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A hipertensão arterial se caracteriza por determinar elevado índice de morbidez, principalmente devido ao desenvolvimento mais acelerado da arteriosclerose,

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Apresentação em tema: "A hipertensão arterial se caracteriza por determinar elevado índice de morbidez, principalmente devido ao desenvolvimento mais acelerado da arteriosclerose,"— Transcrição da apresentação:

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3 A hipertensão arterial se caracteriza por determinar elevado índice de morbidez, principalmente devido ao desenvolvimento mais acelerado da arteriosclerose, do aumento de consumo de oxigênio pelo miocárdio em repouso, e às mudanças celulares no coração e nos vasos sangüíneos das pessoas portadoras dessa doença (Guedes e Guedes, 1995).

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5 Idiopática ou essencial; sistólica isolada; limítrofe; maligna; acelerada, urgente ou emergencial; lábil ou intermitente; hipertensão secundária.

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7 De acordo com Alderman (1999) do Who/ish Hypertencion Guidelines, é recomendável não examinar somente a medida de pressão sangüínea para o diagnóstico da hipertensão, mas também, observar a presença de outros fatores de risco, entre os quais a idade e o sexo, o sedentarismo, a obesidade, o histórico familiar, o tabagismo, o colesterol, o stress e atividade laboral, que abordaremos a seguir.

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9 O sedentarismo liga-se à obesidade, conforme Nadeau, Péronnet e col. (l985), pelo desequilíbrio calórico, tendo como causa principal a inatividade física. Também de acordo com os autores somente 5% dos casos de obesidade devem-se a problemas de origem hormonal ou genética.

10 Obesidade A obesidade é um distúrbio complexo relacionado a inúmeros fatores que desequilibram o balanço energético da pessoa, levando-a ao ganho excessivo de peso corporal e, na ótica de McArdle e Katch (1996), a inatividade física tem contribuído claramente para a formação desse quadro.

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13 Mellerowicz (apud Weineck, 1991), salienta o fato de que pais que sofrem de pressão alta faz com que aumentem as probabilidades de risco de que seus filhos possam vir a apresentar algum tipo de doença coronária, de maneira precoce.

14 Quanto maior for o número de cigarros fumados por dia e quanto mais longa a duração do vício, maior será o risco de ocorrerem doenças do coração. O fumo, apesar de não produzir a aterosclerose, pode desencadear a formação de pequenos coágulos sangüíneos que poderão acabar bloqueando uma artéria coronária já estreitada pela aterosclerose (Fox, Bowers e Foss, 1991). Tabagismo

15 Colesterol O colesterol elevado, em nossos dias, atinge crianças, adultos e idosos, sendo um dos principais responsáveis pela incidência crescente da aterosclerose em homens e mulheres.

16 Segundo Cooper (1995), a hipertensão pode acontecer também devido às relações características da vida do cidadão moderno. A correria dos indivíduos, fruto da competição desenfreada, com a ocorrência do stress tanto em nível pessoal, quanto no nível das suas respectivas profissões, a alimentação incorreta dos indivíduos e a total ausência de exercícios físicos na vida da maioria das pessoas hipertensas são fatores chamados causadores dos problemas de pressão alta no sangue.

17 Doença resultante de uma alteração do metabolismo, sobretudo do controle dos níveis de açúcar no organismo, que afeta todos os setores do corpo, tanto química como fisicamente. Uma pessoa torna-se diabética, quando o pâncreas não produz mais insulina, ou a fabrica de uma forma defeituosa

18 Atividade Física Sistemática como agente controlador dos fatores de risco da Hipertensão Arterial

19 Segundo Kokinos e Fernhall (1999), os níveis de colesterol HDL, são inversa e independentemente associados às doenças arteriais coronarianas. E o aumento da atividade física relaciona-se à redução de mortalidade por DACs, e esta proteção contra doença pode ser explicada pelo aumento do colesterol HDL conseguido após treinamento com exercícios do tipo aeróbico.

20 Os termos atividade física e exercício físico, durante muito tempo estiveram inter- relacionados e tecnicamente, não apresentavam significados diferenciados. Atualmente, estudos foram elucidativos no sentido de desvendarem a significação de cada palavra, dentro do amplo contexto do movimento corporal. Assim, autores como Caspersen et al., (apud Guedes e Guedes, 1995) chegam a definições bastante precisas quando afirmam que a atividade física é definida como qualquer movimento corporal, produzido pelos músculos esquelético, que resulta em gasto energético maior que os níveis de repouso.

21 Relacionam, então, qualquer movimento, qualquer ação corporal, que não relacionado com o estado de repouso completo, com a atividade física. Por conseguinte e por definição, exercício físico é toda atividade física planejada, estruturada e repetitiva que tem por objetivo a melhoria e manutenção de um ou mais componentes da aptidão física ( Caspersen et al., apud Guedes e Guedes:12-13).

22 Segundo atestam Blair et al; Lindsted et al ; Paffenbarger et al; (apud Guedes e Guedes, 1995), são grandes as evidências, surgidas nos últimos anos, que associam o sedentarismo e a falta de exercício físico ao aparecimento de diversos distúrbios crônico-degenerativos que são, muitas vezes, causa principal de limitações e incapacidades fundamentais, que podem comprometer uma melhor qualidade de vida. Na mesma linha de raciocínio, Mossmann (1995), salienta que há uma relação direta entre a atividade física regular e a redução de ataques cardíacos fatais e não-fatais.

23 O reconhecimento deste ganho direto, associado ao melhor funcionamento de todo o organismo e à sensação de bem-estar geral referida pelos praticantes proporcionou um extraordinário incremento na participação popular em quase todas as modalidades esportivas. Alguns mecanismos são sugeridos para explicar os efeitos benéficos decorrentes de uma atividade física mais intensa. São claras as evidências de que tais benefícios se manifestam tanto, através de sua ação direta como pela sua atuação sobre os demais fatores de risco. Assim, o exercício pode reduzir as taxas de colesterol total e, mais significativamente, aumentar as HDL-C (bom).

24 Em geral, as taxas do HDL-C encontradas em corredores de longa distância situam-se acima dos 60 a 65 mg/dl, enquanto níveis de 40 a 45 mg/dl são os que se encontram nos indivíduos de vida sedentária. Relativamente às doenças cardiovasculares, pode-se deduzir que a probabilidade de os indivíduos sedentários apresentarem acidente cardiovascular é duas vezes maior se comparada àqueles que são ativos fisicamente, independentemente da participação de outros fatores (Powell et al., apud Guedes e Guedes, 1995). Também pode ocorrer diminuição de até 70% na incidência de ataques cardíacos entre aqueles indivíduos que se declaram estar

25 envolvidos em programa de exercícios físicos de intensidade moderada (Wannamethee e Shaper, apud Guedes e Guedes,1995). De acordo com Guedes e Guedes (1955) e Mossmann (1995), os mecanismos responsáveis pelo efeito protetor do exercício físico às doenças cardiovasculares, ainda não estão totalmente esclarecidos; porém, pode-se especular que sejam, entre outros, os seguintes: a) maior eficiência do coração como bomba, mediante aumento do volume cardíaco e da função ventricular; b) aumento na capacidade de absorção e utilização do oxigênio, fazendo com que o trabalho orgânico diante da demanda possa ser realizado de forma mais econômica, ou seja, o funcionamento hemodinâmico e a capacidade de reserva metabólica são melhorados;

26 c) diminuição dos níveis de gordura sangüínea, acarretando maior proteção contra acidentes vasculares e aceleração da aterosclerose coronariana; e d) redução da coagubilidade sangüínea, com aumento transitório da fibrinólise e diminuição da adesividade plaquetária, inibindo a formação de coágulos, e, por sua vez, o estreitamento e endurecimento prematuro das artérias coronarianas. A atividade física sistemática atua sobre vários fatores de risco. E mesmo exercícios regulares, de baixa intensidade, são capazes, por exemplo, de reduzir as pressões sistólica e diastólica de hipertensos, bem como, de uma maneira direta, de elevar o limiar para arritmias graves decorrentes de isquemia (Mossmann, 1995; Guedes e Guedes, 1995).

27 A realização do exercício físico implica em diferentes respostas cardiorespiratórias que se refletem no débito cardíaco, freqüência cardíaca, volume sistólico, resistência periférica total, pressão arterial média, pressão sangüínea sistólica, pressão sangüínea diastólica, que trataremos a seguir em suas especificações:

28 O movimento humano envolve, basicamente, dois tipos de contrações musculares: A dinâmica ou isotônica e a isométrica, também chamada de estática. Exercício Dinâmico ou isotônico: trata-se da usual contração repetitiva ou rítmica dos grandes grupos musculares, associada com qualquer movimentação contínua de uma parte do corpo. Por isto, requer um aumento no débito cardíaco, ventilação e farto consumo de oxigênio, o que, na visão de Eliot (1992), habilita-o a ser reconhecido como um exercício do tipo aeróbico.

29 Exercício Isométrico ou estático: o exercício isométrico, ou estático, corresponde às contrações musculares mantidas, que reproduzem pouca ou nenhuma movimentação da parte do corpo envolvida. Ele pode sobrecarregar o coração, já que tende a elevar a pressão sangüínea sem aumentar o débito cardíaco. Por esta razão, este tipo de exercícios deve ser um componente mínimo em um programa de exercícios para cardíacos e hipertensos (Eliot,1992).

30 Exercício Aeróbico: entende-se por Aeróbicos, segundo Cooper (1982), como sendo aquele exercícios que necessitam de grandes quantidades de oxigênio, durante períodos prolongados de atividades e, conseqüentemente, obriga o corpo a melhorar o sistemas responsáveis pelo transporte de oxigênio no organismo.

31 A prática de atividades físicas sistemáticas para hipertensos requer conhecimento técnico- científico adequado para a correta prescrição dos exercícios por parte dos profissionais de educação física que se dedicam ao atendimento de pessoas portadoras de pressão alta para que estas tenham benefícios garantidos e cujas práticas sejam realizadas de forma conveniente e segura.

32 A orientação do exercício e a prescrição devem ser ajustadas para se acomodarem a uma multiplicidade de situações. A modalidade do exercício e o efeito de vários agentes hipertensivos na execução dos exercícios são considerações importantes para a seleção das atividades do pacientes com pressão alta, especialmente àqueles portadores de algum tipo de cardiopatia. Conseqüentemente, para uma prescrição apropriada do exercício com fins terapêuticos, é importante estar familiarizado com as alterações fisiológicas produzidas pelos vários agentes farmacológicos encontrados ao se lidar com pacientes com hipertensão essencial, citados em capítulo anterior, tais como: diuréticos, beta- bloqueadores, vasodilatadores, inibidores das enzimas conversoras da angiotensina, agentes bloqueadores do canal de cálcio, drogas que atuam no sistema nervoso central (SNC) e bloqueadores alfa 2.

33 Embora freqüentemente o uso de medicamentos seja indispensável para prevenir as seqüelas da hipertensão, está cada vez mais clara a eficácia dos programas específicos de exercícios físicos em seu tratamento, chegando, em alguns casos, até mesmo a eliminar sua utilização. Indivíduos hipertensos submetidos a exercícios físicos tendem a reduzir a concentração circulante de catecolaminas, o que, somando à diminuição do tônus simpático, provoca queda no débito cardíaco e na resistência vascular periférica, resultando em menor pressão arterial em repouso (Fagard e Tipton, apud Guedes e Guedes, 1995:71). No tratamento e na reabilitação de hipertensos, os programas de exercícios aeróbicos de longa duração e de baixa intensidade, como a caminhada, a corrida, o ciclismo e a natação são os mais indicados.

34 É desejável que a freqüência às sessões dos exercícios físicos seja diária ou nunca inferior a quatro vezes por semana. Sua duração deverá ser gradualmente elevada de 30 a 60 minutos, e sua intensidade dentro de um intervalo entre 40-65% da freqüência cardíaca máxima (Colégio Americano de Medicina Esportiva, apud Guedes e Guedes, 1995). Nos casos em que estiverem envolvidos pacientes portadores de algum tipo de doença arterial coronariana (DAC), o treinamento físico tem como objetivos principais aumentar a capacidade funcional e reduzir os sintomas característicos desses tipos de anomalias crônico-degenerativas, reverter os efeitos prejudiciais da inatividade e melhorar tanto a condição fisiológico quanto psicológica. Assim, deve-se seguir orientações e procedimentos adequados, devendo a prescrição do

35 treinamento ser totalmente individualizada, sendo só assim possível o atingimento dos efeitos benéficos em relação à saúde do praticante, tanto de ordem física como mental. Sendo assim, na elaboração individualizada de um programa de exercícios físico para pessoas hipertensas, portadoras ou não de doenças arteriais coronarianas, deve-se sempre considerar como muito importantes os fatores de treinamento: intensidade, freqüência, duração, respostas orgânicas e controles de sinais/sintomas de intolerância ao exercícios, como veremos a seguir: Intensidade :...existem freqüências cardíacas máximas e mínimas que delimitam a zona onde o efeito de treinamento aeróbico é obtido.

36 Esta zona de treinamento varia com o nível de aptidão física e com a idade, já que a resposta máxima da freqüência cardíaca é inversamente relacionada à idade (Eliot:1992). Desta maneira, ao prescrevermos treinamento para pessoas portadoras de hipertensão arterial, sobremaneira, deve-se observar cuidados que delimitem as zonas alvos de treinamento adequado a cada indivíduo. A fórmula de Karvonen (Guedes e Guedes,1995:88), pode ser usada para calcular a freqüência cardíaca de treino(FC(t)), como segue: FC(t) = X% x ( FC máx - FC repouso) + FC repouso, sendo X% a porcentagem (40 a 85%) aplicada de intervalos de 5-5 ou 10-10% até atingir 85%. A FC máxima é a freqüência cardíaca máxima atingida no teste ergométrico.

37 O Colégio Americano de Medicina Esportiva (1996), em linhas gerais indica que a intensidade do exercício para hipertensos deve situar-se próxima à extremidade inferior da faixa ideal de freqüência cardíaca (40 a 65%) sendo que as práticas que envolvam altas intensidades devem ser desestimuladas. Semelhante parecer tem, relatado em estudos recentes, a pesquisadora Pescatello (1999),

38 em seu artigo sobre atividade física e doenças cardiovasculares em pessoas idosas aduzindo a possibilidade da observação da intensidade medida através da escala de Borg, na faixa de 10 a 11, e, ainda, segundo um percentual de 35 a 54% do VO2 máximo, para início das atividades, procurando faixas de treinamento consideradas baixas e leves para esses tipos de praticantes. A escala de Borg, por sua vez, também é indicada por YazbeK e Battistella (1994) como meio efetivo para controle e prescrição de treinamento, tanto para o simplesmente hipertenso, quanto para os cardiopatas, oscilando a faixa numérica de acordo com a especificidade de cada caso. Por oportuno, a seguir, reproduzimos as tabelas oferecidas por Borg, para melhor elucidação de nossos estudos:

39 Índice de Percepção de Esforço de Borg Escala numérica de categorias Variação ( I)Variação ( II) Muito, muito leveMuito,muito leveMuito Fácil Muito leveMuito Leve Fácil LevePouco LeveRelativamente Fácil Um pouco fácilUm pouco forteLigeiramente Cansativo DifícilForteCansativo Muito DifícilMuito ForteMuito Cansativo Muito, muito difícilMuito, muito forteExaustivo Fonte: Yazbek e Batistella, Nota Explicativa:: números de 6 a 20 indicam a intensidade de esforço relatado pelo praticante (Borg, apud Yazbek e Batistella,1984).

40 Freqüência Lianza(1995), entende que freqüência ideal de realização da atividade física para pacientes hipertensos é de três vezes por semana, pois mais vezes o benefício não é muito maior e as chances de lesões mio-articulares são maiores (Lianza, 1995). Este pensamento está ampliado na tese de Ribeiro (1996), pois infere ser de 3 a 5 vezes por semana a freqüência ideal para portadores de pressão alta. O Colégio Americano de Medicina Esportiva (1996), por sua vez, indica que a freqüência de exercícios para os hipertensos e cardiopatas deva ser de, pelo menos, 4 vezes por semana, referendando a ótica de Pescatello (1999), quando infere que, para pessoas idosas, portadoras de distúrbios cardiometabólicos, a freqüência semanal deva ser de, no mínimo 3 vezes, chegando, preferencialmente, a 7 vezes por semana.

41 Duração Para Ribeiro (1996), a duração de uma sessão de exercícios para hipertensos deve ser de 30 a 60 minutos, podendo ter a seguinte distribuição: a) minutos de aquecimento. b) 25 minutos de atividade aeróbica em bicicleta ergométrica ou corrida c) 5 minutos de volta à calma, geralmente feito com uma carga menor. d) minutos de exercícios localizados. e) 5-10 minutos de relaxamento É importante que os pacientes realizem os exercícios dentro da freqüência cardíaca de treino, e que sua pressão seja aferida freqüentemente (Lianza,1995).

42 Para Ribeiro (1996), a duração de uma sessão de exercícios para hipertensos deve ser de 30 a 60 minutos. Pescatello (1999), referindo-se à duração de sessões de exercícios para portadores de distúrbio cardiometabólicos, para idosos, indica que também tenham tempo semelhante, ou seja, de 20 a 60 minutos, de exercitação diária. Pescatello (1999), referindo-se à duração de sessões de exercícios para portadores de distúrbio cardiometabólicos, para idosos, indica que também tenham tempo semelhante, ou seja, de 20 a 60 minutos, de exercitação diária. O Colégio Americano de Medicina Esportiva (1996), infere que uma sessão de exercícios, para tais pacientes, deve ter de 15 a 60 minutos de duração.

43 No transcorrer de uma sessão de exercícios, extrema atenção deve ser dada aos seguintes sinais e sintomas que podem estar evidenciando uma intolerância ao exercício: a) tontura ou pré- síncope; b) angina pectoris (dor no peito); c) fadiga excessiva e incomum; d) claudicação intolerável ; e) incoordenação motora; f) confusão mental; g) cianose, palidez, turvação visual, hipotensão arterial; h) taquiarritmia ou bradiarritmia; i) dispnéia desproporcional ao esforço físico. Ao surgimento desses sinais ou sintomas o exercício deve ser suspenso e o paciente reavaliado.

44 A respeito da prescrição de exercícios físicos para pacientes cuja hipertensão ou cardiopatia esteja controlada sob efeito de drogas hipotensoras, encontramos somente uma indicação, a do Colégio Americano de Medicina Esportiva (1994 e 1996), para cálculo da intensidade do esforço, sobre a FC alvo, sendo específica para aqueles que utilizam os medicamentos do tipo betabloqueadores. Trata-se da utilização das FC de repouso e máxima de exercício, se esta for conhecida por teste de esforço, aplicando-se a fórmula de reserva da FC, de Karvonen, para uma zona alvo pré-estabelecida, por exemplo, de 70 a 85%, da FC máxima. Assim, especifica o autor, se a FC de repouso for de 55 bpm e uma FC de exercício igual a 135 bpm, calcular- se-ia:

45 FC máxima bpm FR repouso bpm FR prevista = 80 bpm, que a 70% = 56 bpm, e, a 85% = 68 bpm. Assim, = 111 bpm, e = 123 bpm. Portanto, a zona alvo a 70 e 85%, prevista durante a terapia betabloqueadora é de 111 a 123 (sendo esta a variação da FC alvo). Infere, ainda a obra, que se a porcentagem da FR máxima é utilizada para calcular a variação da FC cardíaca alvo, o seguinte cálculo é apropriado: Para 75% da FR máx. (135): 75% x 135 bpm = 101 bpm.


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