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REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda República Velha (1889 a 1930)

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1 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda República Velha (1889 a 1930)

2 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

3 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa (PB) (28/07/1919 a 15/11/1922)

4 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Predominavam os bens de consumo, como tecidos, alimentos roupas e calçados - cerca de 70% da produção. Uma nova crise mundial afetou as atividades econômicas brasileiras, provocando uma queda de quase 50% no preço do café. Emitiu papel-moeda e, assim, o governo implementou uma nova política de defesa do café, contraindo empréstimos junto à Inglaterra.

5 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

6 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Representou a escolha das oligarquias paulista e mineira. Eleito Presidente da República, cargo que assumiu em 28/07/1919, enfrentou um dos períodos políticos mais conturbados da 1ª República, com a Revolta do Forte de Copacabana, a crise das cartas falsas e a revolta do clube militar. Foi também uma época de problemas financeiros, sendo contratado um empréstimo com a Inglaterra para fazer frente a uma terceira desvalorização do café.

7 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Seus principais atos como presidente foram : a construção de mais de 200 açudes no Nordeste(considerada a maior obra de seu governo); a criação da Universidade do RJ. a comemoração do primeiro Centenário da Independência; a inauguração da primeira estação de rádio. a substituição da libra pelo dólar que passou a ser nosso padrão monetário; a construção de mais de 1000 km de ferrovias no sul do Brasil;

8 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda MAS... Em 1920 proibiu a participação de jogadores negros no campeonato brasileiro de futebol.

9 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Partido Comunista Brasileiro - fundação em Trouxe grande repercussão, pois deu nova orientação e organização ao movimento operário. Os trabalhadores, influenciados pelos ideais da Revolução Russa de 1917, superaram o anarquismo Por ter sido proibido de funcionar transformou-se em BOC.

10 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda –Alguns Membros do PCB: Astrogildo Pereira, Cristiano Cordeiro, João Pimenta, José Elias, Joaquim Barbosa, Luis Peres, Hermogêneo Silva, Abílio Nequete e Manoel Cendón.

11 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Seu governo foi marcado por turbulências sociais e políticas, como o cangaço, a Semana de Arte Moderna e o Movimento Tenentista.

12 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Semana de Arte Moderna –A comissão organizadora da Semana: Da esquerda para a direita: Manuel Bandeira é o segundo e Mário de Andrade, o terceiro; Oswald de Andrad aparece em 1º plano.

13 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda SEMANA DE ARTE MODERNA/1922 O passado é lição para se meditar, não para se reproduzir. (Mário de Andrade) Realizada por intelectuais, como Mário de Andrade e Tarsila do Amaral, levou ao Teatro Municipal de São Paulo artistas plásticos, arquitetos, escritores, compositores e intérpretes para mostrar seus trabalhos. Foi o grande acontecimento cultural do período, que lançou as bases para a busca de uma forma de expressão tipicamente brasileira, que começou a surgir nos anos 30.

14 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda –Crítica aos padrões formais. –Criação de uma nova estética. –Independência da Literatura brasileira. Não só um movimento artístico, mas também como um movimento político e social – Paulicéia Desvairada MÁRIO DE ANDRADE primeira obra modernista. –representantes: Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Tarsila do Amaral,Villa-Lobos (música), Vitor Brecheret (escultura).

15 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda –Operários, Tarsila do Amaral

16 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Ao deixar a presidência, foi eleito ministro da Corte Permanente de Justiça Internacional de Haia, mandato que exerceu até novembro de 1930.

17 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda O cangaço Banditismo Social ou Cangaço (NE 1890 – 1940): –Prova da decadência do latifúndio semifeudal; –Sem objetivos políticos definidos; –Bandos armados que percorriam o interior nordestino sobrevivendo de delitos. –Causas: miséria crônica da população nordestina, seca, má distribuição de terras, descaso do Estado e dos coronéis para com os mais pobres, violência. –Mito do Robin Hood.

18 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda – Lampião e Maria Bonita

19 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda OS CABRAS DE LAMPIÃO

20 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda – Cabeças do bando de Lampião. A 1ª de baixo é a dele.

21 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda O fenômeno do Cangaço ocorreu no Polígono das Secas, região do semi-árido nordestino conhecida como caatinga, uma área com cerca de km de extensão. –Principais bandos: Lampião e Curisco. –Antes: Inocência Vermelho, João Calangro, Jesuíno Brilhante e Antônio Silvino.

22 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

23 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Os protagonistas do Cangaço: Cangaceiro - procuravam manter boas relações com chefes políticos e fazendeiros. Nestas relações eram freqüentes a troca de favores e proteção em busca da sobrevivência do grupo. Coronel - autoridade político- econômica; tinha poder de vida e morte sobre a sociedade local; suas relações com os cangaceiros eram circunstanciais; seu apoio dependia do interesse do momento Volantes - forças policiais oficiais, embora houvesse também civis que eram contratados pelo governo para perseguir os cangaceiros.

24 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Revolta do forte de Copacabana Os setores marginalizados da população depositavam na jovem oficialidade do Exército suas esperanças de melhoria de vida e de moralização do cenário político brasileiro.

25 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Foi a primeira revolta do movimento tenentista, no contexto da República Velha brasileira. A primeira revolta eclodiu no dia 5 de julho de 1922 e foi liderada por 18 tenentes, que reunindo uma tropa de 300 homens, decidiram agir contra o governo e impedir a posse do presidente Artur Bernardes. Mas a revolta não teve êxito. Com uma tropa superior a deles o governo acabou ganhando a batalha e dessa luta apenas dois rebeldes sobreviveram.

26 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Telegrama do presidente da República Epitácio Pessoa ao presidente de Minas Gerais, Artur Bernardes, comunicando a eclosão do movimento militar na capital federal, Rio de Janeiro (RJ).

27 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Este levante é o primeiro do movimento que fica conhecido como Tenentismo (movimento da classe média) Forte Copacabana

28 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Arthur da Silva Bernardes (MG) (15/11/1922 a 15/11/1926)

29 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Estado de Sítio Permanente – efervescência política, revoltas e perturbações da ordem foram as causas do ininterrupto estado de sítio. Reforma da Constituição de 1891: limitou-se o habeas corpus, instituiu-se o direito de veto parcial do Presidente da República e regulou-se a expulsão dos estrangeiros considerados perigosos.

30 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

31 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Revolta Paulista de 1924 Sob a chefia do general reformado Isidoro Lopes. Os rebeldes querem o fim do poder das oligarquias. Reivindicam a moralização do governo, voto secreto e independência do poder legislativo, além da obrigatoriedade da educação primária e profissional. Trincheiras revolucionárias abandonadas em frente ao quartel da Força Pública de São Paulo, 1924.

32 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda As forças federais atacam os revoltosos e bombardeiam São Paulo. Os rebeldes batem em retirada e se refugiam no interior do Paraná.

33 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Neste tempo, pipocam levantes tenentistas pelo Brasil. Amazonas, Pará, Sergipe, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Todos acabam vencidos pelas forças governistas. No Rio Grande do Sul, três destacamentos comandados pelo tenente Luiz Carlos Prestes rompem o cerco das tropas oficiais e avançam até o Paraná. Ali encontram os revoltosos de São Paulo e iniciam uma longa marcha pelo interior do Brasil.

34 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Coluna Prestes

35 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Membros da Coluna Prestes - Luís Carlos Prestes (segundo da esquerda para a direita) e Lourenço Moreira Lima (primeiro à direita) com Juan Clouzet, gerente comercial da Bolívia Concessions, La Guaíba, Bolívia.

36 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda A Coluna Prestes, como fica conhecida, tem cerca de 1500 homens e vai percorrer mais de 25 mil quilômetros de sertões e florestas. O seu objetivo é conseguir a adesão dos militares à sua ação contra o Governo Federal. Depois de dois anos de batalhas, a Coluna Prestes fica enfraquecida e reduzida a 650 soldados. Seus líderes se refugiam na Bolívia.

37 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Em 1927, as rebeliões foram controladas. Mas o movimento tenentista continua ativo e terá papel decisivo, três anos depois, na Revolução de Membros da Coluna Prestes na Bolívia, vendo-se Luís Carlos Prestes (sentado na quarta posição, da esquerda para a direita), Bolívia.

38 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda – Luiz Carlos Prestes e Olga Benário

39 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Somente nos primeiros meses do governo de Washington Luís seria dissolvida a coluna, internando-se na Bolívia seus remanescentes.

40 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Washington Luís Pereira de Sousa (RJ) (15/11/1926 a 24/10/1930) = 4 anos

41 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Libertou todos os presos políticos e até muitos cidadãos inocentes presos injustamente e não prorrogou o estado de sítio que caracterizou o quadriênio anterior, de Artur Bernardes. Enfrentou a crise internacional do café e a crise financeira internacional, em 1929, mas mesmo assim, com grandes dificuldades, tentou estabilizar o orçamento nacional.

42 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

43 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

44 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

45 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda 1929 acontece o " crack " da Bolsa de Valores de Nova York, com pesados reflexos no mundo inteiro. Os fazendeiros entram em desespero, toda a riqueza do Brasil está fundamentada na cultura do café. Os produtores pedem auxílio do governo, que também está quebrado. Os políticos, culpam o presidente e seu governo. Washington Luis, contrai empréstimos no exterior, a inflação aumenta sensivelmente, o presidente perde o apoio político de seus poucos aliados.

46 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Mesmo sem dinheiro, conseguiu melhorar a ligação viária entre Rio-São Paulo e Rio- Petrópolis. Muito pouco para quem usou na campanha o "slogan" "Governar é construir Estradas". A questão social é caso de polícia.

47 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Em 1929, preferência pelo nome de Júlio Prestes para seu sucessor. Cansados da política do café-com-leite, muitos estados reagiram contra a indicação de Prestes a presidência da república. O governador de Minas Gerais Antonio Carlos Ribeiro de Andrada, seria o próximo presidente. Minas, dissidente, apóia o gaúcho Getúlio Vargas como nome de conciliação. Formam a Aliança Liberal (MG – RS – PB), em torno do nome de Getúlio Vargas.

48 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Começa a campanha eleitoral, de um lado Julio Prestes e Vital Soares de outro Getúlio Vargas e João Pessoa, governador da Paraíba. São eleitos em 1º de março de 1930 os candidatos do governo, Julio Prestes e Vital Soares. A oposição não aceita os resultados, atribuindo a fraudes e coação por parte do governo de Washington Luis. Os líderes da Aliança Liberal reagem, organizando um possível levante armado dos 3 estados contra o governo central. Em julho de 1930 João Pessoa é assassinado.

49 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Em outubro de 1930, estoura a revolução. No sul, Getúlio Vargas avança sobre os estados de Santa Catarina e Paraná e segue para a região de Itararé (na fronteira do Paraná e São Paulo ), esperando para atacar São Paulo.

50 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda 23/10/1930 a Revolução já era fato consumado. Uma Junta Militar : Isaías de Noronha, Tasso Fragoso e Mena Barreto passa a governar o país. Washington Luis Washington Luis entrega o poder, é preso no Forte de Copacabana, sendo exilado na Europa. Em 31 de outubro de 1930, chega ao RJ, Getúlio Vargas.

51 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda Assim termina o período chamado de "República Velha".

52 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda

53 REPÚBLICA VELHA (1889 – 1930) Adriano Valenga Arruda


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