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Normatização Acadêmica normas para a construção de um trabalho de conclusão de curso Prof. Carlos Augusto N. Sarmento-Pantoja Universidade Federal do Pará

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Apresentação em tema: "Normatização Acadêmica normas para a construção de um trabalho de conclusão de curso Prof. Carlos Augusto N. Sarmento-Pantoja Universidade Federal do Pará"— Transcrição da apresentação:

1 Normatização Acadêmica normas para a construção de um trabalho de conclusão de curso Prof. Carlos Augusto N. Sarmento-Pantoja Universidade Federal do Pará – Campus de Abaetetuba

2 O Método Científico O problema do estudo eficiente poderia ser resolvido cientificamente de duas maneiras: pelo método experimental ou por meio de uma pesquisa de campo (Salomon, 2004, p.34) método experimentalpesquisa de campo método experimentalpesquisa de campo

3 Método Experimental A partir de uma teoria geral com fundamentação psicológica e pedagógica de um levantamento exploratório dos elementos e mediante intuição, poderíamos realizar uma série de pesquisas, com grupos experimental e de controle.

4 Pesquisa de Campo Utilizando a técnica de amostragem, faríamos o levantamento, a descrição e a interpretação das várias habilidades que os estudantes usam nas situações de estudo(leitura, assistência a aulas, exames, anotações etc.), tendo o cuidado de controlar variáveis como idade, sexo, nível de escolaridade

5 O Método do Estudo Eficiente Fases Atitude e Comportamento Técnicas Básicas do estudo para leitura 1. Global CuriosidadeInteresse propósito indefinido 1. Perguntar-se antes do estudo-leitura qual é o assunto? qual é o assunto? o que sei sobre isso? o que sei sobre isso? o que acho que vai tratar-se aqui? o que acho que vai tratar-se aqui? 2. Pausa para responder-se mentalmente essa pergunta 3. Leitura rápida sobre todo o livro (quando é o primeiro contato com ele) tentar obter o plano da obra tentar obter o plano da obra informações sobre o autor e o trabalho informações sobre o autor e o trabalho descobrir seu método expositivo descobrir seu método expositivo

6 Continuação 01 Fases Atitude e Comportamento Técnicas Básicas do estudo para leitura Olho Clínico AtençãoNão-passividade 4. Leitura rápida pelo capítulo: se informar do que se trata se informar do que se trata esboçar o plano do capítulo ou do texto esboçar o plano do capítulo ou do texto relacionar com temas anteriores relacionar com temas anteriores sem anotações – veloz sem anotações – veloz OBS: Esta primeira leitura é sem análises – deve ser levada a cabo, mesmo sem entender tudo. 2. Parcial ConcentraçãoAnáliseCrítica 5. Nova Leitura: demorada e crítica assinalar partes importantes assinalar partes importantes obtenção das idéias principais obtenção das idéias principais obtenção de detalhes importantes obtenção de detalhes importantes

7 Continuação 02 Fases Atitude e Comportamento Técnicas Básicas do estudo para leitura assinalar a lápis no livro assinalar a lápis no livro relacionar as partes relacionar as partes criticar (se for o caso) pontos de vista criticar (se for o caso) pontos de vista confrontá-los com os próprios confrontá-los com os próprios levantar dúvidas levantar dúvidas procurar respostas procurar respostas SínteseSistematização 6. Anotações (fichas) breves transcrições breves transcrições esquemas esquemas resumos próprios resumos próprios conclusões tiradas conclusões tiradas

8 Continuação 03 Fases Atitude e Comportamento Técnicas Básicas do estudo para leitura Ordenação Lógica análises e críticas pessoais análises e críticas pessoais ordenar-se não apenas para o presente, o imediato. A anotação deve servir para o futuro. Daí ser concisa, sem ser obscura. ordenar-se não apenas para o presente, o imediato. A anotação deve servir para o futuro. Daí ser concisa, sem ser obscura. 7. Relacionar o assunto com o anterior e o seguinte consultar outras fontes. Não se escravizar ao livro de textos consultar outras fontes. Não se escravizar ao livro de textos 3. Global ConcentraçãoPersistência 8. Revisão e assimilação rever toda a anotação feita rever toda a anotação feita confrontar com o texto confrontar com o texto repetir-se como se falasse a alguém repetir-se como se falasse a alguém

9 Continuação 04 Fases Atitude e Comportamento Técnicas Básicas do estudo para leitura Adaptação às situações reais, fora do contexto lido treinar-se para que tal comunicação tenha clareza e seqüência lógica treinar-se para que tal comunicação tenha clareza e seqüência lógica testar a memória para assegurar-se de que não esqueceu nada importante testar a memória para assegurar-se de que não esqueceu nada importante

10 Diferenças entre Leitores O BOM LEITOR O MAU LEITOR Lê rapidamente e entende bem o que lê 1. Tem objetivo determinado – aprender certos assuntos, repassar detalhes, responder a questões. 2. Lê unidades de pensamento – abarca em um relance, o sentido de um grupo de palavras. Relata rapidamente as idéias encontradas numa frase ou num parágrafo. 3. Tem vários padrões de velocidade – ajusta a velocidade da leitura com o assunto que lê. Se lê uma novela é rápido. Se livro científico para guardar detalhes, lê mais devagar para entender bem. Lê vagarosamente e entende mal o que lê 1. Sem finalidade – raramente sabe porque lê. 2. Lê palavra por palavra – pega o sentido da palavra isoladamente. Esforça-se para juntar os termos para entender a frase. Com freqüência precisa reler palavras. 3. Só tem um ritmo de leitura – seja qual for o assunto lê sempre vagarosamente.

11 4. Avalia o que lê – qual o sentido para mim? Este autor é qualificado para escrever sobre o assunto? Ele apresenta apenas um ponto de vista? Qual a idéia principal? Quais os seus fundamentos. 5. Possui bom vocabulário – Sabe o que muitas palavras significam. É capaz de perceber o sentido das palavras novas pelo contexto. Sabe utilizar um dicionário e o faz freqüentemente para esclarecer o sentido de certos termos, no momento oportuno. 6. Conhece o valor do livro – indaga de imediato do que se trata, através do título, dos subtítulos da página de rosto. Em seguida lê os títulos do autor, índice, orelha do livro, prefácio, bibliografia. Só depois decidi pela conveniência ou não da leitura. Seleciona o que lê. Sabe quando consultar e quando ler. 4. Acredita em tudo o que lê – Para ele tudo que é impresso é verdadeiro. Raramente confronta o que lê com suas experiências ou com outras fonte. Não julga criticamente o escritor ou o ponto de vista. 5. Possui vocabulário limitado – Sabe o sentido de poucas palavras. Nunca relê uma frase para pegar o sentido de uma palavra difícil ou nova. Raramente consulta o dicionário. Quando o faz atrapalha-se. Tem dificuldade de entender a definição das palavras e escolher o sentido exato. 6. Não possui nenhum critério técnico para conhecer o valor do livro – nunca ou raramente lê página de rosto, índice, prefácio, bibliografia etc. antes de iniciar a leitura. Começa do primeiro capítulo. Não se prende a detalhes, o autor. Não diferencia leitura de consulta. Não sabe selecionar o que ler. Vê-o pela capa.

12 7. Sabe quando ler um livro até o fim e interromper definitivamente ou periodicamente – Sabe quando e como retornar a leitura sem perda de tempo e da continuidade. 7. Sabe quando ler um livro até o fim e interromper definitivamente ou periodicamente – Sabe quando e como retornar a leitura sem perda de tempo e da continuidade. 8. Discute freqüentemente o que lê – Sabe distinguir entre impressões subjetivas e valor subjetivo durante as discussões. 9. Adquiri livros com freqüência e tem sua biblioteca – quando estudante procura os textos indispensáveis e se esforça em possuir os clássicos e fundamentais. Interesse-se por assinaturas de periódicos científicos. Formado, continua alimentando a sua biblioteca e restringe a aquisição dos compêndios. Tem habito de ir às fontes; não fica só no texto base 7. Não sabe decidir se interrompe ou não uma leitura – ou lê todo o livro ou interrompe sem critério objetivo, apenas por questões subjetivas. 8. Raramente discute o que lê – quando o faz deixa-se levar por impressões subjetivas e emocionais para defender um ponto de vista. Seus argumentos derivam do autor, da moda, dos lugares comuns, das tiradas eloqüentes, dos preconceitos. 9. Não possui biblioteca particular – é capaz de adquirir livros para decorar a casa. Adquire livros secundários em vez dos fundamentais. Quando estudante só lê os compêndios de aula. Formado não sabe o que seria uma boa aquisição de livro.

13 10. Lê vários assuntos – lê livros, revistas, jornais. Em áreas diversas: ficção, ciência, história etc. Habitualmente nas áreas de seu interesse e especialização. 11. Lê muito e gosta de ler – Acha que ler traz informações e causa prazer. 12. O BOM LEITOR – é aquele que não é só bom na hora da leitura. É bom porque desenvolve uma atitude de vida: é constantemente bom leitor, não só lê mas sabe ler, principalmente as coisas que o cercam no mundo. 10. Está condicionado a ler sempre a mesma espécie de assunto – não há variações, nem de autores, nem de assunto. 11. Lê pouco e não gosta de ler – acha que ler é ao mesmo tempo um trabalho e um sofrimento. 12. O MAU LEITOR – não se revela apenas no ato de leitura, seja silenciosa ou oral. É constantemente mau leitor, porque se trata uma atitude de resistência ao hábito de ler, não só os livros mas também o mundo.

14 Trabalhos Científicos Recensão e Resumos Recensão e Resumos Recensão e Resumos Recensão e Resumos Fichamentos Fichamentos Fichamentos Relatórios de Pesquisa e Informes Científicos Relatórios de Pesquisa e Informes Científicos Relatórios de Pesquisa e Informes Científicos Relatórios de Pesquisa e Informes Científicos Teses, Dissertações e monografias Teses, Dissertações e monografias

15 Recensão e Resumo O termo recensão ou resenha designa os trabalhos de síntese, análise resumida e arrolamento de produções científicas. Essa categoria dividi-se em três tipos: os informativo, indicativo e críticos. O primeiro, são usados para dispensar a leitura do trabalho original; o segundo, indicam o trabalho original mas sem dispensá-lo; e o terceiro, formula-se julgamentos sobre o trabalho. Podemos encontrar neste grupo: a) recensão crítica b) recensãoc) sinopse d) abstract e) sumário. O termo recensão ou resenha designa os trabalhos de síntese, análise resumida e arrolamento de produções científicas. Essa categoria dividi-se em três tipos: os informativo, indicativo e críticos. O primeiro, são usados para dispensar a leitura do trabalho original; o segundo, indicam o trabalho original mas sem dispensá-lo; e o terceiro, formula-se julgamentos sobre o trabalho. Podemos encontrar neste grupo: a) recensão crítica b) recensão c) sinopse d) abstract e) sumário.recensão críticarecensãosinopseabstractsumáriorecensão críticarecensãosinopseabstractsumário

16 Pode ser chamada simplesmente de crítica e é desenvolvida de maneira a fazer uma apreciação da obra. Pode ser chamada simplesmente de crítica e é desenvolvida de maneira a fazer uma apreciação da obra. Recensão Crítica FREYRE, Gilberto. A escravidão, a monarquia e o Brasil moderno. Revista Brasileira de Estudos Políticos. Belo Horizonte, I (1): 39-48, dez A evolução política do Brasil foi muito diferente da dos outros países latino-americanos. Ao menos em alguns aspectos. Tornou-se uma democracia e uma das sociedades mais avançadas da América Latina e mesmo do mundo, porém muito desigual, sem ter conhecido os golpes de estado, nem os governos ditatoriais, não com a abrangência do Peronismo e do Salazarismo. A mentalidade política brasileira foi moldada pela escravidão e pela monarquia. A escravidão deu nascimento a uma estrutura social patriarcal e aristocrática, fonte de segurança, enquanto a monarquia temperava os excessos de poderes locais e arbitrava sua luta, tentando inutilmente derrubá- lo. A República fraternal imposta em 1889 tornou- se tão paternalista como o regime precedente, para apaziguar o sentimento de insegurança de todos os novos homens livres, que estavam aprisionados pelo regime presidencial que é subtítulo de estrutura patriarcal, cujo arbítrio antes reservada à Coroa, cabe agora ao Exército, que não perdoa ser contrariado.

17 Recensão Exposição em síntese do assunto tratado em uma obra científica ou resenha dessas sínteses que podem ser feitas em livros e artigos, vários escritos e uma literatura inteira. Exposição em síntese do assunto tratado em uma obra científica ou resenha dessas sínteses que podem ser feitas em livros e artigos, vários escritos e uma literatura inteira. FREYRE, Gilberto. A escravidão, a monarquia e o Brasil moderno. Revista Brasileira de Estudos Políticos. Belo Horizonte, I (1): 39-48, dez Gilberto Freyre mostra, neste interessante artigo, que a evolução política do Brasil foi muito diferente da dos outros países latino-americanos. Para o grande sociólogo, o Brasil tornou-se uma democracia e uma das sociedades mais avançadas da América Latina e mesmo do mundo, sem ter conhecido os golpes de estado, nem os governos ditatoriais. O fato se explica porque a mentalidade política brasileira foi moldada pela escravidão e pela monarquia. A escravidão – esclarece o autor de Casa Grande & Senzala – deu nascimento a uma estrutura social patriarcal e aristocrática, fonte de segurança, enquanto a monarquia temperava os excessos de poderes locais e arbitrava sua luta. A República fraternal proclamada em 1889 tornou-se tão paternalista como o regime precedente, para apaziguar o sentimento de insegurança de todos os novos homens livres. Assim, conclui Gilberto Freyre, o regime presidencial é subtítulo de estrutura patriarcal, [cujo arbítrio] enquanto a contribuição de arbitragem, outrora [antes] reservada à Coroa, cabe agora ao Exército.

18 Sinopse Apresentação bem concisa de texto de um artigo, obra ou do documento que acompanha, deve ser redigida pelo autor ou editor. Apresentação bem concisa de texto de um artigo, obra ou do documento que acompanha, deve ser redigida pelo autor ou editor. Ensaios de acumuladores elétricos do tipo ácido-chumbo. João William Merege Definição dos termos usados, de acordo com as especificações da ABNT. Aparelhos usados e tratamento prévio necessário ao êxito dos ensaios. Fases dos ensaios parciais: determinação da tensão final da carga, da f.e.m. da capacidade em A-h e W-h, dos rendimentos. Gráficos e tabelas dos resultados. Diferenças entre os métodos SAE e da ABNT.

19 Abstract ou Resumo Apresentação de maneira concisa e seletiva do texto de um artigo, obra ou outro documento, pondo em relevo o mais interessante. Apresentação de maneira concisa e seletiva do texto de um artigo, obra ou outro documento, pondo em relevo o mais interessante. RESUMO O objetivo da análise apresentada a seguir é traçar uma visão geral do quadro da correlação de forças em que se insere o Movimento Docente – MD. A conjuntura internacional e nacional não tem favorecido as forças de esquerda, que se encontram em uma situação defensiva. Neste quadro, qual a tática de luta mais adequada ao MD? Colocar propostas de superação da Ordem do Capital seria cair num voluntarismo inconseqüente. A análise aponta para a necessidade de enfrentar a conjuntura, a partir de bandeiras práticas e reinvidicações transitórias que avancem na resistência ao projeto neoliberal de privatização das universidades públicas e desmonte das estruturas estatais de apoio social. Palavras-chave: Movimento Docente. Universidade pública. Neoliberalismo. Globalização. Conjuntura.

20 Sumário Enumeração das principais seções, artigos ou contribuições mais importantes de um fascículo, feita na ordem que sucede. Enumeração das principais seções, artigos ou contribuições mais importantes de um fascículo, feita na ordem que sucede. Capítulo VII Divulgação Científica Seria útil que o público fosse mais particularmente informado Descartes Introdução. 1 – O que é uma divulgação científica. 2 – Técnicas práticas para elaboração de trabalhos de divulgação científica

21 Fichamentos Essa modalidade de texto será muito útil para a organização do pesquisador em relação ao material consultado. Dentre as diversas maneiras de fichar ou criar fichas destacamos: a) ficha de citações b) ficha resumo c) ficha de anotações pessoais Essa modalidade de texto será muito útil para a organização do pesquisador em relação ao material consultado. Dentre as diversas maneiras de fichar ou criar fichas destacamos: a) ficha de citações b) ficha resumo c) ficha de anotações pessoaisficha de citações ficha resumo ficha de anotações pessoaisficha de citações ficha resumo ficha de anotações pessoais

22 Ficha de Citação Ficha Contendo Cabeçalho, com título e fonte; e corpo, com as citações e indicações de página. Ficha Contendo Cabeçalho, com título e fonte; e corpo, com as citações e indicações de página. DOCUMENTAÇÃO PARA O TRABALHO MILLS, C. Wrigth. A Imaginação sociológica(The sociológical imagination). Rio de Janeiro: Zahar, Apêndice: Do artesanato intelectual p. 211 – 243 Desenvolvendo o arquivo, podemo-nos experimentar como escritor e, assim, como se diz, desenvolver nossa capacidade de expressão. Manter um arquivo é empenhar-se na experiência controlada. (p.213)

23 Ficha de Resumo Como anterior, mas o corpo contém anotação resumida dos principais pontos do texto, com citações tiradas do original. Como anterior, mas o corpo contém anotação resumida dos principais pontos do texto, com citações tiradas do original. DOCUMENTAÇÃO PARA O TRABALHO MILLS, C. Wrigth. A Imaginação sociológica(The sociológical imagination). Rio de Janeiro: Zahar, Apêndice: Do artesanato intelectual p. 211 – 243 O cientista social usa a experiência de sua vida no seu trabalho continuamente. Mas tem de controlar essa interinfluência bastante complexa e há de saber usar o que experimenta como guia e prova de suas reflexões. E para fazer isso deve organizar um arquivo. W Mills descreve, junta o que está fazendo intelectualmente e o que está experimentando como pessoa. Sob vários tópicos em nosso arquivo há idéias, notas pessoais, excertos de livros, itens bibliográficos e delineamento de projetos. (p ) O autor sente necessidade de insistir nas notas: tudo isso exige notas. Teremos de adquirir o hábito de tomar grande número delas, de qualquer livro interessante que leiamos. (p.215) aponta os dois tipos de nota de leitura: a) argumentação do autor; b) leitura de partes interessantes.

24 Ficha de Idéias Pessoais São as idéias, as críticas e as associações que surgem durante a leitura. São as idéias, as críticas e as associações que surgem durante a leitura. DISCURSOS DO MÉTODOmarço/75 MILLS, C. Wrigth. A Imaginação sociológica(The sociológical imagination). Rio de Janeiro: Zahar, Um verdadeiro discurso do método. Projeto que acaba de pintar: cortejar DESCARTES (Discurso do Método), BACON (Novum Organon) GALILEU (Os diálogos) STUART MILL (a System of logic), DURKHEIM ( As regras do Método Sociológico) e MILLS (A Imaginação Sociológica)... Todos são legítimos Discurso do Método. * Metodologia (método + logus) discurso do método * Teoria e Prática (do método) * DESCARTES: não compreendi bem o que me objeta em relação ao título, pois não ponho Tratado do Método, mas Discurso do Método, o que é o mesmo que prefácio ou aviso relativo ao método, para mostrar que não tenho intenção de o ensinar, mas somente de falar dele, pois como se pode ver do que ali digo ele consiste mais em prática do que em teoria (Carta a Mersenne de Março de Apud Addan e Tannery, Oeuvres de Descartes. Vol. I, p.349)

25 Relatórios de Pesquisa e Informes Científicos Enquanto tratamento escrito a pesquisa se desdobra em dois tipos distintos, porém intimamente vinculados: o projeto e o relatório. (p.215) o projetoo relatórioo projetoo relatório Estes elementos são essenciais e ao lado do Relatório de Pesquisa e Informes Científicos ou Técnicos são os que mais circulam nas universidades. Relatório de Pesquisa Informes Científicos Relatório de Pesquisa Informes Científicos

26 O Projeto Este é essencial para o desenvolvimento das pesquisas e para a solicitação de recursos. A feitura do projeto há de se pautar pela seguinte construção Este é essencial para o desenvolvimento das pesquisas e para a solicitação de recursos. A feitura do projeto há de se pautar pela seguinte construção Tema e Problema Tema e Problema Marco Teórico de Referência Marco Teórico de Referência Justificação Cronograma Formulação de Hipótese Formulação de Hipótese Orçamento Metodologia BiBliografia Básica BiBliografia Básica

27 O Relatório O relatório tem uma posição típica entre os trabalhos científicos: relatara pesquisa em toda a sua dimensão, desde o planejamento até as conclusões, mas de maneira concisa.(p.227) É necessário relatar os seguinte itens: o problema, as hipóteses e soluções; o planejamento da pesquisa; a justificativa; a metodologia; os recursos; a natureza da amostra; os resultados; métodos e técnicas de análise de dados, as conclusões dos resultados; os eventos.

28 Relatório de Pesquisa Objetivamente, pode-se responder às necessidades de quem deseja aprender a fazer um relatório de pesquisa focalizando: a) O que deve conter um relatório de pesquisa b) Técnicas práticas para elaboração e comunicação do relatório de pesquisa

29 Informe Científico Pode-se construí-lo baseado na técnica de Souther, (Apud De La Veja, 1969, p ) que apresenta oito pontos fundamentais: 1. Análise do Problema: quais objetivos corresponde ao produto? Como se deve utilizá-lo? Quem irá utilizá-lo? 2. Planejamento e Tratamento do Problema: Quais são os elementos de maior importância? Quais auxílios disponíveis? Que plano utilizar? 3. Investigação do Problema: Dados completos e em ordem? Os resultados? Deduz-se as conclusões? 4. Determinação do Produto: Que processo fará com que

30 Cont... os dados obtidos cumpram melhor seus objetivos? Qual deles será mais útil? Quais destacaram o que é importante? 5. Criação do Produto: Cumpriu-se a organização fixada? 6. Comprovação do Produto: O produto está completo? O produto cumpre a sua finalidade? 7. Modificações do Produto: Realizaram-se as mudanças requeridas? 8. Preparação Final do Produto: Utilizaram-se os materiais estabelecidos? O produto tem qualidade? Quais alterações foram feitas no produto terminado?

31 Tema e Problema Tema é genérico e deve se converter no problema diante de sua delimitação. O Problema quer indicar quais condições exercem mais influência quando de uma ação, de um fato ou de um evento. OBS: Podemos dizer, grosso modo, que o tema é o assunto a ser pesquisado e o problema é o que acontece com tal assunto ou os objetos da pesquisa.

32 Justificação Em geral justificação e objetivos formam uma só fase o projeto. Mas, há distinções: objetivos, são os fins teóricos e práticos que se propõe alcançar com a pesquisa, e para justificação, as razões, sobretudo teóricas, que legitimaram o projeto como trabalho científico. Em justificação entra a defesa do projeto, cujo referencial há de ser a relevância do problema: a teórica; a humana; a operacional; a contemporânea. (Salomon, 2004, p.223)

33 Formulação de Hipótese Hipóteses e Problemas formam um todo indivisível. Podemos caracterizar a formulação de hipóteses como a resposta provisória ao problema. (Salomon, 2004, p.219) Para cada problema teremos, no mínimo, uma hipótese, que poderá ou não se concretizar ao final da pesquisa.

34 Metodologia É necessário indicar o método que caracteriza a pesquisa, como: experimento ante facto, experimento post facto, observação, observação participante, pesquisa-ação, estudo de caso, survey, estudo historiográfico etc. Depois, é necessário apresentar as fases da pesquisa: amostragem, coleta de dados, análise de dados, confronto com marco teórico ou outras pesquisas, teste de hipóteses etc.

35 Marco Teórico de Referência Reflete: o universo ideológico e teórico da escola que se limitará; a síntese que chegou após as leituras; os conceitos e categorias que utilizará; relevância e contemporaneidade; a baliza teórica etc. Grosso modo, as leituras de mundo, teóricas e complementares.

36 Cronograma Fases da Pesquisa JFMAMJJASONDJF 1. Escolha do tema 2. Levantamento Bibliográfico 3. Documentação 4. Formatação Referêncial 5. Elaboração do Orçamento 6. Escolha da Amostra 7. Elaboração da Coleta 8. Pré-Teste e Rever Método 9. Coleta de Dados, T. Campo 10. Análise dos Dados 11. Redação e Relatório

37 Orçamento A apresentação de orçamento e os custos do projeto só se faz imprescindível quando for necessário inscrevê-lo em uma das instituições financiadoras, seja pública ou privada.

38 Bibliografia Básica A referência do projeto é apenas a essencial, constando dois ou três autores que serão usados como marco teórico e outras referências que ajudaram a construir o seu projeto, não tente impressionar com referências que você não conhece ou não tenha lido.

39 Regras de Formatação 1. Papel A4 2. Fonte n° Tipo de Fonte: Times ou Arial 4. Títulos: Fonte 14 negrito, Caixa alta 5. Subtítulos: Fonte 12 C.A. 1ª Letra 6. Espaçamento: 1,5cm ou 2cm(texto); e 1cm (citações destacadas) 7. Citações: Texto – aspas ou itálico; Destacados – sem aspas, com ou sem negrito; fonte – mesma se no texto; dois n° a menos se destacadas.

40 Cont... Citações: devem manter-se no corpo do texto se tiverem até três linha e ser destacada quando ultrapassarem esse número. Caso seja uma pesquisa de campo com entrevistas, diferencie a citação teórica da entrevista, utilizando o negrito nesta última. 7. Notas de Rodapé ou de Fim: ambas terão fonte menor, em geral 10, e sem outras marcas.

41 Cont. 8. Referências: Internet – data e hora de acesso. Bibliográficas: Procede com nos exemplos: Bibliográficas: Procede com nos exemplos:


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