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SUSTETABILIDADE E VALORAÇÃO DO MEIO AMBIENTE UMA PERSPECTIVA ECONÔMICO- ECOLÓGICA Ademar Ribeiro Romeiro Instituto de Economia da UNICAMP.

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1 SUSTETABILIDADE E VALORAÇÃO DO MEIO AMBIENTE UMA PERSPECTIVA ECONÔMICO- ECOLÓGICA Ademar Ribeiro Romeiro Instituto de Economia da UNICAMP

2 1-) O QUE DEFINE O VALOR DO MEIO AMBIENTE? 2-) TODO SEU VALOR PODE SER REDUZIDO À MÉTRICA MONETÁRIA?

3 PARA A ECONOMIA AMBIENTAL DOMINANTE AS FONTES DE VALOR SÃO DUAS: - VALOR DE USO; OU, NO CASO CONTRÁRIO - VALOR DE NÃO-USO OU DE EXISTÊNCIA

4 Valor de Uso Direto Apropriação direta de recursos ambientais, via extração, visitação ou outra atividade de produção ou consumo direto. Valor de Uso Indireto Benefícios indiretos gerados pelas funções ecossistêmicas. Valor de Existência Valores não associados ao consumo e que referem-se a questões morais, culturais, éticas ou altruística em relação à existência dos bens ambientais. Valor de Opção Intenção de consumo direto ou indireto do bem ambiental no futuro. Valor de Uso Valor de Não Uso Valor do Meio Ambiente FONTES DE VALOR DO MEIO AMBIENTE SEGUNDO A ECONOMIA AMBIENTAL

5 PARA A ECONOMIA AMBIENTAL TUDO - OS ECOSISTEMAS, AS ESPÉCIES - TEM VALOR MONETÁRIO DESDE QUE OS AGENTES ECONÔMICOS ESTEJAM DISPOSTOS A PAGAR

6 AS DECISÕES SOBRE A PRESERVAÇÃO OU NÃO DE UM RECURSO AMBIENTAL SÃO EFICIENTES SE REFLETEM OS VALORES MONETÁRIOS QUE OS AGENTES ECONÔMICOS ESTÃO DISPOSTOS A PAGAR

7 A DEGRADAÇÃO DE UM ECOSSISTEMA OU O DESAPARECIMENTO DE UMA ESPÉCIE NÃO REPRESENTAM UM RISCO DE PERDA IRREVERSÍVEL POTENCIALMENTE CATASTRÓFICA PORQUE O CAPITAL NATURAL (KN) – COMPOSTO DE BENS E SERVIÇOS AMBIENTAIS MONETIZÁVEIS - PODE SER SUBSTITUÍDO INTEIRAMENTE POR CAPITAL (K)

8 A HIPÓTESE DE BASE É A DE QUE OS AGENTES ECONÔMICOS SÃO CAPAZES DE, INDIVIDUAMENTE, AVALIAR PERFEITAMENTE AS CONSEQUENCIAS DAS ESCOLHAS FEITAS

9 Métodos de Estimação da Disposição à Pagar Métodos Indiretos de Valoração Recuperam o valor dos bens e serviços ambientais através das alterações nos preços de produtos de mercado resultantes das mudança ambientais Avaliação Contingente Preços Hedônicos Custos de Viagem Mercado Bens Substitutos Custos evitados Custos de controle Custos de reposição Custos de Oportunidade Produção Sacrificada Métodos Diretos de Valoração Obtém as preferências dos consumidores através da disposição a pagar do indivíduo para bens e serviços ambientais

10 MÉTODOS DIRETOS DE VALORAÇÃO COMO VALORAR UM RIO? AVALIAR DIRETAMENTE A DISPOSIÇÃO A PAGAR (DAP) PELO MÉTODO DE VALORAÇÃO CONTINGENTE – VC: (VALORES DE USO E DE EXISTÊNCIA) -Amostragem da população a ser entrevistada; - Elaboração do cenário de impactos sobre determinado atributo do bem ambiental a ser apresentado aos entrevistados.

11 MÉTODOS INDIRETOS DE VALORAÇÃO ( VALORES DE USO) COMO VALORAR UM RIO? -PRODUÇÃO SACRIFICADA DE PEIXES, SERVIÇOS TURISTICOS, ETC; - CUSTOS DE REPOSIÇÃO DAS CONDIÇÕES DE POTABILIDADE DA ÁGUA; - OU - CUSTOS DE CONTROLE DA POLUIÇÃO; - OU - CUSTOS EVITADOS PELO INVESTIMENTO EM ALTERNATIVAS

12 COMO LEVAR EM CONTA O VALOR ECOLÓGICO DESTE RIO? SEU PAPEL NA MANUTENÇÃO DE ESPÉCIES OU FUNÇÕES ECOSSISTÊMICAS QUE NÃOM POSSUEM VALOR ECONÔMICO (DE USO)? É POSSÍVEL TAMBÉM EXPRESSAR ESTE VALOR EM TERMOS MONETÁRIOS?

13 O VALOR ECOLÓGICO PODERIA SER MONETIZADO COMO VALOR DE EXISTÊNCIA, MENSURADO PELA DAP? CERTAMENTE, MAS O QUE REFLETIRIA ESTA DAP? UMA COMPREENSÃO PERFEITA DO QUE ESTÁ EM JOGO?

14 O QUE REPRESENTA ENTÃO O VALOR MONETÁRIO OBTIDO COM O MÉTODO DE A AVALIAÇÃO DIRETA DA DISPOSIÇÃO A PAGAR DA POPULAÇÃO? SE BEM APLICADO O MÉTODO APENAS ISTO: UMA DISPOSIÇÃO A PAGAR DA POPULAÇÃO QUE É UTIL PARA A FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS, MAS QUE NÃO PODE SER CONSIDERADO COMO O VALOR DO MEIO AMBIENTE!

15 MÉTODOS DE VALORAÇÃO DO VALOR ECOLÓGICO: I-) Métodos baseados em equipes de especialistas; II-) Métodos baseados em equipes de especialistas ampliadas com a inclusão de indivíduos portadores de conhecimento relevante; III-) Métodos baseados em unidades não monetárias.

16 A AVALIAÇÃO ECOSSISTÊMICA É IMPORTANTE NÃO SOMENTE PARA A DETERMINAÇÃO DO VALOR ECOLÓGICO, MAS TAMBÉM DO VALOR ECONÔMICO

17 A AVALIAÇÃO ECOSSISTÊMICA BEM FEITA PERMITE A IDENTIFICAÇÃO DE VALORES DE USO (SERVIÇOS ECOSSISTÊMICOS) QUE PASSARIAM DESAPERCEBIDOS NUMA AVALIAÇÃO SUPERFICIAL

18 NEM SEMPRE SERÁ POSSIVEL OBTER INFORMAÇÕES SUFICIENTES PARA CALCULAR OS VALORES MONETÁRIOS DE TODOS OS SERVIÇOS ECOSSISTÊMICOS IDENTIFICADOS PELA AVALIAÇÃO ECOSSISTÊMICA, MAS SUA IDENTIFICAÇÃO EM SI MESMA É IMPORTANTE PARA A TOMADA DE DECISÃO

19 EM SÍNTESE, O VALOR MONETÁRIO DE UM DADO RECURSO AMBIENTAL É SEMPRE UMA MEDIDA PARCIAL DO SEU VALOR TOTAL: 1-) PORQUE EXISTEM DIMENSÕES DE VALOR NÃO MONETIZÁVEIS; 2-) PORQUE RARAMENTE HÁ INFORMAÇÕES SUFICIENTES PARA CALCULAR O VALOR MONETÁRIO DE TODOS OS SERVIÇOS ECOSSISTÊMICOS EXISTENTES.


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