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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE IMUNOLOGIA IMUNOLOGIA DOS TRANSPLANTES.

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE IMUNOLOGIA IMUNOLOGIA DOS TRANSPLANTES

2 DOADOR RECEPTOR ENXERTO

3 DOADOR RECEPTOR Rejeição ou Aceitação

4 Termos e Definições Enxerto inserido numa mesma localização anatômica: Ortotrópico localização diferente: Heterotrópico Enxerto transplantado de um indivíduo para ele mesmo: Autólogo de indivíduos diferentes: Heterólogo Enxerto transplantado de indivíduos geneticamene iguais: Singênico geneticamente diferentes: Alogênico Aloenxertos – Aloantígenos – Linfócitos Alorreativos Enxerto transplantado de indivíduos de espécies diferentes: Xenoenxerto de indivíduos diferentes: Heterólogo

5 A Rejeição é uma expressão da Resposta Imune Adquirida Figura 10-1

6 A Rejeição é uma expressão da Resposta Imune Adquirida Figura 10-1

7 A Rejeição é guiada pela genética dos indivíduos, e mais especificamente, pelo MHC Figura 10-1

8 O Reconhecimento dos Aloantígenos pode ocorrer de maneiras distintas Figura 10-1

9 O Reconhecimento Direto dos Aloantígenos é expressão a interação de um LT próprio com o MHC do doador Figura 10-1

10 O Reconhecimento Indireto dos Aloantígenos pode ocorrer pelo reconhecimento de MHCs ou outros antígenos Figura 10-1 O MHC do doador é potencialmente um antígeno para o receptor – pode ser processado por APCs do doador e apresentado para LT alorreativos Dessa forma ocorre apresentação para LT CD4 e conseqüente ativação destes LT CD8 também são ativados por Apresentação Cruzada MHC I Antígenos que não MHC – Antígenos de Histocompatibilidade Secundários ou Menores – também podem estar envolvidos nessa reação – Antígenos que geralmente são tolerizados no doador, mas não no receptor

11 O Reconhecimento Indireto dos Aloantígenos pode ocorrer pelo reconhecimento de MHCs ou outros antígenos Figura 10-1

12 Ativação de Células Auto-reativas e Rejeição Figura 10-1 Após transplante, APCS do doador migram para linfonodos do receptor, aonde irão ativar LT. LT CD4 ativados migram para o enxerto, aonde irão agir de maneira muito parecida com a Hipersensibilidade Tardia (DTH) LT CD8 ativados pela apresentação cruzada também agem no enxerto, lisando as células com o MHC alógeno em sua membrana A ação coordenada de LT CD4 e CD8 no tecido enxertado é primariamente responsável pela sua rejeição

13 Cultura Mista de Linfócitos Mecanismo para entender a Rejeição Figura 10-1

14 Mecanismos de Rejeição Rejeição Hiperaguda Figura 10-1 Caracterizada pela formação de trombos no enxerto imediatamente após o transplante. Mediada por Anticorpos naturais (produzidos por LB B1) direcionados contra o MHC estranho e contra as células endoteliais do doador, com conseqüente ativação do complemento A exposição do endotélio leva a ativação extensiva da cascata de coagulação e formação de trombos

15 Mecanismos de Rejeição Rejeição Aguda Figura 10-1 Caracterizada pela lesão vascular e parenquimatosa mediada por Lt e anticorpos uma semana depois após transplante Inflamação induzida por LT que migraram para a região do enxerto. A endotelite é achado comum em transplantes Ação de CD4 e CD8 combinados – grande ação de perforinas e granzimas na região do enxerto Anticorpos também podem estar envolvidos

16 Mecanismos de Rejeição Rejeição Crônica Figura 10-1 Caracterizada por fibrose vascular, que pode ser a expressão de citocinas estimuladoras de fibroblastos, ou mesmo reparação de danos causados na rejeição aguda Pode resultar em oclusão total do vaso, com proliferação de células musculares da íntima – Aterosclerose do enxerto Mecanismos ainda não bem entendidos – Pode levar a perda de função do órgão transplantado

17 Tratamento das Rejeições Agente Imunossupressores Figura 10-1

18 Tratamento das Rejeições Agente Imunossupressores Figura 10-1

19 Melhor Mecanismo para evitar Rejeições Tipagem de Tecidos – Compatibilidade de HLA Figura 10-1 Metodologia da Tipagem – Reação em Cadeia da Polimerase para detectar resíduos altamente polimórficos em HLA-A, HLA-B, HLA-DR, HLA-DP e HLA-DQ no doador e no receptor

20 Metodologias de Tolerização para Supressão de Respostas Específicas ao Enxerto Figura 10-1 Transfusão sanguínea de leucócitos alogênicos Administração de CTLA-4 solúvel, para competição com B7 para a ligação com CD28, e conseqüente inibição da ativação de LT alorreativos Utilização de peptídeos originários de potenciais aloantígenos para tolerização do receptor – dose pequenas repetitivas para deleção dos clones auto-reativos

21 Doença do Enxerto versus Hospedeiro (GVHD) Figura 10-1 Clássica ocorrência em Transplantes de Medula Óssea – nenhum alelo de MHC pode ser diferente entre receptor e doador Dirigida contra antígenos secundários ou menores Pode ocorrer também em transplantes de tecidos com extensa população linfocitária – pulmão, intestino, fígado Caracterizada por extensa lesão epitelial, icterícia, hemorragia gastrointestinal, com desprendimento de epitélio, oclusão de vias aéreas Células NK podem estar envolvidas nesse processo, porém ainda não se sabe ao certo sua função Aguda e Crônica – Aguda maior participação de NK, Crônica expressão de isquemia causada pela lesão vascular

22 Doença do Enxerto versus Hospedeiro (GVHD) Figura 10-1


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