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FUNDAMENTOS AXIOLÓGICOS E EPISTEMOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO Faculdade Adventista da Bahia – Professor Gondim.

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1 FUNDAMENTOS AXIOLÓGICOS E EPISTEMOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO Faculdade Adventista da Bahia – Professor Gondim

2 FUNDAMENTOS AXIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO 1.O homem precisa escolher os meios e os fins da ação a partir de valores. 2.Garcia Morente diz: Os valores não são, mas valem. Uma coisa é valor e outra coisa é ser. Quando dizemos de algo que vale, não dizemos nada do seu ser, mas dizemos que não é indiferente. A não-indiferença constitui esta variedade ontológica que contrapõe o valor ao ser. A não indiferença é a essência do valer. 3. O ato de valorar fundamentará o projeto comum de dar um sentido ao nosso mundo. 1.O homem precisa escolher os meios e os fins da ação a partir de valores. 2.Garcia Morente diz: Os valores não são, mas valem. Uma coisa é valor e outra coisa é ser. Quando dizemos de algo que vale, não dizemos nada do seu ser, mas dizemos que não é indiferente. A não-indiferença constitui esta variedade ontológica que contrapõe o valor ao ser. A não indiferença é a essência do valer. 3. O ato de valorar fundamentará o projeto comum de dar um sentido ao nosso mundo.

3 1.Muitos educadores não baseiam sua prática em uma reflexão mais atenta a respeito da questão dos valores. 2.A educação se tornará mais coerente e eficaz, se formos capazes de explicar esses valores. 3.É necessário desenvolver um trabalho reflexivo que esclareça as bases axiológicas da educação. Valores em Educação

4 1.As relações interpessoais estão fundamentadas segundo os valores do bem e do mal. 2.O sujeito não nasce moral, torna-se moral. 3.O Educador Reboul diz que todo professor é professor de moral, ainda que o ignore. Educação Moral: o sujeito autônomo

5 4.Quanto mais intencional for sua atuação, melhores serão os resultados com relação a polaridade escola-vida. 5.Educamos para que se formem pessoas capazes do bem viver. 6.A partir de critérios morais, bem viver significa agir virtuosamente, agir segundo princípios. Educação Moral: o sujeito autônomo

6 7.Tornar-se moral é assumir livremente regras que possibilitem o crescimento pessoal, entendendo-se pessoa como alguém que se integra no seu grupo. 8.Princípios são estabelecidos por um Deus moral que busca criar condições para que as pessoas alcancem livremente e de forma autônoma, os estágios mais altos da moral e da espiritualidade. Educação Moral: o sujeito autônomo

7 9.Isso não é fácil, se pensarmos que a sociedade é plural e se constitui de valores conflitantes, diante dos quais devemos nos posicionar, ao mesmo tempo, que aceitamos a divergência e o confronto de idéias. Educação Moral: o sujeito autônomo

8 Ser Criança Ser criança é ser gente, é viver constantemente O que está ao seu redor, É saber tirar o pó que bloqueia toda mente, É estar com Deus eternamente, Criando um mundo bem melhor.

9 Ser criança é amar. Se perder ou se ganhar, Saber sorrir... é apenas se unir, Sem saber no que vai dar. É dizer sem muito pensar, é ficar e não fugir. Ser Criança

10 Ser criança é ter sabor, Seja onde quer que for, Deixar sempre uma lembrança. Ser criança é formar uma aliança, Entre o ódio e o amor, É esvaziar da vida o horror E enche-la de ESPERANÇA! Gondim Ser Criança

11 FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO O professor é sujeito de uma epistemologia inconsciente e, com alta probabilidade, de uma epistemologia que não gostaria e não admitiria ser a sua. (Fernando Becker).

12 A Teoria do Conhecimento 1. Para Descartes, as idéias claras e distintas derivam do espírito (inatismo). São idéias inatas e não estão sujeitas a erro, pois vêm da razão, independentes das idéias que vêm de fora, formadas pelo sentido ou imaginação. 2.O critério para saber se um conhecimento é verdadeiro está em nosso espírito.

13 3.Para Locke, a alma é como uma tabula rasa ( uma tábua onde não há inscrições). 4.Dessa forma o conhecimento só começa após a experiência sensível (empirismo). 5.Surgem os métodos condicionantes empiristas de Pavlov, Skiner e outros dando origem ao ensino programado (Tecnicismo, Professor como centro, etc.). 6. A tendência empirista é típica do ensino tradicional. A Teoria do Conhecimento

14 7.Piaget, Paulo Freire, Gramsci e Ellen White acordam numa perspectiva interacionista que valoriza o objeto, o mundo, a autoridade do saber do mestre, (no caso White incluiríamos o Mestre) o aluno e sua capacidade de construção do conhecimento. A Teoria do Conhecimento

15 A revelação é a comunicação de Deus do Seu conhecimento para o homem. Esta é uma forma de conhecimento que tem a singularidade de ser uma fonte onisciente de informação que não pode ser obtida através de outro método epistemológico. As verdades adquiridas através desta fonte são absolutas e incontaminadas. (Knight, 2001). A Teoria do Conhecimento


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