vitima;(pag144)

60 Os migrantes disposto a aceitar condições de vida; São migrantes portanto que colocam temporariamente entre parênteses o sentido de pertencimento e voluntariamente se sujeitam a situações de anomia, de supressão de normas e valores sociais de referência;( Pag144) Migrações e Problemas Sociais A excludência como modo de vida; O ato de migrar como expulsão; Antes migra para mudança de vida, hoje temos a concepção como parte do processo de queda;

61 5- A Escravidão na Sociedade Contemporânea – A reprodução ampliada e anômala do capital e a degradação das relações de trabalho. Discussão sobre o trabalho escravo como um componente residual do passado; Afirma que a escravidão como um componente secundário do processo de reprodução ampliada do capital estão se encontrando com sobrevivências culturais do passado, que levam a uma refuncionalização da servidão.

62 Servidão por dívida e as formas não contratuais de exploração do trabalho continuam tendo função nos setores intermediários e pobres da economia. A terceirização do trabalho coloca esses setores a serviço do grande capital e das grandes empresas; Sistema de Exploração- Dinâmica do Capitalismo

63 Afirma que: A escravidão contemporânea é de certo modo, constitutiva desse desenvolvimento, forma de ampliar e extremar a eficácia dos mecanismos de acumulação; (Pag. 153) Lógica de acumulação capitalista = formas não contratuais de emprego e força de trabalho; Sociedade capitalista = sociedade do contrato= Mudanças tira o capital vivo

64 Lógica da Sociedade = Desenvolvimento Social = Desenvolvimento Econômico; Uso predatório da força de trabalho permite as economias subdesenvolvidas participar da economia globalizada =Consequências: graves, crescentes e insolúveis problemas sociais. Reconhecimento de quem manda é o capital;

65 6- A questão agrária no Brasil e as condições e possibilidades da reforma agrária Questão agrária como fato histórico, que se constitui num momento determinado da história social e política do país e persiste, renovado e modificado; Histórico do Brasil ( pag.170) Decorre daí a nova pobreza brasileira que, sendo rural e agrícola,se manifesta como pobreza urbana e como marginalidade social ou exclusão social;

66 Ideia de que a pobreza não comprometia a dignidade das pessoas nem corroía suas esperanças; Década 1950: Novo modelo de sociedade, o de que cada um é, é o que tem; Ilhas de Exclusão (pag 173); Período ditatorial, evitar reforma social; Reforma Social e políticas tornaram-se estéreis porque se afastaram progressivamente daquilo que é nossa caracteristica histórica: mudar para manter, progresso na ordem;

67 Ausência de tomada de decisões historicamente tratadas; Sociedade Bloqueada= evitar pacto com a sociedade; Mudanças contemporâneas: Ampliação de suas funções, funções políticas diretas;Função da reforma agrária- Participativa ; Concepção questão agrária é um debito= falsa;( Pag 182)

68 7- Crítica da Sociologia Rural- o Futuro da sociologia rural e a sua contribuição para a qualidade de vida rural Apresentação ao Congresso Mundial de Sociologia Rural; Ausência da critica acerca das questões que se inserem a população rural; Migração= consequência= ausência da qualidade de vida; Sociologia Rural desencanto de si mesma quando descobriu lentamente os códigos e as questões que se incidiam nesta população;

69 Sociologia Rural como modo singular de inserção nos processos sociais e históricos; Interesse de estudo pelo seu lado negativo; Autor afirma que a modernização é um valor dos sociólogos rurais e não da população rural; O autor afirma que o deslocamento de grandes massas rurais para a cidade revelou-se uma dimensão desdenhada do mundo rural: um modo de ser, uma visão de mundo, e uma perspectiva critica poderosa em relação ao desenvolvimento capitalista, à modernização anômala e à desumanização das pessoas apanhadas de modo anômico, incompleto e marginal pelas grandes transformações econômicas e políticas;

70 O Afirma que o mundo rural está como um restante do resíduo da modernização forçada e acelerada que introduz um ritmo de transformação social na vida das populações do campo um ritmo de transformação social e econômica gerador de problemas sociais que o próprio sistema não tem como evitar; Busca de compreensão da sociologia rural das irracionalidades e contradições que há fora do mundo rural;

71 Compromisso da sociologia rural como o compromisso da mudança; Busca da recuperação critica na análise; A contribuição da sociologia rural para a qualidade de vida rural está justamente no reconhecimento das reservas de possibilidades históricas que as populações rurais, sobretudo as populações camponesas, ainda têm para reinventar o mundo e reinventar-se no mundo

72 Boa Sorte !!!!


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