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Um novo paradigma para a Comunicação científica Novembro, 2008 Rio de Janeiro, RJ 1º Colóquio Mediações e Usos de Saberes e Informação: um diálogo Brasil.

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1 Um novo paradigma para a Comunicação científica Novembro, 2008 Rio de Janeiro, RJ 1º Colóquio Mediações e Usos de Saberes e Informação: um diálogo Brasil e França

2 Motivação I Preço igual (EUA) USD $17,000 Pontiac G6

3 Motivação II Dificuldades encontradas pelos pesquisadores no ciclo da comunicação científica tradicional; Concentração do Conhecimento publicado em revistas no hemisfério Norte Exclusão Cognitiva; Necessidade de redução das desigualdades sociais Necessidade de maximizar a visibilidade das pesquisas; Necessidade de acelerar o desenvolvimento científico e tecnológico do país.

4 Gastos com livros e periódicos Gasto com livros e revistas nas bibliotecas da ARL (fonte: ARL). Durante o período de 1986 a 2006, o crescimento do índice de preços ao consumidor nos EUA cresceu 78%, enquanto que os gastos com publicações cresceu 321% no mesmo período. r06.pdf

5 ou Ciclo da Comunicação Científica

6 Comunicação científica tradicional O ciclo da comunicação científica mostra que os pesquisadores entregam os seus direitos autorais aos editores científicos gratuitamente; Esses direitos autorais são entregues gratuitamente em troca da segurança contra a pirataria e, para lhes dar prestígio junto às agências de fomento e às instituições de ensino e pesquisa.

7 Acesso Livre: o quê? Livre (custos), Livre (disponível) Imediato Permanente Texto completo Acesso em Linha

8 Acesso Livre: para quê? 2,5 milhões de artigos anuais 24 mil títulos de periódicos revisados pelos pares

9 Acesso Livre: por que? É bom para a CIÊNCIA e para a sociedade que a financia; Duplica o uso e o impacto das pesquisas científicas. Portanto duplica a produtividade e o progresso da ciência; Os pesquisadores e suas instituições se beneficiam enormemente devido à duplicação do impacto científico; O país é o grande beneficiário desses resultados; O mundo inteiro já está em vias de obrigar o auto-depósito das publicações dos pesquisadores, mas o lobby das grandes editoras tem retardado o processo;

10 Acesso Livre: por que? 62% das revistas científicas endossam o auto- depósito das publicações dos pesquisadores; Para as 38% restantes, que impõem o embargo a esse auto-depósito, os repositórios institucionais podem restringir o acesso ao inteiro teor da publicação; Portanto, as iniciativas do Acesso Livre preservam os direitos de autor;

11 Acesso Livre: por que? Maximizar Visibilidade da pesquisa Uso da pesquisa Impacto da pesquisa Progresso da ciência

12 Acesso livre: como? Repositórios Institucionais Publicações periódicas de acesso livre Projeto de lei 1120/2007

13 Ciclo da Comunicação Científica no contexto do acesso livre ou Repositório Pré-prints Repositório De Pós-prints

14 Acesso Livre: incremento de citações Key Perspectives Ltd Range = 36%-200% (Data: Stevan Harnad and co-workers)

15 Ações do Ibict em direção ao Aceso Livre Lançamento do manifesto brasileiro em prol do acesso livre à Informação Científica; Articulação com os diversos segmentos da comunidade científica visando sensibilizá-los quanto à importância das recomendações constantes do manifesto brasileiro; Construção de um Portal de Repositórios e Publicações de Acesso Livre (Portal Oasis.Br); Construção de repositórios institucionais, temáticos e publicações eletrônicas; Discussão e estabelecimento de uma Política Nacional de Acesso Livre Construção de uma incubadora de repositórios e publicações eletrônicas. Absorção, customização e transferência de pacotes de software open source compatível com o modelo Open Archives; Estabelecimento de competência técnica quanto ao uso e desenvolvimento de ferramentas em conformidade com o modelo Open Archives; Projeto de Lei 1120/2007.

16 IBICT Protocolo OAI-PMH Metadados: MTD-BR Protocolo OAI-PMH Metadados: ETD-MS Instituições NDLTD Modelo Open Archives: BDTD um exemplo de sucesso

17 Conclusão Os resultados obtidos pelo movimento global do acesso livre à literatura científica indicam que o Acesso Livre é inevitável e irreversível. As ações deste movimento não são um novo modelo de comunicação científica, mas uma nova forma de disseminar a informação científica; O movimento do acesso livre e as tecnologias da informação e da comunicação estão mudando o paradigma da comunicação científica, existe, portanto, muito a se pesquisar.

18 OBRIGADO!!! Hélio Kuramoto Coordenador Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) SAS Quadra 02 Bloco H - 4. andar – Brasília, DF Blogs:


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