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Os desafios da ciência da comunicação para o fazer teológico no século XXI Semana Teológica Prof. Dr. Pe. Pedro Gilberto Gomes,sj Programa de Pós-Graduação.

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1 Os desafios da ciência da comunicação para o fazer teológico no século XXI Semana Teológica Prof. Dr. Pe. Pedro Gilberto Gomes,sj Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação

2 1. A igreja e Comunicação Existem quatro perspectivas para compreender a relação entre Igreja e Comunicação: A comunicação em si mesma O acento no conteúdo A mídia em si mesma A comunicação interna e externa

3 a. A Comunicação em si mesma A comunicação é uma dimensão e um instrumento humano de relacionamento. Nesse caso, todos devem ser peritos na arte de comunicar. Devemos, permanentemente, avaliar esse tipo de comunicação.

4 b. O acento no conteúdo Quando se acentua o conteúdo, os meios são considerados instrumentos para a transmissão de uma mensagem. As pessoas utilizam os meios instrumentalmente. O que importa é a mensagem. Aqui,o pároco escreve num jornal, faz um pequeno programa de rádio. Não está preocupado com a linguagem, mas com o conteúdo.

5 c. Mídia em si mesma Aqui envolve o conhecimento específico dos mecanismos e das linguagens dos diversos meios. Para isso, a Igreja deve formar pessoas para atuar nos meios de comunicação. O importante é compreender o contexto.

6 d. A comunicação interna e externa 1. Aqui entra a tensão entre a comunicação como dimensão e a comunicação como setor. 2. No primeiro caso, temos o favorecimento da dimensão comunicacional em todas as ações da Igreja. 3. No segundo caso, temos um setor especializado que coordena as ações da Igreja no campo específico da comunicação.

7 e. A comunicação interna e externa (cont.). 1.Criar condições para que a comunicação flua no interior da Igreja. 2.Realizar o trabalho de relacionamento externo da Igreja, com a sociedade e com os meios de comunicação. 3.Estamos falando, por exemplo, de uma assessoria de imprensa que não só fosse um elo de ligação com os meios de comunicação, mas que também trouxesse a realidade para dentro da Igreja. 4.Seria o setor que coordenaria as diversas ações da pastoral da comunicação : n os meios, com os meios e através dos meios.

8 2. Relação Comunicação/Teologia A relação entre a comunicação e a teologia ainda não está totalmente esclarecida no pensamento da Igreja Optamos por falar aqui de relação entre "comunicação e teologia", em lugar de "teologia da comunicação". A importância do estudo da comunicação em sua relação com a teologia se evidencia pelo desenvolvimento da "ciência da comunicação" no mundo contemporâneo

9 3. A Comunicação Libertadora na realidade latino-americana A questão da comunicação libertadora está diretamente ligada com os pressupostos da teologia da libertação. A luta pela libertação se impõe como ponto de partida porque a reflexão buscada está dentro de um contexto social específico: a realidade dominada e escravizada do continente latino- americano.

10 a. A comunicação aprisionada Com respeito à comunicação, se aceitamos os pressuposto de que a comunicação que não leva a um processo de libertação não é verdadeira comunicação, devemos nos questionar sobre o que necessita ser libertado. Existem elementos poderosos que impedem que a comunicação seja livre e tenha, conseqüentemente, efeitos libertadores. Deve-se buscar a maneira de trabalhar na libertação da comunicação para que, libertada, ela tenha efeitos libertadores.

11 b. A Teologia da Libertação na realidade latino-americana Na América Latina, a teologia da libertação não surge por geração espontânea. Ela tem uma história que se enraíza num contexto social específico, com suas lutas e suas conquistas. A teologia da libertação permite a apropriação dos bens religiosos por parte do povo. A primeira desta apropriação é deixar que o povo leia e comente a Bíblia. Por último, a Igreja é vista como comunidade libertadora e instrumento de libertação ao nível das bases e ao nível da grande instituição.

12 c. A comunicação libertadora como "lugar teológico" Uma situação de liberdade envolve uma comunicação libertadora, pois é na comunicação que se tornam visíveis as situações de opressão e dominação. A comunicação é um lugar teológico importante, já que a teologia, como foi dito, é o momento de reflexão sobre uma ação libertadora. A comunicação livre é um processo, uma relação com o outro, envolvendo uma dimensão de aprendizado mútuo. Por isso, a comunicação como processo não se identifica com os meios de comunicação que, na realidade latino- americana, encontram-se a serviço da opressão e da dominação econômica e cultura.

13 c. A comunicação libertadora como "lugar teológico"(Cont.) As mensagens da comunicação libertadora têm como missão, entre outras, contribuir para a configuração e a articulação de uma cultura latino- americana. A comunicação libertadora não pode prescindir das alternativas oferecidas pela cultura popular. Ela restaura a intercomunicação real e é um dos firmes fundamentos da consolidação da vida democrática de uma sociedade.


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