A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

EQUIPE: Amânda Cristina Ana Carla Ana Maria Geisa Josiane Nilza Rosaura Vera.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "EQUIPE: Amânda Cristina Ana Carla Ana Maria Geisa Josiane Nilza Rosaura Vera."— Transcrição da apresentação:

1

2 EQUIPE: Amânda Cristina Ana Carla Ana Maria Geisa Josiane Nilza Rosaura Vera

3 DEFINIÇÃO A deficiência intelectual ou mental é conhecida por problemas com origem no cérebro e que causam baixa produção de conhecimento, dificuldade de aprendizagem e um baixo nível intelectual. Entre as causas mais comuns deste transtorno estão os fatores de ordem genética. Deve ser consideradas as seguintes características:

4 NÍVEL FÍSICO Falta de equilíbrio; Dificuldades de locomoção; Dificuldades de coordenação; Dificuldades de manipulação.

5 NÍVEL PESSOAL Ansiedade; Falta de auto-controle; Tendência para evitar situações de fracasso mais do que para procurar o êxito; Possível existência de perturbações da personalidade; Fraco controle interior.

6 NÍVEL SOCIAL Atraso evolutivo em situações de jogo; Atraso evolutivo em situações de lazer; Atraso evolutivo em situações de atividade sexual.

7 CAUSAS Condições genéticas. Por vezes, o atraso mental é causado por genes anormais herdados dos pais, por erros ou acidentes produzidos na altura em que os genes se combinam uns com os outros, ou ainda por outras razões de natureza genética. Alguns exemplos de condições genéticas propiciadoras do desenvolvimento de uma deficiência intelectual incluem a Síndrome de Down ou a fenilcetonúria;

8 Problemas durante a gravidez. A deficiência intelectual pode resultar de um desenvolvimento inapropriado do embrião ou do feto durante a gravidez. Por exemplo, pode acontecer que, quando ocorre a divisão das células, surjam problemas que afetam o desenvolvimento da criança. Uma mulher alcoólatra ou que contraia uma infecção durante a gravidez, como a rubéola, por exemplo, pode também ter uma criança com problemas de desenvolvimento intelectual.

9 Problemas ao nascer. Se o bebê tem problemas durante o parto, como, por exemplo, se não recebe oxigênio suficiente, pode também acontecer que venha a ter problemas de desenvolvimento intelectual.

10 Problemas de saúde. Algumas doenças, como o sarampo ou a meningite podem estar na origem de uma deficiência intelectual, sobretudo se não forem tomados todos os cuidados de saúde necessários. A desnutrição extrema ou a exposição a venenos como o mercúrio ou o chumbo podem também originar problemas graves para o desenvolvimento intelectual das crianças.

11 NÍVEIS DA DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Deficientes intelectuais leves: Aprendizagem lenta; Capacidade de dominar habilidades acadêmicas básicas; Capacidade de adaptação social e pessoal; Capacidade de freqüentar escola comum em classe especial ou regular.

12 Deficientes intelectuais Moderados: Atraso significativo na aprendizagem; Distúrbios psicomotores visíveis; Adaptação a programas sistematizados; Capacidade de formar hábitos higiênicos de rotina; Capacidade de ajustamento satisfatório em relação à família, à escola e à comunidade.

13 Deficientes intelectuais Severos: Acentuado prejuízo na comunicação; Acentuado prejuízo na mobilidade; Alcance de resultados no trabalho condicionado e repetitivo, com supervisão e ajuda constantes. Dependência completa; Limitações extremamente acentuadas na aprendizagem.

14 IMPORTANTE A deficiência intelectual não pode ser considerada uma doença, é uma limitação no funcionamento mental. Tendo o apoio apropriado com séries de serviços individualizados ou ambientais que preenchem as necessidades da pessoa, com o objetivo de torná-la mais independente e integrá-la na sociedade.

15 O PROFESSOR DEVE: Proporcionar um ambiente tranqüilo, em que as crianças estejam sempre ocupadas; Dosar atividades em relação a duração e ao interesse que possam despertar; Estabelecer os limites de forma positiva; Jamais fazer comparações entre as crianças; Facilitar para que a criança aprenda pela sua própria ação. Deixar que ela tente,experimente e observe;

16 Propor a criança à realização de jogos e brincadeiras, de acordo com a fase de desenvolvimento em que se encontra, transformando a aprendizagem em algo lúdico e agradável, permitindo a criança que demonstre criatividade e iniciativa; Procurar dividir cada atividade em etapas, ensinando-as uma a uma, até que a criança seja capaz de realizar toda atividade sozinha;

17 O deficiente intelectual é um indivíduo que pode: Ser alfabetizado, embora possua um grau de inteligência abaixo da média. Por isso deve seguir um programa curricular adaptado as sua condições pessoais; Ajustar-se socialmente; Realizar tarefas simples e algumas até mais complexas; (nos casos leves.) Praticar atividades psicomotoras, com certo grau de desempenho e até participar de atividades esportivas, se estas estiverem adaptadas aos seus níveis e limitações.

18 Pedir sempre ao aluno, após uma atividade, que descreva sua ação: verbal, gráfica e corporal; Nunca subestimar o aluno, quanto as suas capacidades; Ter em mente que o aluno com deficiência intelectual aprende num ritmo mais lento que as demais crianças devendo, portanto, ser respeitado o seu desenvolvimento;

19 O professor deve ser: Seguro; Estimulador; Versátil; Persistente, Comunic ativo e Paciente. O professor deve ter: Rapidez de raciocínio, bom senso, atenção, auto- domínio, resistência à rotina e capacidade de observação. A voz suave, não falar muito, nem muito alto, nem muito depressa.

20 A ESCOLA REGULAR PERANTE A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL A função da escola é a produção do conhecimento e o aluno com deficiência intelectual tem uma maneira própria de lidar com seu saber, que, não corresponde ao ideal da escola regular. Talvez esteja ai o motivo da urgente transformação da escola: entender a produção do conhecimento acadêmico como uma produção individual. A escola tem que se organizar para atender todos os alunos tendo deficiências ou não.

21

22

23

24

25

26

27

28 CONCLUSÃO Temos a certeza de que o professor é peça fundamental para o sucesso do processo de inclusão, porém não conseguirá fazer o trabalho sozinho. Portanto, professores e demais profissionais da educação deverão ser devidamente capacitados para receber esses alunos, pois, juntá- los em uma sala de aula não lhes garantirá ensino.

29 BIBLIOGRAFIA OLIVEIRA, Mabia Cardoso. MIRANDA, Arlete Aparecida Bertodo. Inclusão Escolar: Concepções de professores de alunos deficientes mentais na educação regular. Uberlândia-MG. UNOCHAPECÓ, Tânia Mara Z. P. Deficiência Mental. GOMES, Adriana L. Limaverde. [et al.]. Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Mental. São Paulo: MEC/SEESP, 2007.


Carregar ppt "EQUIPE: Amânda Cristina Ana Carla Ana Maria Geisa Josiane Nilza Rosaura Vera."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google