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Vanessa FortesAula 71 OBTENÇÃO DE DADOS Tipos de Dados: Tipos de Dados: –Mensuráveis / variáveis possíveis de serem medidos possíveis de serem medidos.

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1 Vanessa FortesAula 71 OBTENÇÃO DE DADOS Tipos de Dados: Tipos de Dados: –Mensuráveis / variáveis possíveis de serem medidos possíveis de serem medidos obtidos através da leitura de uma escala obtidos através da leitura de uma escala Peso; comprimento Peso; comprimento –Contáveis / atributos são os enumeráveis são os enumeráveis obtidos através da classificação de itens analisados como satisfatórios ou insatisfatórios obtidos através da classificação de itens analisados como satisfatórios ou insatisfatórios Bom / Mau; Aceito / Rejeitado; Passa / Não Passa Bom / Mau; Aceito / Rejeitado; Passa / Não Passa

2 Vanessa FortesAula 72 OBTENÇÃO DE DADOS Mensuráveis / variáveis Mensuráveis / variáveis Precisão / Acuidade Precisão / Acuidade –Diferença entre a média observada das medidas tomadas e a média verdadeira –Grau de concordância entre repetidas medidas da mesma propriedade –Orienta quanto à probabilidade da dispersão Exatidão Exatidão –Grau de concordância entre o valor médio obtido de uma série de resultados de testes e um valor de referência aceito

3 Vanessa FortesAula 73 OBTENÇÃO DE DADOS Precisão x Exatidão Precisão x Exatidão Preciso e não Exato Exato e não Preciso Não Preciso e não Exato Preciso e Exato

4 Vanessa FortesAula 74 OBTENÇÃO DE DADOS Mensuráveis / variáveis Mensuráveis / variáveis –Repetibilidade (r) variação das medições quando um operador utiliza o mesmo instrumento para medir características idênticas das mesmas peças variação das medições quando um operador utiliza o mesmo instrumento para medir características idênticas das mesmas peças diferença máxima permitida entre medidas obtidas no mesmo dia diferença máxima permitida entre medidas obtidas no mesmo dia variação resultante da incapacidade de um instrumento de medição de obter repetidamente um mesmo resultado, devido a inúmeros fatores que afetam esse processo variação resultante da incapacidade de um instrumento de medição de obter repetidamente um mesmo resultado, devido a inúmeros fatores que afetam esse processo variação resultante da incapacidade do inspetor de operar e ler o instrumento da mesma forma a cada vez variação resultante da incapacidade do inspetor de operar e ler o instrumento da mesma forma a cada vez –sua variação, 6σ, deve ser pequena quando comparada com a tolerância total: LSE – LIE.

5 Vanessa FortesAula 75 OBTENÇÃO DE DADOS Mensuráveis / variáveis Mensuráveis / variáveis –Reprodutibilidade (R) variação das médias das medidas quando operadores diferentes utilizam o mesmo instrumento para medir características idênticas das mesmas peças variação das médias das medidas quando operadores diferentes utilizam o mesmo instrumento para medir características idênticas das mesmas peças Diferença máxima permitida entre medidas obtidas em dias diferentes Diferença máxima permitida entre medidas obtidas em dias diferentes variação dos resultados entre pessoas diferentes fazendo medição ou inspeção dos mesmos itens, usando os mesmos métodos ou equipamentosvariação dos resultados entre pessoas diferentes fazendo medição ou inspeção dos mesmos itens, usando os mesmos métodos ou equipamentos Também indica a variação entre instrumentos de medição idênticos, utilizados pela mesma pessoaTambém indica a variação entre instrumentos de medição idênticos, utilizados pela mesma pessoa

6 Vanessa FortesAula 76 OBTENÇÃO DE DADOS Contáveis / Atributos Contáveis / Atributos –Repetibilidade –Reprodutibilidade –Os conceitos são os mesmos –A diferença é a forma de medição –Esta medição apresenta 4 critérios de avaliação {Eficácia (E), Probabilidade de Classificação Errada (PCE), Probabilidade de Falso Alarme (PFA), Tendência (T)} {Eficácia (E), Probabilidade de Classificação Errada (PCE), Probabilidade de Falso Alarme (PFA), Tendência (T)}

7 Vanessa FortesAula 77 Família de ferramentas usadas para monitorar, controlar e melhorar processos Família de ferramentas usadas para monitorar, controlar e melhorar processos Detecta/identifica rapidamente o problema para que possa ser realizada a investigação da causa e para que as medidas corretivas possam ser tomadas antes que ocorram novas não-conformidades Detecta/identifica rapidamente o problema para que possa ser realizada a investigação da causa e para que as medidas corretivas possam ser tomadas antes que ocorram novas não-conformidades As medidas devem sempre buscar evitar a re- ocorrência do problema, para isto é necessário um acompanhamento da eficácia destas medidas As medidas devem sempre buscar evitar a re- ocorrência do problema, para isto é necessário um acompanhamento da eficácia destas medidas CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO

8 Vanessa FortesAula 78 CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO Processo Entradas SaídasInfluênciasObservações

9 Vanessa FortesAula 79 As ferramentas mais utilizadas são: As ferramentas mais utilizadas são: –Fluxograma (Aula 7) –Histograma (Aula 7) –Gráficos de controle (Aula 8) –Folha de verificação –Gráfico de Pareto –Diagrama de causa e efeito –Diagrama de dispersão CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO

10 Vanessa FortesAula 710 Também conhecido como Carta de Controle Também conhecido como Carta de Controle –Representação gráfica, ao longo do tempo, do comportamento dos processos com foco no desempenho do processo –Ferramenta gráfica de fácil utilização, construção e interpretação –Monitoramento do processo para detectar e prevenir / evitar / reduzir / eliminar não conformidades –Verifica a estabilidade do processo (sinaliza quando o processo está fora de controle) –Estimativa de onde o processo está centralizado e quanto ele está variando em torno desse centro –Utilização de limites de controle para comparação do resultado do processo com a especificação –Utilização dos parâmetros estatísticos: média estimada e variabilidade do processo GRÁFICO DE CONTROLE

11 Vanessa FortesAula 711 Média do Processo Média do Processo –valor desconhecido estimado pela média da amostra Variação do Processo Variação do Processo –todo o processo seja natural ou artificial sofre variações Variação Admissível Variação Admissível –consiste no valor nominal do parâmetro a ser controlado, mais ou menos a tolerância aceitável Exemplo: Umidade = 4,0% + 0,2% Exemplo: Umidade = 4,0% + 0,2% –valor nominal: 4,0% –variação admissível: 3,8% a 4,2% CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO

12 Vanessa FortesAula 712 Se o processo estiver sob controle o seu desempenho pode ser melhorado, reduzindo a variabilidade. Se o processo estiver sob controle o seu desempenho pode ser melhorado, reduzindo a variabilidade. Algumas melhorias são: Algumas melhorias são: Diminuição do refugo e retrabalho / reprocesso (diminuição do custo unitário e aumento da produtividade e da capacidade) Diminuição do refugo e retrabalho / reprocesso (diminuição do custo unitário e aumento da produtividade e da capacidade) Prevenção de defeitos Prevenção de defeitos Aumento da porcentagem de produtos que atendam as especificações (melhoria da qualidade) Aumento da porcentagem de produtos que atendam as especificações (melhoria da qualidade) Linguagem comum entre a linha de produção, manutenção, engenharia de processo, controle de qualidade e ainda entre fornecedores Linguagem comum entre a linha de produção, manutenção, engenharia de processo, controle de qualidade e ainda entre fornecedores GRÁFICO DE CONTROLE

13 Vanessa FortesAula 713 VARIABILIDADE Qualquer variação na especificação é ruim Qualquer variação na especificação é ruim Grandes variações são piores que pequenas Grandes variações são piores que pequenas O objetivo do controle de processo é manter o processo na especificação O objetivo do controle de processo é manter o processo na especificação –Prevenção e minimização da variação Existem 2 tipos de variação Existem 2 tipos de variação –Variação por causas comuns –Variação por causas especiais

14 Vanessa FortesAula 714 CAUSAS COMUNS Variação por causas comuns Variação por causas comuns –São inerentes ao processo (naturais e esperadas) –Conjunto fixo de inúmeras e pequenas causas que determinam a variabilidade característica –Estão sempre presentes e afetam cada resultado –É impossível isolar o efeito de todas elas –O efeito de algumas pode ser isolado, mas somente através de experimentos especialmente planejados e –Quando só existem causas comuns de variação, diz-se que o processo está sob controle

15 Vanessa FortesAula 715 CAUSAS COMUNS Variação por causas comuns Variação por causas comuns Fontes de variação dentro de um processo, que possuem uma distribuição estável e repetitiva ao longo do tempo. Elas funcionam como um sistema estável de causas prováveis. Quando o processo contém apenas causas comuns de variação e essas não se alteram, o resultado do processo se torna previsível e diz-se que ele está sob controle estatístico.

16 Vanessa FortesAula 716 CAUSAS ESPECIAIS Variação por causas especiais Variação por causas especiais –Causas alheias ao conjunto de causas comuns que surgem ocasionalmente (mão-de-obra/ material/ máquina/ método/ medição/ meio ambiente) –Não estão presentes todo o tempo (não esperadas) –Afetam alguns resultados –Em geral podem ser facilmente isoladas e eliminadas, desde que se possa distingui-las das causas comuns –Um processo com causas especiais é tido como fora de controle –É necessário identificar a causa raiz e eliminá-la para retomar a estabilidade do processo

17 Vanessa FortesAula 717 CAUSAS ESPECIAIS Variação por causas especiais Variação por causas especiais Também chamadas de causas assinaláveis, referem-se aos fatores que não atuam no processo com freqüência. Quando elas aparecem, a distribuição (global) do processo muda. A presença de causas especiais afeta o resultado do processo de forma imprevisível, tornando-o instável ao longo do tempo, por isso, precisam ser identificadas e corrigidas.

18 Vanessa FortesAula 718 VARIABILIDADE 94% dos problemas ou oportunidades de melhorias são devido a causas comuns. Apenas 6% são devido a causas especiais. 94% dos problemas ou oportunidades de melhorias são devido a causas comuns. Apenas 6% são devido a causas especiais. Desta forma, é possível afirmar que a maior parcela de responsabilidade, quanto a redução de variabilidade, é da administração do processo, isto é, dos gerentes, engenheiros e técnicos que têm autoridade de mudar o sistema Dr. W.E. Deming

19 Vanessa FortesAula 719 VARIABILIDADE LINHA DE AÇÃO PARA CAUSAS ESPECIAIS LINHA DE AÇÃO PARA CAUSAS ESPECIAIS –Devem ser atacadas imediatamente –Solução em geral é simples e está ao alcance das pessoas diretamente envolvidas na execução das atividades 1. Coletar dados (a tempo) 2. Verificar se os dados indicam a presença de causa especial 3. Caso afirmativo, investigar o que há de especial associado àquela ocorrência 4. Eliminar as "causas más" e prevenir sua reincidência. Incorporar as "causas boas" ao processo

20 Vanessa FortesAula 720 VARIABILIDADE LINHA DE AÇÃO PARA CAUSAS COMUNS LINHA DE AÇÃO PARA CAUSAS COMUNS –Se o desempenho é satisfatório ou a melhoria não é prioritária, é melhor não interferir no processo –Solução é mais complexa e em geral está nas mãos da gerência/administração Requer análise de todo o conjunto de dados Requer análise de todo o conjunto de dados Requer conhecimento profundo do processo Requer conhecimento profundo do processo Requer mudanças estruturais (procedimento, pessoas, equipamento, ambiente, etc.) Requer mudanças estruturais (procedimento, pessoas, equipamento, ambiente, etc.)

21 Vanessa FortesAula 721 VARIABILIDADE DOIS TIPOS DE ERROS, DUAS FONTES DE PERDAS DOIS TIPOS DE ERROS, DUAS FONTES DE PERDAS –Confundir causas comuns com causas especiais Aumento da variabilidade devido ao ajuste indevido (tampering) do processo Aumento da variabilidade devido ao ajuste indevido (tampering) do processo Falsas soluções, perda de tempo, energia e dinheiro, quando problemas mais importantes poderiam ser atacados Falsas soluções, perda de tempo, energia e dinheiro, quando problemas mais importantes poderiam ser atacados Aumento dos custos Aumento dos custos Redução da produtividade Redução da produtividade Frustração, ceticismo Frustração, ceticismo Carreiras prejudicadas, baixo moral Carreiras prejudicadas, baixo moral Perda de confiança na gerência Perda de confiança na gerência –Confundir causas especiais com causas comuns Oportunidades de melhoria são perdidas Oportunidades de melhoria são perdidas Convivência pacífica com problemas crônicos Convivência pacífica com problemas crônicos Perpetua-se o caos Perpetua-se o caos São mantidos as fábrica escondida e os escritórios ocultos São mantidos as fábrica escondida e os escritórios ocultos

22 Vanessa FortesAula 722 GRÁFICO DE CONTROLE Processo sob controle - Apenas causas comuns: Processo sob controle - Apenas causas comuns: Resultados no mesmo padrão Resultados no mesmo padrão Distribuição normal (pontos acima e abaixo da média) Distribuição normal (pontos acima e abaixo da média) Processo dentro dos limites de controle Processo dentro dos limites de controle Tempo UCL LCL

23 Vanessa FortesAula 723 GRÁFICO DE CONTROLE Processo fora de controle - causas especiais: Processo fora de controle - causas especiais: Influência das causas especiais regularmente no processo Influência das causas especiais regularmente no processo Tempo

24 Vanessa FortesAula 724 GRÁFICO DE CONTROLE Gráficos de Controle X e R pn - número de itens defeituosos P - fração defeituosa P / pnc / u c – número defeitos u - fração defeitos/uni dade x e R X – média R - amplitude x – valor individual R – amplitude AtributoVariável

25 Vanessa FortesAula 725 Gráficos de controle – Limites de Controle Gráficos de controle – Limites de Controle GRÁFICO DE CONTROLE Valor Característico Tipo de Gráfico Limite Superior de Controle (LSC) Limite Central de Controle (LC) Limite Inferior de Controle (LIC) Contínuo (Variável) X (média) LSC = X + A 2 R LC = X LIC = X - A 2 R R (amplitude) LSC = D 4 R LC = R LIC = D 3 R x (valor individual) LSC = X + 2,66R m LC = X LIC = X - 2,66R m

26 Vanessa FortesAula 726 Gráficos de controle – Limites de Controle Gráficos de controle – Limites de Controle Valor Característico Tipo de Gráfico Limite Superior de Controle (LSC) Limite Central de Controle (LC) Limite Inferior de Controle (LIC) Discreto (Atributo) pn (número de itens defeituosos) p (fração defeituosa) GRÁFICO DE CONTROLE

27 Vanessa FortesAula 727 Gráficos de controle – Limites de Controle Gráficos de controle – Limites de Controle Valor Característico Tipo de Gráfico Limite Superior de Controle (LSC) Limite Central de Controle (LC) Limite Inferior de Controle (LIC) Discreto (Atributo) c (número de defeitos) u (número de defeitos por unidade) GRÁFICO DE CONTROLE

28 Vanessa FortesAula 728 Construção do gráfico Construção do gráfico Amostragem Piloto Amostragem Piloto –Retirar uma amostragem piloto (20 a 25 amostras); –Calcular os limites de Controle; –Construir o Gráfico; –Verificar se o processo é capaz e está estável; –Caso afirmativo, transferir os valores dos limites calculados para uma nova folha e prosseguir a marcação (continuidade do controle); GRÁFICO DE CONTROLE

29 Vanessa FortesAula 729 –Caso o processo seja incapaz e/ou instável, requer intervenção: Analisar a causa da incapacidade/instabilidade; Analisar a causa da incapacidade/instabilidade; Rever maquinário, materiais, processos, métodos, treinamento e especificações; Rever maquinário, materiais, processos, métodos, treinamento e especificações; Retirar da amostragem os valores fora de controle cujas ocorrências tenham sido justificadas; Retirar da amostragem os valores fora de controle cujas ocorrências tenham sido justificadas; Recalcular com os demais pontos novos limites de controle; Recalcular com os demais pontos novos limites de controle; Após o processo estar capaz e/ou estável voltar ao item 1. Após o processo estar capaz e/ou estável voltar ao item 1. GRÁFICO DE CONTROLE

30 Vanessa FortesAula 730 O que é processo capaz/estável? O que é processo capaz/estável? –Processo sob controle (Estabilidade) Distribuição normal (forma de sino) ou Distribuição normal (forma de sino) ou não há pontos fora dos limites de controle (pontos sucessivos de um mesmo lado, tendência, etc....) não há pontos fora dos limites de controle (pontos sucessivos de um mesmo lado, tendência, etc....) –Processo capaz (Capacidade) atinge a meta definida atinge a meta definida GRÁFICO DE CONTROLE

31 Vanessa FortesAula 731 Continuidade do Controle Continuidade do Controle –Após a amostragem piloto continuar a retirar amostras periodicamente –Enquanto estes valores estiverem se distribuindo normalmente, entre os limites e de forma regular, o processo está sob controle estatístico – –Mas quando houver pontos fora dos limites deve-se executar uma avaliação e a intervenção necessária. GRÁFICO DE CONTROLE

32 Vanessa FortesAula 732 Gráficos de controle para Variável Gráficos de controle para Variável Gráfico da Média (X) e Amplitude (R) GRÁFICO DE CONTROLE

33 Vanessa FortesAula 733 –As amostras são geralmente de 5 elementos. –Para cada uma, calcula-se a média e, após completada a amostragem, determina-se a média das médias (X), a qual representa a linha Central (LC) do gráfico (X). –Calcula-se a amplitude (R) de cada amostra, e a seguir a amplitude média da amostragem (R), a qual representa a linha central do gráfico (R). –Após a marcação de todas as médias e amplitudes nos respectivos gráficos, analisa se o processo está ou não sob controle estatístico. GRÁFICO DE CONTROLE

34 Vanessa FortesAula 734 Exemplo: TABELA 1 Exemplo: TABELA 1 Amostra (N) n x1x1x1x1 x2x2x2x2 x3x3x3x3 x4x4x4x4 x5x5x5x5 160,961,963,761,060,0 262,063,060,561,361,9 361,461,061,560,962,3 459,959,361,861,860,7 562,260,561,462,462,0 659,058,760,258,859,0 GRÁFICO DE CONTROLE

35 Vanessa FortesAula 735 Exemplo: Exemplo: 1.Coletar os elementos de cada amostra. São 6 amostras com 5 elementos cada amostra. 2.Calcular o valor médio (X) para cada amostra. Utilizar uma casa decimal a mais que os dados originais. 3.Calcular a média global da amostra ( X ). 4.Calcular a amplitude (R) de cada amostra. 5.Calcular a amplitude global da amostra (R). GRÁFICO DE CONTROLE

36 Vanessa FortesAula 736 Exemplo: Exemplo: 6.Calcular os limites de controle. Calcular cada limite de controle para o gráfico (X) e para o gráfico R. 7.Traçar os limites de controle. No eixo vertical são marcados os valores de X e R e no eixo horizontal os números das amostras. Trace uma linha cheia para a linha central e uma linha pontilhada para ambos os limites de controle. GRÁFICO DE CONTROLE

37 Vanessa FortesAula 737 Gráfico da Média Gráfico da Média GRÁFICO DE CONTROLE

38 Vanessa FortesAula 738 Gráfico da Amplitude Gráfico da Amplitude GRÁFICO DE CONTROLE

39 Vanessa FortesAula 739 Gráficos de controle (Variável) Gráficos de controle (Variável) Gráfico do Elemento Individual (X) e Amplitude Móvel (Rm) GRÁFICO DE CONTROLE

40 Vanessa FortesAula 740 Este gráfico é utilizado em processos onde os dados coletados, em determinado intervalo de tempo, apresentam valores iguais. Este gráfico é utilizado em processos onde os dados coletados, em determinado intervalo de tempo, apresentam valores iguais. Neste caso, não é recomendado tirar cinco amostras, pois a amplitude será zero. Neste caso, não é recomendado tirar cinco amostras, pois a amplitude será zero. Então, as amplitudes serão determinadas para dois valores consecutivos, e considera- se o tamanho da amostra (n) igual a 2. Então, as amplitudes serão determinadas para dois valores consecutivos, e considera- se o tamanho da amostra (n) igual a 2. GRÁFICO DE CONTROLE

41 Vanessa FortesAula 741 Uso deste gráfico: Uso deste gráfico: –Inspeção automatizada, tecnologia de medição utilizada e todas as unidades fabricadas são analisadas. –Taxa de produção muito baixa, e isto não permite um tamanho de amostra (n) > 1. GRÁFICO DE CONTROLE

42 Vanessa FortesAula 742 Exemplo: Exemplo: A viscosidade da tinta para um aparelho de avião é uma característica importante. O produto é fabricado em lotes e, como cada lote demora horas para ser produzido, a taxa de produção é muito lenta para permitir um tamanho de amostra maior que 1. Os dados da viscosidade dos 15 primeiros lotes encontram-se na tabela (elemento x - 15 lotes iniciais). GRÁFICO DE CONTROLE

43 Vanessa FortesAula 743 Passos: Passos: 1. Coletar os dados de cada lote. São 15 lotes com 1 medição cada. 2. Calcular a amplitude móvel, lembrando que este cálculo será o maior menos o menor de dois valores consecutivos. 3. Calcular a (X) da viscosidade (elemento). 4. Calcular a Rm da viscosidade (elemento). Soma de todas as amplitudes móveis (Rm) dividido pelo número de lotes. GRÁFICO DE CONTROLE

44 Vanessa FortesAula 744 Passos: Passos: 5. Calcular os limites de controle dos gráficos X (valor individual) e Rm (amplitude Móvel). 6. Marcar os pontos no gráfico 7. Como já foi realizada a amostragem piloto, pode-se dar continuidade ao controle. Na tabela (elemento x) estão os lotes 1 ~ 30. GRÁFICO DE CONTROLE

45 Vanessa FortesAula 745 Gráfico do elemento Viscosidade: Gráfico do elemento Viscosidade: GRÁFICO DE CONTROLE

46 Vanessa FortesAula 746 Gráfico da Amplitude Móvel: Gráfico da Amplitude Móvel: GRÁFICO DE CONTROLE

47 Vanessa FortesAula 747 Comentários dos gráficos Comentários dos gráficos –Alguma coisa aconteceu no lote 20 ou 21, pois o gráfico da amplitude mostra-se afetado com um pico. –O processo precisa ser investigado, já que a média se distancia do previsto a partir do lote 20. GRÁFICO DE CONTROLE

48 Vanessa FortesAula 748 Gráficos de controle para Atributo Gráficos de controle para Atributo Gráfico pn (número de elementos defeituosos), Gráfico p (porcentagem de elementos defeituosos) GRÁFICO DE CONTROLE

49 Vanessa FortesAula 749 –Os gráficos pn e p são utilizados quando a característica da qualidade é representada pelo número de itens defeituosos ou fração defeituosa. –O gráfico p é utilizado para amostras de n constante e variável, já o gráfico pn é utilizado apenas para n constante. GRÁFICO DE CONTROLE

50 Vanessa FortesAula 750 Passos Passos 1. Coletar os elementos de cada amostra. São 25 amostras com itens de 1 a 7 não-conformes em cada amostra. 2. Calcular a fração defeituosa média p. Dividir o total de itens defeituosos pelo número total de itens da amostra. 3. Calcular os limites de controle 4. Traçar os limites de controle. No eixo vertical é marcado com o número de itens defeituosos. Trace uma linha cheia para a linha central e uma linha pontilhada para ambos os limites de controle. GRÁFICO DE CONTROLE

51 Vanessa FortesAula 751 Gráfico pn Gráfico pn GRÁFICO DE CONTROLE

52 Vanessa FortesAula 752 Gráficos de controle para Atributo Gráficos de controle para Atributo Gráfico c (número de defeitos), Gráfico (média de defeitos) GRÁFICO DE CONTROLE

53 Vanessa FortesAula 753 –Defeito é qualquer desvio que o elemento apresenta em relação a um padrão existente. –São gráficos que controlam o número de defeitos apresentados por um elemento ou pela amostra. –O gráfico c é utilizado para um produto de tamanho (n) constante, enquanto o gráfico é utilizado para um produto de tamanho (n) variável. –Os passos para construção do gráfico são os mesmos dos gráficos pn e p. GRÁFICO DE CONTROLE

54 Vanessa FortesAula 754 Gráficos de controle Gráficos de controle Análise dos Gráficos de Controle GRÁFICO DE CONTROLE

55 Vanessa FortesAula 755 Pontos que se encontram fora dos limites de controle Pontos que se encontram fora dos limites de controle –verificar a ocorrência da causa antes de tomar ação GRÁFICO DE CONTROLE

56 Vanessa FortesAula pontos consecutivos abaixo ou acima da média 7 pontos consecutivos abaixo ou acima da média –ocorrência de deslocamentos da média do processo GRÁFICO DE CONTROLE

57 Vanessa FortesAula pontos consecutivos 10 estão abaixo ou acima da média 11 pontos consecutivos 10 estão abaixo ou acima da média –ocorrência de deslocamentos da média do processo GRÁFICO DE CONTROLE

58 Vanessa FortesAula pontos consecutivos 12 estão abaixo ou acima da média 14 pontos consecutivos 12 estão abaixo ou acima da média –ocorrência de deslocamentos da média do processo GRÁFICO DE CONTROLE

59 Vanessa FortesAula 759 Tendência Tendência –pontos crescendo ou decrescendo (desgaste da ferramenta; fadiga do operador) GRÁFICO DE CONTROLE

60 Vanessa FortesAula 760 Pontos próximos dos limites de controle Pontos próximos dos limites de controle –variações bruscas do processo GRÁFICO DE CONTROLE

61 Vanessa FortesAula 761 Pontos próximos da linha central Pontos próximos da linha central –cálculo errado dos limites, melhoria no processo GRÁFICO DE CONTROLE

62 Vanessa FortesAula 762 Periodicidade Periodicidade –causas periódicas – início de ajuste, troca de operadores, período de aquecimento GRÁFICO DE CONTROLE

63 Vanessa FortesAula 763 Estratificação Estratificação –É um método de identificação da fonte de variação dos dados coletados. –Mesmos produtos fabricados em várias máquinas e por vários operados devem ser classificados de acordo com cada dados, cada restrição, verificando e analisando as diferenças existentes entre as máquinas e/ou operadores. GRÁFICO DE CONTROLE

64 Vanessa FortesAula 764 Exemplo: Exemplo: –Característica de qualidade de peças fabricadas por duas máquinas (A e B). Os gráficos a seguir estão estratificados para A e B. GRÁFICO DE CONTROLE

65 Vanessa FortesAula 765 Gráficos de controle - A Gráficos de controle - A GRÁFICO DE CONTROLE

66 Vanessa FortesAula 766 Gráficos de controle B Gráficos de controle B GRÁFICO DE CONTROLE

67 Vanessa FortesAula 767 –Pode-se observar que quase não há diferença entre A e B, mas que B possui valor médio de processo maior que A, e que o processo está sob controle para ambas as máquinas. –O objetivo da estratificação é avaliar as diferenças em termos de valor médio, variação entre as diferentes classes e tomar medidas (preventiva ou corretiva) contra esta diferença. GRÁFICO DE CONTROLE

68 Vanessa FortesAula 768 Diretrizes para a implementação de gráficos de controle Diretrizes para a implementação de gráficos de controle Determinar qual a característica do processo será controlada (o gráfico pode ser aplicado a qualquer característica do processo ou em qualquer operação) Determinar qual a característica do processo será controlada (o gráfico pode ser aplicado a qualquer característica do processo ou em qualquer operação) Determinar em qual etapa do processo o gráfico pode ser implementado Determinar em qual etapa do processo o gráfico pode ser implementado Escolher o tipo de gráfico de controle (Variável - X, R, x e Atributo - pn, p, c,) Escolher o tipo de gráfico de controle (Variável - X, R, x e Atributo - pn, p, c,) Tomar ações para melhorar o processo a partir do resultado da análise do gráfico de controle Tomar ações para melhorar o processo a partir do resultado da análise do gráfico de controle GRÁFICO DE CONTROLE

69 Vanessa FortesAula 769 EXERCÍCIOS


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