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Profa. Aline Alves de Andrade. Pensar em currículo é pensar sobre o que trabalhar com os alunos e pensar em várias questões: Quem são os alunos? Como.

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1 Profa. Aline Alves de Andrade

2 Pensar em currículo é pensar sobre o que trabalhar com os alunos e pensar em várias questões: Quem são os alunos? Como eles aprendem? Como eles se desenvolvem? O que deve nortear as escolhas do professor? Qual é a Legislação? Qual é a Proposta Pedagógica? Quais as necessidades e interesses dos alunos? Quem será protagonista nesta construção?

3 Currículo é um percurso, um caminho a ser seguido, visando direcionar e organizar um trabalho educativo, considerando a função da instituição a qual se destina. Sendo um instrumento norteador, deve expressar sempre a filosofia da instituição. O currículo é um dos elementos da Proposta Pedagógica, devendo ser norteado pelos pressupostos que orientam essa proposta e se articular com os demais elementos nela definidos. As experiências selecionadas devem envolver tanto os conteúdos relativos aos diversos campos de conhecimento quanto os saberes relacionados aos valores, atitudes e procedimentos. Deve ser flexível, deixando sempre um espaço para o imprevisível.

4 O currículo deve estar de acordo com o Projeto Político Pedagógico, as Diretrizes Curriculares Nacionais e os Parâmetros Curriculares Nacionais, pois estes documentos são sugestivos e definem alguns objetivos e metas a serem alcançados no âmbito escolar em nível nacional. Não deve conter apenas os conteúdos a serem trabalhados, mas procurar promover a interdisciplinaridade e incluir ações que visem o desenvolvimento intelectual, social e afetivo dos estudantes, para que torne a relação teoria e prática mais eficiente e aumente a qualidade da educação oferecida.

5 O currículo, para alcançar seus objetivos, deve responder a três perguntas básicas: O que ensinar? Para quem ensinar? Como ensinar?

6 O currículo deve ser também funcional, natural, divertido e proposto para ocasionar o menor número de erros possível. FUNCIONAL – no sentido de ensinar habilidades que tenham função para a vida atual e futura. NATURAL – Está relacionado ao ato de ensinar. Diz respeito a situações de ensino: materiais, procedimentos e estratégias utilizados, bem como a escolha do local de ensino. DIVERTIDO – O ato de aprender e ensinar deve ser um prazer.

7 QUE OCASIONE O MENOR NÚMERO DE POSSÍVEL DE ERROS – O professor deve facilitar o processo de aprendizagem (planejar e acompanhar todo o processo, avaliando continuamente o mesmo).

8 Para que o currículo e o processo de ensino aprendizagem seja MAIS HUMANO podemos destacar alguns princípios: Conhecer o aluno. Tratar o aluno como pessoa. Considerar que o aluno tem direito, capacidade e necessidade de conviver em comunidade. Acreditar que todo aluno pode aprender. Planejar coerentemente com a realidade de cada aluno em particular. Conhecer o meio atual onde o aluno vive, com quem e como ele convive. Inserir a família no processo ensino aprendizagem. Promover ações de integração com a comunidade filosóficos norteadores.

9 O currículo funcional deve prever estratégias e procedimentos de ensino que facilitem a participação do educando em todas as etapas do seu desenvolvimento, dentro do contexto comunitário. O ponto de referência será sempre o ALUNO APROPRIADO A IDADE CRONOLÓGICA-(tratar acriança como criança, o adolescente como adolescente e o adulto como adulto). Para facilitar a generalização do educando, UTILIZAR VÁRIOS AMBIENTES. (ambientes naturais na escola e na comunidade). Quanto mais idade tem o aluno, menos tempo ele passa em sala de aula e na escola.

10 Explorar, conhecer, resolver problemas - estratégia de ensino. Priorizar interação entre alunos e outros membros da comunidade. Oferecer apoio, suporte e adaptações necessárias. O planejamento da classe, somente poderá ser elaborado depois que o professor conhecer seu aluno e ambiente familiar.

11 Filosofia subjacente. Finalidade. Objetivos da educação- escola. Conteúdos e atividades. Procedimentos e estratégias de ensino. Procedimentos para o planejamento e avaliação.

12 Finalidade: apresentação sistemática de conteúdos e atividades. Meta: desenvolvimento pleno do educando. Princípio: Considerar o potencial do aluno em todas dimensões e o meio onde vive.

13 Os objetivos só podem ser traçados após o conhecimento do aluno e do ambiente. Objetivos: FLEXÍVEIS – podem ser alterados sempre que necessário. INDIVIDUALIZADOS – devem atender as necessidades especificas do aluno. VOLTADOS PARA OS PONTOS FORTES do aluno. Enfatizar o que O ALUNO aprenderá. (Habilidades funcionais selecionadas) Voltado para as necessidades DO ALUNO.

14 Quem é o aluno? O que vai ser ensinado? Porque vai ser ensinado? Para que vai ser ensinado? Por quem vai ser ensinado? Quando vai ser ensinado? Onde vai ser ensinado? Como vai ser ensinado? Com que materiais este conteúdo vai ser ensinado? De que maneira vai ser avaliado o ensino?

15 Hoje sabemos que educação não é só escolaridade, no sentido de conteúdo puramente acadêmico e que todas as pessoas podem se beneficiar da educação sistemática e assistemática. O currículo, entretanto, abrange tudo o que ocorre na escola, as atividades programadas e desenvolvidas sob a sua responsabilidade e que envolvem a aprendizagem dos conteúdos escolares pelos alunos, na própria escola ou fora dela, e isso precisa ser muito bem pensado na hora de elaborar um projeto político-pedagógico.

16 Assim, é indispensável que a escola se reúna para discutir a concepção atual de currículo expressa tanto na LDB quanto nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os diferentes níveis de ensino e também nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). A legislação educacional brasileira, quanto à composição curricular, contempla dois eixos: Uma Base Nacional Comum, com a qual se garante uma unidade nacional, para que todos os alunos possam ter acesso aos conhecimentos mínimos necessários ao exercício da vida cidadã. A Base Nacional Comum é, portanto, uma dimensão obrigatória dos currículos nacionais e é definida pela União.

17 Uma Parte Diversificada do currículo, também obrigatória, que se compõe de conteúdos complementares, identificados na realidade regional e local, que devem ser escolhidos em cada sistema ou rede de ensino e em cada escola. Assim, a escola tem autonomia para incluir temas de seu interesse.

18 É através da construção da proposta pedagógica da escola que a Base Nacional Comum e a Parte Diversificada se integram. A composição curricular deve buscar a articulação entre os vários aspectos da vida cidadã (a saúde, a sexualidade, a vida familiar e social, o meio ambiente, o trabalho, a ciência e a tecnologia, a cultura, as linguagens) com as áreas de conhecimento (Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, Geografia, História, Língua Estrangeira, Educação Artística, Educação Física e Educação Religiosa).

19 Currículo Formal Currículo Real Currículo Oculto

20 O currículo formal é entendido como o conjunto de prescrições oriundas das diretrizes curriculares, produzidas tanto no âmbito nacional quanto nas secretarias e na própria escola e indicado nos documentos oficiais, nas propostas pedagógicas e nos regimentos escolares.

21 O currículo real é a transposição pragmática do currículo formal, é a interpretação que professores e alunos constroem, conjuntamente, no exercício cotidiano de enfrentamento das dificuldades, sejam conceituais, materiais, de relação entre professor e alunos e entre os alunos. São as sínteses construídas por professores e alunos, a partir dos elementos do currículo formal e das experiências pessoais de cada um.

22 O currículo oculto é aquele que escapa das prescrições, sejam elas originárias do currículo formal ou do real. Diz respeito àquelas aprendizagens que fogem ao controle da própria escola e do professor e passam quase despercebidas, mas que têm uma força formadora muito intensa. São as relações de poder entre grupos diferenciados dentro da escola que produzem aceitação ou rejeição de certos comportamentos, em prejuízo de outros, são os comportamentos de discriminação dissimulada das diferenças e, até mesmo, a existência de uma profecia auto-realizadora dos professores que classifica, de antemão, certos alunos como bons e outros como maus. O currículo oculto também vai se manifestar,entre outras formas, na maneira como os funcionários tratam os alunos e seus pais, no modo de organização das salas de aula, no tipo de cartaz pendurado nas paredes, nas condições de higiene e conservação dos sanitários, no próprio espaço físico da escola.

23 Os conteúdos identificados no projeto desenvolvido com seus alunos estão inseridos no currículo formal? Você consegue inferir quais foram os conceitos, atitudes e procedimentos desenvolvidos que não estavam previstos no currículo formal ou não foram explicitados no plano de aula elaborado? Estes conceitos, atitudes e procedimentos fazem parte do currículo? Que mensagens não explícitas a escola vem passando para seus alunos? Que conteúdos vêm privilegiando? Que currículo está sendo construído – o que enfatiza o sucesso escolar, ou o que, implicitamente, se conforma com o fracasso? Como o currículo é compreendido pelos educadores que constituem o coletivo da sua escola? Então, o que é currículo?


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