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UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA CÂMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE METODOLOGIAS DE ANÁLISES EM GEOMORFOLOGIA.

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA CÂMPUS DE PRESIDENTE PRUDENTE METODOLOGIAS DE ANÁLISES EM GEOMORFOLOGIA Presidente Prudente

2 METODOLOGIAS DE ANÁLISE EM GEOMORFOLOGIA Fundamentos de Geomorfologia (Margarida Penteado) Métodos de trabalho Abordagens teóricas: aplicação das teorias gerais. Observações no campo: testar os resultados dos trabalhos teóricos; observação qualitativa com mais precisão; observação com medidas mais elaboradas: estrutura do relevo, drenagem, geometria das vertentes importância da análise areal Experimentos: Campo; Laboratório (problemas de escala reduzida e do tempo) Ambos geram modelos para testar resultados teóricos e simular condições naturais Métodos empíricos quantitativos: leis morfométricas: bacias de drenagem e vertentes (Horton, 1945); Métodos de correlação geomorfológica e interpretação paleogeográfica: métodos geométricos: essencialmente gráficos (estabelecimento de perfis, levantamentos altimétricos e mapeamento de níveis); métodos sedimentológicos: correlações dinâmicas e genéticas: Utiliza datações: Carbono 14 (radioatividade); análise polínica; métodos arqueológicos e métodos de estratigrafia. Métodos mais usados: análise da fração areia, silte e argila; materiais rudáceos e minerais pesados (morfoscopia, morfometria e análise petrográfica)

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5 Geomorfologia Ambiente e Planejamento (Jurandir Ross) Qualquer pesquisa deve se apoiar no tripé: domínio do conhecimento específico-teórico e conceitual; domínio da metodologia a ser aplicada; e domínio das técnicas de apoio para operacionalização do trabalho. O tratamento metodológico é subproduto direto da teoria Duas linhas de pensamento no campo da Geomorfologia: caráter empírico: observações sistemáticas dos elementos da paisagem, descrições minuciosas para a compreensão da gênese associado a cartografação das feições geomórficas. caráter experimental: apóia-se nas técnicas de quantificação para avaliar e interpretar os dados gerados com os experimentos. Dividido em 4 etapas: - caráter empírico de escolha da área ou áreas a serem estudadas; - instalação das estações de experimentos e sua operacionalização; - tratamento em laboratório do material coletado e tratamento estatístico dos dados numéricos; - estabelecimento de análises que levem a conclusões gerais entre as informações experimentais e empíricas.

6 Um Conceito de Geomorfologia e Serviço das Pesquisas sobre o Quaternário (Ab´Saber 1969) Três níveis de tratamento metodológicos propostos: A Compartimentação Topográfica trata do primeiro nível de trata, onde estuda...o entendimento da compartimentação da topografia regional, assim como, da caracterização e descrição, tão exatas quanto possíveis, das formas de relevo de cada um dos compartimentos estudados. A Estrutura Superficial da Paisagem...procura-se obter informações sistemáticas sobre a estrutura superficial das paisagens referentes a todos os compartimentos e formas de relevos observados. Através deste estudo e da estrutura superficial, até certo ponto estáticos, obtêm-se idéia da cronogeomorfologia e as primeiras proposições interpretativas sobre a seqüência dos processos paleo-climáticos e morfoclimáticos da área em estudo. A Fisiologia da Paisagem...estuda a dinâmica dos processos morfodinâmicos atuantes na paisagem, para conhecer a funcionalidade na sua totalidade. Através de equipamentos especiais obtém informações sobre o comportamento dos elementos do clima (precipitação, temperatura, umidade, tipos de solos ou do regolito, atuação dos processos hídricos, eólicos, gravitacionais, papel da cobertura vegetal, efeitos da atuação antrópica, etc).

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8 Cartografia Geomorfológica Objetivos: Representar as formas de relevo vertentes, colinas, morros, serras, etc; Estabelecer o grau de detalhamento ou de generalização associado a gênese e possíveis datações A questão da escala de tratamento ou de representação acentua peso maior: 1. A grandezas superiores acima de algumas dezenas de Km2 morfoestruturas; 2. A grandezas inferiores, forma de dimensões menores a dezenas de Km2 morfoesculturas. Dados a serem mapeados: Dados morfométricos cartas topográficas; Informações morfográficas símbolos que indiquem a origem (ex: escarpa de falhas); Dados morfogenéticos indica gênese (terraço fluvial, planície flúvio- lacustre); Cronologia idade das formas.

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10 Proposta de cartografação geomorfológica de Ross (1992) Fontes: Gerasimov & Mescherikov*; Demek e Projeto RADAMBRASIL *propuseram a classificação do relevo em três categorias genéticas: Elementos da Geotextura:grandes feições da crosta terrestre (emersas e submersas); Morfoestruturas: bacias sedimentares, cinturões orogenéticos, as plataformas ou crátons; Morfoesculturas: modelado ou tipologias das formas desenvolvidas ao longo de muito tempo. Obs: formas ou domínios morfoclimáticos são determinados pelas condições climáticas atuais. Ross (1992) 1º Táxon: Unidades morfoestruturais (bacias sedimentares, cinturões orogênicos, etc); 2º Táxon: Unidades morfoesculturais (planaltos, serras, depressões, etc); 3º Táxon: Unidades morfológicas ou dos Padrões de Formas Semelhantes ou Tipos de relevo; 4º Táxon: Corresponde cada uma das formas de relevo; 5º Táxon: Corresponde aos setores de cada uma das formas de relevo; 6º Táxon: Corresponde as formas menores produzidas pelos processos atuais.

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17 Tricart (1977) ECODINÂMICA: meios estáveis, intergrades e estáveis A escala de vulnerabilidade das unidades territoriais básicas, a partir de sua caracterização morfodinâmica, é feita segundo critérios desenvolvidos a partir dos princípios da Ecodinâmica de Tricart (1977) que estabelece as seguintes categorias morfodinâmicas : Meios estáveis : - cobertura vegetal densa - dissecação moderada e - ausência de manifestações vulcânicas Meios intergrades : - balanço entre as interferências morfogenéticas e pedogenéticas Meios fortemente instáveis : - condições bioclimáticas agressivas, com ocorrências de variações fortes e irregulares de ventos e chuvas - relevo com vigorosa dissecação - presença de solos rasos - inexistência de cobertura vegetal densa - planícies e fundos de vales sujeitos a inundações e - geodinâmica interna intensa.

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