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NIGRO, C.. Faringologia FaringitesTonsilitesAdenoiditesTumores SAOS e Roncos Insuficiência Velofaríngea Refluxo gastresofágico e laringofaríngeo laringofaríngeoOutros.

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1 NIGRO, C.

2 Faringologia FaringitesTonsilitesAdenoiditesTumores SAOS e Roncos Insuficiência Velofaríngea Refluxo gastresofágico e laringofaríngeo laringofaríngeoOutros

3 NIGRO, C. Faringites 1.Nasofaringe 2. Orofaringe 3. Laringofaringe

4 NIGRO, C. Faringites AgudaAguda Viral Viral Bacteriana (Streptococcus B hemolítico do grupo A em 25% cças) Bacteriana (Streptococcus B hemolítico do grupo A em 25% cças)

5 NIGRO, C. Faringites CrônicaCrônica Ocorre Ocorre Metaplasia do epitélio Metaplasia do epitélio Hiperplasia dos tecidos linfóides (granulações) Hiperplasia dos tecidos linfóides (granulações) Atrofia da mucosa (crostas) Atrofia da mucosa (crostas) Por Por RGE RGE Alteração do muco Alteração do muco Clamídia Clamídia Lesões por doenças granulomatosas Lesões por doenças granulomatosas

6 NIGRO, C. Faringites TratamentoTratamento Sintomáticos, hidratação, gargarejos com bicarbonato de sódio e AAS Sintomáticos, hidratação, gargarejos com bicarbonato de sódio e AAS Penicilina, amoxicilina, cefalosporina Penicilina, amoxicilina, cefalosporina Cauterização TCA 50% nas granulações Cauterização TCA 50% nas granulações Vitaminas A, D e C Vitaminas A, D e C

7 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia

8 NIGRO, C. Tonsilites (amidalites) Do latim tonsa, que significa remo Do grego amygdale, que significa amêndoa

9 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig

10 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig Vírus: adenovírus, VSR, EBVírus: adenovírus, VSR, EB Bactérias: S. pyogenes, estafilo, pnneumo, haemophillus, MoraxelaBactérias: S. pyogenes, estafilo, pnneumo, haemophillus, Moraxela a.Catarral Hiperemia faringe e tonsilasHiperemia faringe e tonsilas b.Pultácea Pus nas tonsilasPus nas tonsilas MEG, linfonodopatiaMEG, linfonodopatia TratamentoTratamento Sintomáticos Sintomáticos Penicilina, amoxicilina, clavulanato, cefalosporina 2 a G Penicilina, amoxicilina, clavulanato, cefalosporina 2 a G

11 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig Vírus: adenovírus, VSR, EBVírus: adenovírus, VSR, EB Bactérias: S. pyogenes, estafilo, pnneumo, haemophillus, MoraxelaBactérias: S. pyogenes, estafilo, pnneumo, haemophillus, Moraxela a.Catarral Hiperemia faringe e tonsilasHiperemia faringe e tonsilas b.Pultácea Pus nas tonsilasPus nas tonsilas MEG, linfonodopatiaMEG, linfonodopatia TratamentoTratamento Sintomáticos Sintomáticos Penicilina, amoxicilina, clavulanato, cefalosporina 2 a G Penicilina, amoxicilina, clavulanato, cefalosporina 2 a G Por que usar antibióticos? Abrevia os sintomas se usado até 48hAbrevia os sintomas se usado até 48h Pode evitar complicações (FR, GNDA, abscessos, bacteremia, endocardites)Pode evitar complicações (FR, GNDA, abscessos, bacteremia, endocardites) Previne a disseminação na comunidadePrevine a disseminação na comunidade

12 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig Teste de Detecção rápida de Streptococcus hemolítico A Strep A OIA Max (International Microbio, USA); 5min Strep A OIA Max (International Microbio, USA); 5min Sensibilidade (93%). Especificidade: 68% (Araújo-Filho: RBORL 72(1)Sensibilidade (93%). Especificidade: 68% (Araújo-Filho: RBORL 72(1)

13 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig Swab Indicação: sepsis, imunodeprimidos, sind. meníngeaIndicação: sepsis, imunodeprimidos, sind. meníngea Técnica: 2 swabs estéreis pressionando a face interna das tonsilasTécnica: 2 swabs estéreis pressionando a face interna das tonsilas Interpretação:Interpretação: Bactérias constantes: corinebactéria aeróbica, estreptococo não hemolítico, neisseria catarrhallisBactérias constantes: corinebactéria aeróbica, estreptococo não hemolítico, neisseria catarrhallis Bactérias constantes ou patogênicas: S aureus, S epidermidis, H influenzae, bacilo piociânico, pneumococoBactérias constantes ou patogênicas: S aureus, S epidermidis, H influenzae, bacilo piociânico, pneumococo Bactérias patogênicas; erradicar sempre, mesmo sem sinais clínicos: corynebacterium diphteriae, neisseria meningitidis, Streptococcus hemolítico ABactérias patogênicas; erradicar sempre, mesmo sem sinais clínicos: corynebacterium diphteriae, neisseria meningitidis, Streptococcus hemolítico A

14 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig Swab Indicação: sepsis, imunodeprimidos, sind. meníngeaIndicação: sepsis, imunodeprimidos, sind. meníngea Técnica: 2 swabs estéreis pressionando a face interna das tonsilasTécnica: 2 swabs estéreis pressionando a face interna das tonsilas Interpretação:Interpretação: Bactérias constantes: corinebactéria aeróbica, estreptococo não hemolítico, neisseria catarrhallisBactérias constantes: corinebactéria aeróbica, estreptococo não hemolítico, neisseria catarrhallis Bactérias constantes ou patogênicas: S aureus, S epidermidis, H influenzae, bacilo piociânico, pneumococoBactérias constantes ou patogênicas: S aureus, S epidermidis, H influenzae, bacilo piociânico, pneumococo Bactérias patogênicas; erradicar sempre, mesmo sem sinais clínicos: corynebacterium diphteriae, neisseria meningitidis, Streptococcus B hemolítico ABactérias patogênicas; erradicar sempre, mesmo sem sinais clínicos: corynebacterium diphteriae, neisseria meningitidis, Streptococcus B hemolítico A A cultura positiva não é patognomônica de infecção, deve haver correlação clínicaA cultura positiva não é patognomônica de infecção, deve haver correlação clínica A cultura negativa não afasta o diagnóstico de infecção pois podem haver erros de coleta e culturaA cultura negativa não afasta o diagnóstico de infecção pois podem haver erros de coleta e cultura

15 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig Swab Indicação: sepsis, imunodeprimidos, sind. meníngeaIndicação: sepsis, imunodeprimidos, sind. meníngea Técnica: 2 swabs estéreis pressionando a face interna das tonsilasTécnica: 2 swabs estéreis pressionando a face interna das tonsilas Interpretação:Interpretação: Bactérias constantes: corinebactéria aeróbica, estreptococo não hemolítico, neisseria catarrhallisBactérias constantes: corinebactéria aeróbica, estreptococo não hemolítico, neisseria catarrhallis Bactérias constantes ou patogênicas: S aureus, S epidermidis, H influenzae, bacilo piociânico, pneumococoBactérias constantes ou patogênicas: S aureus, S epidermidis, H influenzae, bacilo piociânico, pneumococo Bactérias patogênicas; erradicar sempre, mesmo sem sinais clínicos: corynebacterium diphteriae, neisseria meningitidis, Streptococcus B hemolítico ABactérias patogênicas; erradicar sempre, mesmo sem sinais clínicos: corynebacterium diphteriae, neisseria meningitidis, Streptococcus B hemolítico A Streptococcus alfa hemolítico protege conta beta: Tratamento com spray de streptococcus alfaStreptococcus alfa hemolítico protege conta beta: Tratamento com spray de streptococcus alfa

16 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig ASLO Importante marcador de infecção estreptocócica recente, após 1 mês cai 4xImportante marcador de infecção estreptocócica recente, após 1 mês cai 4x Pode permanecer elevada por até 20 anos!Pode permanecer elevada por até 20 anos! Ocorre ASLO em 55% dos casos de infecção estreptocócicaOcorre ASLO em 55% dos casos de infecção estreptocócica Não protege contra re-infecçõesNão protege contra re-infecções

17 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig ASLO Importante marcador de infecção estreptocócica recente, após 1 mês cai 4xImportante marcador de infecção estreptocócica recente, após 1 mês cai 4x Pode permanecer elevada por até 20 anos!Pode permanecer elevada por até 20 anos! Ocorre ASLO em 55% dos casos de infecção estreptocócicaOcorre ASLO em 55% dos casos de infecção estreptocócica Não protege contra re-infecçõesNão protege contra re-infecções ASLO sem clínica: aguardar para diminuir ASLO sem clínica: aguardar para diminuir Cultura strepto(+) e ASLO benzetacil outra culturaCultura strepto(+) e ASLO benzetacil outra cultura Nem sempre é fácil erradicar: benzetacil + rifampicina ou lincomicinaNem sempre é fácil erradicar: benzetacil + rifampicina ou lincomicina Tonsilectomia se indicações ORLTonsilectomia se indicações ORL

18 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea Estreptococo ou pneumococoEstreptococo ou pneumococo Pseudomembranas podem atingir pilares anterioresPseudomembranas podem atingir pilares anteriores Solúveis em água e não bóiamSolúveis em água e não bóiam

19 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia b)Pseudomembranosa b.Diftérica a.Pseudodiftérica c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea Corynebacterium diphteriae (bacilo de Klebs Loefler)Corynebacterium diphteriae (bacilo de Klebs Loefler) Vacina (difteria, coqueluche e tétano) com 1 anoVacina (difteria, coqueluche e tétano) com 1 ano Criança 1 a 7 anosCriança 1 a 7 anos Pseudomembranas branco-acinzentadas nas tonsilas, pilares anteriores e úvulaPseudomembranas branco-acinzentadas nas tonsilas, pilares anteriores e úvula Não solúveis em águaNão solúveis em água TratamentoTratamento Soro antidiftérico Soro antidiftérico Penicilina Penicilina

20 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou angina de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica Bacilo fusiforme e espiriloBacilo fusiforme e espirilo JovensJovens Odinofagia intensa, sem febreOdinofagia intensa, sem febre TratamentoTratamento Penicilina Penicilina H 2 O 2 H 2 O 2

21 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia c)Úlcero-necrótica b.Mononucleose c.Leucemia aguda a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica Doença do beijo, doença das mil facesDoença do beijo, doença das mil faces Epstein BarEpstein Bar Adolescentes, jovensAdolescentes, jovens Faringoscopia variávelFaringoscopia variável Gânglios cervicais e axila, fígado e baço, febre, astenia Gânglios cervicais e axila, fígado e baço, febre, astenia DiagnósticoDiagnóstico Leucocitose (50.000), linfocitose (75%), neutropenia Leucocitose (50.000), linfocitose (75%), neutropenia Leucócitos/linfócitos > 0,35 tem 90%S, 100%E Leucócitos/linfócitos > 0,35 tem 90%S, 100%E Reação de Paul-Bunnel-Davidson: AC heterófilo de Forsman é normal até 1/112; 10 a 12 dias após instalação: 1/1.000 ou Reação de Paul-Bunnel-Davidson: AC heterófilo de Forsman é normal até 1/112; 10 a 12 dias após instalação: 1/1.000 ou TratamentoTratamento sintomático sintomático

22 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia c)Úlcero-necrótica c.Leucemia aguda a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica Crianças < 5 anosCrianças < 5 anos Linfoadenopatia generalizadaLinfoadenopatia generalizada DiagnósticoDiagnóstico Leucocitose ( ), leucócitos imaturos, anemia, plaquetopenia Leucocitose ( ), leucócitos imaturos, anemia, plaquetopenia TratamentoTratamento QT QT Sobre-vida: 1 a 3 anos Sobre-vida: 1 a 3 anos

23 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia d)Fleimonosas a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos b.Angina de Luqwig a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda Posterior: pós trauma, adenoidite, tuberculose vertebral Posterior: pós trauma, adenoidite, tuberculose vertebral Tonsiliano: bactéria atravessa o tecido tonsiliano Tonsiliano: bactéria atravessa o tecido tonsiliano Peritonsiliano: bactéria atravessa a cápsula peritonsiliana Peritonsiliano: bactéria atravessa a cápsula peritonsiliana Linfoadenopatia generalizadaLinfoadenopatia generalizada Bactérias aeróbias (+ freq): Streptococcus viridans, S Pyogenes, S. oralis, S aureus, S coagulase negativo, Bactérias aeróbias (+ freq): Streptococcus viridans, S Pyogenes, S. oralis, S aureus, S coagulase negativo, H influenzae, Neisseria, Pseudomonas. H influenzae, Neisseria, Pseudomonas. Bactérias anaeróbias: Peptostreptococcus, Bactérias anaeróbias: Peptostreptococcus, Prevotella, Clostridium, Fusobacterium. Prevotella, Clostridium, Fusobacterium. Diagnóstico diferencial: aneurisma de carótidaDiagnóstico diferencial: aneurisma de carótida TratamentoTratamento Drenagem Drenagem Abt Abt

24 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia d)Fleimonosas b.Angina de Ludwig a.Abscessos tonsilianos e peritonsilianos a)Eritematosas a.Catarral b.Pultácea b)Pseudomembranosa a.Pseudodiftérica b.Diftérica c)Úlcero-necrótica a.Fusoespirilar ou de Plaut Vincent b.Mononucleose c.Leucemia aguda Infecção no assoalho da boca luxando a língua para cima e abaulando a região submandibularInfecção no assoalho da boca luxando a língua para cima e abaulando a região submandibular Indivíduo desnutrido, infecção dentária e gengivalIndivíduo desnutrido, infecção dentária e gengival TratamentoTratamento Drenagem (normalmente não é feita pois na maioria não há pus) Drenagem (normalmente não é feita pois na maioria não há pus) Abt Abt

25 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a)Crípticas a.Purulenta b.Caseosa c.Gangrenosa b)Hipertrófica c)Ulcerosa a.Sífilis b.Tuberculose c.Blastomicose Não existe padrão histopatológico distinto entre tonsilites de repetição e tonsilas hipertróficas; rev. SBORL 63(3)Não existe padrão histopatológico distinto entre tonsilites de repetição e tonsilas hipertróficas; rev. SBORL 63(3)

26 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a)Crípticas a.Purulenta b.Caseosa c.Gangrenosa b)Hipertrófica c)Ulcerosa a.Sífilis b.Tuberculose c.Blastomicose De repetiçãoDe repetição Bactéria no core com foco infeccioso contínuoBactéria no core com foco infeccioso contínuo Oligossintomático com agudizaçõesOligossintomático com agudizações Alteração morfológica da criptaAlteração morfológica da cripta Déficit de cadeia JDéficit de cadeia J Infecção por EBVInfecção por EBV Alteração da floraAlteração da flora Tratamentos inadequados: bactéria produtora de lactamaseTratamentos inadequados: bactéria produtora de lactamase AnemiaAnemia AlergiaAlergia Deficiência imunológicaDeficiência imunológica

27 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a)Crípticas b.Caseosa c.Gangrenosa a.Purulenta b)Hipertrófica c)Ulcerosa a.Sífilis b.Tuberculose c.Blastomicose Halitose e incômodo, respiração bucal e diminuição da saliva aumentam o acúmulo de caseo.Halitose e incômodo, respiração bucal e diminuição da saliva aumentam o acúmulo de caseo. TratamentoTratamento Gargarejos Gargarejos Cauterização com TCA ou LASER Cauterização com TCA ou LASER Tonsilectomia Tonsilectomia

28 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a)Crípticas c.Gangrenosa a.Purulenta b.Caseosa b)Hipertrófica c)Ulcerosa a.Sífilis b.Tuberculose c.Blastomicose Indivíduo debilitado (DM, QT, RT, desidratação)Indivíduo debilitado (DM, QT, RT, desidratação) Eliminação de tecido necróticoEliminação de tecido necrótico Morte por colapso cardíacoMorte por colapso cardíaco

29 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia b)Hipertrófica c)Ulcerosa a.Sífilis b.Tuberculose c.Blastomicose a)Crípticas a.Purulenta b.Caseosa c.Gangrenosa Etiologia:Etiologia: Hemopatia Hemopatia Após infecção por fungo Após infecção por fungo Por solicitação imunológica Por solicitação imunológica Idiopática benigna (EBV?) Idiopática benigna (EBV?) Sintomas obstrutivosSintomas obstrutivos

30 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia b)Hipertrófica c)Ulcerosa a.Sífilis b.Tuberculose c.Blastomicose a)Crípticas a.Purulenta b.Caseosa c.Gangrenosa Classificação de Brodsky:Classificação de Brodsky: 0 Tonsila na fossa palatina 1 Tonsila ocupa menos 25% da orofaringe 2 Tonsila ocupa 25-50% da orofaringe 3 Tonsila ocupa 50-75% da orofaringe 4 Tonsila ocupa mais 75% da orofaringe

31 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia c)Ulcerosa a.Sífilis b.Tuberculose c.Blastomicose a)Crípticas a.Purulenta b.Caseosa c.Gangrenosa b)Hipertrófica Forma 1 ária : ulceração com pseucomembranasForma 1 ária : ulceração com pseucomembranas Forma 2 ária : placas mucosas em tonsilas e p. mole, ppf nãoForma 2 ária : placas mucosas em tonsilas e p. mole, ppf não Forma 3 ária : destruição da úvulaForma 3 ária : destruição da úvula ¨A sífilis destrói¨ ¨A sífilis destrói¨

32 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia c)Ulcerosa b.Tuberculose c.Blastomicose a.Sífilis a)Crípticas a.Purulenta b.Caseosa c.Gangrenosa b)Hipertrófica 2 ária a um processo pulmonar2 ária a um processo pulmonar Lesões ulcerativasLesões ulcerativas ¨A tuberculose rói¨; ¨o câncer constrói¨¨A tuberculose rói¨; ¨o câncer constrói¨

33 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia c)Ulcerosa c.Blastomicose a.Sífilis b.Tuberculose a)Crípticas a.Purulenta b.Caseosa c.Gangrenosa b)Hipertrófica Lesões: granulações finas, levemente hemorrágicasLesões: granulações finas, levemente hemorrágicas

34 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a.AIDS b.Sarampo c.Escarlatina d.Febre tifóide e.Febre reumática f.Herpangina g.Adenovirose h.Febre aftosa i.Síndrome pés-mãos-boca j.Rubéola

35 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia a.AIDS b.Sarampo c.Escarlatina d.Febre tifóide e.Febre reumática f.Herpangina g.Adenovirose h.Febre aftosa i.Síndrome pés-mãos-boca j.Rubéola Hipertrofia de adenóideHipertrofia de adenóide

36 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia Odinofagia na altura do osso hioideOdinofagia na altura do osso hioide Folículos linfóides congestosFolículos linfóides congestos Evolução: 6 a 12 diasEvolução: 6 a 12 dias

37 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia 1000a a.C.: literatura hindu1000a a.C.: literatura hindu Séc. I d.C.: Cornelius CelsusSéc. I d.C.: Cornelius Celsus Indicações: enurese noturna, convulsões, estridor laríngeo, rouquidão, asma crônicaIndicações: enurese noturna, convulsões, estridor laríngeo, rouquidão, asma crônica Idade Média: fios de algodãoIdade Média: fios de algodão Início séc XX: tonsilectomia parcial Início séc XX: tonsilectomia parcial 1909: Cohen realizava ligadura aa sangrantes1909: Cohen realizava ligadura aa sangrantes 1913: RT para tonsilite crônica na Europa1913: RT para tonsilite crônica na Europa 1920: 1a cirurgia na Santa Casa de São Paulo1920: 1a cirurgia na Santa Casa de São Paulo 1959: 1.4 milhão de tonsilectomias (EUA)1959: 1.4 milhão de tonsilectomias (EUA) Década de 90: 250 mil / ano (EUA)Década de 90: 250 mil / ano (EUA)

38 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia Indicações absolutas Obstrução VASObstrução VAS Suspeita de malignidade (biopsia?)Suspeita de malignidade (biopsia?) Tonsilites de repetição:Tonsilites de repetição: 3x/ano/últimos 3anos 3x/ano/últimos 3anos 5x/ano/últimos 2anos 5x/ano/últimos 2anos 7x/último ano 7x/último ano apesar de abt adequada apesar de abt adequada HemorragiaHemorragia

39 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia Indicações relativas Abscesso peritonsilianoAbscesso peritonsiliano Halitose (tonsilite caseosa)Halitose (tonsilite caseosa) Convulsão febrilConvulsão febril Pós tonsilite diftéricaPós tonsilite diftérica Faringite estreptocócica de repetição em adultosFaringite estreptocócica de repetição em adultos

40 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia Indicações muito relativas Nefropatia por IgA de BergerNefropatia por IgA de Berger Pustulose palmo-plantarPustulose palmo-plantar Psoríase vulgarisPsoríase vulgaris Hiperostose esterno-costo-clavicularHiperostose esterno-costo-clavicular Adenite tuberculosaAdenite tuberculosa Bronquite asmática e rinite alérgica?Bronquite asmática e rinite alérgica? Febre reumática??Febre reumática?? GNDA??GNDA??

41 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia Contra-indicações Fenda palatinaFenda palatina AnemiaAnemia CoagulopatiasCoagulopatias Antes de 45 dias de vacina pólio (ocorre maior tempo para aquisição de imunidade)Antes de 45 dias de vacina pólio (ocorre maior tempo para aquisição de imunidade)

42 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia Técnicas SluderSluder Dissecção à frioDissecção à frio Dissecção à LASER-CO 2Dissecção à LASER-CO 2 RadiofreqüênciaRadiofreqüência

43 NIGRO, C. Tonsilites A.Agudas B.Crônicas C.Doenças infecciosas D.Tonsilite lingual E.Tonsilectomia Anatomopatológico? Apenas se tiver suspeita de tumor (RBORL, 72(2), p252):Apenas se tiver suspeita de tumor (RBORL, 72(2), p252): Assimetria de tonsilas palatinasAssimetria de tonsilas palatinas Irregularidade de mucosaIrregularidade de mucosa Linfonodomegalia cervicalLinfonodomegalia cervical EmagrecimentoEmagrecimento

44 NIGRO, C. Adenoidites a.Infecciosa b.Hipertrófica c.Adenoidectomia

45 NIGRO, C. Adenoidites a.Infecciosa b.Hipertrófica c.Adenoidectomia Viral ou bacterianaViral ou bacteriana Otite médiaOtite média Tratamento: abt, ctde, SFTratamento: abt, ctde, SF

46 NIGRO, C. Adenoidites a.Infecciosa b.Hipertrófica c.Adenoidectomia Sintomas obstrutivos nasais, OMSSintomas obstrutivos nasais, OMS Tratando-se a alergia edema coreTratando-se a alergia edema core DiagnósticoDiagnóstico Nasofibroscopia Nasofibroscopia RX cavum RX cavum Tratamento clínico:Tratamento clínico: Lavagem nasal para remoção de restos celulares e secreção diminuindo a inflamação local e melhorando o clearence muco-ciliar Lavagem nasal para remoção de restos celulares e secreção diminuindo a inflamação local e melhorando o clearence muco-ciliar Rinite alérgica edema Rinite alérgica edema FIAT? FIAT?

47 NIGRO, C. Adenoidites a.Infecciosa b.Hipertrófica c.Adenoidectomia Indicações absolutas Obstrução VASObstrução VAS Em cirurgia de TVEm cirurgia de TV Indicações relativas OMAs, sinusitesOMAs, sinusites

48 NIGRO, C. Tumores a.de nasofaringe b.de tonsila

49 NIGRO, C. Tumores a.de nasofaringe b.de tonsila Início no rebordo das coanas ou tuba auditivaInício no rebordo das coanas ou tuba auditiva Tríade de Trotter: surdez (OMS), neuralgia V, assimetria véu palatinoTríade de Trotter: surdez (OMS), neuralgia V, assimetria véu palatino Histologia: CEC, linfoepitelioma, sarcomaHistologia: CEC, linfoepitelioma, sarcoma Associação com mononucleose e tumor de BurkettAssociação com mononucleose e tumor de Burkett Tratamento:Tratamento: RT, QT RT, QT

50 NIGRO, C. Tumores b.de tonsila a.de nasofaringe 40 a 60 anos, unilateral40 a 60 anos, unilateral Disfagia progressivaDisfagia progressiva Início no pólo inferiorInício no pólo inferior Histologia: CEC (72%), linfoma (18%), linfossarcomaHistologia: CEC (72%), linfoma (18%), linfossarcoma Tratamento:Tratamento: Biopsia Biopsia Tonsilectomia alargada se não houver infiltração Tonsilectomia alargada se não houver infiltração RT RT

51 NIGRO, C. Tumores a.de nasofaringe b.de tonsila Tumor primário ocultoTumor primário oculto 1.Nasofaringe 2.Tonsila palatina 3.Base de língua 4.Retromolar 5.Endoscopia de esôfago 6.RX tórax

52 NIGRO, C. Síndrome da apnéia obstrutiva do sono e roncos

53 NIGRO, C. Insuficiência velofaríngea Incapacidade fechamento completo do esfíncter podendo alterar a fonação, respiração e audição Tipos de fechamento 1.Coronal (60%): + palato 2.Circular (25%): palato e paredes laterais igualmente 3.Circular com anel de Passavant (10%): prega ppf 4.Sagital(5%): + paredes laterais

54 NIGRO, C. Insuficiência velofaríngea 1.Fendas Fenda submucosa: só 5% leva IVFFenda submucosa: só 5% leva IVF Pós-operatório: véu curto, cicatricial, pouco móvelPós-operatório: véu curto, cicatricial, pouco móvel 2.Iatrogênica Pós tonsilectomia: por laceração pilar posterior ou retração cicatricialPós tonsilectomia: por laceração pilar posterior ou retração cicatricial Pós adenoidectomia: em pacientes com fenda submucosaPós adenoidectomia: em pacientes com fenda submucosa Pós faringotomia: lesão mm, retração cicatricialPós faringotomia: lesão mm, retração cicatricial 3.Neurológica Tumoral, vascular, infecciosa, traumáticaTumoral, vascular, infecciosa, traumática Sind. Avellis Schmidt, Jackson, Wallenberg, Vernet, Villaret, Collet- SicardSind. Avellis Schmidt, Jackson, Wallenberg, Vernet, Villaret, Collet- Sicard 4.Funcionais Cavum amplo e véu curtoCavum amplo e véu curto

55 NIGRO, C. Insuficiência velofaríngea Nasofibroscopia Em repousoEm repouso Durante fonação: em fonemas orais (pa, ka) ocorre fechamento completoDurante fonação: em fonemas orais (pa, ka) ocorre fechamento completo Durante deglutiçãoDurante deglutição Durante sucção forçada: facilita a visualização do anel de PassavantDurante sucção forçada: facilita a visualização do anel de Passavant Audiometria / imitanciometria Avaliação fonoterápica Escape nasalEscape nasal Voz fanhosaVoz fanhosaVideofluoroscopiaCefalometria

56 NIGRO, C. Insuficiência velofaríngea Tratamento FonoterapiaFonoterapia Próteses ortodônticasPróteses ortodônticas CirurgiaCirurgia Veloplastia Veloplastia Faringoplastia Faringoplastia Velofaringoplastia Velofaringoplastia Melhor em crianças < 7 anos Melhor em crianças < 7 anos

57 NIGRO, C. Refluxo GastrEsofágico e FaringoLaríngeo Causas Hérnia hiatalHérnia hiatal Úlcera péptica duodenalÚlcera péptica duodenal XerostomiaXerostomia Fatores que a pressão intra-abdominalFatores que a pressão intra-abdominal Intubação prolongadaIntubação prolongada EsclerodermiaEsclerodermia

58 NIGRO, C. RFL DRGE Rouquidão, pigarro, globus Pirose, azia, regurgitação Esôfago normal (EDA) Esofagite Refluxo em posição ortostática Refluxo em posição supina Refluxo ao longo do dia Refluxo ao deitar Exposição restrita ao ácido Exposição prolongada ao ácido Comprometimento EES Comprometimento EEI Motilidade esofágica normal Dismotilidade esofágica

59 NIGRO, C. Refluxo GastrEsofágico e FaringoLaríngeo Quadro clínico: 25% tem manifestações apenas ORL Na criança: Bebê chiador, IVAS repetição, OMA repetição, tosseBebê chiador, IVAS repetição, OMA repetição, tosse No adulto: Pirose, piora quando deitaPirose, piora quando deita Disfagia e odinofagiaDisfagia e odinofagia RouquidãoRouquidão TosseTosse SoluçosSoluços PigarroPigarro GlobusGlobus SialorréiaSialorréia OtalgiaOtalgia Asma e broncopneumoniaAsma e broncopneumonia

60 NIGRO, C. Refluxo GastrEsofágico e FaringoLaríngeo Quadro clínico: Laringoscopia: Hiperemia, edema terço posterior PPVV e aritenóidesHiperemia, edema terço posterior PPVV e aritenóides Espessamento / paquidermia comissura posteriorEspessamento / paquidermia comissura posterior Leucoplasia fora das PPVVLeucoplasia fora das PPVV Úlcera de contato ou granuloma no processo vocalÚlcera de contato ou granuloma no processo vocal Artrite cricoaritenoidea com sinéquia / fixação da comissura posteriorArtrite cricoaritenoidea com sinéquia / fixação da comissura posterior Estenose subglóticaEstenose subglótica Granulações mucosaGranulações mucosa Câncer de laringe em parede posterior em paciente sem etiologia para câncerCâncer de laringe em parede posterior em paciente sem etiologia para câncer

61 NIGRO, C. Refluxo FaringoLaríngeo Fisiopatologia Refluxo da secreção do esôfago Refluxo da secreção do esôfago Reflexo Vagal originado no esôfago distal Reflexo Vagal originado no esôfago distal oEsôfago e pulmão tem mesma origem embriológica Quantidade mínima re secreção Quantidade mínima re secreção oé suficiente para lesar mucosa de faringe e laringe oe para estimular quimiorreceptores (PHmetria normal)

62 NIGRO, C. Refluxo FaringoLaríngeo Fisiopatologia Asma Asma oCiclo vicioso: Em crise existe um î Pneg tórax, piorando o refluxo, o que piora a asma Tosse Tosse oCiclo vicioso: porque a tosse piora o refluxo

63 NIGRO, C. Refluxo gastresofágico e laringofaríngeo Quadro clínico: Diagnóstico: EDAEDA Phmetria 24hPhmetria 24h VideodeglutoesofagogramaVideodeglutoesofagograma Cintilografia esofageana com tecnésioCintilografia esofageana com tecnésio RX EEDRX EED Manometria esofágicaManometria esofágica BiopsiaBiopsia Teste de BernsteinTeste de Bernstein

64 NIGRO, C. Refluxo FaringoLaríngeo A secreção ácida é pouco importante O ácido ativa a pepsina que causa inflamação. O ácido ativa a pepsina que causa inflamação. oCiclo vicioso: Em crise existe um î Pneg tórax, piorando o refluxo, o que piora a asma Tosse Tosse oCiclo vicioso: porque a tosse piora o refluxo

65 NIGRO, C. Refluxo gastresofágico e laringofaríngeo Quadro clínico: Tratamento: Medidas geraisMedidas gerais Dieta fracionada até 3h antes de deitar Dieta fracionada até 3h antes de deitar evitar chá, chocolate, gordura álcool, substâncias gasosas, alimentos quentes ou frios, fumo evitar chá, chocolate, gordura álcool, substâncias gasosas, alimentos quentes ou frios, fumo Cabeceira elevada 15cm Cabeceira elevada 15cm Evitar medicamentos: teofilina, anticolinérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio, AAS, progesterona, isoproterenol, dopamina, diazepan Evitar medicamentos: teofilina, anticolinérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio, AAS, progesterona, isoproterenol, dopamina, diazepan Medicamentoso: ±3 meses, 4-6 semanas após a melhora clínicaMedicamentoso: ±3 meses, 4-6 semanas após a melhora clínica Pró cinéticos ( esvaziamento gástrico): cisapride (Prepulsid ® ), Plasil ® Pró cinéticos ( esvaziamento gástrico): cisapride (Prepulsid ® ), Plasil ® Antiácidos (sintomáticos): Simeco Plus, Algicote Antiácidos (sintomáticos): Simeco Plus, Algicote Bloqueadores H 2 : cimetidine (Tagamet ® ), famotidine (Famox ® ), ranitidine (Antak ® ) {melhor em DRGE} Bloqueadores H 2 : cimetidine (Tagamet ® ), famotidine (Famox ® ), ranitidine (Antak ® ) {melhor em DRGE} Inibidor de bomba protônica: omeprazol (Losec ® ), pantoprazol {RLF} 3MESES Inibidor de bomba protônica: omeprazol (Losec ® ), pantoprazol {RLF} 3MESES Citoprotetores: sucralfato Citoprotetores: sucralfato CirúrgicoCirúrgico

66 NIGRO, C. Síndrome de Eagle Processo estilóide longo > 3cmProcesso estilóide longo > 3cm Dor ou estalo na garganta quando mexe o pescoçoDor ou estalo na garganta quando mexe o pescoço Pacientes já submetidos à tonsilectomia, na maioriaPacientes já submetidos à tonsilectomia, na maioria Fazer palpação interna e externaFazer palpação interna e externa RX para processo estilóideRX para processo estilóide TC tridimensionalTC tridimensional Tratamento cirúrgicoTratamento cirúrgico

67 NIGRO, C. Aneurisma de artéria carótida interna Pulsação na parede lateral da faringePulsação na parede lateral da faringe EcodopplerEcodoppler

68 NIGRO, C. Disfagia Anamnese Líquido / pastoso / sólidoLíquido / pastoso / sólido Onde pára?Onde pára? Engasga / afoga / tosseEngasga / afoga / tosse Tosse após deglutiçãoTosse após deglutição Perda de pesoPerda de peso Infecções pulmonaresInfecções pulmonares Uso de drogasUso de drogas Alteração mentalAlteração mental

69 NIGRO, C. Disfagia Anamnese Líquido / pastoso / sólidoLíquido / pastoso / sólido Onde pára?Onde pára? Engasga / afoga / tosseEngasga / afoga / tosse Tosse após deglutiçãoTosse após deglutição Perda de pesoPerda de peso Infecções pulmonaresInfecções pulmonares Uso de drogasUso de drogas Alteração mentalAlteração mental Exame ORL Presença de alimentosPresença de alimentos Reflexos nauseosos táctilReflexos nauseosos táctil TônusTônus MordidaMordida SalivaSaliva GustaçãoGustação Estado dos dentesEstado dos dentes Elevação da laringeElevação da laringe

70 NIGRO, C. Disfagia Nasofaringolaringoscopia Esfíncter velofaríngeoEsfíncter velofaríngeo Base de línguaBase de língua Hipofaringe e laringeHipofaringe e laringe Estase de saliva e alimentos nas valéculas (gelo moído, iogurte)Estase de saliva e alimentos nas valéculas (gelo moído, iogurte) Qualidade da adução e abduçãoQualidade da adução e abdução SimetriaSimetria Fonação sustentadaFonação sustentada Tosse: ver sensibilidade tocando as paredesTosse: ver sensibilidade tocando as paredes

71 NIGRO, C. Disfagia Tomografia computadorizada Ressonância magnética Avaliação neurológica

72 NIGRO, C. Causas de disfagia 1.Globus histericus 2.RGE / RLF 3.Alterações neurológicas 4.Tireoidepatias 5.Outras

73 NIGRO, C. 1.Globus histericus 2.RGE / RLF 3.Alterações neurológicas 4.Tireoidepatias 5.Outras Avaliar paciente como um todo: sintomas ansiosos, depressivos, histéricos (conversivos)Avaliar paciente como um todo: sintomas ansiosos, depressivos, histéricos (conversivos) Ocorre espasmo cricofaríngeo (< diâmetro)Ocorre espasmo cricofaríngeo (< diâmetro) Pode ser 2 ario à doença orgânicaPode ser 2 ario à doença orgânica Nasofaringolaringoscopia: estase saliva no seio piriformeNasofaringolaringoscopia: estase saliva no seio piriforme TratamentoTratamento Explicar mecanismo de deglutição Explicar mecanismo de deglutição Drogas ansiolíticas Drogas ansiolíticas Causas de disfagia

74 NIGRO, C. 2.RGE / RLF 3.Alterações neurológicas 4.Tireoidepatias 5.Outras 1.Globus histericus Irritação de estruturas laringofaríngeas pelo ácido gástrico Causas de disfagia

75 NIGRO, C. 3.Alterações neurológicas 4.Tireoidepatias 5.Outras 1.Globus histericus 2.RGE / RLF Paralisia flácida: neurônio motor periféricoParalisia flácida: neurônio motor periférico Paralisia espásticaParalisia espástica Ataxia cerebelarAtaxia cerebelar Paralisia bulbar pós AVC: rouquidão, aspiração, nasalidade, atrofia e fasciculação da língua, insuf. respiratóriaParalisia bulbar pós AVC: rouquidão, aspiração, nasalidade, atrofia e fasciculação da língua, insuf. respiratória Paralisia pseudobulbar: diasartria, alt. sucção, reflexos palatais e faríngeos okParalisia pseudobulbar: diasartria, alt. sucção, reflexos palatais e faríngeos ok Parkison: disartria hipocinética, monotoniaParkison: disartria hipocinética, monotonia Paralisia cerebralParalisia cerebral Degeneração senilDegeneração senil Esclerose múltipla desmielinizante: disartria, reflexos nauseososEsclerose múltipla desmielinizante: disartria, reflexos nauseosos Polimiosite: fraqueza mm faríngea e laríngea voluntáriaPolimiosite: fraqueza mm faríngea e laríngea voluntária Esclerodermia: mm lisa, estreitamento trato respiratório, RGE, disfoniaEsclerodermia: mm lisa, estreitamento trato respiratório, RGE, disfonia Miastenia gravis: paralisia ou paresia mm voluntária; prostigmina (+)Miastenia gravis: paralisia ou paresia mm voluntária; prostigmina (+) Disfunção cricofaríngea: tosse crônicaDisfunção cricofaríngea: tosse crônica Apraxia cortical e subcorticalApraxia cortical e subcortical Causas de disfagia

76 NIGRO, C. 4.Tireoidepatias 5.Outras 1.Globus histericus 2.RGE / RLF 3.Alterações neurológicas TireoiditesTireoidites NódulosNódulos Causas de disfagia

77 NIGRO, C. 5.Outras 1.Globus histericus 2.RGE / RLF 3.Alterações neurológicas 4.Tireoidepatias Osteófito vertebral anteriorOsteófito vertebral anterior Hiperatividade m. cricofaríngeoHiperatividade m. cricofaríngeo Hipertrofia tonsila palatina ou lingualHipertrofia tonsila palatina ou lingual Nódulos linfáticosNódulos linfáticos TétanoTétano Causas de disfagia

78 NIGRO, C.

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