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Metabolismo energético Prof. Luciene Rabelo. Metabolismo energético.

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Apresentação em tema: "Metabolismo energético Prof. Luciene Rabelo. Metabolismo energético."— Transcrição da apresentação:

1 Metabolismo energético Prof. Luciene Rabelo

2 Metabolismo energético

3 O que é metabolismo? Metabolismo é uma atividade celular altamente dirigida e coordenada que abrange reações anabólicas ( que consomem energia) e catabólicas (que liberam energia), envolvendo inúmeras enzimas.

4 Necessidade e Recomendações de Energia O ser humano alimenta-se para satisfazer duas necessidades básicas: obter substâncias que lhe são essenciais adquirir energia para a conservação dos processos fisiológicos

5 Introdução

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13 Gasto energético A energia é despendida do corpo humano na forma de: Gasto de energia em repouso (GER) Efeito térmico do alimento (ETA) Energia gasta pela atividade física (EGAF) GASTO ENERGÉTICO

14 Gasto Energético Total ( GET) ou Valor Calórico Total (VCT) É a energia requerida pelo individuo durante o período de 24 horas, é determinada pelos seguintes componentes:

15 Fatores que afetam o gasto de energia em repouso Composição Coporal Tamanho corporal Idade Sexo Clima Utilização de Drogas Fatores Patológicos Estado Hormonal Gestação e Lactação

16 Composição Corporal Principal determinante de GER é a massa sem gordura ou massa. Fatores que afetam o gasto de energia em repouso e a massa corpórea magra (MCM), já que é o tecido metabolicamente ativo no corpo.

17 Idade A perda de MCM com o envelhecimento está associada ao declínio na TMR, essas alterações na composição corpórea podem ser atenuadas pelo exercício.

18 Sexo As diferenças sexuais na taxa metabólica são primariamente atribuíveis às diferenças no tamanho e composição corpóreos. As mulheres, que geralmente possuem mais gordura em proporção ao músculo do que os homens, têm taxas metabólicas ao redor de 5 a 10% menores do que as dos homens de mesmo peso e altura.

19 Clima A TMR também é afetada pelos extremos na temperatura ambiente. As pessoas que vivem em climas tropicais usualmente possuem TMR que são 5 a 20% Fatores que afetam o gasto de energia em repouso maiores do que aquelas que vivem em uma área temperada.

20 Fatores Patológicos As febres aumentam a taxa metabólica em torno de 13% para cada Fatores que afetam o gasto de energia em repouso grau acima de 37°C.

21 Estado Hormonal O estado hormonal pode ter impacto sobre a taxa metabólica, particularmente em distúrbios endócrinos tais como hipertireoidismo e hipotireoidismo, Fatores que afetam o gasto de energia em repouso quando o gasto de energia é aumentado ou diminuído, respectivamente

22 Gestação e Lactação Aumento do Metabolismo Basal

23 Efeito Termogênico dos Alimentos

24 Alimentos termogênicos São aqueles que apresentam um maior nível de dificuldade em ser digeridos pelo organismo, fazendo com que esse consuma maior quantidade de energia e caloria para realizar a digestão. Todos os alimentos gastam energia para serem digeridos, ou seja, têm a capacidade de aumentar a temperatura corporal e acelerar o metabolismo, aumentando a queima de gordura, porém existem alguns que se destacam mais que os outros, pois induzem o metabolismo a trabalhar com ritmo acelerado, gastando assim, mais calorias (BENITES et al, 2000).

25 Efeito Termogênico dos Alimentos É o aumento do gasto de energia associado ao consumo de alimentos. É responsável por aproximadamente 10% do gasto energético total.

26 Efeito Termogênico dos Alimentos Termogênese obrigatória: É a energia necessária para digerir, absorver e metabolizar nutrientes, inclusive a síntese e armazenamento de proteínas, gorduras e carboidratos. Termogênese adaptativa ou facultativa: é o “excesso” de energia gasta além da termogênese obrigatória e acredita-se que seja atribuída a insuficiência metabólica do sistema estimulado pela atividade nervosa simpática.

27 Valores Energéticos Fisiológicos Os valores de energia dos nutrientes,devem ser modificados para levar em consideração as perdas nas fezes e urina devido à absorção e à oxidação incompletas no organismo.

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33 Calorimetria Direta Fundamenta-se na medida da quantidade de calor total produzida pelo organismo num tempo determinado. É o método que provê maior acurácia à realização de medidas do GE (1-2% erro). O indivíduo permanece em condições basais numa câmara isolada termicamente por onde passa um fluxo de água. Assim, avaliando-se a temperatura de entrada e de saída da água que passa pelo tubo que circunda a câmara, quantifica-se o calor produzido e o gasto energético deste organismo.

34 Calorimetria indireta Tem como base a quantidade total de energia produzida a partir do oxigênio consumido na oxidação dos substratos energéticos - carboidratos, proteínas e lipídeos - e o gás carbônico que é eliminado pela respiração (Quociente Respiratório - QR). Este método é próprio para pacientes que necessitam de alta precisão no cálculo do gasto energético, quando é importante se conhecer o substrato utilizado, e em pesquisas científicas. Também possui boa acurácia (2-5% de erro), porém inferior àquele da calorimetria direta. Deve-se considerar, no entanto, a simplicidade do método bem como o seu baixo custo. O inconveniente deste método é que o instrumento utilizado para a mensuração limita a atividade geral da pessoa alvo.

35 Quociente Respiratório O quociente respiratório (QR) é a relação entre o dióxido de carbono produzido e o oxigênio consumido quando um determinado substrato energético é combustionado in vitro.

36 Quociente Respiratório

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