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Empreendedorismo Regional e Economia do Conhecimento Pierre-André Julien 1ª Edição| 2010 |

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1 Empreendedorismo Regional e Economia do Conhecimento Pierre-André Julien 1ª Edição| 2010 |

2 Parte 1 O CONTEXTO

3 Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais

4 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais A importância diferenciada das PMEs na região As diferenças no número de empresas como um dos principais indicadores de disparidades quando se observa o desenvolvimento de regiões; Nos Estados Unidos (1999 ou ano mais recente): Enquanto o Distrito de Columbia ou Wyoming tinham em 2005 mais de 400 empresas para cada 10 habitantes; Arizona, Alabama, Mississipi, Tennessee e Taxas, tinham menos de 200; Londres (dados de 1998) contava com o maior número de empresas, quase 270 mil; Equivale a 478 empresas para cada 10 mil adultos (18 anos ou mais);

5 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais A importância diferenciada das PMEs na região Nordeste da Inglaterra: 204 empresas; Noroeste: 294 empresas; Yorkshire e Humber: 295 empresas; Escócia: 287 empresas; Irlanda do Norte: 438 empresas; Sudeste: 398 empresas; East Anglia: 382 empresas; Sudoeste: 381 empresas; País de Gales: 323 empresas para cada 10 mil adultos; Os dados não informam sobre o empreendedorismo propriamente dito.

6 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais A importância diferenciada das PMEs na região Número de empresas nos Estados Americanos entre 2002 e 2005 percentual por 10 mil habitantes e evolução entre os dois períodos ESTADOS MAIS INDUSTRIALIZADOS /2003 (EM %) TAXA POR 10 MIL HABITANTES EM 2005 Distrito de Columbia ,9475 Wyoming ,6409 Montana ,2380 Vermont ,3346 Colorado ,7326 Idaho ,6325 Rhode Island ,1316 Maine ,0313 Dakota do Sul ,9312 New Hampshire ,9312 continua

7 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais A importância diferenciada das PMEs na região Número de empresas nos Estados Americanos entre 2002 e 2005 percentual por 10 mil habitantes e evolução entre os dois períodos continuação ESTADOS MENOS INDUSTRIALIZADOS /2003 (EM %) TAXA POR 10 MIL HABITANTES EM 2005 Michigan ,2212 Kentucky ,9204 West Virginia ,1203 Ohio ,8201 Indiana ,7201 Arizona ,8199 Alabama ,1194 Mississipi ,2188 Tennessee ,0186 Texas ,2181 Fonte: Cálculos nossos, a partir de dados dos Small Business Economic Indicators, 2005 (internet) e Missouri State Census Data Center.

8 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Um ritmo de criação diferente segundo os territórios O Global Enterpreneurship Monitor, ou projeto GEM, sobre empreendedorismo global, para comparações internacionais; Mede a comparação de adultos (18 a 64 anos) ativamente engajados no processo de criação de empresas (recém-criadas ou que estejam atuando no mercado por um período inferior a 42 meses); Exemplo: Levantamento de 2004 (ACS et al., 2004): Efetuado em 34 países; Os pesquisadores entrevistaram 113 mil pessoas por telefone, ou mais de 2 mil país, utilizando questionários adaptados para cada um deles;

9 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Um ritmo de criação diferente segundo os territórios Consultaram de 20 a 70 especialistas em cada país para melhor compreender as razões que facilitavam ou limitavam o empreendedorismo; Distinção dos empreendedores; Que tinham criado empresas por necessidades (demissão do emprego); Aproveitaram a oportunidade; Dessas duas possibilidades, foi tirada uma média, chamada de índice de atividade empreendedora total:

10 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Um ritmo de criação diferente segundo os territórios

11 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Um ritmo de criação diferente segundo os territórios Conforme a figura anterior: Em 2004, Peru, Uganda e Equador estavam na primeira posição em atividade empreendedora, com mais de 25% dos adultos de 18 a 64 anos engajados de uma maneira ou de outra na criação de empresas; A seguir vêm Jordânia, Nova Zelândia, Islândia, Brasil, Austrália, Argentina e Estados Unidos com taxa de 10% ou mais; Na outra extremidade da escala, Japão, Estônia, Hong Kong, Bélgica, Suécia, Portugal, Hungria, Itália, Finlândia e Alemanha, com taxa de menos de 5%;

12 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Um ritmo de criação diferente segundo os territórios De um ano a outro os países participantes podem mudar, pois a participação é voluntária e requer uma equipe de pesquisa financiada pelos governos; O estudo não compara: O número de empresas de fato criadas; Não diz se o envolvimento constatado irá se traduzir realmente em um bom número de funcionários; Pesquisa internacional da OCDE (2006); Comparação entre os Estados Unidos e países europeus;

13 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Um ritmo de criação diferente segundo os territórios

14 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Um ritmo de criação diferente segundo os territórios Os limites da análise GEM mostrados por J Ø rgensen e Malchow- M Ø ller (2008); Os estudos comparativos não consideram diferenças territoriais; Os Pesquisadores franceses da Universidade de Caen: Mostraram que a taxa de criação real por 1 mil habitantes era particularmente elevada no eixo Paris e regiões do Vale do Ródano-Alpes, Provença-Alpes-Côte d´Azur e Languedoc- Roussillon; Mas muito mais baixa, menos de 50%, nas regiões Norte e Leste.

15 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Diferentes tipos de empresas As informações dos estudos mascaram o tipo de empresas criadas; A gravidade da ausência de informação sobre o tipo de empresas criadas no estudo do GEM; A taxa de sobrevivência das novas empresas realmente criadas;

16 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Diferentes tipos de empresas O aumento da taxa de sobrevivência quando a criação é facilitada por ajuda externa ou complementar; O desaparecimento de empresas nos dados oficiais não quer dizer necessariamente que foram à falência; As variáveis que permitem especificar os tipos de empresas que continuam a existir após alguns anos: O fato de responderem à expansão demográfica; Duram porque servem justamente às empresas que se ajustam à evolução demográfica; O papel importante da complementaridade entre os diferentes tipos de atores para o desenvolvimento das empresas;

17 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Diferentes tipos de empresas O comportamento de algumas variáveis em relação ao desenvolvimento das empresas; As empresas denominadas de gazelas: empresas baseadas na inovação contínua crescem particularmente rápido; As empresas denominadas de camundongos:na média dos anos bons e ruins, acabam estagnando-se ou crescendo lentamente; As empresas denominadas de elefantes:grandes empresas que se valem de investimentos externos e cuja estratégia traz influências estrangeiras para a região; O importante papel das gazelas na reestruturação ou desenvolvimento do território, assim como na criação de empregos pelas empresas perenes;

18 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Diferentes tipos de empresas Outros papeis desempenhados pelas gazelas: Podem ser tornar modelos para futuros empreendedores e outras empresas; Inspirar algumas empresas a seguir seu exemplo; Favorecem o dinamismo regional; A relação entre o dinamismo territorial e a proporção de gazelas; Estimulação ativa Gazelas Necessidade de serviços dinâmicos nas empresas Impacto sobre outras empresas e outros atores EFEITO DE IMPULSO DAS GAZELAS

19 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Diferentes tipos de empresas Proporção de empresas com forte crescimento (Gazelas) em alguns estados americanos entre 1993 e Estados considerados os mais dinâmicos Proporção de gazelas Estados considerados os menos dinâmicos Proporção de gazelas Nevada19,3%Nova York12,5% Oregon17,8%Maryland12,4% Arizona17,7%Dakota do Norte12,3% Utah16,7%Carolina do Sul12,3% New hampshire16,2%Michigan12,2% Califórnia16,1%Iowa12,1% Flórida15,8%Wyoming11,9% Missouri15,5%West Virginia11,6% Massachusetts15,5%Alasca11,3% Wisconsin15,4%Havaí9,2% Fonte: ATKINSON, R.; CURTO, R. H. e WARD, J. M. 1999

20 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Algumas explicações ultrapassadas As diversas razões, no plano macroeconômico, elencadas nas últimas décadas para explicar as diferenças de desenvolvimento regional; A antiga explicação dos economistas tradicionais; Rostow (1960) e a ideia do desenvolvimento acumulado; Geógrafos e economistas regionais, e a explicação sobre o papel dos pólos de crescimento; O desenvolvimento das economias de aglomeração proveniente dos lugares centrais; Para Marshall (1920), as economias de aglomeração compreendem: 1.Aquelas provenientes da divisão do trabalho entre as empresas;

21 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Algumas explicações ultrapassadas 2.Aquelas ligadas às trocas de informação que se multiplicam, com o número de atores aumentando; 3.Aquelas relacionadas à formação de mão de obra cada vez mais capacitada, portanto com acúmulo dos conhecimentos; 4.Aquelas provenientes da multiplicação da inovação e das tecnologias pelos contatos diretos e indiretos entre as empresas. A opinião de alguns economistas de que essa abordagem não considera: As condições territoriais inicias; As forças endógenas que podem sustentar o desenvolvimento, sobretudo a qualidade do capital humano.

22 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Algumas explicações ultrapassadas A posição dos behavioristas, especialmente Drucker (1985); A teoria da convergência: explica que as diferenças regionais só podem se diluir, pois o custo dos recursos (salários, aluguéis, taxa de juros etc.) acaba necessariamente por aumentar nas regiões prósperas, seguindo uma demanda que apenas cresce; A teoria da divergência: mostra, ao contrário, que as vantagens das regiões dinâmicas se acumulam cada vez mais e de maneira, durável, atraindo ainda mais recursos variados e criando cada vez mais economias de aglomeração e sinergia, que compensam amplamente as deseconomias externas; Nenhuma dessas teorias foi realmente provada; Os limites das teorias; Os empreendedores que recusam uma ou mais oportunidades;

23 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais Algumas explicações ultrapassadas Os empreendedores que agarram oportunidades apesar da total falta de informações, pouca informação ou informações distorcidas; As grandes empresas e a procura por vantagens absolutas sem riscos associados; A suposição da teoria da demanda; As novas análises mais territoriais As análises mesoeconômicas de Kangasharju (2000) e as comparações com os resultados obtidos por Reynolds et. al. (1994); O estudo de Rynolds, Miller e Maki (1995) sobre a criação e o desaparecimento de empresas em 382 pequenas regiões americanas;

24 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais As análises mais recentes de Bosma, Wennekers e de Wit (2001); A falta de explicação para a multiplicação das pequenas empresas em regiões cuja economia: Apoiava-se anteriormente na agricultura, ou na exploração de riquezas naturais; A reestruturação de regiões em declínio nas últimas décadas; A ótica de Ashcroft, Love e Malloy (1991); A análise de Abdesselam, Bonnet e Le Pape (2000) do efeito de 29 variáveis sobre a taxa de sobrevivência de empresas francesas após quatro anos de atividade; A importância da inovação para criar uma empresa que se distinga das concorrentes (NORTH e SMALBONE, 2000); As novas análises mais territoriais

25 Capa da Obra Capítulo 2 O Empreendedorismo Diferenciado: as disparidades regionais A parceria OCDE e Eurostat no resumo das diferentes variáveis tanto macroeconômicas como microecômicas; A insuficiência da presença dos empreendedores para multiplicar empresas e criar empregos e riqueza; A compreensão do empreendedorismo regional demanda observar o papel que exercem os atores individuais ou coletivos e sua maneira de utilizar e desenvolver o saber e o savoir-faire. As novas análises mais territoriais


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