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Propedêutica do Casal Infertil Jósé Oscar Alvarenga Macedo.

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Apresentação em tema: "Propedêutica do Casal Infertil Jósé Oscar Alvarenga Macedo."— Transcrição da apresentação:

1 Propedêutica do Casal Infertil Jósé Oscar Alvarenga Macedo

2 Considera-se estéril ou infértil o casal que não consegue engravidar após 1 ano de relacionamento sexual regular, sem uso de métodos anticoncepcionais Esterilidade A incapacidade de ter filhos Infertilidade Quando a concepção acontece mas a gravidez é interrompida

3 Primária significa que a mulher nunca concebeu, apesar da prática de coitos regulares (6 relações por ciclo) sem anticoncepção por um período mínimo de 1 ano Secundária significa que já houve gestação à termo

4 A probabilidade média de gestação por ciclo varia entre % A taxa cumulativa após 12 meses de vida sexual, considerando 2 relações / semana, sem uso de métodos anticoncepcionais é de 80 % 20 % dos casais que não conseguem engravidar são chamados de subférteis

5 Estudo populacional (Juul et al, 1999): Observou uma taxa cumulativa de gestação espontânea, ou seja, sem intervenção: 54% em 3 meses 71,3% em 6 meses 80,8% m 12 meses

6 A possibilidade de sucesso com tratamento tem como referência a curva reprodutiva Qualquer tratamento tenta colocar o casal que está abaixo da curva, nos limites observados na espécie humana Sucesso é inversamente proporcional à idade e ao tempo de infertilidade Idade da mulher < 30 anos = 35% Idade entre 30 e 40 anos = 24% idade > 40 anos = 10%

7 Fatores relacionados com a fertilidade: Idade da parceira Uso de fumo, álcool, maconha etc Freqüência do coito Uso de duchas e lubrificantes vaginais Perda de peso acentuada Aumento excessivo de peso Fatores ambientais e ocupacionais

8 Um estudo desenvolvido em uma comunidade norte- americana com alta fertilidade, conhecida como Hutterites, cuja população vive isoladamente em Montana e não utiliza medidas anticoncepcionais, destaca bem a influência da idade sobre a fecundidade feminina. Nesta população, observou-se : 11 % das mulheres não tiveram filhos após os 34 anos 33% eram inférteis após os 40 anos 87% após os 45 anos

9 Idade da mulher A fertilidade se mantém relativamente estável até os anos, quando começa a declinar e há um declínio maior após 40 anos Fertilidadeonline.com.br % de gravidez em mulheres férteis no curso de 1 ano

10 UpToDate 2007

11 Idade do homem Leve declínio da fertilidade após os 40 anos Aos 64 anos pode diminuir em torno de 36 % em relação a taxa de fertilidade dos 20 – 24 anos Está relacionado a uma menor freqüência da atividade sexual, em função de diversas razões; entre elas, a diminuição da capacidade de ereção relacionada com a idade avançada.

12 Efeito do fumo sobre a fertilidade Casais que fumam têm risco 2,4 X maior em relação aos não fumantes de não conseguirem uma gestação Risco de 3,8 de não chegar ao nascimento com filho vivo

13 3,59,5 UpToDate 2007

14 Momento adequado de iniciarmos a investigação: Menos de 30 anos, mais de 2 anos de vida sexual ativa sem anticoncepção. Mais de 30 anos e menos de 40 anos, mais de um ano de vida sexual ativa sem anticoncepção Mais de 40 anos, mais de 6 meses de vida sexual ativa sem anticoncepção Qualquer idade, independente do tempo de vida sexual ativa sem anticoncepção, com um fator impeditivo de concepção

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16 Fator masculino : 35% Fator tubo-peritonel: 35% Fator ovulatório: 15% Fatores cervical, corporal e outros: 5% Esterilidade sem causa aparente: 10% Speroff, 95

17 Masculino : 40 a 50% Ovulatório: 30% Uterina e ou tubária: 20% Imunológica: 5% Passos, 1997 (HCPOA ) Causas femininas 66,6 Causas masculinas 18,3% Mistas 3,3 % Infertilidade sem causa aparente 11,6%

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29 Anamnese História da moléstia atual História menstrual História obstétrica História marital História sexual Antecedentes patológicos Exame físico da mulher Exame geral Exame ginecológico Exame do parceiro

30 Exames de laboratório : Hemograma (*) Glicemia (*) HBsAG (*) HIV (*) PPD Sorologia Lues (*) Toxoplasmose Brucelose (?) Listeriose (?) Micoplasma Clamídia (*) Rubéola Pesquisa gonococos na cervix Grupo sanguíneo e fator RH (*) também solicitar para o parceiro

31 EXAMES ESPECÍFICOS: No homem: ESPERMOGRAMA ESPERMOGRAMA Anormal não permite concluir-se pela existência de fator masculino devendo-se repetir em 10 a 15 dias. Anormal não permite concluir-se pela existência de fator masculino devendo-se repetir em 10 a 15 dias.

32 Volume : 2 – 5 ml Ph : 7,2 – 8 Número: > 20 milhões / ml Motilidade : = > 50 % Morfologia : = > 30 milhões Vitalidade : = > 50 % SPTZ vivos Leucócitos : < 1 milhão / ml

33 EXAMES ESPECÍFICOS: EXAMES ESPECÍFICOS: Na mulher - avaliar: A função ovariana A integridade anatômica Os efeitos dos hormônios nos órgãos efetores Os fatores imunológicos

34 Registro da temperatura basal corpórea (TB) Cito-hormonal seriado Muco cervical Teste pós-coital (Teste de Sims-Hühnner) Biópsia de endométrio (BE) Histerossalpingografia (HSG)

35 ANOVULAÇÃO CICLO OVULATÓRIO Fertilidadeonline.com.br

36 CRISTALIZAÇÃO DO MUCO

37 Teste de Sims-Huhner Fundamenta-se na capacidade que possui o muco cervical, na fase estrogênica, de preservar espermatozóides com motilidade. Informa sobre o fator cervical, imunológico e função ovariana.

38 NEGATIVO Ausência de espermatozóides no lago e no canal cervical POBRE Presença de espermatozóides imóveis RAZOÁVEL Até 5 espermatozóides móveis / campo no canal com movimentos lentos ou circulares BOM De 6 a 10 espermatozóides / campo com movimentos ativos e lineares EXCELENTE Mais de 10 espermatozóides móveis / campo com movimentos ativos e lineare s Período ovulatório: entre 12° e 14° dia do ciclo Período ovulatório: entre 12° e 14° dia do ciclo

39 É considerado padrão ouro para estudo da função ovulatória Avalia as condições do endométrio BE Entre o 23 ° e 24 ° dia do ciclo

40 Ovulação: endométrio secretor Anovulação: endométrio proliferativo Deficiência de progesterona: defasagem entre a data da biópsia e a data do endométrio em relação ao ciclo padrão, maior de 2 dias

41 É um método radiológico que permite um estudo da cavidade uterina e da luz tubária mediante a injeção de contraste através da cérvice uterina. Deve ser realizada na fase folicular, entre o 7° e 10° dia de um ciclo de 28 dias

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43 HSG HISTEROSCOPI A

44 Dosagens hormonais Ultrassonografia Período ovulatório (diariamente) Vídeolaparoscopia Histeroscopia

45 Dosagens hormonais Progesterona (entre 20° e 24° dia ciclo) - 10ng indica ovulaçao Prolactina ( aumentada em 15 % dos casos) - anovulação FSH (3° dia do ciclo) – reserva ovariana T 3 T 4 TSH

46 VÍODELAPAROSCOPIA VIDEOLAPAROSCOPIA DIAGNÓSTICA TERAPÊUTICA

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48 Coito programado: determinar o dia mais provável da ovulação Medicamentoso: estimular ovulação / espermatogênese Citrato de clomifene: 3° ao 7° dia do ciclo Gonadotrofinas

49 IUT: inseminação intra-uterina FIV com ou sem ICSI (introdução EPTZ no citoplasma do óvulo) GIFT: transferência dos óvulos e espermatozóides no interior da ampola tubária por via laparoscópica ZIFT: transferência intra-tubária de zigoto

50 Inseminação intra-uterina (IUT) Indicado quando concentração = 10milhões sptz / ml

51 Fertilização in vitro (FIV): Concentração <5milhões sptz / ml Obstrução tubária bilateral Realização de vasectomia

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53 OBJETIVO TRATAMENTO OBJETIVO

54 Definição Tratamento Expectante Citrato de clomifeno Gonadotrofinas (hMG) Vários protocolos


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