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ESCOLA Segundo Piaget, a escola deve: Começar ensinando a criança a observar; Dar ao aluno a possibilidade de aprender por si próprio; Dar oportunidades.

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1 ESCOLA Segundo Piaget, a escola deve: Começar ensinando a criança a observar; Dar ao aluno a possibilidade de aprender por si próprio; Dar oportunidades de investigação individual, possibilitando-lhe todas as tentativas, todos os tateios, ensaios que uma atividade real pressupõe; Motivação: deve ser intrínseca ao aluno; Possibilitar ao aluno o desenvolvimento de suas possibilidades de ação motora, verbal e mental; Incentivar a cooperação dos alunos entre si e ao trabalho em grupo;

2 Escola Uma escola com abordagem cognitiva: Deverá oferecer às crianças liberdade de ação, ao mesmo tempo, propôr trabalho com conceitos, em níveis operatórios de acordo com o estágio de desenvolvimento do aluno, num processo de equilíbrio-desequilíbrio; Não se concebe, no entanto, que a atividade do aluno e o como trabalhar os conceitos sejam dirigidos. A forma de solução deverá ser peculiar a cada aluno.

3 Escola Diretrizes que norteariam uma escola Piagetiana: Trabalho em grupo; Diretividade sequencial; Consecução de alto nível de interesse pela tarefa; OBS: essa diretividade da aprendizagem deve permitir a operacionalização dos conceitos, criando situações para tal, fazendo com que a criança se esforce no sentido da reequilibração; Cada reequilibração é uma ultrapassagem, pois implica a aquisição de um conceito, antes não dominado, pelo menos operatoriamente;

4 Escola Proposta de Furth e Wachs: Escola para o pensamento Escola para Pensar; Inspirada na Psicologia Genética; Não estaria presa a currículos, procurando estruturar o ambiente de modo a desafiar a inteligência da criança; A ênfase não seria colocada em conteúdos, mas em atividades como: jogos, leituras, visitas, excursões, discussão, arte, oficina, exercício físico, teatro e etc; Na construção do currículo dever-se-ía considerar 2 tipos de variáveis: A estrutura do sujeito (o aluno) e a estrutura da matéria de ensino; Uma escola para o pensamento reconheceria a prioridade psicológica da inteligência sobre a aprendizagem;

5 Escola ESCOLA PRIMÁRIA TYLER (CHARLESTON-USA) Características observáveis: Experiências individualmente desafiadoras, ausência de tédio e carência de perturbação. Estas caract. são consideradas como fortes indicadores de uma atmosfera intelectual psicologicamente saudável; Foram oportunizadas nessa escola: Atividades realizadas pela própria criança; Liberdade entendida como meio termo entre escola aberta e programa estruturado, sendo que nenhuma tarefa e nenhum nível de desempenho foram impostos à criança; Experiência de acordo com características estruturais, do nível de desenvolvimento em que o aluno se encontrava; Centralização na atividade da criança; Atividades realizadas individualmente, mas todos em grupo, onde havia cooperação entre eles; Atividades desafiadoras, tanto para o professor,quanto para as crianças; As atividades principais da Escola para o Pensamento consistiriam em: jogos de pensamento lógico e de pensamentos para o corpo e os sentidos, teatro, excursões, jogos de faz-de-conta, ler e escrever, aritmética, ciência, arte e oficios, música, educação física;

6 Ensino-aprendizagem Diferentes classificações das abordagens teóricas do processo de ensino e aprendizagem de acordo com: 1.Mizukami: Abordagem Cognitivista; 2.Bordenave: Pedagogia da problematização; 3.Libâneo: Pedagogia Liberal Renovada Progressista; 4.Saviani: Pedagogia Nova;

7 Ensino-aprendizagem Desenvolve a inteligência, considerando o sujeito inserido numa situação social; A inteligência constrói-se a partir da troca do organismo com o meio, pelas ações do indivíduo; Deve ser baseado no ensaio e no erro, na pesquisa, na investigação, na solução de problemas por parte do aluno e não em aprendizagem de fórmulas nomenclaturas, definições, facilitando o aprender a pensar; Ênfase nos trabalhos em equipe e jogos; Como pressuposto de aprendizagem, aprender se torna uma atividade de descoberta, é uma auto-aprendizagem, sendo o ambiente apenas um meio estimulador; As situações de ensino-aprendizagem devem partir das necessidades e interesses do educando, daí ser necessário a diversificação dos programas e processos de ensino, bem como a consideração pelas aptidões e ritmos de cada aluno;

8 Ensino-aprendizagem Tudo o que se ensina à criança a impede de inventar ou de descobrir (Piaget, 1978)... As crianças não aprendem a pensar, as crianças pensam. Quando pensam (...) desenvolvem mecanismos mais avançados de pensamento. Por essas razões, pode esperar–se que uma ênfase sistemática sobre o pensamento, durante o período prolongado, fará seu impacto, ao passo que a preocupação com o aprendizado ou estratégias do aprendizado podem deixar de mostrar efeitos de transferência. (Furth e Wachs, 1979) Portanto, a aprendizagem verdadeira se dá no exercício operacional da inteligência. Só se realiza realmente quando o aluno elabora seu conhecimento. E a inteligência é o instrumento de aprendizagem mais necessário.

9 Professor-Aluno Papel do professor: Criar situações desafiadoras e desequilibradoras, pela orientação. Estabelecer condições de reciprocidade e cooperação ao mesmo tempo moral e racional; Assumir o papel de investigador, pesquisador, orientador, coordenador, levando o aluno a trabalhar o mais independentemente possível, sem jamais lhe ensinar a solução; Orientar o aluno e conceder-lhe ampla margem de autocontrole e autonomia; Deve conviver com os alunos, observando seus comportamentos, conversando com eles, perguntando, sendo interrogados por eles, e realizar, também com eles, suas experiências, para que possa auxiliar sua aprendizagem e desenvolvimento;

10 Professor-Aluno Papel do aluno: Papel essencialmente ativo de observar, experimentar, comparar, relacionar, analisar, justapor, compor, encaixar, levantar hipóteses, argumentar, etc. Ora é obvio que o educador continua indispensável, a título de animador, para criar as situações e construir os dispositivos de partida suscetíveis de apresentar problemas úteis à criança e, em seguida, organizar contra-exemplos que forçam a reflexão e obrigam o controle de soluções mais precoces: o que se deseja é que o mestre deixe de ser apenas um conferencista e estimule a pesquisa e esforço, em lugar de contentar-se em transmitir os problemas já solucionados. (Piaget, 1974)


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