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AUDITORIA DOS CONTROLES INTERNOS NAS EMPRESAS DE SERVIÇOS CONTÁBEIS Renato Francisco Toigo.

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Apresentação em tema: "AUDITORIA DOS CONTROLES INTERNOS NAS EMPRESAS DE SERVIÇOS CONTÁBEIS Renato Francisco Toigo."— Transcrição da apresentação:

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2 AUDITORIA DOS CONTROLES INTERNOS NAS EMPRESAS DE SERVIÇOS CONTÁBEIS Renato Francisco Toigo

3 CONCEITO Auditoria dos controles internos é uma atividade objetiva e independente, que avalia e questiona as tarefas executadas pelas empresas contábeis, tendo como premissas:

4 * Minimizar riscos * Melhorar as operações * Atender exigências legais * Obter segurança * Planejar evolução

5 PROCEDIMENTOS PADRÃO Execução de serviços essenciais pelos próprios sócios Consultorias avulsas

6 Atribuição de responsabilidades a funcionários mais graduados e competentes, com a doação/transferência de quotas da sociedade

7 Qualificação permanente da equipe Contratação de seguro de responsabilidade técnica

8 Rompimento de contrato com clientes considerados de alto risco tributário e pouco zelosos. Outros

9 OBJETIVOS DA AUDITORIA INTERNA

10 n Revisão e avaliação dos controles Contábeis, Fiscais, de Departamento do Pessoal, Financeiros e Operacionais n Avaliação do grau de confiança das informações

11 n Observação do cumprimento de normas internas e da legislação n Avaliação da qualidade na execução de tarefas

12 n Avaliação do cumprimento de todas as exigências legais n Diminuição de erros que impliquem em ônus/custos para as organização contábeis

13 BENEFÍCIOS DA AUDITORIA INTERNA

14 n n Revisão de procedimentos internos n n Análise do fluxo de documentos n n Analise do armazenamento de dados

15 n n Analise da competência dos colaboradores n Atribuição de responsabilidades n Facilidade na execução das tarefas

16 n Orientação a clientes sobre procedimentos que auxiliem a execução dos serviços n Identificação fácil e ágil de possíveis erros n Proposição de novos procedimentos internos

17 n Acompanhamento da legislação pelos auditores n Minimização de erros e consequentes indenizações n Utilização como instrumento de marketing

18 n Motivação de colaboradores n Facilidades na composição de custos n Controle geral da organização

19 PRESSUPOSTOS PARA IMPLANTAÇÃO DA AUDITORIA INTERNA

20 Conhecimento da organização contábil Conhecimento da organização contábil Características e mix dos serviços Características e mix dos serviços Estrutura organizacional Estrutura organizacional

21 CONHECIMENTO DA ORGANIZAÇÃO CONTÁBIL

22 n VISÃO – –Caminhos que a organização deve seguir para executar o plano arquitetado n MISSÃO – –Por que a organização existe, ou qual sua razão de ser?

23 n POLÍTICA –Princípios, diretrizes e filosofia da sociedade. n VALORES – –Diretrizes para que, se executando a missão, se alcance a visão.

24 n n Visão sistêmica da empresa; n n Entender e desenvolver o negócio como um todo n n Definição de ações estruturadas e focadas no futuro n n Identificar as necessidades do mercado

25 n n Determinar sua expertize, especialidade ou vocação n n Definir seus processos internos e sistemas de informações n n Avaliar o seu capital humano e intelectual n n Levantar suas necessidades de capital estrutural

26 n n Avaliar suas metas e objetivos a serem alcançados n n Alinhar tudo isso como sua estratégia organizacional n n Estimular a cultura do compromisso com a excelência n n Focar resultados

27 n AVALIAÇÃO DO n AVALIAÇÃO DO SWOT –Pontos fortes –Pontos fracos –Oportunidades –Ameaças

28 MIX DOS SERVIÇOS

29 n n Gestão Contábil n n Gestão Fiscal n n Gestão de Pessoas - RH / DP n n Gestão do Patrimonial n n Planejamento Tributário n n Gestão Legal – –Constituições, Cisões, Fusões, incorporações, Dissoluções n n Auditoria n n Analise de Custos

30 n n Perícia: Contábil, Trabalhista, Fiscal, Empresarial n n Laudo de avaliação patrimonial n n Recuperação de tributos n n Recuperação de Empresas – judicial e extrajudicial n n Suporte na implantação de software n n Consultoria financeira empresarial n n Elaboração de orçamentos e análise de viabilidade

31 n n Consultoria Contábil e Tributária; n n Análise de Balanços e situações patrimoniais; n n Obrigações acessórias; n n Controles de tributos das pessoas físicas – carne leão;

32 n n Avaliação de empresa e negócios n n Acompanhamento de revisões fiscais; n n Certidões negativas e ou positiva de débitos ; n n Elaboração de contratos e cadastros; n n Solicitação de parcelamentos de tributos.

33 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

34 A EMPRESA DE SERVIÇOS CONTÁBEIS DEVE ESTAR ALICERÇADA EM QUATRO BASES SÓLIDAS PRIMEIRA BASE : QUALIDADE TÉCNICA SEGUNDA BASE : EQUIPE / CH / CI / CR TERCEIRA BASE : OPERACIONAL / APOIO QUARTA BASE : MARKETING CENTRADO NO CLIENTE E IMAGEM INSTITUCIONAL INSTITUCIONAL

35 DEPARTALIZAÇÃO n n Divisão do trabalho em funções n n Agrupamento das tarefas assemelhadas n n Responsabilidade e autoridade simultâneas n n Coordenação dos esforços visando o mesmo fim n n Centralização do controle n n Utilização de plena capacidade e a habilitação especializada do pessoal

36 CAPITAL HUMANO E INTELECTUAL n n Conhecimento n n Processos desenvolvidos n n Competências n n Habilidades técnicas n n Poder de inovação n n Poder de aprender rapidamente n n Capacidade de adaptação às mudanças n n Expertise n n Valores n n Cultura e n n Filosofia.

37 n Instalações n Equipamentos n Informatica CAPITAL ESTRUTURAL

38 CAPITAL DE IMAGEM INSTITUCIONAL n N O M E n L O G O M A R C A n C O R E S n S L O G A N n P E S S O A S

39 QUAL A IMAGEM QUE A MINHA EMPRESA TRANSMITE n Profissionalismo n Segurança n Solides n Dinâmica n Tradição / Seriedade n Criativa

40 QUAL A IMAGEM QUE A EMPRESA NÃO DEVE TRANSMITIR? n Amadores n Irresponsáveis n Indecisos n Sem ética n Desorganizada n Burocrática n Sem liderança / Sem comando n Equipe despreparada / Lenta

41 CAPITAL DE RELACIONAMENTOS NET WORK CLIENTES

42 CLIENTES n Quem são e o que fazem os clientes n Quem os conhece n Qual as necessidades de cada cliente

43 n Qual o índice de crescimento n Perspectivas e investimentos no próprio negócio n Evolução receita x despesas n Rentabilidade do cliente CLIENTES

44 n Expectativas com os nossos serviços n Relação entre retenção dos clientes e lucratividade n Calcule qual o valor do seu cliente n Nível de satisfação e lealdade CLIENTES

45 n Índice de rotatividade n Motivo(s) das perdas n Valor monetário das perdas CLIENTES

46 CLIENTE e NÓS n Tem uma Necessidade n Tem uma Escolha n Tem Sensibilidade n Tem Urgência n É Único n Tem Expectativas n Tem Influências n Temos um Trabalho a Fazer n Devemos ser a Melhor Escolha n Devemos ser Atenciosos n Devemos ser Ágeis n Devemos ser Flexíveis n Devemos Superá-las n Esperamos ter mais CLIENTES EM RAZÃO DO CLIENTE NÓS EXISTIMOS !

47 CAPITAL GOODWILL CAPACIDADE DE GERAR RIQUEZAS E NEGÓCIOS n Serviços disponíveis n Conhecimento técnico n Qualificação da equipe n Treinamento da equipe

48 RESPONSABILIDADES DOS GESTORES DAS ORGANIZAÇÕES CONTÁBEIS

49 n Responsabilidades Previstas: Pelo Código Civil Pelo Código Civil Pelo Código Penal Pelo Código Penal Pelo Código Tributário Nacional Pelo Código Tributário Nacional Pelos Órgãos de Classe Pelos Órgãos de Classe

50 PRINCÍPIOS DA AUDITORIA DOS CONTROLES INTERNOS NAS EMPRESAS DE SERVIÇOS CONTÁBEIS

51 n Constante e permanente n Independência n Objetividade e imparcialidade n Planificação

52 n Regulamentação n Analise do conjunto n Monitoramento dos resultados

53 PERFIL DO AUDITOR INTERNO

54 n Comprometimento com a organização n Conhecimento interno da organização e de seus clientes n Conhecimento técnico, experiência e capacidade profissional

55 n Capacidade analítica, intuitiva e criteriosa n Capacidade para criar novos métodos, implantar e liderar mudanças n Conhecimentos sólidos sobre o sistema de processamento eletrônico de dados existente na organização

56 n Conhecimentos da legislação contábil, societária, tributária e trabalhista, obrigações acessórias e demais exigências burocráticas n Visão para evolução permanente da organização n Estar em constante desenvolvimento profissional

57 n Cordialidade, simpatia e ponderação n Bom relacionamento com clientes e colaboradores n Independência em suas atitudes que deverão ser respaldadas pela direção

58 ÁREAS DE DESENVOLVIMENTO n Duas grandes áreas Auditoria de controles internos Auditoria de controles internos Auditoria de clientes Auditoria de clientes

59 AUDITORIA DOS CONTROLES INTERNOS

60 Objetivo Avaliar, validar, ou não, todos os procedimentos internos da organização.

61 Fluxo de documentos Fluxo de documentos Fluxo de informações Fluxo de informações Logística das informações e dos dados Logística das informações e dos dados

62 Segurança das informações e dos dados Segurança das informações e dos dados Validação dos procedimentos Validação dos procedimentos Avaliação dos colaboradores Avaliação dos colaboradores

63 AUDITORIA DE CLIENTES

64 Objetivos Analisar os procedimentos de cada setor para com o cliente.

65 n Setor Paralegal Objetivo n Verificar a documentação legal que ampara o registro da empresa cliente em todas as repartições.

66 n Setor Fiscal e Tributário Objetivos n Auditar se o enquadramento tributário da empresa cliente está de conformidade com a legislação; n Analisar os procedimentos de apuração e pagamento de tributos; n Conferir se todos os procedimentos de obrigações acessórias estão sendo cumpridos.

67 n Setor de Contabilidade –Objetivos n Analisar os procedimentos contábeis praticados pela empresa de contabilidade; n Auditar saldos contábeis de valores originários de documentos produzidos dentro da organização contábil;

68 n Setor de Contabilidade Objetivos n Verificar consistência dos valores apurados em balanços e balancetes; n Examinar demonstrações contábeis, parte formal e legal.

69 n Setor de Pessoal Objetivos n Analisar, investigar, apurar e conferir a aplicação da legislação trabalhista, previdenciária e sindical; n Verificar o sistema de controles na sede do cliente; n Validar procedimentos realizados referente a área.

70 n Setor de Pessoal Objetivos n Apurar eventuais falhas na observância das obrigações acessórias e burocráticas e saná- las; n Buscar maior eficiência do setor com o objetivo de evitar multas; n Diminuir eventuais passivos trabalhistas.

71 PAPÉIS DE TRABALHO n Podem ser elaborados em meio físico ou eletrônico n Constituem documentos e registros dos fatos, informações e provas obtidos pela auditoria n Abrangência e grau de detalhe suficientes para propiciarem a compreensão do planejamento, da natureza, da oportunidade e da extensão dos procedimentos de Auditoria Interna

72 PAPÉIS DE TRABALHO n Nome do auditor n Nome da empresa cliente auditada n Atividade exercida pela empresa n Localização da empresa cliente n Tipo de sociedade n Perfil dos sócios n Principal pessoa de contato na empresa auditada

73 PAPÉIS DE TRABALHO n Tipo de tributação n Principais tributos pagos n Grau de inadimplência de tributos n Situação financeira do cliente n Data da ultima auditoria n Inconformidades da ultima auditoria

74 PAPÉIS DE TRABALHO n Setor a ser auditado n Responsável pelo setor n Tarefas executadas pelo setor n Análise do enquadramento do cliente n Análise dos procedimentos n Procedimentos de comunicação

75 ANÁLISE DE RESULTADOS n Verificação da inconformidade n Origem da inconformidade n Implicações da inconformidade n Eliminação da inconformidade n Elaboração de documento que a suporte

76 ALTERAÇÕES SUGERIDAS Detalhar procedimentos atuais e sugerir alterações fundamentadas considerando: –Melhoria de procedimentos –Agilidade na execução de tarefas –Melhoria de controles –Adaptação á realidade do cliente –Redução ou não elevação de custos

77 IMPLANTAÇÃO DAS ALTERAÇÕES n Forma de realização n Quem é o responsável n Data prevista para a implantação n Necessidade ou não de comunicação ao cliente n Acompanhar os resultados

78 ELIMINAÇÃO DAS INCONFORMIDADES n Verificar se as inconformidades foram sanadas com os procedimentos sugeridos n Sim – dar continuidade n Não – Analisar novas formas de execução da tarefa

79 CONSULTORIA INTERNA PELO AUDITOR n O auditor interno deve estar permanente prestando consultoria em todas as áreas, para seus clientes internos e externos.

80 CONTROLE PERMANENTE n A auditoria dos controles internos nas organizações contábeis deve ser um trabalho constante e permanentemente monitorado, com o objetivo de que os colaboradores sintam-se protegidos e os proprietários conscientes do que ocorre com seus clientes e com suas organizações

81 QUEREMOS SER EXCELENTES Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, fazemos. A excelência, portanto, não é um feito mas sim um hábito. Aristoteles

82 AGRADECIMENTOS n Obrigado pela oportunidade n Renato Francisco Toigo


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