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GILSON CARVALHO 1 XVIII Congresso de Dirigentes de Santas Casas e Hospitais Beneficentes Estado S.Paulo FEHOSP 7/8/9 maio 2009 – Campinas - SP.

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1 GILSON CARVALHO 1 XVIII Congresso de Dirigentes de Santas Casas e Hospitais Beneficentes Estado S.Paulo FEHOSP 7/8/9 maio 2009 – Campinas - SP

2 GILSON CARVALHO 2 ESTE TEXTO FOI PRODUZIDO POR GILSON CARVALHO MÉDICO PEDIATRA E DE SAÚDE PÚBLICA E ADOTA A POLÍTICA DO COPYLEFT PODENDO SER USADO, REPRODUZIDO, MULTIPLICADO, POR QUALQUER MEIO, INDEPENDENTE DE AUTORIZAÇÃO DO AUTOR. TODO CONTATO,SUGESTÃO, OPINIÃO, CRÍTICA SERÁ SEMPRE BENVINDA GILSON CARVALHO RUA SAUL VIEIRA 84 - JARDIM DAS COLINAS CEP São José dos Campos - SP TEL. 0 –XX TEXTOS DISPONÍVEIS NO SITE ARTIGOS / COLABORADORES /GILSON CARVALHO

3 GILSON CARVALHO 3

4 4 A FILANTROPIA NA SAÚDE NASCE DE CONTRIBUIÇÕES (FINANCEIRAS, MATERIAIS OU DE SERVIÇOS), PROVENIENTES DE: PESSOAS FÍSICAS BENEMÉRITAS QUE DOAM POR CONVICÇÕES, GRATIDÃO OU GARANTINDO USO FUTURO (DOAÇÕES OU PARTICIPAÇÃO EM FESTAS, RIFAS ETC); INSTITUIÇÕES BENEMÉRITAS (LAICAS OU RELIGIOSAS) MESMA ORIGEM: NASCERAM E SE SUSTENTAM DO MESMO MODO; GOVERNOS: AUXÍLIOS, SUBVENÇÕES, RENÚNCIA FISCAL OU PAGAMENTO SERVIÇOS PRESTADOS (PREVIDÊNCIA OU LEITOS);

5 GILSON CARVALHO 5 O QUE MUDOU? MUDOU RECEITA&DESPESA ARRECADAÇÃO & CUSTO

6 GILSON CARVALHO 6 O QUE MUDOU? SAÚDE OBRIGAÇÃO DO ESTADO: PODER PÚBLICO RESPONSÁVEL; SAÚDE RESPONSABILIDADE DAS EMPRESAS: OBRIGAÇÃO DE MELHORES CONDIÇÕES PARA O TRABALHO E RESPONSABILIDADE SOCIAL; SAÚDE PREOCUPAÇÃO MAIOR DAS PESSOAS: BUSCA DE SEGURANÇA NOS PLANOS SAÚDE;

7 GILSON CARVALHO 7 CONSEQUÊNCIAS DAS MUDANÇAS? MENOS CONTRIBUIÇÕES INDIVIDUAIS; MENOS CONTRIBUIÇÕES JURÍDICAS: ANTES SAÚDE ERA AJUDA HOJE OBRIGAÇÃO; SAÚDE DISPUTA COM ÁREAS DE MENOR RISCO, CUSTO E RESULTADOS (VITRINE) MAIS VENDA PARA O PRIVADO: PLANOS E SEGUROS; MAIS VENDA PARA O PÚBLICO: MAIS VOLUME E MENOS VALOR (INAMPS+ESTADO=SUS)

8 GILSON CARVALHO 8 MUDANÇAS NO CUSTO PERFIL PROFISSIONAL: OUTROS UNIVERSITÁRIOS E TÉCNICOS E MENOS PESSOAL DESQUALIFICADO; MAIOR NÚMERO DE PROFISSIONAIS; ESPECIALISTAS OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS:MAIOR REMUNERAÇÃO; HORAS-EXTRAS; PLANTÃO NOTURNO; INSALUBRIDADE; EQUIPE MÍNIMA; COBERTURA MÉDICA: DO VOLUNTARIADO AO ASSALARIAMENTO (PLANTÕES); MAIOR USO E MAIOR CUSTO DE: INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, MATERIAIS, MEDICAMENTOS; MENOS VOLUNTARIADO (MENOS GENTE E MENOS HS) EXISTEM ÁREAS QUE DÃO MAIS RETORNO; TERCEIRIZAÇÃO FORMAL OU INFORMAL DE SERVIÇOS RENDOSOS DIRETA OU INDIRETAMENTE DENTRO OU FORA DA INSTITUIÇÃO (DESVIO LÍCITO DE CLIENTELA)

9 GILSON CARVALHO 9 MUDANÇA NA IMAGEM CUSTOS: DE BAIXOS A EXORBITANTES COM IMAGEM DE EXPLORAÇÃO E NEGAÇÃO DA FILANTROPIA ERROS: MAIS IDENTIFICÁVEIS E MAIS PUBLICIZÁVEIS (UM ERRO APAGA MIL ACERTOS!) CONSEQUÊNCIA: MIGRAR DO CÉU AO INFERNO DE HERÓIS A VILÕES DE BENEMÉRITOS A COMERCIANTES DE FILANTROPOS A CAPITALISTAS DAS PÁGINAS SOCIAIS ÀS POLICIAIS

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12 GILSON CARVALHO 12 DESAFIO VELHO-NOVO DA GARANTIA DO DIREITO À SAÚDE NO BRASIL DESAFIO VELHO-NOVO DA GARANTIA DO DIREITO À SAÚDE NO BRASIL SAÚDE DIREITO HUMANO DE TODOS E DEVER DO ESTADO FUNÇÕES: REGULAR, FISCALIZAR,CONTROLAR, EXECUTAR OBJETIVOS: 1) IDENTIFICAR CONDICIONANTES E DETERMINANTES; 2) FOMULAR A POLÍTICA ECONÔMICA E SOCIAL PARA DIMINUIR O RISCO DE DOENÇAS E OUTROS AGRAVOS; 3) ASSISTÊNCIA POR AÇÒES DE PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E RECUPERAÇÃO DA SAÚDE DIRETRIZES E PRINCÍPIOS ASSISTENCIAIS UNIVERSALIDADE – IGUALDADE (EQUIDADE) – INTEGRALIDADE INTERSETORIALIDADE – RESOLUTIVIDADE – ACESSO A INFORMAÇÃO – AUTONOMIA DAS PESSOAS – BASE EPIDEMIOLÓGICA DIRETRIZES E PRINCÍPIOS GERENCIAIS REGIONALIZAÇÃO – HIERARQUIZAÇÃO – DESCENTRALIZAÇÃO – GESTOR ÚNICO – COMPLEMENTARIEDADE E SUPLEMENTARIEDADE DO PRIVADO –FINANCIAMENTO – PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA CONDICIONANTES E DETERMINANTES ECONÔMICO E SOCIAL : EMPREGO, RENDA, CASA, COMIDA, LAZER, EDUCAÇÃO, TRANSPORTE, MEIO AMBIENTE, SANEAMENTO

13 GILSON CARVALHO 13 GILSON CARVALHO 13 INTERNAÇÕES11,3 MI PROCEDIMENTOS2,8 BI CONSULTAS619 MI PARTOS (NORMAIS E CESÁRIANOS)2,5 MI CIRURGIAS3,2 MI CIRURGIAS CARDÍACAS211 MIL TERAPIA RENAL SUBSTITUTIVA (97% DA OFERTA)9,9 MI TRANSPLANTES (80% PÚBLICOS)12 MIL VACINAS150 MI EXAMES BIOQUÍMICOS – ANATOMO-PATOLÓG.422 MI FISIOTERAPIA58 MI AÇÕES DE ODONTOLOGIA244 MI ÓRTESES E PRÓTESES3,7 MI VIGILÂNCIA SANITÁRIA BÁSICA28 MI TOMO(1,4) USOM(12) R.MAGNÉTICA (275 MIL)13,7 MI

14 GILSON CARVALHO 14 GILSON CARVALHO 14 FINANCIAMENTO DA SAÚDE NO BRASIL PÚBLICO 49% FEDERAL 47% 44,3 ESTADUAL 26% 24,3 MUNICIPAL 27% 25,8 TOTAL PÚBLICO 100% 94,4 PRIVADO 51% (TEM $ PÚBLICO DE RENÚNCIA FISCAL) PLANOS SEGUROS 51% 49,9 DESEMBOLSO DIRETO 21% 21,1 MEDICAMENTOS 28% 27,4 TOTAL PRIVADO 100% 98,4 PÚBLICO-PRIVADO TOTAL BRASIL 192,8 FONTE: MS-SPO – MS-SIOPS – ANS – IBGE-POF – ESTUDOS GC

15 GILSON CARVALHO 15

16 GILSON CARVALHO 16 O SUS É DE EXECUÇÃO PÚBLICA MAS, TODA VEZ QUE NÃO DER CONTA, PODE RECORRER AO PRIVADO COMPLEMENTARMENTE TENDO PRECEDÊNCIA O FILANTRÓPICO CF E LEI 8080

17 GILSON CARVALHO 17 PÚBLICO & PRIVADO LUCRATIVO TÊM UMA RELAÇÃO CONTRATUAL ESPECÍFICA POR SEUS OBJETIVOS OPOSTOS: O PÚBLICO VISA O BEM COMUM O PRIVADO LUCRATIVO VISA O LUCRO (LEGAL E LEGÍTIMO PELA CF)

18 GILSON CARVALHO 18 PÚBLICO & PRIVADO FILANTRÓPICO TÊM UMA RELAÇÃO CONTRATUAL ESPECÍFICA POR SEUS OBJETIVOS COMUNS: O PÚBLICO VISA O BEM COMUM O PRIVADO FILANTRÓPICO VISA IGUALMENTE O BEM COMUM

19 GILSON CARVALHO 19 PÚBLICO & PRIVADO FILANTRÓPICO TÊM QUE SE COMPLETAR PARA CUMPRIR SUA MISSÃO NUMA RELAÇÃO EQUILIBRADA DE INTERDEPENDÊNCIA PARA ATINGIR O BEM COMUM VIA ACORDO, PARCERIA... CONVÊNIO

20 GILSON CARVALHO 20 MANUTENÇÃO DO FILANTRÓPICO: 1) SÓ FILANTROPIA 1) FILANTROPIA + ESTADO (LEITO DIA + AUXILIO-SUBVENÇÃO) 2) FILANTROPIA + PREVIDÊNCIA (PRODUÇÃO)+ PLANOS + AJUDA DO ESTADO 3) FILANTROPIA + SUS POR PRODUÇÃO + AUXILIO E SUBVENÇÃO + PLANOS + PLANOS PRÓPRIOS

21 GILSON CARVALHO 21 RELAÇÃO FILANTRÓPICO & SUS ONTEM: COMPRA DE SERVIÇOS POR PRODUÇÃO + AUXÍLIO- SUBVENÇÃO HOJE: CONTRATO DE PARCERIA + AUXÍLIO-SUBVENÇÃO

22 GILSON CARVALHO 22 RELAÇÃO FILANTRÓPICO & SUS CONTRATUALIZAÇÃO: BASE: NECESSIDADE DO SUS + CAPACIDADE DE OFERTA DO FILANTRÓPICO METAS: DE PRODUÇÃO + DE QUALIDADE

23 GILSON CARVALHO 23 EQUÍVOCO HISTÓRICO: ANTES: SÓ PRODUÇÃO SEM COBRAR QUALIDADE AGORA: PRODUÇÃO GLOBAL E EXIGÊNCIA DE QUALIDADE REAL: PRODUÇÃO: ANTES E DEPOIS ANTES: PAGAMENTO UNITÁRIO POR PRODUÇÃO COM QUALIDADE HOJE: PAGAMENTO GLOBAL BASEADO EM VALOR UNITÁRIO DE PRODUÇÃO (TOTAL HISTÓRICO) + QUALIDADE

24 GILSON CARVALHO 24 VALOR GLOBAL OU POR PRODUÇÃO EXIGEM O ESTABELECIMENTO DE UM VALOR UNITÁRIO O GRANDE PECADO: IMAGINAR QUE SE POSSA FAZER CONTRATO GLOBAL QUE IMPLICA EM ESTIMATIVA DE QUANTIDADE SEM VALOR UNITÁRIO

25 GILSON CARVALHO 25 IMPOSSÍVEL UMA CONTRATUALIZAÇÃO JUSTA QUE NÃO PARTA DO ESTABELECIMENTO DE UM VALOR JUSTO ATRIBUÍVEL A CADA PROCEDIMENTO VALOR GLOBAL JUSTO É AQUELE QUE PARTE DE ESTIMATIVA JUSTA DE CUSTO UNITÁRIO DE CADA PROCEDIMENTO

26 GILSON CARVALHO 26

27 GILSON CARVALHO 27 SAÍDAS: 1.RECONHECER ESTE QUADRO GERAL E IDENTIFICAR PECULIARIDADES LOCAIS; 2.PROFISSIONALIZAR DIREÇÃO DA INSTITUIÇÃO; 3.MELHORAR EFICIÊNCIA DA GESTÃO; 4.MELHORAR PARCERIA C/PÚBLICO E PRIVADO; 5.MELHORAR PARCERIA COM PROFISSIONAIS ESPECIAL COM O MÉDICO; 6.MELHORAR A IMAGEM: MELHORAR O FATO QUE MELHORA A IMAGEM.

28 GILSON CARVALHO 28 A BUSCA DE SAÍDAS: 1.RECONHECER ESTE QUADRO GERAL E IDENTIFICAR PECULIARIDADES LOCAIS PLANEJAMENTO E GESTÃO ESTRATÉGICA: IDENTIFICAR ONDE SE QUER CHEGAR (OBJETIVO), ONDE SE ESTÁ (DIAGNÓSTICO) E COMO SE CHEGA DE UMA POSIÇÃO A OUTRA (ESTRATÉGIA) E COMO SE AVALIA PROCESSO/RESULTADOS SAÍDAS SÓ ACONTECEM PARA QUEM SOUBER O QUE QUER E COMO CHEGAR LÁ BUSCAR AJUDA INSTITUCIONAL E DE TÉCNICOS EXTERNOS.

29 GILSON CARVALHO 29 A BUSCA DE SAÍDAS: 2. PROFISSIONALIZAR GERÊNCIA DA INSTITUIÇÃO SEPARAR BEM: DIREÇÃO POLÍTICA: PROVEDORIA, CONSELHO DE DIRIGENTES, DIREÇÃO RELIGIOSA DIREÇÃO TÉCNICA: GERENTE, CHEFIAS ETC. DEVE SER DE PROFISSIONAIS GABARITADOS, REMUNERADOS CONFORME O MERCADO LOCAL E CONTRATADOS-DEMISSÍVEIS SEM APADRINHAMENTO NEM MELINDRES.

30 GILSON CARVALHO 30 A BUSCA DE SAÍDAS: 3.MELHORAR A EFICIÊNCIA DA GESTÃO. SER MAIS TÉCNICO E CIENTIFICO NA GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA: PADRONIZAÇÃO DE CONDUTAS, ROTINAS, MATERIAIS; COMPRA, ESTOQUE E DISPENSAÇÃO; RECURSOS HUMANOS: SELEÇÃO, CONTRATAÇÃO, SUPERVISÃO E CONTROLE, EDUCAÇÃO PERMANENTE; FINANÇAS: ENTRADAS E SAÍDAS; COBRANÇAS E PAGAMENTOS; CUSTOS; AVALIAÇÃO DE RESULTADOS; TRANSPARÊNCIA PARA DIRIGENTES E SOCIEDADE. AS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE, PÚBLICAS E PRIVADAS, PRECISAM DE UMA REVOLUÇÃO NA GESTÃO: NÃO É DOS CRAVOS.. É NO CRAVO.

31 GILSON CARVALHO 31 A BUSCA DE SAÍDAS: 4. MELHORAR A PARCERIA COM O PÚBLICO E COM O PRIVADO (1). NEGOCIAR MELHOR COM O PÚBLICO E COM OS PARCEIROS PRIVADOS O PAGAMENTO DOS SERVIÇOS PRESTADOS; LEMBRETE: NO CASO DE VENDA DE SERVIÇOS AO PRIVADO A AÇÃO NÃO É MAIS DO FIM FILANTROPIA; SÓ SE JUSTIFICA COMO FONTE EXTRA DE RENDA POIS ARRECADA-SE IGUAL AO PRESTADOR PRIVADO LUCRATIVO, PARA UMA INSTITUIÇÃO QUE GOZA DE FILANTROPIA DESDE SUA ORIGEM ATÉ A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS.

32 GILSON CARVALHO MELHORAR A PARCERIA COM O PÚBLICO E COM O PRIVADO (2). 1.TER O MAIOR CONHECIMENTO DAS REGRAS PÚBLICAS E PRIVADAS DE REMUNERAÇÃO POR SERVIÇOS PRESTADOS, BUSCANDO SEGUÍ-LAS SEMPRE. 2.SER HONESTO EM TODAS AS COBRANÇAS (COBRAR TUDO A QUE TIVER DIREITO E NÃO COBRAR NEM DEIXAR COBRAR NADA DUVIDOSO OU INCORRETO) 3. LEMBRANDO: DIRIGENTES SÓ BURLAM COM AUXÍLIO DE FUNCIONÁRIOS E ESTES AO VEREM OS DIRIGENTES BURLAR, SENTEM-SE À VONTADE PARA FAZER O MESMO OU EXTRAPOLAR.

33 GILSON CARVALHO MELHORAR A PARCERIA COM O PÚBLICO E COM O PRIVADO (3). IDENTIFICAR CUSTOS NA PRODUÇÃO DE SERVIÇOS PARA TER FUNDAMENTO AO COBRAR; PENSAR EM BANDAS PARAMÉTRICAS CONSIDERANDO OS SERVIÇOS EM INSTITUIÇÕES DE PEQUENO, MÉDIO E GRANDE PORTE; DEMONSTRAR ÔNUS MAIOR EM RELAÇÃO AOS NOVOS CUSTOS TRABALHISTAS E A DIFERENÇA ENTRE OS PROFISSIONAIS VOLUNTÁRIOS E OS PLANTONISTAS ASSALARIADOS. IDENTIFICAR VALORES JUSTOS DE UMA TABELA QUE ATENDA A ESTA REALIDADE. PARA O PÚBLICO: FAZER DEMONSTRATIVOS DE VALORES DA TABELA A) NA ÉPOCA ÁUREA DO INAMPS, B) ANTES DE SUA EXTINÇÃO EM 1993 C) TABELA ATUAL (USAR VÁRIOS INDICADORES DE INFLAÇÃO);

34 GILSON CARVALHO 34 A BUSCA DE SAÍDAS: 5. MELHORAR A PARCERIA COM OS PROFISSIONAIS MÉDICOS. (DA FILANTROPIA AO ASSALARIAMENTO). AQUI TEM UM MUNDO NOVO DE DISCUSSÃO: ANTES PROFISSIONAL MÉDICO PARCEIRO: (PRINCIPAL E ÚNICO) ASSOCIAVA-SE PARA FAZER FILANTROPIA JUNTO COM A INSTITUIÇÃO (CONCOMITANTEMENTE AO SEU GANHO, ATENDIA GRATUITAMENTE); USAVA E CONTRIBUÍA HOJE PROFISSIONAL MÉDICO ASSALARIADO DIRETA OU INDIRETAMENTE (CONVÊNIOS) O TEMPO TODO E QUE ATÉ PODE DESVIAR, LICITAMENTE, O MAIS RENDOSO PARA SEUS CONSULTÓRIOS,CLÍNICAS E HOSPITAIS. EXISTEM VÁRIAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS ONDE AS CONDIÇÕES DE EXERCÍCIO, CHEFIA, DIREÇÃO TÉCNICA, COMISSÃO DE ÉTICA SÃO TOTALMENTE DIFERENTES.

35 GILSON CARVALHO 35 A BUSCA DE SAÍDAS: 6. MELHORAR A IMAGEM: MELHORAR O FATO QUE MELHORA A IMAGEM. TRABALHAR COM O MARKETING VERDADE E PARA ELE SER HONESTO PRECISAMOS MELHORAR DE FATO A IMAGEM DAS FILANTRÓPICAS: NÃO APENAS A TINTURA EXTERNA, MAS O CERNE E A ESSÊNCIA. MELHORAR A RELAÇÃO COM A CLIENTELA: INVESTIR EM HUMANIZAÇÃO (CONVERSA, PRESENÇA, VISITA EM HORÁRIO MÓVEL,TRATO, INFORMAÇÃO (COMO ISTO CATIVA!) E ESCUTA).

36 GILSON CARVALHO 36 SUGESTÕES PARA DIRIGENTES E REPRESENTANTES DAS FILANTRÓPICAS

37 GILSON CARVALHO 37 SUGESTÕES A INSTITUIÇÕES QUE CONGREGAM AS FILANTRÓPICAS: 1)O DESAFIO DE REPRESENTAR INTERESSES DE INSTITUIÇÕES DE PORTES E PROBLEMAS, COMUNS E ATÉ OPOSTOS, SEM TOMAR JAMAIS AS PARTES PELO TODO, SEGUNDO INTERESSES; 2)O DESAFIO DE CONDENAR ERROS E CORRUPÇÃO DE ALGUNS JUSTAMENTE PARA GARANTIR PROTEÇÃO À MAIOR PARTE CORRETA E HONESTA. 3)O DESAFIO DE LEMBRAR QUE ALGUMAS FILANTRÓPICAS QUE, DE HÁ MUITO TEMPO, NÃO O SÃO, SAQUEADAS E DOMINADAS QUE FORAM, POR GRUPOS OS MAIS DIVERSOS.

38 GILSON CARVALHO 38 SUGESTÕES A INSTITUIÇÕES QUE CONGREGAM AS FILANTRÓPICAS: 3)O DESAFIO DE DEMONSTRAR, ATRAVÉS DE DADOS CONFIÁVEIS (IPEA.FGV,FIPE), A DEFASAGEM ENTRE VALORES JUSTOS E AQUELES PAGOS PELO SUS E VÁRIOS CONVÊNIOS; 4) O DESAFIO DE CONTRATAR ASSESSORIAS COMPETENTES E CONFIÁVEIS PARA DESENVOLVIMENTO DE : BANCOS DE MAT-MED;BANCOS DE PREÇOS;PREGÕES DE MAT-MED PARA ADESÃO DE FILIADAS;BANCO DE PROGRAMAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS, MEDICAMENTOS, PESSOAL ETC. ETC. 5) O DESAFIO DE DIVULGAR EXPERIÊNCIAS EXITOSAS: ABERTA A QUEM QUISER SE DIVULGAR DIVULGAÇÃO; ORIENTADA, APÓS ANÁLISE DE EXPERIÊNCIAS DE DESTAQUE

39 GILSON CARVALHO 39 ABANDONAR SUS E PERDER A FILANTROPIA: GRANDE SAÍDA OU SAÍDA FALSA? NO MEU ENTENDER: SAÍDA FALSA INVIÁVEL : A GRANDE MAIORIA DOS PEQUENOS FILANTRÓPICOS PERDERÁ FILANTROPIA POR NÃO GARANTIREM SERVIÇOS GRATUITOS ANTI-ÉTICO FILANTRÓPICO VIRAR LUCRATIVO: 1)TRAIÇÃO A QUEM CONTRIBUIU NA FORMAÇÃO DO PATRIMÔNIO E NO CUSTEIO; 2) CONCORRÊNCIA DESLEAL COM O LUCRATIVO QUE ARCA COM CUSTO FISCAL.

40 GILSON CARVALHO 40 GRANDE DESAFIO DA RELAÇÃO FILANTRÓPICOS SUS: TIRAR PROVEITO JUSTO E CORRETO DE DISCURSOS MINISTERIAIS QUE RECONHECEM A DEFASAGEM DA REMUNERAÇÃO DOS SERVIÇOS PRESTADOS; ASSUMIR POSIÇÃO PRÓ-ATIVA NO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE: FALAS, REQUERIMENTOS, PEDIDO DE COMISSÃO ETC.; (ESSENCIAL DADOS CORRETOS) PRESSIONA PARLAMENTARES: COMISSÃO SEGURIDADE – FRENTE PARLAMENTAR DE SAÚDE; LEVANTAR E DIVULGAR MUNICÍPIOS E ESTADOS COM PARCERIAS MAIS JUSTAS; FAZER NÍTIDA SEPARAÇÃO ENTRE DEFESA DE INJUSTIÇAS E DEFESA CORPORATIVA OU DEFESA COLETIVA DE ALGUNS CORRUPTOS.

41 GILSON CARVALHO 41 REDES: O MUNDO GLOBALIZADO, SOCIALIZADO DA RELAÇÃO, DA TROCA, DO PARTILHAMENTO ATÉ PARA ATENDER INTERESSES INDIVIDUALISTAS RELAÇÕES COM OS PARES: INTERCÂMBIO RELAÇÕES COM OS ASSEMELHADOS RELAÇÃO COM A COMUNIDADE RELAÇÃO COM O MINISTÉRIO PÚBLICO E JUDICIÁRIO RELAÇÃO COM O EMPRESARIADO REAÇÃO COM O PODER PÚBLICO

42 GILSON CARVALHO 42 O DESAFIO SE FUNDA EM DUAS QUESTÕES INDISSOLÚVEIS: FINANCIAMENTO QUALIDADE (TEM MUITA QUESTÃO DE QUALIDADE QUE NÃO DEPENDE DE MAIS DINHEIRO)

43 GILSON CARVALHO 43


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