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MODERNISMO AS VANGUARDAS EUROPEIAS. Na Europa, não houve uma arte moderna uniforme. Houve, sim, um conjunto de tendências artísticas com propostas específicas,

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Apresentação em tema: "MODERNISMO AS VANGUARDAS EUROPEIAS. Na Europa, não houve uma arte moderna uniforme. Houve, sim, um conjunto de tendências artísticas com propostas específicas,"— Transcrição da apresentação:

1 MODERNISMO AS VANGUARDAS EUROPEIAS

2 Na Europa, não houve uma arte moderna uniforme. Houve, sim, um conjunto de tendências artísticas com propostas específicas, embora certos traços a aproximassem, como o sentimento de liberdade criadora, o desejo de romper com o passado, a expressão da subjetividade e certo irracionalismo.

3 CORRENTES DE VANGUARDA Essas tendências eram as CORRENTES DE VANGUARDA.

4 MANIFESTO FUTURISTA 1. Nós queremos cantar o amor ao perigo, o hábito da energia e da temeridade. 2. A coragem, a audácia, a rebelião serão elementos essenciais de nossa poesia. 3. A literatura exaltou até hoje a imobilidade pensativa, o extase, o sono. Nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insônia febril, o passo de corrida, o salto mortal, o bofetão e o soco. 4. Nós afirmamos que a magnificência do mundo enriqueceu-se de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um automóvel de corrida com seu cofre enfeitado com tubos grossos, semelhantes a serpentes de hálito explosivo... um automóvel rugidor, que correr sobre a metralha, é mais bonito que a Vitória de Samotrácia.

5 MANIFESTO FUTURISTA 5. Nós queremos entoar hinos ao homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada também numa corrida sobre o circuito da sua órbita. 6. É preciso que o poeta prodigalize com ardor, fausto e munificiência, para aumentar o entusiástico fervor dos elementos primordiais. 7. Não há mais beleza, a não ser na luta. Nenhuma obra que não tenha um caráter agressivo pode ser uma obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as forças desconhecidas, para obrigá-las a prostar-se diante do homem.

6 MANIFESTO FUTURISTA 8. Nós estamos no promontório extremo dos séculos!... Por que haveríamos de olhar para trás, se queremos arrombar as misteriosas portas do Impossível? O Tempo e o Espaço morreram ontem. Nós já estamos vivendo no absoluto, pois já criamos a eterna velocidade onipresente. 9. Nós queremos glorificar a guerra - única higiene do mundo - o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos libertários, as belas idéias pelas quais se morre e o desprezo pela mulher. 10. Nós queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academia de toda natureza, e combater o moralismo, o feminismo e toda vileza oportunista e utilitária.

7 MANIFESTO FUTURISTA 11. Nós cantaremos as grandes multidões agitadas pelo trabalho, pelo prazer ou pela sublevação; cantaremos as marés multicores e polifônicas das revoluções nas capitais modernas; cantaremos o vibrante fervor noturno dos arsenais e dos estaleiros incendiados por violentas luas elétricas; as estações esganadas, devoradoras de serpentes que fumam; as oficinas penduradas às nuvens pelos fios contorcidos de suas fumaças; as pontes, semelhantes a ginastas gigantes que cavalgam os rios, faiscantes ao sol com um luzir de facas; os piróscafos aventurosos que farejam o horizonte, as locomotivas de largo peito, que pateiam sobre os trilhos, como enormes cavalos de aço enleados de carros; e o voo rasante dos aviões, cuja hélice freme ao vento, como uma bandeira, e parece aplaudir como uma multidão entusiasta.

8 O FUTURISMO Após a publicação do Manifesto Futurista, que define o perfil psicológico do movimento, Marinetti lançou, em 1912, o Manifesto Técnico da Literatura Futurista, cujas propostas representam uma verdadeira revolução literária. Entre elas, destacam-se:

9 MANIFESTO TÉCNICO DA LITERATURA FUTURISTA Destruição da sintaxe e a disposição das palavras em liberdade; Emprego de verbos no infinitivo, com vistas à substantivação da linguagem; Abolição dos adjetivos e dos advérbios; Uso de substantivo duplo, em lugar de substantivo acompanhado de adjetivo (praça-funil, mulher-golfo, por exemplo); Abolição da pontuação, que seria substituída por sinais da matemática (+, -, :, =, >, <) e pelos sinais musicais; Destruição do eu psicologizante.

10 FUTURISMO – no Futurismo, predomina uma vontade de abolir o passado, começar tudo de novo e reformular temas e técnicas da arte. O líder dos futuristas foi Filippo Tommaso Marinetti. POSTE DE ILUMINAÇÃO (1909), DE GIACOMO BALLA

11 CUBISMO LES DEMOISELLES DAVIGNON (1907), DE PABLO PICASSO

12 Valorização das formas geométricas Inicialmente, o Cubismo desenvolveu-se na pintura, a partir das experiências do pintor espanhol Pablo Picasso e do francês Georges Braque. O poeta francês Guillaume Apolinaire levou o Cubismo à literatura com seus caligramas, fazendo desenhos com as palavras, como vemos no poema ao lado, que representa a chuva.

13 O Cubismo no Brasil – Tarsila do Amaral:

14 Características do Cubismo Geometrização das formas e volumes representados; Abandono à aparência imediata ou real do objeto retratado; Visualização por vários ângulos do objeto retratado; Pinturas com aspecto de esculturas; Figuras sobrepostas; Ausência de harmonia entre formas e cores.

15 EXPRESSIONISMO KARL JOHAN AO ANOITECER (1892), DE EDWARD MUNCH

16 Movimento contemporâneo ao Futurismo e ao Cubismo O Expressionismo surgiu na Alemanha em 1910, caracterizando a arte criada sob o impacto do sofrimento humano. As representações dos horrores da guerra também foram tendências desse movimento. Os expressionistas não se importavam com as noções de belo ou de feio – o que importava era o registro da expressão do mundo.

17 DADAÍSMO (pintura dadaísta de Hans Arp)

18 Dadá não significa nada – Tristan Tzara De acordo com o líder dadaísta Tristan Tzara, dadá não significa nada. Ele informou ter encontrado essa denominação numa página aberta, ao acaso, no dicionário Petit Larousse. O Dada í smo tinha grande ênfase na destrui ç ão e na anarquia de valores e formas. O principal problema de todas as manifestações artísticas estava, segundo os dadaístas, em almejar algo que era impossível: explicar o ser humano. Na esteira de todas as outras afirmações retumbantes, Tzara decreta: "A obra de arte não deve ser a beleza em si mesma, porque a beleza está morta". No seu esforço para expressar a negação de todos os valores estéticos e artísticos correntes, os dadaístas usaram, com frequência, métodos deliberadamente incompreensíveis. Nas pinturas e esculturas, por exemplo, tinham por hábito aproveitar pedaços de materiais encontrados pelas ruas ou objetos que haviam sido jogados fora. Foi na literatura, porém que a ilogicidade e o espontaneísmo alcançaram sua expressão máxima. No último manifesto que divulgou, Tzara disse que o grande segredo da poesia é que "o pensamento se faz na boca". Como uma afirmação desse tipo é evidentemente incompreensível, ele procurou orientar melhor os seus seguidores dando uma receita para fazer um poema dadaísta:

19 POEMA DADAÍSTA: Pegue um jornal. Pegue a tesoura. Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema. Recorte o artigo. Recorte em seguida com atenção algumas palavras que formam esse artigo e meta-as num saco. Agite suavemente. Tire em seguida cada pedaço um após o outro. Copie conscienciosamente na ordem em que elas são tiradas do saco. O poema se parecerá com você. E ei-lo um escritor infinitamente original e de uma sensibilidade graciosa, ainda que incompreendido do público.

20 SURREALISMO A PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA (1934) – SALVADOR DALI

21 ENTRE AS DUAS GUERRAS MUNDIAIS Nascido entre as duas guerras mundiais, o Surrealismo teve como l í der Andr é Breton, um dissidente do movimento dada í sta. Os surrealistas não aceitavam a pura destrui ç ão e a a ç ão demolidora dos dada í stas. Queriam abrir caminhos para a expressão do psiquismo humano. O Surrealismo valorizava: As descobertas de Freud sobre o inconsciente e os estudos da psican á lise sobre os mecanismos do sonho e suas rela ç ões com a realidade; O dom í nio da consciência; A busca de imagens incongruentes, provocantes; O maravilhoso e o sobrenatural, vistos como fontes em potencial de arte; O emprego passional e irracional das imagens; A cria ç ão de t é cnicas que provocassem os sonhos despertos e as for ç as obscuras do inconsciente.


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