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DESDOBRAMENTOS DA II CONFERÊNCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO ENCONTRO COM ALGUNS EDUCADORES/AS DO NORDESTE Glória do Goitá – 14/09/04.

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1 DESDOBRAMENTOS DA II CONFERÊNCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO ENCONTRO COM ALGUNS EDUCADORES/AS DO NORDESTE Glória do Goitá – 14/09/04

2 OBSERVAÇÕES PRELIMINARES E JUSTIFICATIVAS Perguntas que se fazia em Brasília na conclusão da Conferência: nossos desafios de agora em diante Interesse da Resab em uma reunião Vontade de conhecimento maior entre Serta, Irpa, Moc, Caatinga, Resab Contexto da sistematização da Peads em setembro Contexto do intercâmbio do MDA

3 OBSERVAÇÕES METODOLÓGICAS Como situar-se perante o marco da II Conferência? Identificando o antes, o durante e o depois Caracterizando cada etapa Necessidade de uma chave de leitura

4 Antes, fase anterior as Diretrizes Operacionais Proposta alternativa – Iniciativas de Ong e movimentos (Alternância). Uma escola alternativa a oficial e predominante (Alternância, Paer, Caatinga) ou uma Proposta alternativa de uso do sistema municipal (Serta, Moc, Irpa) a oficial e predominante. 1996/LDB Alter – em relação a outra (alia, alium) Não se constitui como direito, mas como opção. Não se constitui como dever nem obrigação. É pontual, localizada, tangencial e a margem.

5 Antes, fase anterior a II Conferência É licença, permissão, brecha (Surubim, Glória, Chã Grande). Qualquer motivo é suficiente para suspender uma reunião. Desenvolvida com intervenção externa, corpo estranho (Educadores das Ongs ou movimentos). Os argumentos são de conquista para adesão pessoal das professoras, educadoras de apoio, diretoras de ensino e secretária. Os investimentos financeiros e econômicos são dos interessados externos aos sistemas de ensino municipal ou estadual (Glória). Altera pouco o sistema de avaliação, planejamento e o currículo (Até mesmo nos municípios avançados).

6 Antes, fase anterior a II Conferência Professoras que aceitam são consideradas pelas colegas como parte de outro processo, (ou como privilegiadas ou como estigmatizadas, ou como pessoas que trabalham demais.) Dificuldades encontradas são consideradas como da experiência e não do sistema (Surubim e Glória). É mais vista como concorrente do que como interação ou soma. (Catende e Panelas) É considerada como em teste, não validada nem comprovada ( escolhem algumas escolas outras não ou deixam para as professoras escolherem).

7 Fase interativa ou alterativa, antes das Diretrizes Operacionais Decisão política de um gestor/a municipal. Adesão dos autores e agentes da secretaria e das escolas. Sem respaldo jurídico reconhecido e normatizado. Interage com o currículo, o planejamento e com a avaliação. A capacitação das professoras faz parte da agenda e calendário e o monitoramento também. A ação e o interesse pelos resultados são dos agentes internos e externos.

8 Fase interativa ou alterativa, antes e pós Diretrizes Operacionais Há investimento humano, econômico e financeiro dos gestores/as municipais. Os agentes externos não são vistos, nem considerados como corpo estranho ao sistema, mas como parceiros, amigos, colegas. A experiência é divulgada pelos próprios executores locais em outros contextos do município, secretarias, reuniões e encontros, concursos (Ariquemes – R0, Vicência).

9 Fase de Política Pública, pós Diretrizes e Conferência 1. A questão deixa de ser iniciativa de Ong, Movimentos e gestores/as localizados e passa também a ser assumida por Ministérios, Secretarias e instituições do sistema educativo formal (Undime, SEC, MDA, MEC). 2. Deixa de ser favor e passa a ser direito e obrigação, a ter apoio legal, jurídico, administrativo (mesmo ainda a ser conquistado). 3. Deixa de ser periférica, licença, brecha e passa a ser central. 4. Deixa de ser tratada como teste e passa a ser tratada como validada (importância da literatura, sistematizações. 5. Passa a ser legitimada e reconhecida.

10 6. Passa a ser objeto e agenda de pesquisa, teses, monografias, tema de encontros, seminários, conferências, intercâmbios. 7. Passa a receber contribuições novas de pesquisadores e de instituições, (livros e conferencistas na II Conferência). 8. Passa a ser discutida por todas as pessoas envolvidas, independentes de adesão pessoal. As pessoas que ocupam função de gestão na secretaria municipal defronta-se com a questão, queira ou não. 9. Passa a compor os órgãos gestores a nível federal (MEC e MDA), estadual (GAM) e municipal. 10. Passa a ser tratada sem medo, sem traumas, sem conflitos.

11 PERDAS E GANHOS, NOVAS IMPLICAÇÕES 1. Contava-se a dedo quem atuava na formação dos professoras/es, uma vez que a demanda era reduzida. Formava quem tinha vivência, crença, em geral quem partilhava de princ í pios parecidos da Educa ç ão Popular. A demanda era medida pelo tamanho dos nossos braços, pernas e asas, pela capacidade instalada das Ongs e movimentos. Era poss í vel monitorar, cobrar qualidade, insistir na metodologia e nos princ í pios. Agora, como vai ficar? Qual o tamanho da demanda? Qual a capacidade instalada dispon í vel? Como cobrar qualidade? Como garantir princ í pios fundamentais? 2. A governabilidade do processo estava nas mãos de quem aderia, formava e acompanhava. Agora vai depender de muitos mais sujeitos e de mais pressupostos. Agora, como garantir a qualidade da governabilidade? Em quais condições, ela se dá? É poss í vel exercer governabilidade?

12 3. Uma vez reconhecida e aceita, não tem mais que discutir o para que e o porque, e sim tratar de operacionalizar, por no plano municipal: como fazer, como introduzir na escola, como preparar as professoras. No por que e para que é exatamente onde reside a diferença da Educação do Campo e sua originalidade. Qualquer iniciativa agora pode ser identificada como educação do campo, (introdução de novas disciplinas: educação ambiental, práticas agrícolas, hortas nas escolas ou então, técnicas e dinâmicas da didática como aulas passeio, pesquisa de campo, estudo da comunidade, passam a ser confundidas com os conteúdos. Ilustrar com o exemplo dos Cerus, identificar educação do campo com ensino de agricultura e com o exemplo de Paulo Freire e Mobral). Agora, como garantir que a escola diferencie o seu papel na educação do campo? E que os meios não substituam os fins, a didática não substitua a filosofia e que o currículo oculto seja explícito? 3. Passa a ser percebida como algo novo dentro do paradigma existente, precisando de adaptações, reformas, mudança da didática, do material pedagógico, de atitudes novas dos gestores e operadores do sistema de ensino. 4. Deixa de ser percebida como quebra de paradigmas da educação escolar tradicional, da maneira de pensar a educação escolar, da maneira de entender o papel da ciência, do conhecimento, e sobretudo da filosofia Ilustração com o que acontece hoje com o Desenvolvimento Local, Integrado e Sustentável - DLIS, quem falava antes e quem fala agora.

13 PONTOS PARA APROFUNDAR Governabilidade Papel da escola – dimensão ética Articulação com a Educação Popular (projeto, subjetividade, ligação com a realidade, concepção de pessoa etc.) Demanda de formação Currículo Material didático, publicações Séries maiores e segundo grau Avaliação e monitoramento Planos municipais Concepção de Campo (rural e urbano) Articulações com os movimentos Projeto de Desenvolvimento e Mobilização Social Projetos e programas de iniciativa da sociedade civil


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