A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo O meio ambiente e os fertilizantes fosfatados no Brasil.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo O meio ambiente e os fertilizantes fosfatados no Brasil."— Transcrição da apresentação:

1 Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo O meio ambiente e os fertilizantes fosfatados no Brasil

2 Aspectos e Impactos na Etapa de Industrialização março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo2

3 março 2010 Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo amônia ácido sulfúrico ácido nítrico ácido fosfórico matérias- primas produtos intermediários fertilizantes compostos fertilizantes simples gás natural concentrado fosfático enxofre concentrado potássico Uréia MAP, DAP TSP, SSP KCL NPK (pó e granulados) Abordagem Aspectos ambientais mais Relevantes - Consumo de energia (GN) -Emissões atmosféricas (GEE) -Resíduos (fosfogesso) Representação esquemática dos processos

4 Energia e Gases de efeito Estufa março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo4 N P 2 O 5 K20K20 Energia92,53,04,5 CO 2 eq.92,03,54,5 Cerca de 1,2 % do consumo antrópico de energia e GEE Participação global da indústria de fertilizantes Participação por componente (%) (SUKALAC, 2005; KONGSHAUGH, 1998)

5 Energia e Gases de efeito Estufa (KONGSHAUGH, 1998) março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo5 Composição (CO 2 eq.) por tipo de emissão Gases de chaminé47,3 % CO 2 puro26,5 % N 2 O (6 % da emissão de N 2 O global) 26,2 % Consumo e emissão média global por produto Energia (GJ/t) GEE (t CO2 eq./t) MAP, DAP, AP34,5 a 44,52,0 a 2,7 TSP-6,1 a 70,42 a 0,47

6 Energia e Gases de efeito Estufa março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo6 Processos conhecidos se s aproximam do limite termodinâmico Amônia: consumo de energia e tecnologia (IFA 2008)

7 Amônia: Evolução do consumo médio global março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo7 Apesar dos limites tecnológicos há potenciais de economia Energia e Gases de efeito Estufa Kongshaugh, 1998

8 março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo8 Energia e Gases de efeito Estufa Potencial global de redução (Sukalac (2005), modificado) GJ/ano% de hoje CO 2 eq./ano (tx10 6 ) % de hoje Média global há 30 anos BAT há 30 anos Média global hoje BAT hoje

9 março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo9 Energia e Gases de efeito Estufa Potencial de redução TSP, SSP (global) (Kongshaugh 1998) Produto Consumo específico (GJ/t P 2 O 5 ) Emissão específica (t CO 2 eq./t P 2 O 5 GlobalBATGlobalBAT TSP7,0- 6,10,466- 0,422 SSP3,2- 3,80,214- 0,257

10 Energia e Gases de efeito Estufa março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo10 Economia potenciais Potenciais existentes decorrem de: - inovações tecnológicas incrementais; -diversidade de incorporação das inovações; -variedade de idade e escalas de produção; -padrões gerenciais e condicionantes institucionais, econômicos e ambientais. Sukalac e Kongshaugh se referem a horizontes de 20 anos para realizar esse potencial em escala global, aproveitando principalmente os momentos de ampliação de escalas de produção.

11 Resíduos Sólidos: fosfogesso (UNEP 1998; IFA 1998) março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo11 Origem - resulta da acidulação da rocha fosfática por ácido sulfúrico; Geração média - 1,5 t/ t de rocha fosfática ou 5 t/t de P 2 O 5 - cerca de t/ano Principais contaminantes - Presentes na rocha de origem e/ou gerados no processo - As, Ni, Cd, Pb, Al, U, Ra, Th, F, ácido fosfórico, ácido sulfúrico.

12 Resíduos Sólidos: fosfogesso (UNEP 1998; IFA 1998) março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo12 Atenção na disposição - emissão de radônio; - teor de cádmio; - controle da percolação (acidez e concentração de contaminantes); - gestão dos fluxos de água; Cádmio ( 0 a 300 mg/kg de P2O5 na rocha) - parte é retida no fosfogesso e parte no ácido fosfórico; - contaminação e dispersão; - controle pelo teor de Cd no minério; - pesquisas para redução de Cd no ácido fosfórico; North Sea Declaration (1990, com metas para 2000: 500 mg/t ) U.S. Phopshogypsun Management Rules (1993)

13 Resíduos Sólidos: fosfogesso (UNEP 1998; IFA 1998) março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo13 Radônio - Níveis de radioatividade no fosfogesso são da magnitude dos observados nos fertilizantes ( MAZZILI, 2005 apud CANUT, 2006) - É um gás resultante do decaimento do Ra; - contaminação pela respiração (ambientes fechados; zonas de acúmulo; aglomerações); - riscos do Rn do fosfogesso (mais estudo e regulação consolidada); Regulação em pilhas –USEPA (CANUT, 2006) Usos para o fosfogesso - argamassas; - placas ou peças de gesso; - cimento; - material para estadas; - correção de solos;

14 Resíduos Sólidos: fosfogesso março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo14 Questões a serem enfrentadas: - produzir/consolidar diretrizes, cientificamente embasadas, para sua disposição, manipulação e utilização; - incrementar o desenvolvimento de inovações para agregar valor ao resíduo, e melhorar os processo que o originam; - enfrentar a questão de logística e preços para o fosfogesso diante do preço e disponibilidade do gesso minerado;

15 Resíduos Sólidos: demais resíduos tóxicos (UNEP 1998; IFA 1998) março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo15 Outros resíduos tóxicos - catalisadores (óxidos recicláveis de V, Cr, Zn, Fe, Ni, etc.); - cinzas ( produção de H 2 SO 4 ); - lamas de tratamento de gases; - poeiras de filtragem; - filtros usados Situação - Formas de tratamento e disposição conhecidos e regulamentados; - Boas práticas de gestão conhecidas;

16 Emissões Atmosféricas (UNEP 1998; IFA 1998) março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo16 Óxidos de enxofre e névoa ácida ( H 2 S, SO 2 e SO 3 ) - emitidos na produção do H 2 SO 4 e fertilizantes fosfatados; - tecnologias/procedimentos de controle conhecidos; - eficácia varia com idades instalações, adequação dos projetos e padrões de gestão das unidades. Compostos de flúor (SiF4 e HF) - gerados na produção do ácido fosfórico; - parte do flúor é recuperado como ácido fluorsilícico; - o restante se divide entre o ácido fosfórico, o fosfogesso e efluentes líquidos.

17 Emissões Atmosféricas (UNEP 1998; IFA 1998) março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo17 Óxidos de nitrogênio (N 2 O, NO X ) - N 2 O é GEE (6% das emissões antrópicas do gás); - Na produção do ácido nítrico: 1,2 a 10 kg/ t HNO 3 (100%); - técnica de abatimento mais conhecida (RCNS); - custos elevados, mais adequadas a instalações mais recentes; - Fosfértil: 2 plantas; 85% - NO X é precursor de ozônio e causador de chuva ácida; - na produção da amônia: 1 a 2 kg NO X / t N; - na produção de ácido nítrico: 6 a 9 kg NO X /t N; - técnicas de abatimento conhecidas (RCS ); - opção de abatimento: função das circunstâncias da planta;

18 Emissões Atmosféricas ((UNEP 1998; IFA 1998) março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo18 Radioatividade - Emissões radioativas dependem da origem do fosfato; - com a quebra do equilibrio quimico 86% do 238 U e 70% do 232 Th são carreados para acido fosfórico e 80% do 226 Ra para fosfogesso (CANUT, 2006); - Fosfatos e seus fertilizantes, fosfogesso e plantas de ácido fosfórico apresentam níveis de radioatividade normalmente abaixo dos valores limites internacionais prescritos pela EURATOM e não estão sujeitos a regulamentos específicos sobre radiação ;

19 Emissões Atmosféricas março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo19 Radioatividade (cont.) - O fosfogesso gerado no Brasil e sua rocha mãe apresentam níveis de radioatividade natural, abaixo do limite máximo fixado pela USEPA (JACOMINO, 2003; SILVA, 2001; FREITAS, 1992; MAZZILI et al, apud 2000 CANUT, 2006) - Rochas com elevado teor: monitorar pois pode haver concentração em partes da planta, ex. concentradores;

20 Emissões Atmosféricas março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo20 Radioatividade (cont.) - o gás radônio Rn é preocupação quando o fosfogesso se localiza próximo a concentrações humanas; - redução de U no ácido fosfórico: pesquisas. Poeiras - manipulação e transporte de matérias-primas e produtos; - processo de granulação; - na manipulação no campo; - práticas adequadas de gestão e controle.

21 Emissões Atmosféricas março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo21 Quanto a emissões atmosféricas: - De modo geral, o órgão ambiental tem padrões de emissão e controles para os diferentes processos; - as tecnologias de prevenção ou controle são conhecidas; - as substâncias radiativas ainda carecem, em âmbito industrial, de discussão mais transparente e embasada sobre regulamentação e normas.

22 Considerações finais março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo22 Quanto à etapa industrial, em geral: - O fosfogesso é o principal desafio ambiental, envolvendo as dimensões de regulamentação, inovação e mercado. - É razoável considerar que o setor venha a ser pressionado no tocante a redução de gases de efeito estufa ( 1,2% do global e 6 % N 2 O); - Há um potencial significativo de redução setorial de emissão e energia - em virtude da incorporação diferenciada de inovações e praticas gerenciais modernas - mas viabilizável a longo prazo;

23 Considerações finais (cont.) março 2010Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo23 Quanto a resíduos, energia e emissões (cont.): - Há potenciais significativos de redução na produção de fosfatados, mas de pequeno impacto setorial e global ( 92% N; 3,% P 2 O 5; 4,5% K 2 O); - Há necessidade de consolidar regulamentações; -A pró-atividade no campo ambiental é cada vez mais importante como responsabilidade setorial com a sustentabilidade, e pelo fato da componente ambiental se apresentar com ênfase crescente nas negociações comerciais internacionais.


Carregar ppt "Elvira Gabriela Dias Roberto D. Lajolo O meio ambiente e os fertilizantes fosfatados no Brasil."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google