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Incêndio urbano Realizado por: Hélder Craveiro Tiago Marcelino.

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Apresentação em tema: "Incêndio urbano Realizado por: Hélder Craveiro Tiago Marcelino."— Transcrição da apresentação:

1 Incêndio urbano Realizado por: Hélder Craveiro Tiago Marcelino

2 Um idoso morreu este domingo queimado num incêndio no prédio número 63 da Rua Almeida e Sousa, no Bairro de Campo de Ourique em Lisboa Três mulheres ficaram hoje desalojadas devido a um incêndio que destruiu parcialmente uma casa em Coimbra, revelou fonte dos Bombeiros Sapadores. O fogo destruiu a cobertura, o sótão e pequenas partes do primeiro andar da casa Cinquenta pessoas foram evacuadas das suas habitações, na tarde desta sexta-feira 30 de março, na sequência do incêndio que deflagrou no centro histórico de Elvas Em 25 de Agosto de 1988, aconteceu um dos grandes incêndios em Lisboa na zona da Baixa. O fogo iniciou-se na Rua do Carmo e propagou-se à Rua Garrett…. Muito do comércio tradicional da zona desapareceu, como os Armazéns do Chiado, Jerónimo Martins, Eduardo Martins e outras pequenas lojas e escritórios, alguns já centenários. Dezoito edifícios do século XVIII ficaram completamente destruídos. Cerca de pessoas que aí trabalhavam, perderam os seus empregos… duas vítimas mortais e 73 pessoas ficaram feridas

3 Avaliação do risco Quantificação e qualificação da probabilidade de ocorrer um incêndio, através de métodos científicos, estatísticos, empíricos. Há muita investigação nesta área, mas os métodos existentes nem sempre são de fácil aplicação, ou então são muito simplistas e não conseguem representar adequadamente o mundo real;

4 Avaliação do risco Métodos existentes: – Avaliação do risco por Auditoria (empírico) – Método de Gretener: Foi desenvolvido pelo Engenheiro Max Gretener com a finalidade de obter um processo analítico para a quantificação do risco de incêndio de edifícios através de critérios uniformes e de harmonizar o processo de cálculo da tarifa de seguro de incêndio. – Árvore de Conceitos ou de Falhas (ex.: NFPA 550) – Prof. Robert W. Fitzgerald: O seu método permite identificar vulnerabilidades na propagação de um incêndio através de curvas probabilísticas. – ARICA (Análise ao Risco de Incêndio em Centros Urbanos Antigos -LC ) O seu método permite identificar vulnerabilidades na propagação de um incêndio através de curvas probabilísticas.

5 Avaliação do risco MARIE (Mod.Análise Risco Incêndio Edifícios) É constituído por diversos submodelos, que se articulam entre si, e permitirá, quando completamente desenvolvido, avaliar se as condições de segurança contra incêndios de que o edifício está dotado são suficientes, quer na perspetiva dos ocupantes quer na perspetiva do próprio edifício e do seu conteúdo. Essa avaliação é feita mediante a comparação entre o risco de incendio obtido pela aplicação do método e o risco máximo de incendio para esse mesmo edifício.

6 Avaliação do risco Factores de risco/vulnerabilidades: A vulnerabilidade dos Espaços Urbanos Históricos como exemplo o incêndio no Chiado cujos impactos de ordem material, cultural e perdas humanas foram marcantes. Pode-se apontar algumas características no que se refere às condições de segurança contra incêndios: – Os obstáculos da arquitetura representados no incêndio do Chiado pela obstrução parcial das ruas por plataformas de cimento, explanadas com bancos e floreiras decorrentes do processo de revitalização; – Grande tráfego nas ruas estreitas do Centro Histórico, dificultaram a movimentação e o acesso do Corpo de Bombeiros aos locais assim como a fuga das vítimas. – A elevada carga térmica acumulada nas edificações do Chiado em virtude da mudança de uso residencial para comércio, serviços, armazéns e pequenas fábricas; – Grande quantidade de material combustível existente nas lojas e galerias contribuíram para o aumento da temperatura no interior das edificações, ultrapassando a temperatura mínima de ignição da maioria dos materiais existentes; – O número reduzido de saídas aliado a poucas aberturas existentes para ventilação causaram o sufocamento pela fumo;

7 Avaliação do risco Estatísticas de incêndios em Portugal continental:

8 Gestão do risco 1.Prevenção primária: Educação de segurança: – Educação da população em geral, com especial destaque para os mais jovens; – Formação de dirigentes e técnicos com maior intervenção na área da SCI (segurança contra incêndios); Engenharia de segurança: – Estudo do risco de incêndio e das medidas preventivas e de intervenção mais adequadas; – Concepção de medidas de ordem técnica e organizacional a aplicar no projecto, construção e exploração de edifícios, instalações e equipamentos, materiais e produtos. Planeamento de segurança: – Planeamento prévio dos aspectos de organização de segurança e dos procedimentos para intervenção em caso de emergência. – Ponte entre as medidas de prevenção e as de intervenção. – Equacionado e elaborado em estreita colaboração com os diversos intervenientes (bombeiros, agentes de Protecção Civil, autoridades, empresas, particulares, etc.)

9 Gestão do risco Inspecção de segurança: – Compreende os mecanismos de controlo, inspecção e avaliação da aplicação das medidas de prevenção e protecção contra incêndio, garantindo a permanência da sua eficácia. – Iniciativa: do Estado; das entidades avaliadas; de entidades seguradoras. Investigação de incêndios: – Fundamental para a SCI o apuramento: das causas dos incêndios; da forma como evoluíram; das consequências – Um suporte estatístico coerente é fundamental para a implementação das medidas de prevenção e protecção contra o risco de incêndio.

10 Gestão do risco 2.Prevenção secundária: – Edifícios agrupados em função da sua ocupação: Edifícios de habitação; Estabelecimentos que recebem público; – De tipo administrativo; – Comerciais; – Hoteleiros; – De tipo Hospitalar; – Estabeleci/ restauração e bebidas; – Recintos espectáculos e divertimentos públicos – Recintos desportivos e de lazer – Escolares; – Gares e terminais de transporte; – Lares de 3ª idade, centros de dia, etc.; – Locais de culto religioso; – Museus e galerias de arte; – Bibliotecas e arquivos; – Estabelecimentos prisionais. Parques de estacionamento coberto; Estabelecimentos industriais;

11 Gestão do risco – Medidas segurança contra incêndios a implementar: Medidas passivas: – permanentemente presentes, por ex.referentes às disposições construtivas dos edifícios

12 Gestão do risco – Medidas segurança contra incêndios a implementar: Medidas activas: – destinadas a funcionar apenas em caso de incêndio, por ex. referentes a sistemas e equipamentos de detecção e combate a incêndios;

13 Gestão do risco As medidas de SCI podem ser de natureza Física e Humana. – Física – materiais e elementos de construção, meios de extinção, etc. – Humana – organização de segurança, plano de emergência, procedimentos de manutenção, etc.

14 Gestão do risco Entidades com responsabilidade na SCI: – Corpos de Bombeiros – têm por missão a protecção da vida e bens da população na sua AAP. – SNBPC – Promover o estudo, normalização e aplicação de técnicas adequadas de prevenção e socorro; Promover o levantamento, previsão e avaliação dos riscos colectivos de origem natural ou tecnológica, bem como a elaboração de regulamentos de segurança contra incêndios, emitir pareceres e exercer acção fiscalizadora nesse domínio. – Conselho Superior de Obras Públicas e Transportes (CSOPT) - A sua Subcomissão dos Regulamentos de SCI em Edifícios tem assumido um papel fundamental na elaboração de projectos da generalidade dos regulamentos de SCI. – Entidades licenciadoras – as entidades licenciadoras da actividade de construção ou desempenho de actividade, desempenham papel fundamental na área da SCI.

15 Gestão do risco Direcção Geral de Geologia e Energia – instalações de utilização de energia eléctrica e de gases combustíveis Direcção Geral de Turismo – estabelecimentos hoteleiros Direcção Geral da Empresa – estabelecimentos comerciais, de serviços e instalações industriais. Inspecção Geral das Actividades Culturais – recintos de espectáculos de natureza artística e de divertimentos públicos. – Instituto Português de Qualidade (IPQ) – Responsável pelo Sistema Nacional de Qualidade, no quadro do qual se insere a normalização de equipamentos e materiais (não existem em Portugal, laboratórios certificados para homologação de materiais, equipamentos e sistemas SCI.)

16 Gestão do risco – Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) – dispõe de Laboratório para qualificação de materiais sob o ponto de vista de reacção ao fogo; Colabora na elaboração de projectos dos regulamentos de SCI; Colabora nos estudos de comportamento ao fogo de materiais e elementos de construção – Entidades Seguradoras – Interessadas em definir critérios técnicos indicadores da forma como os riscos de incêndio estão cobertos, para assim estabelecerem o respectivo tarifário a aplicar aos seus clientes. – Outras entidades – Sem atribuições impostas pela legislação, na área da SCI, desenvolvem intervenção na área da investigação aplicada e da formação em segurança (ex: IST, UNL, UP, ENB, empresas privadas, etc.)

17 Gestão do risco 3.Acções de resposta imediata: – O combate aos incêndios, cabe ao Corpo de Bombeiros Voluntários, que em situações pontuais poderá recorrer à ajuda de outros Corpos de Bombeiros vizinhos. – A Policia de Segurança Pública, dará o seu apoio no respeitante a cortes de trânsito e balizamento da zona, facilitando o trabalho dos Bombeiros. – O Município, colocará à disposição do Comandante das Operações de Socorro dos Bombeiros os meios humanos e materiais que forem necessários. – O pessoal do piquete da EDP e da Companhia do Gás dará todo o apoio dentre da área das suas atribuições. – Assitência aos animais feridos.

18 Gestão do risco 4.Acções de recuperação: – Procura recolha e tratamento dos animais envolvidos no incêndio; – Alojamento em canis ou, se necessário, construção de abrigos temporários; – Identificação dos animais e tentativa de devolver aos proprietários; – Possível campanha de esterilização, vacinação e desparasitação destes animais; – Para os animais que não forem devolvidos devem ser realizadas campanhas de adopção, com divulgação no site da câmara municipal, entre outros;

19 Bibliografia f estrutura-que-dirige urbanas eira_-_artigo_1.pdf incendios


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