A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Justiça de Conciliação A busca de novos resultados para a conciliação em Juizados Especiais por meios da implementação de técnicas autocompositivas A busca.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Justiça de Conciliação A busca de novos resultados para a conciliação em Juizados Especiais por meios da implementação de técnicas autocompositivas A busca."— Transcrição da apresentação:

1 Justiça de Conciliação A busca de novos resultados para a conciliação em Juizados Especiais por meios da implementação de técnicas autocompositivas A busca de novos resultados para a conciliação em Juizados Especiais por meios da implementação de técnicas autocompositivas ANDRÉ GOMMA DE AZEVEDO Conselho Nacional de Justiça ROBERTO PORTUGAL BACELLAR

2 CONCILIAÇÃO I. – Introdu ç ão ao Processo de Concilia ç ão II. – Inicio da Concilia ç ão III. – Organização dos debates IV. – Provocando mudan ç as V. – A Conclusão da Concilia ç ão VI. – É tica e Concilia ç ão

3 I. - Introdu ç ão ao Processo de Concilia ç ão Processo autocompositivo, informal porém estruturado, no qual um ou mais facilitadores ajudam as partes a encontrar uma solução aceitável para todos. Negociação assistida ou catalisada por um terceiro

4 I. - Introdu ç ão ao Processo de Concilia ç ão ESTÁGIOS DA CONCILIAÇÃO ESTÁGIOS DA CONCILIAÇÃO 1. Preparar-se para a Conciliação 1. Preparar-se para a Conciliação Contatos iniciais com as partes Planejar o formato Estruturar o local Reunir-se com o co-facilitador (se houver) 2. Inicio da Conciliação 2. Inicio da Conciliação Apresentações - Rapport Declaração de abertura pelo conciliador

5 I. - Introdu ç ão ao Processo de Concilia ç ão ESTÁGIOS DA CONCILIAÇÃO 3. Reunir informações 3. Reunir informações Declarações das partes Formulação de perguntas pelo conciliador Escutar ativamente 4. Identificar questões, interesses e sentimentos 4. Identificar questões, interesses e sentimentos Sumário pelo conciliador: com enfoque nas necessidades com enfoque prospectivo neutro

6 I. - Introdu ç ão ao Processo de Concilia ç ão ESTÁGIOS DA CONCILIAÇÃO 5. Esclarecer a controvérsia e os interesses, reconhecer os sentimentos 5. Esclarecer a controvérsia e os interesses, reconhecer os sentimentos Formulação de perguntas pelo conciliador Formulação de perguntas pelo conciliador Discussão da controvérsia 6. Resolver questões 6. Resolver questões Questões selecionadas para discussão pelo conciliador mediante o consentimento das partes Avaliação pelas partes de possíveis métodos de resolução Análise das opções

7 I. - Introdu ç ão ao Processo de Concilia ç ão ESTÁGIOS DA CONCILIAÇÃO 7. Aproximando-se do acordo 7. Aproximando-se do acordo Testar possíveis soluções Confirmação do acordo ou, em caso de impasse, discussão dos passos a serem tomados Decisão acerca da necessidade de um acordo escrito e, se considerado necessário, sua redação

8 I. - Introdu ç ão ao Processo de Concilia ç ão ESTÁGIOS DA CONCILIAÇÃO 8. Encerramento da sessão 8. Encerramento da sessão Leitura e assinatura do termo Leitura e assinatura do termo Em caso de impasse, revisão das questões e interesses das partes e discussão das opções Validação do esforço e do trabalho das partes 9. Monitorar a implementação do acordo 9. Monitorar a implementação do acordo Gestão de Qualidade Satisfação do jurisdicionado

9 II. – Inicio da Concilia ç ão DECLARAÇÃO DE ABERTURA PELO CONCILIADOR DECLARAÇÃO DE ABERTURA PELO CONCILIADOR 1. Apresente-se e apresente as partes Anote os nomes das partes (como preferem ser chamadas) Recorde as interações anteriores entre o conciliador e as partes 2. Explique o papel do conciliador Não tem poder de decisão Não é um juiz – e se for (explicar os vários papéis do juiz) ImparcialFacilitador Ajuda os participantes a examinar e a expressar metas e interesses

10 DECLARAÇÃO DE ABERTURA PELO CONCILIADOR 3. Descreva o processo de Conciliação Informal (nenhuma regra de produção de prova) Participação das partes bem como dos advogados Oportunidade para as partes falarem Possibilidade de sessão privada 4. Assegure a manutenção de confidencialidade Explique as exceções

11 DECLARAÇÃO DE ABERTURA PELO CONCILIADOR 5. Descreva as expectativas do conciliador em relação às partes Trabalhar conjuntamente para tentar alcançar uma solução Escutar sem interrupção Explicar suas preocupações Escutar a perspectiva da outra parte Tentar seriamente resolver Revelar informações relevantes às outras partes 6. Confirmar disposição para participar

12 DECLARAÇÃO DE ABERTURA PELO CONCILIADOR 7. Falar sobre o papel dos advogados 8. Descrever o processo a ser seguido TempoLogística Regras básicas para condução do processo Partes têm a oportunidade de falar Quem irá falar primeiro 9. Perguntas?

13 ...II. – Inicio da Concilia ç ão continuação... SESSÃO INICIAL SESSÃO INICIAL OBJETIVOS DO CONCILIADOR Identificar o tom do caso e a base para as declarações Identificar o tom do caso e a base para as declarações Dar às partes oportunidade para ouvir o outro lado Ajudar as partes sentirem-se ouvidas Estabelecer confiança (em relação ao processo, ao conciliador e à outra parte)

14 SESSÃO INICIAL SESSÃO INICIAL PAPEL DO CONCILIADOR Escutar ativamente Escutar ativamente Fazer perguntas abertas Fazer perguntas abertas Fazer perguntas que permitam o esclarecimento de questões Fazer perguntas que permitam o esclarecimento de questões Administrar interações entre as partes Administrar interações entre as partes Identificar as questões Identificar as questões Identificar interesses subjacentes (não necessariamente aqueles juridicamente tutelados) Identificar interesses subjacentes (não necessariamente aqueles juridicamente tutelados) Reconhecer sentimentos Reconhecer sentimentos Fazer um resumo utilizando linguagem neutra Fazer um resumo utilizando linguagem neutra Propor organização que gere uma discussão produtiva Propor organização que gere uma discussão produtiva

15 RESUMO Permite às partes saber que o conciliador está ouvindo atentamente. Permite testar a compreensão do conciliador acerca do que foi dito. É um veículo que auxilia as partes a organizar seus pensamentos. Ao reformular declarações agressivas, pode ajudar a outra parte a ouvir o que realmente está sendo dito. É um meio de trazer ordem à discussão. É um meio de trazer ordem à discussão. Permite lembrar as partes sobre o progresso que já foi alcançado. Permite lembrar as partes sobre o progresso que já foi alcançado. Pode-se usar a técnica de resumo simplesmente para certificar-se de que todos os participantes ouviram o que foi dito, bem como para trazer à tona questões específicas ou para levar a discussão adiante. Pode-se usar a técnica de resumo simplesmente para certificar-se de que todos os participantes ouviram o que foi dito, bem como para trazer à tona questões específicas ou para levar a discussão adiante.

16 RESUMO Quando utilizar a técnica de resumo Depois do relato das partes, ou se a linguagem emocional estiver muito forte pode ser feito logo após cada um dos relatos. Constantemente ao longo da Conciliação – depois de qualquer troca de informação, sugestão de possível solução ou expressão de emoção. Constantemente ao longo da Conciliação – depois de qualquer troca de informação, sugestão de possível solução ou expressão de emoção. Para lembrar as partes de seus interesses. Para lembrar as partes de seus interesses. Para acalmar os ânimos. Para acalmar os ânimos.

17 III. - Organização dos debates ENQUADRAR AS QUESTÕES ENQUADRAR AS QUESTÕES Uma QUESTÃO em Conciliação é um tópico em razão do qual surgiu uma controvérsia. Quando o conciliador enquadra uma questão, ele está confirmando com as partes o seu entendimento daquilo que elas desejam discutir. Uma QUESTÃO em Conciliação é um tópico em razão do qual surgiu uma controvérsia. Quando o conciliador enquadra uma questão, ele está confirmando com as partes o seu entendimento daquilo que elas desejam discutir. 1. Elucidar uma necessidade ou interesse das partes. 2. Suscetível de ser resolvido numa Conciliação. 3. Neutro. 4. Não contém atribuição de culpa. 5. Referência ao comportamento, não à personalidade ou caráter. 6. Declara a matéria em disputa. 7. Prospectivo

18 ENQUADRAR AS QUESTÕES As Tarefas do conciliador: As Tarefas do conciliador: 1. Ouvir as partes; 2. Identificar todas as questões da controvérsia; 3. Enquadrar as questões de modo a preservar a neutralidade do conciliador e não agredir nenhuma das partes; 4. Sugerir as questões como ponto de partida da discussão; e Registrar as questões suscitadas a fim de certificar-se que todas as questões sejam discutidas. Registrar as questões suscitadas a fim de certificar-se que todas as questões sejam discutidas.

19 ...III. – Organização dos debates continuação ENQUADRAR AS QUESTÕES Exercícios (interesses e sentimentos): Exercícios (interesses e sentimentos): 1.Posicionamento: (Inquilino conversando com o Proprietário): 1.Posicionamento: (Inquilino conversando com o Proprietário): Pode me processareu não me importo. Eu não vou pagar mais nenhum centavo para morar nessa espelunca. Pode me processareu não me importo. Eu não vou pagar mais nenhum centavo para morar nessa espelunca.Interesse:________________________________________________________________ Ele(a) diz: Eu trabalhei para empresa durante 3 anos. Eu dei a eles tudo de mim. Eu jamais me esquivei de meus deveres e nunca reclamei de não estar recebendo muito crédito. Agora eles me dizem que eu devo ficar de lado e deixar um colega iniciante assumir o comando. É realmente injusto. Ele(a) está sentindo:

20 IV. - Provocando mudan ç as DOZE FERRAMENTAS PARA PROVOCAR MUDANÇAS DOZE FERRAMENTAS PARA PROVOCAR MUDANÇAS 1. Recontextualização (ou paráfrase); 2. Audição de propostas implícitas; 3. Afago ou reforço positivo; 4. Silêncio; 5. Sessões privadas (ou individuais); 6. Troca (ou inversão) de papéis; 7. Geração de opções; 8. Normalização; 9. Organização de questões e interesses; 10. Enfoque prospectivo; 11. Testes de realidade; 12. Perguntas orientadas a soluções.

21 IV. - Provocando mudan ç as UMA TIPOLOGIA PARA PARÁFRASE UMA TIPOLOGIA PARA PARÁFRASE Afirmação Uma rememoração útil para verificar sua compreensão, porém, utilize com cuidado, uma vez que pode tornar-se redundante. Então, você está me dizendo que... Deixe-me ver se eu lhe entendi bem... Declaração Interpretativa Interpretação, porém, dentro do que foi dito e não indo além disso. Por acaso eu entendi que você está dizendo que... Da maneira que entendi, parece que você está dizendo...

22 IV. - Provocando mudan ç as UMA TIPOLOGIA PARA PARAFRASEAMENTO Declaração Conclusiva Esse tipo de declaração extrapola o que foi dito na declaração original, ou reordena o que foi expresso inicialmente. É o que não foi dito, mas poderia ser concluído, podendo mudar a ênfase da declaração original ou fazer uma referência a possíveis sentimentos e pensamentos não declarados. Então, depois você estaria disposto a fazer... Eu entendi você dizer que o importante é...

23 IV. - Provocando mudan ç as SESSÕES PRIVADAS: POR QUE USÁ-LAS SESSÕES PRIVADAS: POR QUE USÁ-LAS POR QUÊ? Para permitir a expressão de fortes sentimentos sem aumentar o conflito Para eliminar comunicação improdutiva Para eliminar comunicação improdutiva Para disponibilizar uma oportunidade para identificar e clarificar questões Para disponibilizar uma oportunidade para identificar e clarificar questões Como uma contra-medida a fenômenos psicológicos que impedem o alcance de acordos, tal como a desvalorização reativa. Como uma contra-medida a fenômenos psicológicos que impedem o alcance de acordos, tal como a desvalorização reativa. Para obter informação sensível ou confidencial Para obter informação sensível ou confidencial Para evitar comprometimento prematuro Para evitar comprometimento prematuro Para ensinar o processo de negociação às partes Para ensinar o processo de negociação às partes Para disponibilizar um ambiente propício para o exame de alternativas/opções Para disponibilizar um ambiente propício para o exame de alternativas/opções Para avaliar o poder de barganha de uma parte Para avaliar o poder de barganha de uma parte Para quebrar um impasse Para quebrar um impasse Para avaliar a durabilidade das propostas Para avaliar a durabilidade das propostas

24 IV. - Provocando mudan ç as AUDIÇÃO DE PROPOSTAS IMPLÍCITAS AUDIÇÃO DE PROPOSTAS IMPLÍCITAS As partes de uma disputa normalmente propõem soluções sem perceber que, na verdade, estão fazendo isso. O exemplo abaixo ilustra tal fato. 1. Joana e Antônio se separaram após um relacionamento de sete anos. Eles conseguiram realizar a partilha de toda sua propriedade, com exceção de uma coleção de discos de ópera. Joana diz: Eu deveria ficar com a coleção, pois, afinal, fui eu quem pagou por ela. Antônio, por sua vez, diz: É´ sobretudo minha. Fui eu quem garimpou lojas de discos usados toda vez que eu estava em uma das minhas viagens de negócios. Eu tenho uma pretensão igualmente legítima de ficar com a coleção.

25 V. - Concluindo a Concilia ç ão Assinatura do termo pelas partes Assinatura do termo pelas partes Menção sobre a execução – quando for o caso Menção sobre a execução – quando for o caso Agradecimento às partes pelo que realizaram Compareceram, ouviram Outro bom comportamento de negociação Geraram boas idéias, buscaram o consenso Instar as partes a retornarem, se necessário

26 V. - Concluindo a Concilia ç ão Formulário de Observação do conciliador Declaração de Abertura__________________________________________________ Declaração de Abertura__________________________________________________ Apresentou-se Apresentou-se Confirmou os nomes e endereços Confirmou os nomes e endereços Negou ter qualquer preconceito Negou ter qualquer preconceito Explicou o propósito da Conciliação Explicou o propósito da Conciliação Explicou o papel do conciliador Explicou o papel do conciliador Informou as regras básicas: Informou as regras básicas: Ordem da discussão Ordem da discussão Sem interrupções Sem interrupções Confidencialidade Confidencialidade Nenhum registro escrito ou gravação Nenhum registro escrito ou gravação Exceção (conferiu perguntas a respeito de direitos e responsabilidades) Exceção (conferiu perguntas a respeito de direitos e responsabilidades) Explicou o objetivo de um acordo escrito Explicou o objetivo de um acordo escrito Discutiu o tempo Discutiu o tempo Explicou as reuniões individuais Explicou as reuniões individuais Oportunidade para perguntas Oportunidade para perguntas

27 V. - Concluindo a Concilia ç ão Formulário de Observação do conciliador Habilidades Interpessoais ________________________________________________ Habilidades Interpessoais ________________________________________________ Neutro/sem preconceitos Neutro/sem preconceitos Criou um ambiente positivo Criou um ambiente positivo Paciente, perseverante Paciente, perseverante Deixou as partes à vontade Deixou as partes à vontade Usou uma linguagem apropriada para os clientes Usou uma linguagem apropriada para os clientes Empático Empático Acessível Acessível Articulado Articulado (Senso de Humor) (Senso de Humor)

28 V. - Concluindo a Concilia ç ão Formulário de Observação do conciliador Habilidades em Escutar__________________________________________________ Habilidades em Escutar__________________________________________________ Não interrompeu indevidamente Não interrompeu indevidamente Esperou o relato completo da história Esperou o relato completo da história Concentrou-se Concentrou-se Escutou ativamente Escutou ativamente Entendeu as questões Entendeu as questões Identificou interesses e sentimentos Identificou interesses e sentimentos Formulou perguntas abertas Formulou perguntas abertas Reformulou asserções para identificação de preocupações subjacentes Reformulou asserções para identificação de preocupações subjacentes Captou informação suficiente Captou informação suficiente Recontextualizou Recontextualizou Auxiliou cada uma das partes a ouvir a outra Auxiliou cada uma das partes a ouvir a outra Demonstrou paciência Demonstrou paciência

29 V. - Concluindo a Concilia ç ão Formulário de Observação do conciliador Estruturando Questões e Interesses________________________________________ Estruturando Questões e Interesses________________________________________ Resumiu as questões e os interesses Resumiu as questões e os interesses Estruturou as questões claramente Estruturou as questões claramente Reestruturou questões e interesses para discussão Reestruturou questões e interesses para discussão Reconheceu sentimentos Reconheceu sentimentos Selecionou as questões para discussão Selecionou as questões para discussão Planejou a agenda cuidadosamente Planejou a agenda cuidadosamente

30 V. - Concluindo a Concilia ç ão Formulário de Observação do conciliador Lidando com o Conflito__________________________________________________ Lidando com o Conflito__________________________________________________ Manteve-se calmo e atento Manteve-se calmo e atento Manteve controle da reunião Manteve controle da reunião Estabeleceu o tom Estabeleceu o tom Evitou termos agressivos Evitou termos agressivos Atentou-se para a resolução, não no que ocorreu Atentou-se para a resolução, não no que ocorreu Usou voz, contato visual, gestos Usou voz, contato visual, gestos Usou o silêncio Usou o silêncio Reformulou acusações como necessidades ou pedidos Reformulou acusações como necessidades ou pedidos Usou monólogos apropriadamente Usou monólogos apropriadamente Modelou um bom comportamento de negociação Modelou um bom comportamento de negociação Ensinou habilidades de negociação Ensinou habilidades de negociação

31 V. - Concluindo a Concilia ç ão Formulário de Observação do conciliador Estratégias para Acordo Estratégias para Acordo Foi prospectivo Foi prospectivo Atuou como catalisador Atuou como catalisador Orientou Orientou Persuadiu Persuadiu Usou abordagens e se Usou abordagens e se Fez verificações da realidade Fez verificações da realidade Ganhou impulso ao encontrar algum ponto de acordo Ganhou impulso ao encontrar algum ponto de acordo Buscou definir princípios gerais e consensuais Buscou definir princípios gerais e consensuais Auxiliou as partes a encontrar interesses comuns Auxiliou as partes a encontrar interesses comuns Identificou necessidades e interesses Identificou necessidades e interesses Criativo Criativo Assistiu as partes a desenvolverem opções Assistiu as partes a desenvolverem opções Brainstorming/Outros MétodosBrainstorming/Outros Métodos

32 V. - Concluindo a Concilia ç ão Formulário de Observação do conciliador Preconceito______________________________________________ Preconceito______________________________________________ Foi objetivo Foi objetivo Evitou adotar o ponto de vista de uma das partes Evitou adotar o ponto de vista de uma das partes Evitou a linguagem de uma das partes Evitou a linguagem de uma das partes Usou uma linguagem imparcial Usou uma linguagem imparcial Não realizou julgamentos Não realizou julgamentos Compartilhou evidências com ambas as partes Compartilhou evidências com ambas as partes Lidou com diferenças culturais, racismo Lidou com diferenças culturais, racismo

33 V. - Concluindo a Concilia ç ão Formulário de Observação do conciliador Reuniões individuais_____________________________________________________ Reuniões individuais_____________________________________________________ Explicou a reunião individual novamente para ambos Explicou a reunião individual novamente para ambos Controlou o tempo Controlou o tempo Explicou o propósito Explicou o propósito Reiterou confidencialidade na abertura Reiterou confidencialidade na abertura Pediu para compartilhar informação no encerramento Pediu para compartilhar informação no encerramento Advogados. ____________________________________________________________ Advogados. ____________________________________________________________ Esclareceu suas funções no processo Esclareceu suas funções no processo Estimulou comportamento produtivo Estimulou comportamento produtivo Controlou a participação de forma apropriada Controlou a participação de forma apropriada

34 V. - Concluindo a Concilia ç ão Formulário de Observação do Conciliador Termo de Conciliação____________________________________________________ Termo de Conciliação____________________________________________________ Testou viabilidade de execução Testou viabilidade de execução Verificou a igualdade dos termos do acordo Verificou a igualdade dos termos do acordo Redigido com clareza e especificidade Redigido com clareza e especificidade Utilizou informação de ambas as partes Utilizou informação de ambas as partes Escreveu na presença de ambas as partes (quando apropriado) Escreveu na presença de ambas as partes (quando apropriado) Utilizou a linguagem das partes Utilizou a linguagem das partes Verificou o entendimento das partes Verificou o entendimento das partes Leu o texto para as partes antes de oferecê-lo para assinatura Leu o texto para as partes antes de oferecê-lo para assinatura Verificou se todas as partes envolvidas assinaram Verificou se todas as partes envolvidas assinaram Se necessário pagamento: Se necessário pagamento: Definiu claramente quem paga e quem recebe Definiu claramente quem paga e quem recebe Especificou o montante e a forma de pagamento Especificou o montante e a forma de pagamento Definiu o momento do pagamento Definiu o momento do pagamento

35 V. – A Conclusão da Concilia ç ão Formulário de Observação do conciliador Encerrando a Conciliação________________________________________ Encerrando a Conciliação________________________________________ Entregou os acordos assinados para as partes Entregou os acordos assinados para as partes Mencionou a possibilidade de execução (se for o caso) Mencionou a possibilidade de execução (se for o caso) Agradeceu às partes pelo que realizam bem Agradeceu às partes pelo que realizam bem Compareceram, ouviram Compareceram, ouviram Outro bom comportamento de negociação Outro bom comportamento de negociação Geraram boas idéias, buscaram o consenso Geraram boas idéias, buscaram o consenso Instou-as a retornarem, se necessário Instou-as a retornarem, se necessário

36 VI. – É tica e Concilia ç ão VI. – É tica e Concilia ç ão Linhas Básicas de um Código de Ética PRINCÍPIOS Princípio da Imparcialidade; Princípio da Imparcialidade; Princípio da Aptidão técnica; Princípio da Autonomia de Vontades ou Consensualismo Processual; Princípio da Decisão Informada; Princípio da Confidencialidade; Princípio do Empoderamento; Princípio da Validação; Critérios princípios fundamentais dos juizados especiais (Informalidade, Simplicidade, Economia Processual, Celeridade, Oralidade, Flexibilidade Processual)

37 VI. – É tica e Concilia ç ão VI. – É tica e Concilia ç ão Resultado Avaliação de Qualidade em Mediação 1º Semestre de º Semestre de 2006 Em pesquisa de opinião relativa aos serviços prestados no primeiro semestre de 2006, da qual participaram partes dos advogados atendidos em sessões de mediação, foi constatado que: Em pesquisa de opinião relativa aos serviços prestados no primeiro semestre de 2006, da qual participaram partes dos advogados atendidos em sessões de mediação, foi constatado que: - 50,62% dos respondentes consideraram excelente e 49,38% consideraram bom o tratamento prestado pelo SEMFOR; - 50,62% dos respondentes consideraram excelente e 49,38% consideraram bom o tratamento prestado pelo SEMFOR; - 92% dos advogados aconselhariam seus clientes a participarem de uma sessão de mediação em situações semelhantes àquelas vivenciadas no SEMFOR; - 92% dos advogados aconselhariam seus clientes a participarem de uma sessão de mediação em situações semelhantes àquelas vivenciadas no SEMFOR; - 92% dos advogados consideram que a mediação é uma iniciativa que pode auxiliar a atividade dos advogados junto ao Poder Judiciário; - 92% dos advogados consideram que a mediação é uma iniciativa que pode auxiliar a atividade dos advogados junto ao Poder Judiciário; - 47,06% dos advogados que não obtiveram acordo ao final da mediação, avaliaram que o processo de mediação contribuiu para facilitar, posteriormente, a solução da lide em questão; - 47,06% dos advogados que não obtiveram acordo ao final da mediação, avaliaram que o processo de mediação contribuiu para facilitar, posteriormente, a solução da lide em questão; - 75% das partes que não obtiveram acordo ao final da mediação, avaliaram ter sido válida a tentativa de resolver a questão utilizando o processo de mediação; - 75% das partes que não obtiveram acordo ao final da mediação, avaliaram ter sido válida a tentativa de resolver a questão utilizando o processo de mediação; - 93,83% dos advogados e partes entrevistados avaliaram como excelente ou boa a iniciativa do Tribunal de Justiça do DF em relação ao Programa de Estímulo à Mediação. (fonte:http://www.tjdf.gov.br/tribunal/institucional/prog_estimulo_mediacao/resul tado_qualidade.asp#2006) - 93,83% dos advogados e partes entrevistados avaliaram como excelente ou boa a iniciativa do Tribunal de Justiça do DF em relação ao Programa de Estímulo à Mediação. (fonte:http://www.tjdf.gov.br/tribunal/institucional/prog_estimulo_mediacao/resul tado_qualidade.asp#2006)


Carregar ppt "Justiça de Conciliação A busca de novos resultados para a conciliação em Juizados Especiais por meios da implementação de técnicas autocompositivas A busca."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google