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Física na Infância e nas Salas de Aula do Ensino Fundamental: Uma abordagem construtivista.

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Apresentação em tema: "Física na Infância e nas Salas de Aula do Ensino Fundamental: Uma abordagem construtivista."— Transcrição da apresentação:

1 Física na Infância e nas Salas de Aula do Ensino Fundamental: Uma abordagem construtivista

2 Atividades do conhecimento físico: Rampas e Caminhos Rheta DeVries e Christina Sales

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4 A educação construtivista é baseada na A educação construtivista é baseada na teoria de Piaget sobre o conhecimento ou inteligência.

5 Inte ligência Segundo Piaget, Segundo Piaget, a inteligência é toda a rede de relações mentais que uma pessoa pode usar. (Piaget, 1975/1985).

6 Relações Mentais Relações mentais são conexões entre _____ e _____ construídas na mente. construídas na mente.

7 Inteligência Quanto maior o número de relações mentais construídas por uma criança, maior o poder intelectual que ela trará para a solução de um problema.

8 Rampas As crianças têm a possibilidade de construir relações entre: O ângulo de inclinação de uma rampa e o movimento ou a falta de movimento de um objeto na rampa de movimento de um objeto na rampa O ângulo de inclinação de uma rampa e a distância que a bolinha de gude percorre para fora da extremidade de uma rampa, ou seja, quanto mais íngreme for a rampa, mais longe uma bola de gude percorre (exceto quando a rampa é muito íngreme o objeto fica parado ao atingir o chao)

9 Conexões Mentais Exemplos Entre o ângulo de inclinação de uma rampa e a distância que a bolinha de gude percorre após atingir o chão Entre a trajetória da bolinha de gude e o lugar no chão para a colocação de um alvo

10 Conexões Mentais Exemplos (cont.) Entre a direção das áreas de sobreposição dos alvos e a continuação do trajeto da bolinha de gude

11 O que são atividades de conhecimento físico? São atividades onde as crianças podem fazer experiências com objetos e os fenômenos relacionados a estes. (Kamii & DeVries, 1978/1993).

12 As relações mentais são construídas durante as atividades de conhecimento físico.

13 Dois tipos de atividades de conhecimento físico Movimento dos objetos Movimento dos objetos(Física) Mudanças nos objetos Mudanças nos objetos(Química)

14 Critérios para boas atividades do conhecimento físico Reproduzíveis Reproduzíveis Imediatas Imediatas Observáveis Observáveis Variáveis Variáveis

15 Bons Materiais Intrigam as crianças Inspiram idéias sobre o que fazer

16 O que há nessa atividade para as crianças descobrirem o que e como fazer? O que há nessa atividade para as crianças descobrirem o que e como fazer?

17 Experimentação informada pelo erro: O erro ensina

18 Experimentação 1.O que você quer saber? 2.O que a surpreende em sua experimentação? 3.O que especificamente você pode mostrar às crianças sobre o que e o como elas podem fazer com os materiais? 4.Quais são as variáveis nesta atividade? 5.Que perguntas você pode fazer às crianças enquanto trabalham com esses materiais? (Evite perguntas do tipo "Por quê...?") (Evite perguntas do tipo "Por quê...?") 6.Que relações você descobriu?

19 Experimentação Quais as surpresas que você descobriu? Que coisas te ajudaram a descobrir como fazer o experimento?

20 Rampas As crianças têm a possibilidade de construir relações: Entre uma série de tipos de rampas possíveis em termos de variação do declive Entre o ângulo de inclinação descendente, o ângulo de inclinação ascendente adjacente, e a distância percorrida pela bolinha de gude na rampa de inclinação ascendente

21 Suportes As crianças têm a possibilidade de construir relações: Entre o tipo de suporte e a estabilidade da estrutura Entre o arranjo do suporte e a estabilidade da estrutura

22 Objetos As crianças têm a possibilidade de construir relações: Entre uma característica de um objeto (tamanho, formato, peso, etc) e a maneira como este desce um declive (rolando, deslizando, etc) Entre uma característica de um objeto (tamanho, inclinação, peso, etc) e a distância que este percorre.

23 Conexões As crianças têm a possibilidade de construir relações: Entre a direção da sobreposição de duas seções de rampa e a continuidade do trajeto da bolinha de gude Entre o tipo de conexão entre as rampas e o movimento de uma bola de gude de um ponto da rampa para a próxima

24 Alvo As crianças têm a possibilidade de construir relações: Entre a inclinação de uma rampa e o ponto em que um alvo deve ser colocado para coletar uma bolinha de gude Entre o ponto em que a bola é lançada em um declive e o ponto em que o alvo deve ser colocado para coletar a bolinha de gude Entre a inclinação da rampa e a força com que a bola acerta o alvo

25 O Desenho do Trajeto As crianças têm a possibilidade de construir relações: Entre a posição do fim de uma seção da rampa e a posição da continuação da rampa, quando se pretende que um objeto caia da parte superior à inferior da rampa. Entre as peças de um arranjo que envolvam um "ricochete" que permita à bola de gude continuar seu caminho após virar uma esquina

26 O Desenho do Trajeto As crianças têm a possibilidade de construir relações: Entre 1.o ponto de equilibrio (fulcro) 2.a seção da rampa que este ponto suporta 3.o peso de uma bolinha de gude e 4) a seção da rampa na qual a bolinha de gude cai

27 Conexões Mentais Que relações mentais você faz ao experimentar? Discussão em pequenos grupos. Discussão com o grupo todo.

28 O Projeto do Trajeto As crianças têm a possibilidade de construir relações: Entre a área necessária para a estrutura e o trajeto da rampa

29 Pensar sobre as relações torna possível intervir de forma a promover a construção de relações mentais pela criança. Pensar sobre as relações torna possível intervir de forma a promover a construção de relações mentais pela criança.

30 Princípios do Ensino: Rampas e Caminhos Os professores contrutivistas: 1.Experimentam com os diversos materiais (os pr ó prios professores) Sem experimentar pessoalmente, os professores estarão despreparados para intervir no processo da descoberta.

31 Princípios do Ensino: Rampas e Caminhos Os professores contrutivistas: 2.Apresentam as rampas e trajetos às crianças.

32 Princípios do Ensino: Rampas e Caminhos Os professores contrutivistas: 3.Criam um ambiente que inspira as crianças a terem idéias maravilhosas e a descobrirem como fazer algo.

33 Princípios do Ensino: Rampas e Caminhos Princípios do Ensino: Rampas e Caminhos Os professores contrutivistas: 4.Permitem que as crianças experimentem suas idéias.

34 Princípios do Ensino: Rampas e Caminhos Os professores contrutivistas: 5.Observam as ações das crianças para compreender e avaliar suas idéias.

35 Princípios do Ensino: Rampas e Caminhos Os professores contrutivistas: 6.Intervêm com perguntas e comentários para incentivar o raciocínio das crianças (construção de relações mentais)

36 Princípios do Ensino: Rampas e Caminhos Os professores contrutivistas: 7.Não insistem se uma criança não responder a uma intervenção.

37 Princípios do Ensino: Rampas e Caminhos Os professores contrutivistas: 8.Apoiam as crianças nas representações e discussões de suas idéias maravilhosas.

38 Princípios do Ensino: Rampas e Caminhos Os professores contrutivistas: 9.Integram todas as áreas de currículo às atividades com as rampas.

39 Princípios do Ensino: Rampas e Caminhos Os professores contrutivistas: 10. Incentivam a interação social.

40 As crianças precisam de tempo e experiência para colher todo o benefício das atividades do conhecimento físico.

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43 Objetivo para a Criança: soltar uma bolinha de gude em uma rampa, de maneira que a bolinha caia dentro de um recipiente Relação entre Final da canaleta da rampa & Abertura do recipiente Relações entre Colocação da bolinha na rampa & A soltura & O movimento da bolinha (Topo? Meio? Para cima-para baixo-para cima?) em direção ao recipiente Testa a hipótese Observa a bolinha de gude rolar para fora do recipiente INSATISFAÇÃO : DESEQUILÍBRIO

44 Relação entre Muita força & Movimento da bolinha de gude em direção ao recipiente Revisa a hipótese Observa a bolinha de gude não cair no recipiente INSATISFAÇÃO : DESEQUILÍBRIO Testa a nova hipótese de dar um maior empurrão

45 Relação entre Colocação da bolinha & Pouca força & Movimento em próximo ao fim da rampa direção ao recipiente Revisa a hipótese Observa a bolinha de gude rolar para fora do recipiente INSATISFAÇÃO : DESEQUILÍBRIO Testa a hipótese de dar um leve empurrão

46 Relação entre Colocação da bolinha próximo & Mais força & Movimento em ao topo e ao fim da rampa direção ao recipiente Revisa a hipótese Observa a bolinha de gude rolar para fora do recipiente INSATISFAÇÃO : DESEQUILÍBRIO Testa a hipótese de dar um empurrão mais forte

47 Relação entre A outra ponta da rampa & Ponto onde a bolinha de gude cai INSATISFAÇÃO : DESEQUILÍBRIO Relação entre Final da rampa onde bolinha de gude cai & A abertura do recipiente Nova hipótese

48 Relação entre Colocação de bolinha de gude & A soltura & A abertura do próximo ao fim da rampa recipiente Observa a bolinha de gude cair fora do recipiente Testa a nova hipótese INSATISFAÇÃO : DESEQUILÍBRIO

49 Relationships among Colocação de bolinha de gude & Letting go & Opening de o recipiente near top de ramp Observa a bolinha de gude roll up away from o recipiente Testa a hipótese INSATISFAÇÃO : DESEQUILÍBRIO

50 Relação entre Altura do final da & A outra ponta da rampa? & Movimento da bolinha rampa (esponja) Recipiente? em direção ao recipiente Nova hipótese Observa resultado: bolinha de gude cai fora do recipiente Testa a hipótese INSATISFAÇÃO : DESEQUILÍBRIO

51 Relação entre Altura do final da rampa & A ponta oposta da rampa? & Movimento da bolinha (outra esponja) Ou o recipient? em direção ao recipiente Revisa a hipótese Queda acidental INSATISFAÇÃO : DESEQUILÍBRIO Relação entre Altura do final da rampa & A outra ponta da rampa? & Movimento da bolinha (na mesa) O recipiente? em direção ao recipiente

52 Relação entre Altura do final da rampa & A soltura & Movimento da bolinha (pela esponja azul) em direção ao recipiente Observa resultado: Bolinha cai dentro do recipiente Testa EQUILÍBRIO


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