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PEDOFILIA O mundo onde vivemos é perigoso não por aqueles que praticam o mal, mas por aqueles que o vêem ser praticado e nada fazerem!

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Apresentação em tema: "PEDOFILIA O mundo onde vivemos é perigoso não por aqueles que praticam o mal, mas por aqueles que o vêem ser praticado e nada fazerem!"— Transcrição da apresentação:

1 PEDOFILIA O mundo onde vivemos é perigoso não por aqueles que praticam o mal, mas por aqueles que o vêem ser praticado e nada fazerem!

2 Explicar o conceito de pedofilia "Atracção de adultos por crianças" Dicionário da vida sexual (Aldo Pereira, Editora Abril Cultural) "Desejo sexual por crianças" Wordweb 1.6, (Teasauros Dictionary Princeton University). A pedofilia trata-se obviamente do abuso sexual de crianças. O abuso sexual de menores refere-se ao uso de uma criança (definida como pessoa menos de 16 anos) por um adulto para gratificação sexual com, ou sem consenti­ mento da mesma, Qualquer forma de contacto sexual entre um adulto e uma criança, directo ou indirecto, é abusivo uma vez que é meramente motivado pelas necessidades e vontades do adulto e envolve a criança que, em virtude da sua idade e inocência, não possui uma estrutura ou perfil psicológico que lhe permita lidar com uma situação de abuso sexual. O abuso sexual de crianças pode ser físico ou não físico. E considerado abuso sexual de crianças: actos de exposição, toque sexual, penetração oral ou vaginal.

3 Abuso físico não violento refere – se a: caricias nos órgãos genitais de criança e ao acto sexual não violento, com o consentimento da criança. Abuso sexual físico violento é a: violação, ou a prática de qualquer acto de índole física sem consentimento da criança. Abuso sexual de crianças não físico refere – se a: Exibicionismo – mostrar à criança filmes ou fotos pornográficas, exibir os órgãos genitais ou fazer qualquer tipo de comentários obscenos a um menor. Voyorismo – olhar ou espreitar por portas e janelas, violando a privacidade da criança. Pornografia infantil – filmar ou fotografar crianças nuas. A actividade sexual entre crianças é considerada abuso sexual, quando é praticada entre irmãos; ou pela diferença de idades das duas crianças e o respectivo nível de desenvolvimento; pela existência de coacção, em que se torna evidente que uma das crianças abusa outra. O ABUSO SEXUAL FÍSICO DE CRIANÇAS PODE SER VIOLENTO OU NÃO VIOLENTO.

4 O perfil do Pedófilo

5 Os pedófilos exibem regularmente um determinado número de características comuns. É no entanto esta caracterização, não pode ser conclusiva. Os pedófilos: provêem de todos os estratos sociais; são até considerados cidadãos respeitáveis; molestam sexualmente crianças antes dos 30 anos de idade; pais incestuosos abusam de crianças fora de casa, mantendo uma relação normal com os familiares; ambos abusadores, incestuosos ou não, sentem desejo similar por crianças. Problemas associados a pedófilos: abuso de álcool/drogas; sentimento de inadaptação; depressão; fraco poder de controlo dos seus impulsos; fraca auto – estima.

6 O começo deste problema pode ocorrer desde a adolescência até a idade adulta, e surge predominantemente no sexo masculino. Cerca de 2/3 dos pedófilos são atraídos por crianças do sexo oposto. É raro o caso dos pedófilos que param depois da sua primeira vítima. Muitos dos pedófilos encontram – se sob o efeito da droga ou do álcool, no momento em que cometem o abuso. Menos de 5% dos pedófilos são diagnosticados como sendo mentalmente perturbados ou psicóticos.

7 O que fazer? – O que dizer? Pedofilo. Segundo Armando Sodano

8 ALGUNS CONSELHOS PARA LIDAR COM CRIANÇAS VÍTIMAS DE ABUSO SEXUAL. 1.Manter a calma; 2.Ser paciente; 3.Nunca pressionar nem perguntar detalhes, deixar a criança contar com as suas próprias palavras; 4.Ouvir atentamente e acreditar; 5.Tentar perceber o que a criança está a dizer e perceber o quão difícil é para ela dizer – lho; 6.Confortar o mais possível a criança; 7.Garanta – lhe que não voltará a acontecer, faça senti – la protegida; 8.Diga à criança que está orgulhosa por ela lhe ter contado esse segredo; 9.Quando estiver sozinho escreva tudo o que a criança disse, usando as palavras da criança, evitando escrever as suas interpretações;

9 Muitas das vezes as crianças não contam o que se passou por palavras, mas com comportamentos. O facto de não contarem pode estar associado com falta de confiança, com ameaças recebidas pelo pedófilo, ou até por não querer preocupar os adultos. Além disso nem todos os actos sexuais são dolorosos, e a criança até pode experimentar algum prazer com o abuso sofrido. Alguns pedófilos fazem com que o acto pareça extremamente normal, o que gera uma grande confusão na mente da criança. Entraves:

10 O que pode impedir a criança de de revelar que foi vítima de abuso sexual? MEDO A criança: pode ter sido ameaçada para guardar segredo; pode ter medo de ser castigada por ter feito algo de errado; pode ter medo de ser rejeitada pelos pais; pode ter medo de reacções negativas por parte dos amigos ou membros da família; pode ter medo de ser tratado de forma diferente se se souber do abuso; pode ter medo de preocupar os pais ou destabilizar a família; pode ter medo de ser expulsa de casa. E. Munch, O Grito, 1893

11 CONFUSÃO E SENTOMENTOS CONFLITUOSOS A criança pode: não compreender o quê ou porque é que isto aconteceu com ela; estar confusa quando o abusador é alguém em que ela confia; sentir que o abuso é errado, mas pode ter dificuldade em perceber porque é que alguém que ela ama e confia o fez; estar confusa pela dualidade de sentimentos para com o pedófilo: amor e ódio; CULPA Acreditar que ela ou as suas acções são responsáveis pelo abuso; Sentir que é culpada por se ter relacionado com o abusador, e pondera se não merece aquilo que lhe acontece; DOR E/OU VERGONHA Frequentemente as crianças ficam sob o ponto de vista emocional abaladas; Podem muitas das vezes sentir vergonha pelo que lhes aconteceu, parecendo – lhes mais fácil permanecer no silencio do que revelar o abuso.

12 SINAIS DE ALARME Indicadores comportamentais: Excessivo interesse ou incomodo fora do normal por assuntos de natureza sexual; Problemas em dormir – pesadelos; Depressão e incómodo em contactos físicos; Comentários de que o seu corpo está sujo ou magoado, ou manifestação de medo que haja algo de errado nos seus órgãos genitais; Repulsa em ir para a escola; Mudança súbita na conduta do comportamento; Agressividade fora do normal; Desenhos, jogos ou fantasias de actos de abusos sexuais. Caso a criança opte pelo silencio, há alguma forma de pais ou educadores se aperceberem do problema?

13 Indicadores físicos: Feridas na região anal ou genital; Irritação ou infecção; Aparecimento de uma doença venérea (herpes, gonorreia, etc.); Comichão fora do normal na região anal ou genital; Hemorragia perto da região genital.

14 CONCLUSÕES Devemos responder com coragem e determinação ao problema da pedofilia, para não pactuar com o confortável silencio que só favorece o pedófilo. Existe uma passividade dos intervenientes policiais, educadores enquanto profissionais da educação, pais e governos que pactuam com a proliferação da pedofilia que se desenvolve neste silencioso e pacato país, que se orgulha em se dizer respeitador dos direitos da criança; A pedofilia atinge dimensões mundiais e números preocupantes; É necessário combater e prevenir actos de abuso sexual de crianças inocentes;

15 Por fim, pedimos a todos Não deixem estas crianças ficar no fundo da escuridão... Ajudem – nas, estejam atentos!!!

16 Trabalho realizado por: Alexandra Alves Ruben Alves Temas Contemporâneos Dr.ª Manuela Gamboa 27 de Março de 2003


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