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Produção de forragem para o inverno Zootecnista - Alliny Amaral Doutoranda UFG/Embrapa Gado de Leite. Goiânia, maio de 2008.

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1 Produção de forragem para o inverno Zootecnista - Alliny Amaral Doutoranda UFG/Embrapa Gado de Leite. Goiânia, maio de 2008

2 Introdução Gramíneas tropicais Gramíneas tropicais Alta produção águas Alta produção águas Distribuição desuniforme ao longo do ano Distribuição desuniforme ao longo do ano Apresentam alto teor de umidade Apresentam alto teor de umidade valor nutritivo valor nutritivo Estacionalidade marcante

3 Introdução Estado de Goiás 2° do país em produção de leite Estado de Goiás 2° do país em produção de leite Volumoso conservado – FENO e SILAGEM Volumoso conservado – FENO e SILAGEM Opção para o processo de Opção para o processo de ensilagem Fatores climáticos e Maquinário

4 Introdução Alternativas de alimentação para o inverno: Silagem Milho, sorgo, girassol, leguminosas, mistas, cana, etc. Cana + uréia Cana hidrolisada Feno Capineira Vedação de pastagens

5 CANA-DE-AÇÚCAR

6 Cana-de-açúcar Vantagens: Alta produção de MS por hectare; Alta produção de MS por hectare; Manutenção do potencial energético; Manutenção do potencial energético; Replantio a cada 4 ou 5 anos; Replantio a cada 4 ou 5 anos; Alta produção, por área; Alta produção, por área; Cultura perene, exige poucos tratos culturais; Cultura perene, exige poucos tratos culturais; Período de maturação coincide - escassez de pasto; Período de maturação coincide - escassez de pasto; Disponibilidade e qualidade durante a estação seca; Disponibilidade e qualidade durante a estação seca; Boa fonte de energia (carboidratos solúveis); Boa fonte de energia (carboidratos solúveis); Boa palatabilidade e consumo; Boa palatabilidade e consumo; Baixo custo de produção. Baixo custo de produção. Desvantagens: Alimento desbalanceado, baixa Pro e alto açúcar; Alimento desbalanceado, baixa Pro e alto açúcar; Não é recomendado ser o único alimento; Não é recomendado ser o único alimento; Baixa digestibilidade. Baixa digestibilidade.

7 Cana-de-açúcar Utilidades: A ensilagem é recomendada para o excesso de cana; A ensilagem é recomendada para o excesso de cana; Tratamento com hidrólise podem aumentar o valor nutritivo; Tratamento com hidrólise podem aumentar o valor nutritivo; Variedades: Precoces ( RB ; RB ; SP e IAC ) Precoces ( RB ; RB ; SP e IAC ) Médias e tardias ( CB-45-3, RB ; SP ; RB ; RB ; SP e SP ). Médias e tardias ( CB-45-3, RB ; SP ; RB ; RB ; SP e SP ).

8 LIMITAÇÕES NUTRICIONAIS

9 FIBRA DE BAIXA DIGESTIBILIDADE; BAIXO TEOR DE PROTEÍNA; POBRE EM MINERAIS P, S e Mn,Mg SUPLEMENTAÇÃO NECESSÁRIA; OPERACIONAL COMPLICADO Adaptações LIMITAÇÕES

10 CANA CORRIGIDA

11 Cana-de-açúcar + uréia Como preparar a mistura de cana + uréia: 1. Pode ser cortada para até dois dias; 2. Deve ser picada momento antes de fornecer aos animais; 3. Indicado q se retire as folhas; 4. Misturar 25 kg de uréia pecuária + 6,25 kg de sulfato de Ca ou 2,75 kg de sulfato de amônio (S);

12 URÉIA + SULFATO – 1% URÉIA + SULFATO ÁGUA 4 LITROS CANA PICADA 100 KG URÉIA + SULFATO I SEMANA 0,5% 0,5 kg/100 kg II SEMANA 1,0 kg/100 kg N S

13 URÉIA + SULFATO – 1% ANTES PB= 2 % DA MS RELAÇÃO N:S = 8:1 CORRIGIDA PB= % DA MS RELAÇÃO N:S = 13:1

14 URÉIA + SULFATO – 1% URÉIA SULFATO DE AMÔNIO 9 PARTES 1 PARTE N S

15 Cana-de-açúcar + uréia Fornecimento da mistura Cana + Uréia: 1°Semana: 0,5% de uréia na cana Exemplo: 100 kg de cana picada adicionar 500 g da mistura uréia + enxofre, diluir em 4 l de água; 2ª Semana em diante: usar 1% de uréia na cana: Exemplo: 100 kg de cana picada adicionar 1 kg da mistura uréia + enxofre, diluída em 4 l de água.

16 Cana-de-açúcar + uréia Recomendações gerais: 1. Usar cana de usina, rica em açúcar; 2. Retirar as folhas seca; 3. Não estocar a cana; manter na sombra; 4. Picar no ato do fornecimento; 5. Observar a adaptação; 6. Não fornecer a vontade para animais em jejum; 7. Manter o sal mineral a vontade; 8. Permitir o acesso a água a vontade; 9. Usar cochos q permita o escoamento da água; 10. Jogar fora as sobras;

17 Importante! Se os animais deixar de receber cana + uréia por dois dias, o trabalho de adaptação deverá se reiniciado, segundo as orientações mencionadas anteriormente.

18 CONDUÇÃO DA CULTURA

19 Densidade de plantio (STAND) Espaçamento =1,1 a 1,5 m entrelinhas Gemas por metro linear =15 a 18 gemas/m STAND =Espaçamento x gemas/m Adensamento promove diâmetro menor dos colmos, facilitando a operacionalização da colheita e o sombreamento mais rápido das entrelinhas (controle de invasoras). Landell et al. (2002)

20 ESCOLHA DE VARIEDADES

21 CARACTERÍSTICAS - USINA AgroindustriaisDoenças (resistência) ProdutividadeCarvão Brotação da socaEscaldadura Exigência em fertilidadeFerrugem PerfilhamentoAmarelecimento MaturidadeBroca Teor de sacarose Teor de fibra Florescimento Isoporização Copesucar (1995)

22 CARACTERÍSTICAS – ANIMAL Torres e Costa (2001) Produtividade (Alta) Teor de sacarose (elevado) Teor de fibra (baixo) Ciclo (+ de uma variedade) Rebrota (vigorosa) Persistência do canavial Ausência de joçal

23 PONTA COLMO PROPORÇÃO COLMO:PONTA IMPLICAÇÕES NUTRICIONAIS FOLHASCOLMO FDN, %78,345,1 DIVMS, %51,475,4 Adaptado:Rodrigues et al. (1997)

24 IMPLICAÇÕES – ATENÇÃO!! ALTURA MENOR DA PLANTA E MENOR PORCENTAGEM DE COLMOS AFETAM PRODUTIVIDADE E QUALIDADE DA FORRAGEM

25 EMBRAPA/CNPAF AGÊNCIA RURAL Lima, 2003

26 PONTA COLMO ALTURA, m 4,40 PONTA, m 1,25 COLMO, m 3,15 PONTA, cm 10 BASE, cm 12,5 COLMO, g 2847 PONTA, g 192 COLMO, % 93,7 PONTA, % 6,3 AMOSTRA EMBRAPA/CNPAF – 30/09/2003 Lima, 2003

27 ALTURA, m 3,40 PONTA, m 1,60 COLMO, m 1,80 PONTA, cm 7,4 BASE, cm 9,8 COLMO, g 785 PONTA, g 155 COLMO, % 83,5 PONTA, % 16,5 PONTA COLMO AMOSTRA AGÊNCIA RURAL – 30/09/2003 Lima, 2003

28 AGÊNCIA RURAL EMBRAPA CNPAF ALTURA, m 3,404,40 1,0 (29 %) PONTA, m 1,601,25 0,35 (21 %) COLMO, m1,803,151,35 (75 %) PONTA, cm 7,410 2,6 (35 %) BASE, cm 9,812,5 2,7 (27 %) COLMO, g (262 %) PONTA, g (24 %) COLMO, % 83,593,7 9,8 % PONTA, %16,56,310,2 % Lima, 2003

29 EMBRAPA/CNPAF AGÊNCIA RURAL Lima, 2003

30 VARIEDADES

31 Elevado teor de açúcar (sacarose); Digestibilidade e desempenho; Relação fibra:sacarose < 3:1; Alta proporção de colmo; Pendoamento preferencialmente ausente. VARIEDADES ASPECTOS NUTRICIONAIS

32 COLHEITAS 1 0 Corte2 0 Corte3 0 Corte IAC ,993,994,3 RB ,5101,6106,0 Valor relativo (IAC /RB ) 0,910,89 PRODUTIVIDADE Landell et al. (2002 )

33 FORMAÇÃO DO CANAVIAL

34 Formação: Cana-de-açúcar Formação do canavial: Mudas com 10 a 12 meses de idade; Mudas com 10 a 12 meses de idade; Variedade com alto teor de sacarose; Variedade com alto teor de sacarose; Para o plantio de 1 hectare gastam-se em média 10 t de mudas; Para o plantio de 1 hectare gastam-se em média 10 t de mudas; Diversificação de variedades; Diversificação de variedades; Precoces e tardias, para se ter forragem de boa qualidade o ano todo. Precoces e tardias, para se ter forragem de boa qualidade o ano todo.

35 Formação: Cana-de-açúcar Sulcos de 30 cm de profundidade; Sulcos de 30 cm de profundidade; Espaçamento de 1,20 metros, os colmos são deitados; Espaçamento de 1,20 metros, os colmos são deitados; Recomendações da EMBRAPA GADO DE LEITE: Na ausência de análise de solo para solos de média fertilidade: 2 t/ha de Calcáreo; 2 t/ha de Calcáreo; 400 kg/ha de nos sulcos; 400 kg/ha de nos sulcos; 3 meses após o plantio em cobertura 110 kg/ha de uréia ou 250 kg de SA/ha. 3 meses após o plantio em cobertura 110 kg/ha de uréia ou 250 kg de SA/ha.

36 Formação: Cana-de-açúcar Para garantir a produção por área: Após cada corte aplicar adubação de cobertura (chuvas); Após cada corte aplicar adubação de cobertura (chuvas); Uma alternativa e aplicação de esterco de curral; Uma alternativa e aplicação de esterco de curral; Tamanho da área a ser plantada: Depende da produção esperada por hectare e do número de animais e dias de alimentação. Depende da produção esperada por hectare e do número de animais e dias de alimentação. Exemplo: produção de 120 t/ha Exemplo: produção de 120 t/ha 100 animais com PV de 300 kg 100 animais com PV de 300 kg 150 dias de alimentação 150 dias de alimentação Oferta diária/animal= 18 kg (6% do PV) Oferta diária/animal= 18 kg (6% do PV)

37 Formação - Cana-de-açúcar Cálculo da quantidade total de cana: Cálculo da quantidade total de cana: 100 (n°de animais) * 150 (dias de alimentação) * 18 (oferta/animal/dia) = kg Cálculo da área a ser plantada: Cálculo da área a ser plantada: / (produção de cana/ha) = 2,25 ha.

38 Formação: Cana-de-açúcar Importante! A produção do primeiro ano e superior em relação as produções seguintes, por isso, sugere-se acrescentar 10% a mais de área para o plantio, como margem de segurança, passando então para uma área final de 2,5 ha de cana. Prevenir e não remediar!

39 CORTE, ARMAZENAMENTO E FORNECIMENTO

40 Corte e armazenamento: Cana-de- açúcar Colheita: Manual ou mecânica; Manual ou mecânica; Quando picada deve ser fornecida aos animais; Quando picada deve ser fornecida aos animais; Deve ser cortada rente ao solo; Deve ser cortada rente ao solo; Partículas de 3 a 12 mm; Partículas de 3 a 12 mm; O excedente deve ser ensilado ou desidratado, para facilitar o manejo do ano seguinte; O excedente deve ser ensilado ou desidratado, para facilitar o manejo do ano seguinte; Desuniformidade, Desuniformidade, Perfilhamento Perfilhamento

41 Não estocar por mais de dois dias; Não estocar por mais de dois dias; Estocar a sombra; Estocar a sombra; Picar no momento de fornecer aos animais; Picar no momento de fornecer aos animais; Se possível, aumentar freqüência de alimentação. Se possível, aumentar freqüência de alimentação. FONTE: TORRES E COSTA (2001) Corte e armazenamento: Cana-de- açúcar

42 CORTE E ARMAZENAMENTO SACAROSE(AÇÚCARES) INVERSÃO PERDAAÇÚCARES L.mesenteroides > 3 dias de armazenamento

43 Como produzir silagem?

44 O que é silagem? Silagem e a forragem verde armazenada na ausência de ar e conservada mediante fermentação em depósitos próprios, chamados silos.

45 Silagem Alimento usado na época seca do ano; Alimento usado na época seca do ano; Pode ser usado o ano todo; Pode ser usado o ano todo; Várias forrageiras sozinhas ou combinadas; Várias forrageiras sozinhas ou combinadas; Principais forragens ensiladas são: milho, sorgo e capim elefante; Principais forragens ensiladas são: milho, sorgo e capim elefante; Milho; O sorgo; O capim elefante; Milheto; Etc.

46 Características de forrageiras para ensilagem O milho: O milho: E de custo mais elevado; E de custo mais elevado; Dificuldades de uma boa implantação; Dificuldades de uma boa implantação; Redução da produtividade. Redução da produtividade. O sorgo: O sorgo: Variedades para grãos; Variedades para grãos; Duplo propósito melhor VN; Duplo propósito melhor VN; Rebrota, menos exigente em fertilidade do solo; Rebrota, menos exigente em fertilidade do solo; Veranicos Veranicos

47 Características de forrageiras para ensilagem Cana: Cana: Ideal ensilar o excesso produzido; Ideal ensilar o excesso produzido; Qndo madura, MS em torno de 30%; Qndo madura, MS em torno de 30%; Alto teor de CHO, pode apresentar altos teores de ác. acético e álcool etílico; Alto teor de CHO, pode apresentar altos teores de ác. acético e álcool etílico; Uso de aditivos (bactérias láticas); Uso de aditivos (bactérias láticas); Melhor qualidade fermentativa; Melhor qualidade fermentativa; Difícil sucesso em qualidade - etanol Difícil sucesso em qualidade - etanol

48 Características de forrageiras para ensilagem Milheto: Milheto: Adapta a solos de baixa ferti; Adapta a solos de baixa ferti; Diversos tipos de solo, não encharcados; Diversos tipos de solo, não encharcados; Resistente a déficit hídrico; Resistente a déficit hídrico; Alto teor de PRO; Alto teor de PRO; Baixo teor de CHO, dificulta o abaixamento do pH, Baixo teor de CHO, dificulta o abaixamento do pH, Possibilita silagens mistas. Exemplo com cana Possibilita silagens mistas. Exemplo com cana

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50 Características de forrageiras para ensilagem Capins: Capins: Baixo teor de MS; Baixo teor de MS; Na maturação queda dos nutrientes; Na maturação queda dos nutrientes; Ideal o uso de materiais que tirem a umidade; Ideal o uso de materiais que tirem a umidade; Emurchecimento, gasto com mão-de-obra; Emurchecimento, gasto com mão-de-obra; Aditivos (polpa cítrica, 10%), (rolão de milho) Aditivos (polpa cítrica, 10%), (rolão de milho) Sequestrar a umidade!! Sequestrar a umidade!!

51 Etapas no processo de ensilagem

52 UTILIZAÇÃO EFICIENTE DEPENDE DA ADOÇÃO DE UMA VISÃO GLOBAL DO PROCESSO PRODUZIRBEM COLHERBEMARMAZENARBEM USARBEM CUSTO!

53 PRODUÇÃO & UTILIZAÇÃO DE SILAGEM DE MILHO PRODUZIRBEM Vários fatores afetam a produtividade e qualidade Produção de massa x % de grãos na planta Produção de massa x % de grãos na planta Densidade de plantas (stand) Densidade de plantas (stand)

54 PRODUÇÃO DE MILHO PARA ENSILAGEM ESCOLHA DA CULTIVAR PRODUÇÃO DE MASSA – MAIOR altura da planta e teor de FDN e menor valor energético.Ênfase: PRODUTIVIDADE PORCENTAGEM DE GRÃOS – MAIOR digestibilidade, valor energético e consumo. Ênfase: QUALIDADE

55 COMPOSIÇÃO DA PLANTA E IMPORTANTE? COMPOSIÇÃO IDEAL (Keplin, 1992) FOLHAS16 % COLMOS20 a 23 % ESPIGAS64 a 65 %GRÃOS74 a 75 % AMIDO 36 % BRÁCTEAS7 a 10 % SABUGO14 a 17 %

56 PRODUÇÃO & UTILIZAÇÃO DE SILAGEM DE MILHO COLHERBEM Alguns fatores importantes Acúmulo de matéria seca digestível; Maturidade da planta; Maturidade do grão; Matéria seca da planta.

57 TEOR DE MS DA SILAGEM DE MILHO < 30 %30 – 35 %> 35 % Menor consumo de matéria seca META Maior perda de grãos nas fezes Menor valor nutritivo Maior dificuldade para compactação Menor produção por área Aumento na deterioração aeróbica Maiores perdas por efluentes Aumenta perdas na colheita Ponto de colheita

58 TEOR DE MS DA SILAGEM DE MILHO 30 – 35 % META > 35 % Maior perda dos grãos nas fezes Maior dificuldade para compactação Aumento na deterioração aeróbica Aumenta perdas na colheita Ponto de colheita

59 TEOR DE MS DA SILAGEM DE MILHO < 30 % 30 – 35 % META Menor consumo de matéria seca Menor valor nutritivo Menor produção por área Maiores perdas por efluentes Ponto de colheita

60 Ideal: estágio farináceo/duro com cerca de 30 a 33% de MS; Ideal: estágio farináceo/duro com cerca de 30 a 33% de MS; Prática: Picar um pouco do material Picar um pouco do material O bolo permanecer fechado alta umidade; O bolo permanecer fechado alta umidade; Se abrir lentamente, esta no ponto; Se abrir lentamente, esta no ponto; Se desfizer rapidamente o material está passado! Se desfizer rapidamente o material está passado!

61 Ponto de colheita Observar também a linha do leite ou milk-line Observar também a linha do leite ou milk-line

62 Ponto de colheita

63 FONTE: AGROCERES (1999) ENSILAGEM DO MILHO – PONTO DE COLHEITA INÍCIO DA ENSILAGEM ENCHIMENTO DO SILO: LENTO: ¼ RÁPIDO: ½ JANELA DE CORTE: 10 DIAS AVALIAR DIARIAMENTE MS A PARTIR DE ¼ DA LINHA DO LEITE

64 ENSILAGEM DO SORGO – PONTO DE COLHEITA DUPLO PROPÓSITO CENTRO DA PANÍCULA PASTOSO/FARINÁCEO MS DA PLANTA: 30 – 35 % FORRAGEIRO CENTRO DA PANÍCULA FARINÁCEO/DURO MS DA PLANTA: % PONTO DE CORTE: ENTRE 90 E 110 DIAS DE CRESCIMENTO VEGETATIVO JANELA DE CORTE: 15 – 20 DIAS FONTE: AGROCERES (1999)

65 DUPLO PROPÓSITOFORRAGEIRO PORTE: 1,80 – 2,20 mPORTE: 2,50 – 2,80 m MENORPRODUTIVIDADEMAIOR MATÉRIA SECAMENOR MAIORCONSUMOMENOR MAIORDIGESTIBILIDADEMENOR MAIOR% DE PANÍCULASMENOR CONCENTRADOMAIOR

66 SORGO - TANINOS COMPOSTOS FENÓLICOS PRESENTES NOS GRÃOS; SEM TANINOS E COM TANINOS; REDUZ DIGESTIBILIDADE E PALATABILIDADE; COMPLEXA PRESENTES EM ALGUNS HÍBRIDOS.

67 Picagem do material Facilita a compactação e o acondicionamento; Facilita a compactação e o acondicionamento; Partícula variável de 4 a 22 mm, com média de 13 mm; Partícula variável de 4 a 22 mm, com média de 13 mm; Partículas grande não são desejáveis; Partículas grande não são desejáveis; Caule e sabugo menores; Caule e sabugo menores; Percentual de até 15 % de partes maiores; Percentual de até 15 % de partes maiores; Afiar as facas constantemente, melhor rendimento da máquina, cortes mais uniformes. Afiar as facas constantemente, melhor rendimento da máquina, cortes mais uniformes.

68 Picagem do material

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70 Descarregar o material Em silos tipo trincheira Em silos tipo trincheira Inicie pela parte de trás; Inicie pela parte de trás; Permite uma inclinação, facilidade para entrada do trator Permite uma inclinação, facilidade para entrada do trator Após cada descarregamento compactar. Após cada descarregamento compactar.

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74 PRODUÇÃO & UTILIZAÇÃO DE SILAGEM DE MILHO ARMAZENARBEM Alguns fatores importantes Tamanho de corte adequado; Tamanho de corte adequado; Compactar; Compactar; Compactar... Compactar...

75 Compactação A fermentação deve ocorrer na ausência de ar; A fermentação deve ocorrer na ausência de ar; Qnto mais compactado menos ar melhor fermentação; Qnto mais compactado menos ar melhor fermentação; Compactar o material em rampas; Compactar o material em rampas; Melhor valor nutritivo.; Melhor valor nutritivo.; Etapa importante!! Etapa importante!!

76 Compactação-Período de respiração Qnto + oxigênio na forragem Qnto + oxigênio na forragem Maior o período de respiração Maior o período de respiração Mais alta a temperatura da forragem Mais alta a temperatura da forragem

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79 Vedação do material ensilado Etapa fundamental para uma boa fermentação; Etapa fundamental para uma boa fermentação; Entrada de ar e água; Entrada de ar e água; Redução da qualidade e consumo; Redução da qualidade e consumo; Maiores descartes de alimento; Maiores descartes de alimento; Perdas significa aumento nos custos; Perdas significa aumento nos custos; Cobrir com lona plástica (branca); Cobrir com lona plástica (branca); Colocar terra sobre as bordas; Colocar terra sobre as bordas; Fazer drenos em volta e cercar para proteção; Fazer drenos em volta e cercar para proteção;

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82 Tempo mínimo para abertura do silo O ciclo fermentativo de uma silagem se completa com 21 dias; O ciclo fermentativo de uma silagem se completa com 21 dias; Estabilização da silagem; Estabilização da silagem; Silo bem vedado, vários anos. Silo bem vedado, vários anos.

83 Tempo de duração dos períodos de ensilagem Respiração de 6 a 8 horas; Respiração de 6 a 8 horas; Fermentação 18 a 20 dias; Fermentação 18 a 20 dias; Período de estabilização; Período de estabilização; Todo o tempo que não houver contato com o ar. Todo o tempo que não houver contato com o ar. Temperatura Temperatura Temp alta indica que o processo de resp. longo; Temp alta indica que o processo de resp. longo; Tem. Desejada 36 a 38°C Tem. Desejada 36 a 38°C Tem. Acima de 50°C: Tem. Acima de 50°C: A% de digestibilidade; A% de digestibilidade; Perda na qualidade de PRO; Perda na qualidade de PRO; Perda de energia. Perda de energia.

84 O que deve ser evitado no processo de ensilagem Água no processo de ensilagem: Fermentação por bactérias tipo Clostridium; Fermentação por bactérias tipo Clostridium; Volume de efluente (nutrientes); Volume de efluente (nutrientes); Dificulta o abaixamento do pH, crescimento de bactérias indesejáveis. Dificulta o abaixamento do pH, crescimento de bactérias indesejáveis.

85 PRODUÇÃO & UTILIZAÇÃO DE SILAGEM DE MILHO USAR BEM Alguns fatores importantes Conhecer a composição Analisar com freqüência Considerar o processamento Formular adequadamente as rações

86 Abertura do silo O manejo do,silo deve ser feito diariamente: 1. Fatias de 20 a 30 cm/dia, permite retirada de fatias completas 2. evitar a formação de degraus ou dentes; 3. Retirar o material no momento do fornecimento, 4. Não vedar a silagem após abertura.

87 Análise da silagem Coleta e manuseio das amostras: a) Antes de colocar no silo: 1. Pequenas amostras de até 500 g 2. Coletar de várias carretas (10 a 15 amostras); 3. Colocar em saco plástico e colocar no congelador;

88 Análise da silagem Coleta e manuseio das amostras: Silagem dentro do solo: Após abertura retirar as partes perdidas; Após abertura retirar as partes perdidas; Na face do silo retirar as amostras (8 a 10), cada uma com 300 a 400g; Na face do silo retirar as amostras (8 a 10), cada uma com 300 a 400g; Junte num recipiente limpo, misture. Junte num recipiente limpo, misture. Congele e leve ao laboratório. Congele e leve ao laboratório.

89 COMPOSIÇÃO DA SILAGEM: O QUE ANALISAR? Matéria seca (MS); Fibra Detergente Neutra (FDN) - MÉTODO; Proteína Bruta (PB); Matéria Mineral (MM); N-FDA – Suspeita de superaquecimento; DIVMS – Poucos laboratórios Ácidos orgânicos pH

90 Vantagens da ensilagem de capim Alta produção por área; Alta produção por área; Valor nutritivo compatível; Valor nutritivo compatível; Boa aceitabilidade pelos animais; Boa aceitabilidade pelos animais; Permite vários cortes; Permite vários cortes; Evita a presença de forragens envelhecidas; Evita a presença de forragens envelhecidas; Aumenta a opção de volumosos na seca. Aumenta a opção de volumosos na seca.

91 Produção de feno

92 Feno é um alimento volumoso, preparado mediante o corte e desidratação de plantas forrageiras. Esse processo é denominado de fenação. Nesta forma a forragem pode ser guardada por vários meses, conservando o seu valor nutritivo

93 Programação de atividades Produção do campo de feno (forragem); Produção do campo de feno (forragem); Processos mecânicos ou manuais: Processos mecânicos ou manuais: Corte da planta; Corte da planta; Secagem ou desidratação; Secagem ou desidratação; Enfardamento; Enfardamento; Armazenamento do feno. Armazenamento do feno.

94 Aproveite o excedente de pasto Período das chuvas; Período das chuvas; Usado para a suplementação nas secas; Usado para a suplementação nas secas; Velocidade de crescimento das gramíneas e lento; Velocidade de crescimento das gramíneas e lento; Ótima qualidade; Ótima qualidade; Ideal são plantas de colmos finos (Cynodon, capim de Rhodes, alfafa, azevém...) Ideal são plantas de colmos finos (Cynodon, capim de Rhodes, alfafa, azevém...)

95 Rendimento de feno de boa qualidade Pastagens bem formadas e produtivas; Efetue o rebaixamento (uniformidade de rebrota) Manual ou por animais Limpeza da pastagem Plantas daninhas, Cupinzeiros, etc Preparo convencional do solo Calagem e adubação, Plantio e tratos culturais, Adubação de manutenção.

96 Faça o feno Estágio fisiológico da planta; Estágio fisiológico da planta; Produção de MS x VN Produção de MS x VN Colheita no momento certo Colheita no momento certo Secagem rápida do material; Secagem rápida do material; Recolhimento c/umidade adequada; Recolhimento c/umidade adequada; Garantem feno de boa qualidade. Garantem feno de boa qualidade.

97 Faça o feno Momento do corte: Forragem com elevados níveis de nutrientes; Forragem com elevados níveis de nutrientes; Estágio vegetativo da forragem; Estágio vegetativo da forragem; Maior proporção de folhas e menor de colmos; Maior proporção de folhas e menor de colmos; Observar a freqüência e altura de corte da forragem; Observar a freqüência e altura de corte da forragem; Garantir a persistência da pastagem. Garantir a persistência da pastagem.

98 Faça o feno Secagem ou desidratação: Nesta fase ao umidade deve estar entre 75 a 80%; Nesta fase ao umidade deve estar entre 75 a 80%; Na secagem reduz para 20% de umidade; Na secagem reduz para 20% de umidade; Evaporação da água da planta; Evaporação da água da planta; Importante observar as condições ambientais; Importante observar as condições ambientais; A secagem e favorecida proporção de folhas; A secagem e favorecida proporção de folhas;

99 Faça o feno Condições favoráveis para a desidratação: Dias ensolarados; Dias ensolarados; Pouca nebulosidade; Pouca nebulosidade; Baixa umidade do ar; Baixa umidade do ar; Ocorrência de ventos; Ocorrência de ventos; Temperaturas elevadas; Temperaturas elevadas; Observar a previsão do tempo. Observar a previsão do tempo.

100 Faça o feno Espalhamento; Espalhamento; Viragem; Viragem; Enleiramento; Enleiramento; Maior uniformidade e desidratação da planta. Maior uniformidade e desidratação da planta. Chuvas, prejudicial; Chuvas, prejudicial; Perda de qualidade; Perda de qualidade;

101 Faça o feno Ponto de feno: Com menos de 20% de umidade; Com menos de 20% de umidade; Alta umidade (a acima de 20%); Alta umidade (a acima de 20%); Verificar a umidade: Coletar partes da forragem nas leiras; Coletar partes da forragem nas leiras; Pote de vidro, Pote de vidro, Sal. Sal.

102 Qualidade do feno Relacionado com o memento de corte da planta; Relacionado com o memento de corte da planta; A idade; A idade; Estágio de desenvolvimento – Vegetativo Estágio de desenvolvimento – Vegetativo Queda de qualidade; Queda de qualidade;

103 Produza feno pelo processo manual Produção em pequena quantidade; Produção em pequena quantidade; Ferramentas (alfanje, garfo, rastelo) Ferramentas (alfanje, garfo, rastelo) Roçadeira; Roçadeira;

104 Produza feno pelo processo manual a)Corte a planta forrageira: Cedo logo após a evaporação do orvalho; Cedo logo após a evaporação do orvalho; Use instrumento de corte; Use instrumento de corte; Rendimento de até 0,1 e 0,4 ha/dia/homem; Rendimento de até 0,1 e 0,4 ha/dia/homem; Variação de dias de trabalho; Variação de dias de trabalho;

105 Produza feno pelo processo manual b) Seque a forragem: Mantenha a forragem recém-colhida uniforme espalhada; Mantenha a forragem recém-colhida uniforme espalhada; Revolva e espalhe a forragem, após emurchecida; Revolva e espalhe a forragem, após emurchecida; A forragem ceifada de manha deve ser revolvida a tarde; A forragem ceifada de manha deve ser revolvida a tarde; Repita a operação pela manhã (9 as 11)e a tarde (13 as 15), nos dias seguintes; Repita a operação pela manhã (9 as 11)e a tarde (13 as 15), nos dias seguintes; No final do dia enleire a forragem com baixa umidade; No final do dia enleire a forragem com baixa umidade; Formar leiras fofas; Formar leiras fofas;

106 Produza feno pelo processo manual Vire as leiras, pela manhã e pela tarde; Vire as leiras, pela manhã e pela tarde; Recolha o feno do campo Recolha o feno do campo Assim que atingir o ponto de feno recolher. Assim que atingir o ponto de feno recolher. c) Enfarde o feno manualmente: Facilita o transporte e manuseio; Facilita o transporte e manuseio; Manual; Manual; Ensacar em sacos. Ensacar em sacos.

107 Produza feno pelo processo manual d) Armazene o feno: Galpões arejados; Galpões arejados; Fardos em pilhas; Fardos em pilhas; Estrados de madeira; Estrados de madeira; Fenos com mais de 25% de umidade podem mofar e aquecer; Fenos com mais de 25% de umidade podem mofar e aquecer;

108 Conclusão Não há dificuldades quando há planejamento; Não há dificuldades quando há planejamento; Diversidade forrageira para diferentes finalidades de uso; Diversidade forrageira para diferentes finalidades de uso; Acesso a vários níveis tecnológicos; Acesso a vários níveis tecnológicos; O inverno não é o responsável pela baixa produção. O inverno não é o responsável pela baixa produção.

109 Eu estou feliz da vida, esse ano vai ter silagem! Obrigada pela atenção! Estrela, o inverno está chegando o pasto já não será o mesmo!!Estou preocupado!


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