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Aula 1 – António Albano Baptista Moreira GESTÃO DE ESTOQUES Turma: TLO 102 C.

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1 Aula 1 – António Albano Baptista Moreira GESTÃO DE ESTOQUES Turma: TLO 102 C

2 Aula 12 – 14/05/2012 MRP OBJETIVOS

3 Material de apoio Cópias de apostilas, indicação de capítulos de livros, sites, etc. Uso do site, htp://opetgestaodeestoques.pbworks.com Login e senha Como usar

4 Competências Competências da Unidade Curricular NºDescriçãoNível 1 Saber identificar os diferentes modelos de estoque.F 2 Saber interpretar os relatórios de movimentação do estoque. F 3 Entender a importância da gestão do estoque na estratégia e na produtividade da organização. F 4 Determinar o custo total de manutenção do estoque.N 5 Elaborar a curva ABC do estoque.N

5 Competências 6 Determinar o giro e cobertura de estoque.N 7 Determinar os estoques de seguranças dos itens de estoque. N 8 Conhecer as características das embalagens de contenção, proteção e transporte. I 9 Entender a função do inventário e da acurácia.I 10 Conceber metodologia de Picking de materiais, Unitização de cargas. I

6 Nossos encontros DATABASES TECNOLÓGICAS TRABALHADASNºs COMPETÊNCIAS ENVOLVIDAS OBSERVAÇÕES 27/02 Apresentação individual e da disciplina, formas de avaliação, contrato pedagógico, organização geral. Desafios atuais da Logística, importância da PPCP. TODAS DE FORMA GERAL COMPETÊNCIA 1 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 05/03 Conceitos de estoque; Importância do estoque na estratégia das organizações; Os diferentes tipos de estoques; Quando e porque devemos ou não manter os estoques. COMPETÊNCIA 1 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 12/03 Conceitos do custo de manutenção do estoque; Aplicação da fórmula matemática na determinação do custo; Analisar os resultados obtidos; Plano de ação aplicado com base nos resultados COMPETÊNCIA 2 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 19/03 Conceitos de inventário físico e contábil; Função do inventário – o uso da tecnologia; Como determinar o numero de colaboradores para elaborar o inventário; Acurácia do controle do estoque. COMPETÊNCIA 3 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 26/03 Conceitos sobre nível de serviço de atendimento; Determinação do nível de serviço; Aplicação dos resultados obtidos na tomada de decisão. COMPETÊNCIA 4 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 31/03REVISÃO / SÁBADO LETIVOCOMPETÊNCIA 4 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE

7 02/04 Conceitos sobre nível de serviço de atendimento; Determinação do nível de serviço; Aplicação dos resultados obtidos na tomada de decisão. COMPETÊNCIA 4 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 09/04 Conceitos de giro e cobertura do estoque; Quais os parâmetros envolvidos na sua determinação; Como determinar o giro e a cobertura do estoque; Como analisar os resultados obtidos COMPETÊNCIA 5 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 16/04 Conceitos de giro e cobertura do estoque; Quais os parâmetros envolvidos na sua determinação; Como determinar o giro e a cobertura do estoque; Como analisar os resultados obtidos COMPETÊNCIA 5 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 23/04AVALIAÇÃO ESCRITA INDIVIDUALCOMPETÊNCIAS 1 A 5AVALIAÇÃO GERAL 07/05 Conceitos de automatização dos estoques; Codificação dos produtos; Vantagens da automatização; Ferramentas utilizadas na automatização e os seus benefícios; COMPETÊNCIA 6 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 14/05 Conceitos de automatização dos estoques; Codificação dos produtos; Vantagens da automatização; Ferramentas utilizadas na automatização e os seus benefícios; COMPETÊNCIA 6 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE

8 19/05REVISÃO/SÁBADO LETIVOCOMPETÊNCIAS 5 E 6 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 21/05 Conceitos da curva ABC do estoque; Parâmetros utilizados para determinar a curva ABC no estoque; Elaborar a curva ABC do estoque; Criticidade aplicada a curva ABC Como interpretar a curva ABC e como aplicar os resultados obtidos. COMPETÊNCIA 7 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 28/05 Conceitos da metodologia aplicada ao controle estoque; Utilizar os métodos UEPS, PEPS e Média ponderada; Entender a aplicação do método. COMPETÊNCIA 8 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 04/06 Conceitos dos diferentes modelos de estoque Modelo de reposição continua; O modelo de reposição periódica; Sistemas híbridos de estoque. COMPETÊNCIA 9 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 11/06 Conceitos de estoque de segurança; Estoque de segurança para demanda constante e tempo de atendimento variável; Estoque de segurança para demanda variável e tempo de atendimento constante;l Estoque de segurança para demanda variável e tempo de atendimento variável; Análise e aplicação. COMPETÊNCIA 10 AULA EXPOSITIVA DIALOGADDA COM APOIO AUDIOVISUAL E TRABALHOS EM EQUIPE 160/6APRESENTAÇÕES ORAIS DOS TRABALHOSCOMPETÊNCIAS 1 A 10AVALIAÇÃO EM EQUIPE 23/06SÁBADO LETIVOCOMPETÊNCIAS 1A 10RECONSTRUÇÃO 25/06AVALIAÇÃO ESCRITA INDIVIDUALCOMPETÊNCIAS 6 A 10AVALIAÇÃO GERAL

9 Competência 1: Conceitos de estoque; Importância do estoque na estratégia das organizações; Os diferentes tipos de estoques; Quando e porque devemos ou não manter os estoques. Competência 2: Conceitos do custo de manutenção do estoque; Aplicação da fórmula matemática na determinação do custo; Analisar os resultados obtidos; Plano de ação aplicado com base nos resultados. Competência 3: Conceitos de inventário físico e contábil; Função do inventário – o uso da tecnologia; Como determinar o numero de colaboradores para elaborar o inventário; Acurácia do controle do estoque. Competência 4 Conceitos sobre nível de serviço de atendimento; Determinação do nível de serviço; Aplicação dos resultados obtidos na tomada de decisão. Competência 5: Conceitos de giro e cobertura do estoque; Quais os parâmetros envolvidos na sua determinação; Como determinar o giro e a cobertura do estoque; Como analisar os resultados obtidos

10 Competência 6 Conceitos de automatização dos estoques; Codificação dos produtos; Vantagens da automatização; Ferramentas utilizadas na automatização e os seus benefícios; Competência 7 Conceitos da curva ABC do estoque; Parâmetros utilizados para determinar a curva ABC no estoque; Elaborar a curva ABC do estoque; Criticidade aplicada a curva ABC Como interpretar a curva ABC e como aplicar os resultados obtidos. Competência 8 Conceitos da metodologia aplicada ao controle estoque; Utilizar os métodos UEPS, PEPS e Média ponderada; Entender a aplicação do método. Competência 9 Conceitos dos diferentes modelos de estoque Modelo de reposição continua; O modelo de reposição periódica; Sistemas híbridos de estoque. Competência 10 Conceitos de estoque de segurança; Estoque de segurança para demanda constante e tempo de atendimento variável; Estoque de segurança para demanda variável e tempo de atendimento constante;l Estoque de segurança para demanda variável e tempo de atendimento variável; Análise e aplicação.

11 DATANºs COMPETÊNCIAS AVALIADASINSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO 23/04COMPETÊNCIAS 1 A 5INDIVIDUAL ESCRTIA 23/04COMPETÊNCIAS 1 A 5ENTREGA TRABALHO INDIVIDUAL CHTAE 6 HRS 18/06COMPETÊNCIAS 1 A 10 + CHTAETRABALHOS EM EQUIPE APRESENTAÇÃO ORAL 23/06COMPETÊNCIAS 1 A 10 + CHTAERECONSTRUÇÃO 25/06COMPETÊNCIAS 6 A 10INDIVIDUAL ESCRTIA 25/06COMPETÊNCIAS 6 A 10ENTREGA TRABALHO INDIVIDUAL CHTAE 6 HRS

12 Retomando... Reposição dos estoques

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14 Exemplo Comparação do uso do ponto de reposição com demanda dependente.

15 Quando a demanda de um item depende apenas e diretamente das forças de mercado, diz-se que o item possui demanda independente; quando, por sua vez, a demanda de um item depende diretamente da demanda de outro item, diz- se que o item possui demanda dependente. Um produto final, feito para estoque, é tipicamente um item de demanda independente. As quantidades necessárias de cada uma das partes que o compõem são função da qtde de produto final – portanto, estas partes são itens de demanda dependente. Embora parte da demanda independente possa ser dada diretamente, através de pedidos firmes dos clientes (carteira de pedidos), é provável que uma parcela substancial deva ser obtida através de previsões. Por seu lado, a demanda dependente é sempre deduzida da demanda independente, uma vez que esta seja conhecida ou estimada.

16 O MRP é uma técnica para converter a previsão de demanda de um item de demanda independente em uma programação das necessidades das partes componentes do item. A partir da data e da quantidade em que o produto final é necessário, obtém-se as datas e as quantidades em que suas partes componentes são necessárias.

17 o MRP pode ser visto como uma técnica para programar a produção de itens de demanda dependente, já que determina quanto deve ser adquirido de cada item em que data o item deve estar disponível. Além disto, em segundo lugar, o MRP pode ser visto como um sistema de controle de estoques de itens de demanda dependente. Neste segundo sentido, ele é um sistema pró-ativo, dado que evita a manutenção de estoques, a não ser aqueles destinados à eventualidades (estoques de segurança). As quantidades dos itens que serão necessários à produção são adquiridas (compradas, montadas ou fabricadas) apenas numa data tal que estejam disponíveis no momento certo de serem usadas na produção.

18 As perguntas básicas que devemos habilitar o MRP a responder são as seguintes: (1) que partes componentes serão necessárias para cumprir a demanda de produtos finais; (2) em que quantidade são estas partes necessárias; e (3) quando são estas partes necessárias. Os seguintes insumos são necessários: O Plano Mestre de Produção A Lista de Materiais Os relatórios de controle de estoques

19 O Plano Mestre de Produção estabelece quais os produtos finais serão feitos, em que datas e em que quantidades; a Lista de Materiais fornece a composição de cada produto, ou seja, dá a base para sua explosão, e, por último, os relatórios de controle de estoques dizem quais são as quantidades eventualmente remanescentes de cada um dos itens, sejam eles produtos finais ou componentes.

20 Como resultados principais de sua operação, o sistema MRP fornece: O controle dos estoques dos componentes; A programação da produção a curto prazo para estes componentes; O planejamento das necessidades de capacidade, em um nível de detalhamento maior do que aquele dado pelo planejamento agregado.

21 Fluxo do Planejamento à operação PLANEJAMENTO MESTRE DE PRODUÇÃO Curto PrazoCarteira PLANO OPERACIONAL CapacidadeMão de obra e Estoque PLANO ESTRATÉGICO Fora do sistemaERP Gestão da Demanda Estratégico Planejamento Recursos críticos Análise Bruta capacidade Planejamento das Necessidades de Material Planejamento Necessidades capacidade

22 MRP ComprasEstoque Controle fabricação Execução

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24 O Plano Mestre de Produção, ou simplesmente PMP, estabelece quais produtos serão feitos e em que datas (ver capítulo anterior). Além da demanda determinada pela previsão, o PMP também incorpora demanda de outras fontes: carteira de pedidos dos clientes, necessidades de estoque de segurança, demanda de armazéns de distribuição, etc. Como comentado no capítulo anterior, o horizonte de tempo coberto pelo PMP é variável, indo de poucas semanas até seis meses.

25 Tempo de Espera Compra de Matérias-Primas2 semanas Fabricação interna de componentes 3 semanas Submontagens1 semana Montagem Final1 semana Total: 7 semanas

26 O PMP deve cobrir pelo menos sete semanas, para que seja possível trabalhar com o sistema MRP; além disto, se não existirem estoques de matéria prima, componentes e submontagens, a data mais próxima em que se poderá obter o produto final será daqui a sete semanas, fazendo-se hoje o pedido de compra das matérias-primas. O Plano Mestre de Produção, portanto, é fundamental para que o MRP possa determinar quanto de cada parte ou componente deve ser adquirido e quando programar a produção. Dado um produto final, as suas partes constituintes são dadas pela Lista de Materiais.

27 Levando em conta a árvore de estrutura do produto da figura 10.2, determinar quantas unidades de cada componente final são Necessárias para se obter 200 unidades de produto final P.

28 Relatórios de Controle de Estoques O último insumo básico de que se vale o sistema MRP são os relatórios de controle de estoques. Cada item ou componente da lista de materiais deve ter seu estoque rigorosamente controlado, de forma que, estabelecida uma certa quantidade necessária, saiba-se exatamente quanto se precisa adquirir deste item. Tipicamente, este controle deve incluir: O código de identificação do componente; A quantidade atual em estoque; As quantidade eventualmente já encomendadas; O tempo de espera; O tamanho do lote de compra, fabricação ou montagem

29 MRP Reconhece a estrutura do produto Trabalha com o futuro Recomenda emissão de ordens na data certa Planeja o estoque que convier/puder

30 Compra matéria-prima G Fabricação G Submontagem C Compra H Montagem P Submontagem B Compra matéria-prima F Fabricação F Submontagem D Submontagem A Compra matéria-prima E Fabricação E Semana Figura 10.3 – Diagrama de Montagem no Tempo para o produto P Diagrama de Montagem no Tempo para o produto P

31 Formas de Controle Curva ABC Níveis de Estoque Lote Econômico Ponto de pedido Estoque minimo

32 Curva ABC Estabelecido por Vilfredo Pareto – 1897 Diferenciação dos itens com vistas ao controle e custos Nem todos os itens tem a mesma importância e a atenção deve ser dada aos mais significativo Os itens de maior volume representam menor porcentagem nos custos e os itens que apresentam maior porcentagens dos custos representam menor volume

33 Vilfredo Pareto ( )

34 Itens Classe A São mais importantes e devem receber maior atenção; De grande importância monetária Representam 80% do valor total do estoque Representam 20% da quantidade do estoque

35 Itens Classe B Itens intermediários. Devem ser tratados após as decisões sobre os da Classe A Representam, em média, 15% do valor total Representam 30% dos itens em estoque

36 Itens Classe C Itens de menor importância Valor monetário reduzidíssimo Em geral são 5% do valor total do estoque mas 50% da quantidade de itens

37 Curva ABC

38 Para a próxima aula...

39 SUCE$$ !! Deus dá a todos uma estrela, Uns fazem da estrela um Sol, Outros nem conseguem vê-la! Helena Kolody

40

41 Obrigado

42 BOA NOITE OBRIGADO !!!!


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