A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

DEFENSIVOS AGRICOLAS QUÍMICA INDUTRIAL II Prof. MBA Renato Mariano.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "DEFENSIVOS AGRICOLAS QUÍMICA INDUTRIAL II Prof. MBA Renato Mariano."— Transcrição da apresentação:

1 DEFENSIVOS AGRICOLAS QUÍMICA INDUTRIAL II Prof. MBA Renato Mariano

2 ALIMENTAÇÃO UM BEM VITAL

3 Alimentos Agrícolas DEFENSIVOS AGRICOLAS Seres Vivos Nocivos

4 DEFINIÇÃO Defensivos agrícolas ou agrotóxicos, são produtos e agentes de processos físicos, químicos ou biológicos, destinados ao uso nos setores de produção, no armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas, nativas ou plantadas, e de outros ecossistemas e de ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja finalidade seja alterar a composição da fauna ou da flora, a fim de preserva-las da ação danosa de seres vivos considerados nocivos, bem como as substâncias de produtos empregados como desfolhantes, dessecantes, estimuladores e inibidores do crescimento.

5 CLASSIFICAÇÃO DOS DEFENSIVOS

6

7

8

9 Processo Industrial do Defensivo Agrícola TREFLAN (TRIFLURALINA) REAÇÃO DE FORMAÇÃO

10 FLUXOGRAMA DE PRODUÇÃO

11 O nitrador é carregado com ácido recirculado e ácido nítrico fumegante, e aquecido a 40°C; Adiciona-se o trifluoreto de p-clorobenzeno para a mononitração, mantendo-se a temperatura a 40°C durante um intervalo de tempo de 4h; A temperatura é elevada e mantida a 75°C durante mais 4h; O reator e arrefecido e o ácido usado é decantado do mononitrador superior; O ácido usado é retirado do mononitrador superior e vai para o tratamento de rejeitos; O dinitrador é carregado com ácido sulfurico a 100%, óleum a 20% e ácido nitrico fumegante;

12 A temperatura é elevada até 120°C, o mono é aduzido a 120°C, durante 6h, e mantido nesta temperatura durante mais 4°C, a fim de que se consiga a dinitração; O reator é arrefecido a 20°C e decantado, o dinitro sólido é filtrado num filtro vertical, indo o ácido usado para um depósito de ácido reciclagem; Lava-se com água, indo a água de lavagem para um despejo. O sólido é dissolvido em clorofórmio (do destilado de recuperação); Carrega-se o reator de aminação com água, barrilha e o derivado dinitro (em solução de clorofórmio); Ajusta-se a temperatura a 45°C;

13 O aminado com dipropilamina é adicionado, a 45°C- 50°C, em 4h e aquecido mais 4h, a 45°C; Adiciona-se o restante de água e passa-se, por um filtro-prensa e um decantador, para um destilador a vácuo, indo a camada aquosa para o despejo; No destilador a vácuo, o clorofórmio destila na cabeça (para reciclagem); Adicionam-se nafta aromática e emulsificadores para se ter a formulação desejada.

14 DEFENSIVOS AGRICOLAS - ABUSO

15 IMPACTOS AMBIENTAIS A padronização dos cultivos, ou seja, o plantio de uma única espécie em grandes extensões de terra favorece a proliferação de vários insetos, que se tornaram verdadeiras pragas com o desaparecimento de seus predadores naturais: pássaros, aranhas, cobras, etc. A maciça utilização de agrotóxicos, na tentativa de controlar tais insetos, tem levado, por seleção natural (quando só se reproduzem os elementos imunes ao veneno), à proliferação de linhagens resistentes, forçando a aplicação de inseticidas cada vez mais potentes. Além de causar doenças nas pessoas que manipulam e aplicam esses venenos e naquelas que consomem os alimentos contaminados, tem agravado a poluição do solo, água e do ar.

16 USO CORRETO E SEGURO DE AGROTÓXICOS Definição de técnicas de manejo adequadas à região – Observar, entender e aplicar as recomendações para a redução máxima possível da incidência de pragas e doenças. Identificação do problema e do produto adequado para seu controle – Definir o produto a ser utilizado, após identificar a praga ou doença, em conformidade com os preceitos da Produção Integrada.

17 Aquisição de produtos – O produto deve estar dentro do período de validade, com o lacre sem sinais de violação e o rótulo em perfeito estado. Devem ser adquiridos de distribuidores ou revendas autorizadas pelo fabricante. Transporte – É importante ter conhecimento da legislação para transporte de cargas perigosas, como produtos fitossanitários Armazenamento – O produto que não será usado logo depois de adquirido, deve ser guardado em local seguro, isolado, arejado e trancado para que não haja risco de contaminação ambiental ou manuseio por pessoas despreparadas.

18 Aplicação – O equipamento para aplicação do produto deve ser selecionado levando-se em consideração as características comportamentais do alvo biológico, os aspectos climáticos e o objetivo do uso, quer seja controle de pragas e doenças ou uso de fitorreguladores. Aplicadores – É importante ter uma equipe especializada na aplicação dos defensivos agrícolas, com pessoal treinado e de preferência alfabetizado, para ler e entender os rótulos dos produtos, como também dispor de um técnico para acompanhar as aplicações.


Carregar ppt "DEFENSIVOS AGRICOLAS QUÍMICA INDUTRIAL II Prof. MBA Renato Mariano."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google