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Ministério da Saúde SIMPÓSIO NACIONAL SOBRE INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS - ILPI O PAPEL DO SUS NO ATENDIMENTO AOS IDOSOS RESIDENTES EM.

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1 Ministério da Saúde SIMPÓSIO NACIONAL SOBRE INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS - ILPI O PAPEL DO SUS NO ATENDIMENTO AOS IDOSOS RESIDENTES EM ILPI Gessyanne Vale Paulino

2 Ministério da Saúde SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE: DIMENSÕES E ABRANGÊNCIA UM DOS MAIORES SISTEMAS PÚBLICOS DE SAÚDE DO MUNDO, garantindo assistência integral e gratuita para a totalidade da população. REDE de SAÚDE: Unidades em 26 estados, no Distrito Federal e em municípios. USUÁRIOS IDOSOS: 73% da população idosa depende exclusivamente do SUS.

3 Ministério da Saúde SUS: Política de Estado; SUS: construção conjunta das três esferas de governo. A atuação do governo federal, no que tange à saúde, se dá por meio do Sistema Único de Saúde: DESAFIO Atender às especificidades da população idosa, baseando-se nos princípios do Sistema Único de Saúde.

4 Ministério da Saúde Universal Descentralizado Equânime Participativo Aumento de pessoas idosas e necessidades crescentes Parte dos que estão no sistema privado também recorrem eventualmente ao SUS. Alto consumo dos recursos do Sistema. A POPULAÇÃO O SISTEMA

5 Ministério da Saúde Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência. Igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie. SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - SUS Marco legal: Lei 8080/90

6 Ministério da Saúde Descentralização político-administrativa com direção única em cada esfera de governo, autonomia administrativa e ausência de vinculação hierárquica, estando estabelecidas as responsabilidades e os compromissos com a gestão da saúde para cada âmbito do sistema ( esfera federal, estadual e municipal ). Participação social – sociedade civil organizada, comunidade, cidadãos. SUS – PRINCÍPIOS

7 Ministério da Saúde PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE Exercício do controle social, mediante representação formal ou eventual. Este princípio influencia fortemente todos os outros e todas as ações do SUS. CONSELHOS COMISSÕES INTERGESTORAS FUNDOS DE SAÚDE

8 Ministério da Saúde CONSELHOS DE SAÚDE: Formados por representantes dos usuários. Co-partícipes no planejamento e controle da execução das ações locais de saúde. Requisito exigido para a habilitação ao recebimento de recursos financeiros. PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE

9 Ministério da Saúde COMISSÕES INTERGESTORAS Bipartite e tripartite. Instâncias de negociação e pactuação em que se acordam, sempre por consenso, questões tais como a programação das ações, distribuição de recursos, definição de responsabilidades. Suas decisões são subordinadas à aprovação dos Conselhos de saúde.

10 Ministério da Saúde FUNDOS DE SAÚDE Instituídos no âmbito dos estados, municípios e DF, com receitas vinculadas às ações de saúde. Os recursos financeiros do SUS são depositados em contas especiais do Fundo Estadual e do Fundo Municipal de Saúde e movimentadas sob fiscalização dos Conselhos de Saúde.

11 Ministério da Saúde ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO IDOSO Prevenção, promoção, recuperação e reabilitação Atenção básica, média e alta complexidade.

12 Ministério da Saúde ANOCOBERTURA % , , ,00 VACINAÇÃO CONTRA GRIPE E PNEUMOCOCOS

13 Ministério da Saúde Equipes de Saúde da Família implantadas em municípios (abril/2005) Agentes Comunitários de Saúde atuando em 92,7% dos municípios (5.154 municípios), representando atenção a 56,6% da população. ATENÇÃO BÁSICA

14 Ministério da Saúde O elenco do SUS abrange fármacos indicados para todas as patologias prevalentes na pop. idosa (Levantamento MS e SBGG, em Grupo de Trabalho de 2004) A aquisição e dispensação seguem o princípio da universalidade e a lógica da essencialidade, sem estratificação por idade, sendo dispensados em nível local. Atualização com base no perfil epidemiológico da população, havendo ajustes com base nas modificações desse perfil. MEDICAMENTOS

15 Ministério da Saúde DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS PARA DOENÇA DE ALZHEIMER COMPARATIVO 2003 / 2004

16 Ministério da Saúde PROCEDIMENTOS EM CARDIOLOGIA CUSTOS POR FAIXA ETÁRIA ALTA COMPLEXIDADE

17 Ministério da Saúde

18 CIRURGIA ONCOLÓGICA CUSTOS POR FAIXA ETÁRIA

19 Ministério da Saúde

20 A ATENÇÃO À SAÚDE PARA OS RESIDENTES EM ILPI Definições importantes: Caráter residencial da ILPI. Universalidade do atendimento no SUS. Principais desafios: Falta de mais informações sobre este segmento da população idosa. Caráter intersetorial das intervenções (social; sanitário; de atenção à saúde; de direitos humanos).

21 Ministério da Saúde Abrange as dimensões social; de direitos humanos; sanitária e de atenção à saúde. Co-responsabiliza todos os atores institucionais na implementação. Em face do desafios apresentados: POLÍTICA INTERSETORIAL

22 Ministério da Saúde SAÚDE Garantia de atendimento em todos os níveis de complexidade da atenção – atenção básica; média e alta complexidade – abrangendo os aspectos de promoção, prevenção,recuperação e reabilitação. Essas ações poderão realizar-se no âmbito do SUS e/ou sistema de Saúde suplementar.

23 Ministério da Saúde -Cadastramento e visitação regular das ILPI onde há Estratégia Saúde da Família e Programa de Agentes Comunitários de Saúde. Onde não houver : o gestor local estabelecerá uma parceria entre ILPI e UBS. -Atividades de promoção à saúde na rede local do SUS: Núcleos de Saúde Integral; grupos diversos em UBS e liderados por profissionais do PSF. -Atenção à saúde bucal por meio das UBS ou Equipes de Saúde Bucal do Programa Saúde da Família e Atenção Especializada nos serviços de referência, Centro de Especialidades Odontológicas e Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias. ESTRATÉGIAS

24 Ministério da Saúde Referência de consultas e procedimentos especializados de média e alta complexidade em conformidade com o desenho do Plano Diretor Regionalizado, priorizando a concessão de medicamentos, órteses e próteses. Disponibilização das vacinas destinadas a esta faixa etária, conforme o estipulado pelo Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, inclusive garantindo a vacinação nas ILPI, durante a vigência da Campanha.

25 Ministério da Saúde Atendimentos de urgência garantido pelos serviços de urgência do sistema local ou SAMU. Onde não houver SAMU a ILPI deverá providenciar o transporte, utilizando recursos públicos ou particulares. Atenção à saúde mental na rede extra-hospitalar de atenção psicossocial, que consiste no atendimento ambulatorial com profissionais especializados. Nos casos de transtornos psíquicos intensos o atendimento será realizado nos CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), que visam atender às pessoas com quadros agudos de transtornos mentais e promover a reinserção social. Quando necessário, será realizada a internação em leitos psiquiátricos de hospital geral.

26 Ministério da Saúde -Atendimento nos Centros de Referência em Atenção à Saúde do Idoso, nos Estados onde estão organizados. Tais serviços também são referência para o tratamento das doenças de Alzheimer e Parkinson.

27 Ministério da Saúde Divisão de responsabilidades entre Secretarias Estaduais e Municipais, Anvisa e ILPIs, envolvendo as ações de saúde. Destacam-se: ANVISA – publicação das normas de funcionamento sob os aspectos de risco sanitário. ILPI – propiciar, com recursos próprios ou por meio de parcerias e/ou trabalho voluntário, a atuação de uma equipe mínima, composta de: nutricionista; enfermeiro; terapeuta ocupacional; técnico de nível superior da área social (psicólogo ou assistente social); auxiliar de enfermagem; cuidadores; profissionais de limpeza; segurança, copa e cozinha e responsável técnico.

28 Ministério da Saúde DESAFIOS Aumento da proporção de idosos e da proporção de residentes em ILPI.Aumento da proporção de idosos e da proporção de residentes em ILPI. Banco de informações sistematizadas sobre esses idosos e sobre as instituições.Banco de informações sistematizadas sobre esses idosos e sobre as instituições. Garantir formação adequada para os cuidadores atuantes nestas instituições. Garantir formação adequada para os cuidadores atuantes nestas instituições. Implementação efetiva das políticas propostas.Implementação efetiva das políticas propostas.

29 Ministério da Saúde RESPOSTAS /PROPOSTAS Pesquisas Publicação desta política e da RDC ANVISA. Levantamento nacional ( parceria MDSCF, MS e SEDH). Investimento em formação de cuidadores e profissionais: 600 (mai/2005), por meio dos pólos de capacitação (AC, CE, MG, RO, SP). Início de implementação: experiência de Goiânia (mapeamento da rede; interface das ILPI com as equipes do PSF e com as UBS).

30 Ministério da Saúde SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DPTO. DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE SAÚDE DO IDOSO Esplanada dos Ministérios – Bloco G – Sala 655 Brasília (DF) - CEP Telefone: (61) MINISTÉRIO DA SAÚDE


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