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FARMACOTERAPIA NO CONTROLE DA DOR ANTIDEPRESSIVOS LEAD Liga de Estudo e Apoio ao Paciente com Dor João Alberto Ribeiro – Acadêmico 5º ano – Medicina Faculdade.

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2 FARMACOTERAPIA NO CONTROLE DA DOR ANTIDEPRESSIVOS LEAD Liga de Estudo e Apoio ao Paciente com Dor João Alberto Ribeiro – Acadêmico 5º ano – Medicina Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro Uberaba - MG

3 ANTIDEPRESSIVOS OU Agentes Psicotrópicos Efeitos Benéficos Sobre a DOR Sobre a DEPRESSÃO Dor Crônica Dor Neuropática; Dor Nociceptiva Profilaxia da Migrânea

4 ANTIDEPRESSIVOS Ação : Sedativa; Ansiolítica; Miorrelaxante; Antiinflamatória. Normalizam o ritmo do sono; Melhora o Apetite; Estabiliza o Humor DOR É FREQUENTEMENT E ASSOCIADO A DEPRESSÃO

5 QUANDO A DEPRESSÃO PRECEDE OU COINCIDE COM A INSTALA Ç ÃO DA DOR CRÔNICA, A MELHORA COM ANTIDEPRESSIVOS E IMAOS É MAIS EXPRESSIVA QUE QUANDO A DEPRESSÃO INSTALA-SE AP Ó S O IN Í CIO DA DOR

6 INDICAÇÕES ANTIDEPRESSIVOS Depressão neurótica e Endógena; Síndromes Ansiosas; Pânico; Fobias; Enurese Noturna; Úlcera Péptica; Alterações do Apetite

7 CLASSIFICAÇÃO Os Antidepressivos podem ser classificados como: Antidepressivos Tricíclicos (ADTs); Antidepressivos Heterocíclicos; Antidepressivos Inibidores da Recaptação da Serotonina e Noradrenalina (IRRSN); Antidepressivos Inibidores a Mono-Amino-Oxidase (IMAOs) NA PRÁTICA CLÍNICA, OS ANTIDEPRESSIVOS MAIS UTILIZADOS SÃO OS ANTIDEPRESSIVOS TRICÍCLICOS

8 MECANISMOS DE AÇÃO EFEITOS TERAPÊUTICOS MAIS FREQUÊNTES Melhora do humor; Redução do sentimento de culpa; Autoconfiança; Regulação do Sono; Regulação do Apetite; Melhora da Memória (?) e Melhora da disposi ç ão f í sica e ps í quica da Dor IMPORTÂNCIA

9 MECANISMOS DE AÇÃO Vários Mecanismos relacionados à eficácia dos Antidepressivos Bloqueio da Recaptação da Serotonina Bloqueio da Recaptação de Noradrenalina Bloqueio da Recaptação de Noradrenalina e Serotonina Nas vias Supressoras da Dor, a partir do Tronco Cefálico, no CPMe

10 MECANISMOS DE AÇÃO TRABALHOS DEMONSTRAM QUE QUE ALGUNS ADTs (Inibidores Seletivos da Recapta ç ão da Sero-tonina) COMO O CITALOPRAM, A FLUOXETINA, A PAROXETINA E A TRAZODONA NÃO PROPOR-CIONAM ANALGESIA SUPERIOR AO PLACEBO OU SÃO MENOS EFICAZES QUE OS ADs.

11 MECANISMOS DE AÇÃO Manifestações clínicas mais freqüentes de Depressão: Fadiga; Comprometimento do Humor; Comprometimento da Memória; Deficiência da Concentração Mental; Perda do Interesse; Pensamento Pessimista; Mal-estar Geral; Insegurança; Isolamento Social; Idéias de Suicídio. DOR CRÔNICA

12 MECANISMOS DE AÇÃO CICLO VICIOSO DOR DEPRESSÃO Da Noradrenalina Da Serotonina Da Dopamina Falha no sistema analg é sico inibidor descendente

13 CLASSIFICAÇÃO DO ANTIDEPRESSIVOS Inibidores Não-seletivos de Recaptura de Monoaminas Antidepressivos Tricíclicos Amitriptilina, Imipramina, Clomipramina e Maprotilina Apresenta efeitos analgésicos independentes dos efeitos antidepressivos (?) O das Monoaminas nas sinapses inibe a nocicepção no tálamo, tronco encefálico e Medula Espinhal Andersen, 1983; Proudfit, 1988; Roberts, 1984

14 CLASSIFICAÇÃO DO ANTIDEPRESSIVOS Inibidores de Monoaminoxidases (IMAOs) IMAOs Inibem a MAO (válvula de segurança que inativa o excesso de neurotrans- missores lançados na fenda sináptica) Fenelzina, Tranilcipromida, Moclobemida, Seleginina (utilizado na Dça. de Parkinson) Alta concentra- ção de Neuro- transmissores na Fenda Sináptica

15 CLASSIFICAÇÃO DO ANTIDEPRESSIVOS Inibidores Seletivos da Recapta ç ão da Serotonina (ISRSs) ISRSs Fluoxetina, Paroxetina, Citalopram, Escitalopram, Trazodona, Sertralina Inibem seletivamente a recaptação da 5-HT e exercem pequena afinidade pelos receptores adrenérgicos, colinérgicos e histaminérgicos Empregados em caso de intolerância ou contra-indicação aos ADTs (1ª escolha), depressão grave, DOR (oncológica ou não) e na profilaxia da enxaqueca

16 CLASSIFICAÇÃO DO ANTIDEPRESSIVOS Inibidores Seletivos da Recapta ç ão da Serotonina (ISRSs) OS ISRSs APRESENTAM UM PERFIL MAIS FAVORÁVEL DE EFEITOS COLATERAIS QUE OS ADTs NÃO APRESENTAM EFEITOS ANTICOLINÉRGICOS, ANTI-ADRENÉRGICOS E ANTI- HISTAMINÉRGICOS Não causam efeitos cardíacos, hemodinâmicos, prostáticos, oculares, gastrintestinais, sedação ou ganho de peso dos ADTs

17 CLASSIFICAÇÃO DO ANTIDEPRESSIVOS Inibidores Seletivos da Recapta ç ão da Serotonina (ISRSs) FLUOXETINA: útil no tratamento de doentes letárgicos, ansiosos ou com excitação psicomotora. Os efeitos adversos mais comuns são NÁUSEAS (23,5%) e NERVOSISMO (21,3%); PAROXETINA: eficaz no tratamento da depressão, ansiedade e agitação psicomotora. Os efeitos adversos mais comuns são NÁUSEAS e CEFALÉIA. SERTRALINA: apesar de pouco estudado, gera pouca sonolência, xerostomia, ataxia e obstipação. Porém conta com queixas gastrintestinais e insônia dentre os efeitos adversos.

18 CONCLUSÃO OS ADs SÃO AGENTES IMPORTANTES NO TRATAMENTO DA DOR CRÔNICA Geralmente são bem tolerados gerando poucos efeitos colaterais e não provocam dependência química Atuam no sistema de modulação rostro-caudal, promovendo sensação de bem-estar, redução da dor e regularizando o sono São eficazes mesmo em doses terapêuticas


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