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Prof. Edmilson Santos Assunção, Ms. Rua Espírito Santo, 1570 – apto. 1702 – Centro Fone: (043) 9994-0299 – LONDRINA.

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1 Prof. Edmilson Santos Assunção, Ms. Rua Espírito Santo, 1570 – apto – Centro Fone: (043) – LONDRINA - PR

2 2 Conheça o professor Atuou como professor no cursos de graduação das seguintes Instituições: FAFIMAN – Mandaguari-PR, FECEA Apucarana- PR, UEM Maringá-PR, FAFIJAN – Jandaia do Sul-PR e FACULDADE INTEGRADO Londrina-PR. Ex-palestrante do Banco do Brasil, onde atuou como educador da UNIBB e Gerente de Agência. Professor dos cursos de pós-graduação nos seguintes Institutos: FECEA – Apucarana, FAFIJAN – Jandaia do Sul, Univel – Cascavel e Foz do Iguaçu, INBRAPE – Londrina, FACCAR – Rolândia, FAFIPA – Paranavaí, FAFIJA – Jacarezinho e SOMAY – Londrina-PR; Faculdade Estácio de Sá – Campus de Ourinhos, Faculdades Salesianos de Lins e Araçatuba, FEMA – Assis, UNIFEV – Votuporanga e FACCAT – Tupã-SP; e UNIDERP – Dourados e Campo Grande-MS.

3 3 Conheça o professor Formado em Ciências Contábeis. Pós- Graduado em Assessoria a Mini, Pequena e Média Empresa – Fundação Dom Cabral – Belo Horizonte - MG, Contabilidade Empresarial e Auditoria pela FACCAR – Rolândia – PR, MBA em Administração Estratégica pela USP-SP e MBA em Finanças Corporativas pela FGV-RJ. Mestre em Gestão de Negócios pela Universidade Federal de SC. Certificado pela ANDIMA em Investimentos Financeiros.

4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. INTRODUÇÃO - Análise de crédito - Limite de crédito 2. ANÁLISE ECONÔMICA E FINANCEIRA - Análise econômica - Análise financeira 3. OS CINCO Cs DO CRÉDITO - Caráter - Capacidade - Capital - Cadastro - Condições 4. ESTABELECIMENTO DE LIMITE DE CRÉDITO - A pessoa jurídica - A pessoa Física - A) massificado B) produtor rural Programa

5 5. COMITÊS DE CRÉDITO - Alçadas individuais - Alçadas em comitês - Alçadas superiores 6. ANÁLISES DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - Balanços patrimoniais - Demonstrações de resultados - Análises de índices e tendências 7. FLUXO DE CAIXA - Método direto Método indireto

6 Programa 8. GARANTIAS EM OPERAÇÕES DE CRÉDITO - Aspectos gerais sobre garantias - Garantias fidejussórias ou pessoal – aval e fiança - Garantias reais: - A) penhor - B) caução - C) alienação fiduciária - D) Hipoteca 9. DEFINIÇÃO DE RISCOS - Definições básicas - Risco de crédito - Risco de liquidez - Risco político 10.PROCESSO DE APROVAÇÃO DE RISCO E CRÉDITO - Empréstimos e finanças - Estruturação de Negócios, pessoal e Organização - Iniciação de Risco e Estruturação - Monitoramento, Manutenção e Cobrança das transações Gerenciamento de portfólio

7 O ambiente O mundo de constantes mudanças. A velocidade das informações. As tecnologias das informações. O mundo de constantes mudanças. A velocidade das informações. As tecnologias das informações.

8 O profissional e a contextualização Postura voltada para a busca do conhecimento Postura voltada para a busca do conhecimento Postura voltada para o mercado Postura voltada para o mercado Postura voltada a carreira profissional Postura voltada a carreira profissional Postura voltada para a qualidade de vida Postura voltada para a qualidade de vida

9 9 Economia americana: déficit do tesouro - guerra Efeito China: revisão investimento MUNDIAIS Petróleo: especulação e guerra Desvalorização do dólar no mundo ANÁLISE DE FATORES ECONÔMICOS

10 10 CONTROLE DA INFLAÇÃO BALANÇA COMERCIAL NACIONAIS SUPERÁVIT PRIMÁRIO CRESCIMENTO ECONÔMICO ANÁLISE DE FATORES ECONÔMICOS

11 11 RISCO PAÍS - MELHORA BUSCA DE NOVOS MERCADOS NACIONAIS CÂMBIO FAVORÁVEL QUEDA DO ENDIVIDAMENTO ANÁLISE DE FATORES ECONÔMICOS

12 12 CONCORRÊNCIA INGERÊNCIAS POLÍTICAS AMBIENTE EXTERNO CARGA TRIBUTÁRIA REDUÇÃO DA TAXA DE JUROS A EMPRESA

13 13 COMPRAS PRODUÇÃO AMBIENTE INTERNO CONTROLE DE QUALIDADE GERENCIAMENTO FINANCEIRO A EMPRESA

14 14 COMPOSIÇÃO DO PATRIMÔNIO CAPITAIS DE TERCEIROS ANÁLISE DO EMPREENDIMENTO CAPITAIS PRÓPRIOS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS A EMPRESA

15 ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES FEELING E BOM SENSO VARIÁVEIS: - Externas e Internas ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES SUBSTISTEMAS: mercado, etc COMPETÊNCIA EMPRESARIAL ANÁLISE DE CRÉDITO

16 PARTICIPAÇÃO NO ENDIVIDAMENTO PRAZO PARA REANÁLISE VARIÁVEIS AGILIDADE AO PROCESSO ACOMPANHAMENTO SISTEMÁTICO MUDANÇAS DE PORTFÓLIO LIMITE DE CRÉDITO

17 Pressão por desempenho Taxa de expansão RISCO Inexperiência profissional Nível da concorrência Tomada decisão CRÉDITO

18 CARÁTER CAPACIDADE OS CINCO Cs DO CRÉDITO CAPITAL CADASTRO CONDIÇÕES CRÉDITO

19 CARÁTER CONSISTE NA AVALIAÇÃO HISTÓRICA DO POTENCIAL DEVEDOR, QUANTO À SUA IDONEIDADE EM SALDAR OS COMPROMISSOS ASSUMIDOS. OS CINCO CS DO CRÉDITO

20 ASPECTOS RELEVANTES ATRASOS EM OPERAÇÕES PROTESTOS E EXECUÇÕES CENTRAL DE RISCOS PESQUISAS DA EMPRESAS E DOS SÓCIOS

21 CAPACIDAD E É FUNDAMENTAL MENSURAR EM VALORES MONETÁRIOS, O LIMITE DE CRÉDITO DO PROPONENTE. OS CINCO CS DO CRÉDITO

22 ASPECTOS RELEVANTES TRADIÇÃO DA ATUAÇÃO DOS SÓCIOS CAPACIDADE DE PRODUÇÃO GRAU DE TECNOLOGIA TRADIÇÃO DA ATUAÇÃO DA EMPRESA

23 CAPITAL É A AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO PATRIMONIAL DO PROPO NENTE, LEVANDO-SE EM CONTA AS SUAS DECISÕES DE USOS DE RECURSOS R OBTENÇÃO DE FONTES DE RE CURSOS PARA SUAS ATIVIDADES. OS CINCO CS DO CRÉDITO

24 ASPECTOS RELEVANTES RELAÇÃO DE BENS – ACUMULO DE RIQUEZAS ENDIVIDAMENTO SOBRE PATRIMÔNIO COMPORMENTO SOCIAL DOS EMPRESÁRIOS RENDA MENSAL/ANUAL – GERAÇÃO DE RECURSOS

25 CADASTRO É O CONJUNTO DE DADOS E INFORMAÇÕES A RESPEITO DA PESSOA FÍSICA OU JURÍDICA, QUE PERMITE AO A INSTITUIÇÃO CONCEDER CRÉDITO COM O NÍVEL DE SEGURANÇA DESEJADO. OS CINCO CS DO CRÉDITO

26 ASPECTOS RELEVANTES RENDA OU CAPACIDADE DE GERÁ-LAS BENS MÓVEIS E IMÓVEIS FONTES DE REFERÊNCIAS DADOS PROFISSIONAIS

27 CONDIÇÕES A AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DA PESSOA FÍSICA OU JURÍDICA REFERE-SE A FATORES EXTERNOS QUE POS SAM AFETAR SUAS ATIVIDADES OS CINCO CS DO CRÉDITO

28 ASPECTOS RELEVANTES INTERFERÊNCIAS GOVERNAMENTAIS GLOBALIZAÇÃO COMPORTAMENTO DO MERCADO CONCORRÊNCIA

29 ANÁLISE ECONÔMICA PATRIMÔNIO RENTABILIDADE RELAÇÃO ENTRE AS FONTES DE RECURSOS

30 CAPACIDADE DE PAGAMENTO RENTABILIDADE ANÁLISE FINANCEIRA CICLO FINANCEIRO NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO SALDO DE TESOURARIA CRÉDITO

31 RISCO DE CRÉDITO RISCO FIDUCIÁRIO RISCOS PRINCIPAIS RISCO DE LIQUIDEZ RISCO POLÍTICO DEFINIÇÃO DE RISCO

32 RISCO DE CRÉDITO É O RISCO NORMAL ENVOLVIDO EM QUALQUER OPERA ÇÃO DE CRÉDITO. O CONJUNTO DE VARIÁVEIS ANALI- DAS QUANDO DA APROVAÇÃO DO CRÉDITO E DA OPE- ÇÃO, IRÃO DETERMINAR O NÍVEL DESTE RISCO. É O RISCO NORMAL ENVOLVIDO EM QUALQUER OPERA ÇÃO DE CRÉDITO. O CONJUNTO DE VARIÁVEIS ANALI- DAS QUANDO DA APROVAÇÃO DO CRÉDITO E DA OPE- ÇÃO, IRÃO DETERMINAR O NÍVEL DESTE RISCO.

33 RISCO FIDUCIÁRIO TRATA-SE DE RISCO ENVOLVIDO NA ADMINISTRAÇÃO DE CAPITAIS DE TERCEIROS QUE POSSA GERAR EVEN- TUAIS RECLAMAÇÕES. POR ISSO, O PERFIL DO ADMI- NISTRADOR TENDERÁ A PRINCÍPIOS DE ÉTICA E PRU- DÊNCIA. TRATA-SE DE RISCO ENVOLVIDO NA ADMINISTRAÇÃO DE CAPITAIS DE TERCEIROS QUE POSSA GERAR EVEN- TUAIS RECLAMAÇÕES. POR ISSO, O PERFIL DO ADMI- NISTRADOR TENDERÁ A PRINCÍPIOS DE ÉTICA E PRU- DÊNCIA.

34 RISCO DE LIQUIDEZ NO SETOR FINANCEIRO, A ANÁLISE DESTE RISCO, ENGLOBA TODOS OS DEMAIS, BUSCANDO EVITAR SUR- PRESAS PARA A INSTITUIÇÃO. EX: CASAMENTO DAS OPERAÇÕES, CONCENTRAÇÕES DE OPERAÇÕES EM DATAS PRÓXIMAS OU COM O MESMO CLIENTE. NO SETOR FINANCEIRO, A ANÁLISE DESTE RISCO, ENGLOBA TODOS OS DEMAIS, BUSCANDO EVITAR SUR- PRESAS PARA A INSTITUIÇÃO. EX: CASAMENTO DAS OPERAÇÕES, CONCENTRAÇÕES DE OPERAÇÕES EM DATAS PRÓXIMAS OU COM O MESMO CLIENTE.

35 RISCO POLÍTICO O NOME DA INSTITUIÇÃO PODE VIR A SER AFETADA SEMPRE QUE INCORRERMOS EM ERROS QUE PREJUDICAM POLITICAMENTE. BUSCAR O CUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO OU NA ADOÇÃO DE BOM SENSO E DA BOA PRÁTICA BANCÁRIA.

36 EMPRÉSTIMOS/FIANÇAS RISCOS MEIOS RISCO DE PREÇOS

37 EMPRÉSTIMOS/FIANÇAS É O RISCO ASSOCIADO À POSSIBILIDADE DO DEVEDOR FALHAR EM CUMPRIR SUAS OBRIGAÇÕES CONTRATUAIS COM A INSTITUIÇÃO, QUANDO DO PAGAMENTO DE PRINCIPAL OU JUROS.

38 RISCO DE PREÇO EXISTE EM FUNÇÃO VOLATILIDADE DOS MERCADOS, DEPENDENDO DAS CIRCUNSTÂNCIAS, PODE ALTERAR AS TAXAS DE JUROS E/OU PREÇOS DE OPERAÇÕES (ATIVAS OU PASSIVAS).

39 ESTABELECIMENTO DE LIMITE DE CRÉDITO PESSOA JURÍDICA – ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS. PESSOA FÍSICA – a) crédito massificado PESSOA FÍSICA – b) produtor rural

40 ESTABELECIMENTO DE LIMITE DE CRÉDITO - PJ CADASTRO: informações de mercado, central de risco e observações in loco PATRIMÔNIO: análise do Balanço, de índices e tendências. Faturamento e rentabilidade. TRADIÇÃO: pontualidade, experiência em negócios. Tratamento sistematizado

41 ESTABELECIMENTO DE LIMITE DE CRÉDITO – PF - MASSIFICADO CADASTRO: informações de mercado e central de risco. RENDA: análise dos ganhos mensais para concessão de crédito e encarteiramento. TRADIÇÃO: pontualidade, experiência em negócios. Tratamento sistematizado.

42 ESTABELECIMENTO DE LIMITE DE CRÉDITO – PF – PRODUTOR RURAL CADASTRO: informações de mercado e central de risco. PATRIMÔNIO: análise do patrimônio. Capacidade de produção. Experiência no ramo. TRADIÇÃO: pontualidade, experiência em negócios. Tratamento sistematizado.

43 ESTRUTURA PATRIMONIAL Balanço Patrimonial Ativo Passivo Ativo Circulante Ativo Realizável e Longo Prazo Ativo Permanente - Investimentos - Ativo Imobilizado - Ativo Diferido Passivo Circulante Passivo Exigível a Longo Prazo Resultados de Exercício Futuros Patrimônio Líquido - Capital Social - Reserva de Capital - Reservas de Reavaliação - Reservas de Lucros - Lucros ou Prejuízos Acumulados

44 Disponibilidades Ativo Circulante Ativo Circulante Duplicatas a Receber Estoques BALANÇO PATRIMONIAL Contas a Receber Investimentos financeiros

45 Fornecedores Passivo Circulante Passivo Circulante Impostos a pagar Salários a pagar BALANÇO PATRIMONIAL Encargos sociais Empréstimos bancários

46 Ativo realizável a L. Prazo Outras Informações Patrimoniais Outras Informações Patrimoniais Passivo Exigível a L. Prazo Resultado de Exercício. Futuro BALANÇO PATRIMONIAL Patrimônio Líquido Ativo Permanente

47 Capital Circulante Líquido INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS CCL = AC - PC

48 Índice de Liquidez Corrente Índice de Liquidez Corrente INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS LC = AC : PC

49 Índice de Liquidez Seca Índice de Liquidez Seca INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS LS = (AC – E) : PC

50 Índice de Liquidez Geral Índice de Liquidez Geral INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS LG = (AC + RLP):(PC + ELP)

51 Prazo médio de recebimento Prazo médio de recebimento INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS PMRV = (Dan + Dat) x x ROB

52 Prazo médio de Permanência dos Estoques Prazo médio de Permanência dos Estoques INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS PMPE = (Ean + Eat) x x CMV

53 Prazo médio de Pagamento das Compras Prazo médio de Pagamento das Compras INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS PMPC = (Fan + Fat) x x COMPRAS

54 Como calcular compras Como calcular compras INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS CMV = EI + C - EF

55 CICLO OPERACIONAL INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS CO = PMPE + PMRV

56 CICLO FINANCEIRO INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS CF = PMPC - CO

57 GIRO DO ATIVO INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS GA = ROL : AT

58 Margem Líquida de Lucros sobre Vendas Margem Líquida de Lucros sobre Vendas INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS MLLSV = LL : ROL

59 Taxa de Retorno sobre Investimento Taxa de Retorno sobre Investimento INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS TRSI = LOL : AT X 100

60 Taxa de Retorno sobre Patrimônio Líquido Taxa de Retorno sobre Patrimônio Líquido INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS TRSPL = LL : PL X 100

61 Imobilização do Patrimônio Líquido Imobilização do Patrimônio Líquido INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS ICP = AP : PL

62 1.Planejamento 2.Execução 3.Controle 4.Análise 5.Orçado 6.realizado 1.Planejamento 2.Execução 3.Controle 4.Análise 5.Orçado 6.realizado INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS FLUXO DE CAIXA Segurança no processo de tomada de decisão

63 MÉTODOS INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS FLUXO DE CAIXA DIRETO INDIRETO

64 1.RENTABILIDADE 2.ENDIVIDAMENTO 3.LIQUIDEZ SECA 4.LIQUIDEZ CORRENTE 5.PARTICIPAÇÃO DE CAPITAIS DE TERCEI ROS 1.RENTABILIDADE 2.ENDIVIDAMENTO 3.LIQUIDEZ SECA 4.LIQUIDEZ CORRENTE 5.PARTICIPAÇÃO DE CAPITAIS DE TERCEI ROS INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS TERMÔMETRO DE KANITZ FI =(0,05X1)+(1,65X2)+(3,55X3)-(1,06X4)-(0,33X5)

65 1.RENTABILIDADE INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS TERMÔMETRO DE KANITZ X1 = LUCRO LÍQUIDO : PATRIMÔNIO LÍQUIDO

66 2. ENDIVIDAMENTO INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS TERMÔMETRO DE KANITZ (AC + RLP) X2 = (PC + ELP)

67 3. LIQUIDEZ SECA INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS TERMÔMETRO DE KANITZ ATIVO CIRCULANTE – ESTOQUES X3 = PASSIVO CIRCULANTE

68 4. LIQUIDEZ CORRENTE INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS TERMÔMETRO DE KANITZ ATIVO CIRCULANTE X4 = PASSIVO CIRCULANTE

69 5. PARTICIPAÇÃO DE CAPITAIS DE TERCEIROS 5. PARTICIPAÇÃO DE CAPITAIS DE TERCEIROS INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS TERMÔMETRO DE KANITZ PASSIVO CIRCULANTE + E. L. P. X5 = PATRIMÔNIO LÍQUIDO

70 INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS TERMÔMETRO DE KANITZ SOLVENTE PENUMBRA INSOLVENTE

71 71 ACAC ACF PCF P C ACC PCC PNC ELP REF PL ARLP e AP ANC ENFOQUE SISTÊMICO

72 72 Aplicações cíclicas Fontes cíclicas Estoque Clientes Adiantamentos a clientes Despesas antecipadas Outras Fornecedores Salários a pagar Encargos a recolher Impostos a pagar Adiantamentos de clientes Outras NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO

73 73 ATIVO = APLICAÇÕES ACF 1 ACC 3 ATIVO NÃO CIRCULANTE 5 PASSIVO = FONTES PCF 2 PCC 4 PASSIVO NÃO CIRCULANTE 6 ST NCG CDG ST = 1 – 2 NCG = 3 – 4 CDG = 6 – 5

74 74 RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (ROL) 800 ( - ) CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS (CPV) 500 ( - ) DESPESAS ADMINISTRATIVAS 50 ( - ) DESPESAS COM VENDAS 50 (+) DEPRECIAÇÕES 60 = LUCRO BRUTO OPERACIONAL 260 ( - ) Δ NCG 200 = FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL 60 FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL LUCRO BRUTO OPERACIONAL (LBO) 260 ( - ) DESPESAS FINANCEIRAS LÍQUIDAS 20 ( - ) PROVISÃO PARA IMPOSTO DE RENDA 20 ( - ) DEPRECIAÇÕES 0 ( - ) DIVIDENDOS 0 = AUTOFINANCIAMENTO 220

75 75 SALDO DE TESOURARIA ST = ACF – PCF ST = CDG - NCG ou

76 76 EFEITO TESOURA 123 NCG CDG

77 77 FATORES INTERNOS Sistemática queda dos índices de liquidez Crescimento da NCG em níveis superiores ao do CDG (efeito tesoura) Excesso não justificado de Ativo Fixo, causando atrofiamento do Ativo Circulante OVERTRADE Lucro líquido muito baixo em relação ao movimento dos negócios Estado crônico de escassez de disponibilidade

78 78 FATORES INTERNOS Declínio acentuado de vendas reais Obsoletismo do produto Ciclo financeiro decrescente OVERTRADE Elevado nível de participação das despesas financeiras em relação às vendas Excesso de produção ou de estocagem não absorvido pelo mercado Distribuição excessiva de lucros

79 79 FATORES INTERNOS Alto grau de centralização decisória combinado com o espírito de ambição do dirigente, que resulte em crescimento desordenado e não planejado da empresa Conflito familiar e/ou de sócios, com reflexos no ambiente organizacional Envolvimento extraconjugais, de forma comprometedora OVERTRADE Ausência de preocupações com o processo sucessório

80 80 FATORES INTERNOS Dificuldade em pagar débitos de funcionamento Greve de funcionários e/ou problemas na força de trabalho Capacidade ociosa interferindo negativamente no desempenho global da empresa OVERTRADE Máquinas e equipamentos obsoletos, com reflexo negativo na competição junto ao mercado

81 81 FATORES INTERNOS Constante devolução de vendas Envolvimento excessivo em atividades político-partidárias OVERTRADE Localização inadequada, por decisão empresarial Despreparo para atingir o estágio seguinte (de pequeno para médio e de médio para grande)

82 82 FATORES EXTERNOS Globalização da economia Taxas alfandegárias Custo país OVERTRADE Novas tecnologias

83 83 FATORES EXTERNOS Empresa operando sob efeito sanduíche, ou seja: adquire insumos/produtos de fornecedores oligopolizados que ditam abusivamente os preços e, na outra ponta, vende para poucos clientes de alto poder de barganha (ES = F>E

84 84 FATORES EXTERNOS Greve de funcionários de fornecedores e de clientes, de sorte a interromper a fluidez dos negócios Sazonalidade do produto Moda OVERTRADE Localização inadequada da empresa, por disposição legal Recessão/estagflação/inflação

85 85 FATORES EXTERNOS Intervenção governamental, via política econômica Perda de fornecedor essencial, mercado, franquia, etc Aumento da concorrência OVERTRADE Barreiras alfandegárias Gastos forçados de adaptação para atender a exigências de entidades de controle do meio ambiente Taxa de câmbio

86 1.ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS, PESSOAL E ORGNIZAÇÃO 1.ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS, PESSOAL E ORGNIZAÇÃO PROCESSO DE APROVAÇÃO DE RISCO E CRÉDITO Aspectos relevantes PLANO DE NEGÓCIOS MERCADO ALVO CRITÉRIOS PARA ACEITAÇÃO DE RISCO PESSOAL E ORGANIZAÇÃO

87 2. INICIAÇÃO DE RISCO E ESTRUTURAÇÃO 2. INICIAÇÃO DE RISCO E ESTRUTURAÇÃO PROCESSO DE APROVAÇÃO DE RISCO E CRÉDITO Aspectos relevantes INICIAÇÃO DO CRÉDITO DOCUMENTAÇÃO POLÍTICA, PRÁTICA E PROCEDIMENTOS

88 3. MONITORAMENTO, MANUTENÇÃO E COBRANÇAS DAS TRANSAÇÕES 3. MONITORAMENTO, MANUTENÇÃO E COBRANÇAS DAS TRANSAÇÕES PROCESSO DE APROVAÇÃO DE RISCO E CRÉDITO Aspectos relevantes ADMINISTRAÇÃO DE RISCOS RECONHECIMENTO DE PROBLEMAS ADMINISTRAÇÃO DE CRÉDITOS PROBLEMÁTICOS

89 4. GERENCIAMENTO DO PORTFÓLIO 4. GERENCIAMENTO DO PORTFÓLIO PROCESSO DE APROVAÇÃO DE RISCO E CRÉDITO Aspectos relevantes INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTRATÉGICA E POLÍTICA DE PORTFÓLIO

90 ALÇADAS POLÍTICA DECISÓRIA INDIVIDUAIS EM COMITÊS SUPERIORES

91 GARANTIAS NA CONCESSÃO DE CRÉDITO, A PRIMEIRA GARANTIA DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA É O PRÓPRIO DEVEDOR, ASSIM DEVE-SE TER O CONHECIMENTO GERAL DO PRETENDENTE AO CRÉDITO. PARA ISTO É FEITO O CADASTRO DO CLIENTE PARA, ATRAVÉS DELE, CHEGAR-SE A UMA CONCLUSÃO DE SUA CAPACIDADE DE RETORNO DO CRÉDITO.

92 GARANTIAS FIDEJUSSÓRIA OU PESSOAL DO PREFIXO LATINO FIDES, FÉ, SINCERIDADE, CRENÇA, CONFIANÇA, CRÉDITO, ESSE TIPO DE GARANTIA É BASEADO NA FIDELIDADE DO GARANTIDOR EM CUMPRIR A OBRIGAÇÃO, CASO O DEVEDOR NÃO O FAÇA.

93 GARANTIA FIDEJUS SÓRIA OU PESSOAL GARANTIA FIDEJUS SÓRIA OU PESSOAL AVAL FIANÇA

94 AVAL AVAL É A GARANTIA PESSOAL DADA EM TÍTULO DE CRÉDITO. NO AVAL, O GARANTIDOR PROMETE PAGAR A DÍVIDA, CASO O DEVEDOR NÃO O FAÇA. VENCIDO O TÍTULO, O CREDOR PODE COBRAR INDISTINTAMENTE DO DEVEDOR OU DO AVALISTA. O AVAL É UMA GARANTIA TIPICAMENTE CAMBIÁRIA, OU SEJA, NÃO VALE EM CONTRATO, SOMENTE PODE SER PASSADA EM TÍTULOS DE CRÉDITO.

95 FIANÇA A FIANÇA É UMA OBRIGAÇÃO. É UM CONTRATO POR MEIO DO QUAL ALGUÉM, CHAMADO FIADOR, GARANTE O CUMPRIMENTO DA OBRIGAÇÃO DO DEVEDOR, CASO ESTE NÃO O FAÇA. EXISTEM TRÊS FIGURAS DISTINTAS: FIADOR: AQUELE QUE SE OBRIGA A CUMPRIR, AFIANÇADO: O DEVEDOR PRINCIPAL E O BENEFICIÁRIO: O CREDOR.

96 PENHOR GARANTIAS CAUÇÃO ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA HIPOTECA

97 PENHOR CONCEITO: DE ACORDO COM A LEI, O PENHOR É A SUBMISSÃO DE UM BEM MÓVEL OU MOBILIZÁVEL EM GARANTIA DO CUMPRIMENTO DE UMA OBRIGAÇÃO. Ex. Penhor mercantil e penhor rural.

98 CAUÇÃO CONCEITO: DERIVADA DO PENHOR, A CAUÇÃO É GARANTIA INSTITUÍDA SOBRE BENS INCORPÓREOS, OU SEJA, SOBRE CRÉDITOS DO GARANTIDOR. NA CAUÇÃO O OBJETO DA GARANTIA É O DIREITO DO GARANTIDOR REPRESENTADO PELO TÍTULO DE CRÉDITO E NÃO O TÍTULO EM SI.

99 ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA CONCEITO: A ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA OU ALIENAÇÃO EM GARANTIA É A TRANSMISSÃO DA PROPRIEDADE DE UM BEM AO CREDOR PARA GARANTIA DO CUMPRIMENTO DE UMA OBRIGAÇÃO DO DEVEDOR O QUAL PERMANECE NA POSSE DIRETA DO BEM, NA QUALIDADE DE DEPOSITÁRIO.

100 HIPOTECA CONCEITO: A HIPOTECA É A ONERAÇÃO DE UM IMÓVEL, NAVIO OU AVIÃO EM GARANTIA DO CUMPRIMENTO DE UMA OBRIGAÇÃO. NESSA GARANTIA NÃO HÁ A TRANSMISSÃO DA PROPRIEDADE DO BEM PARA O CREDOR, PORÉM O DEVEDOR NÃO PODERÁ DISPOR DO BEM SEM O SEU CONSENTIMENTO.

101 BIBLIOGRAFIA BRASIL, Haroldo Vinagre. Gestão Financeira das Empresas – Um modelo Dinâmico. Rio de Janeiro, Ed. Qualitymark, MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial. São Paulo, Ed. Atlas, SILVA, José Pereira. Gestão e Análise de Crédito. São Paulo, Ed. Atlas, DANTE, Carmine Matarazzo. Análise Financeira de Balanços. São Paulo, Ed. Atlas, TORRES, Cláudio de 0. Manual de Gerenciamento de Risco de Crédito – Ed. Instituto Brasileiro de Ciência Bancária, São Paulo, SODERO, Fernando Pereira. Garantias nas Operações de Crédito. Ed. Instituto Brasileiro de Ciência Bancária, São Paulo, 1993


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