A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

RESPONSABILIDADE CIVIL 10 Sílvio de Salvo Venosa.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "RESPONSABILIDADE CIVIL 10 Sílvio de Salvo Venosa."— Transcrição da apresentação:

1 RESPONSABILIDADE CIVIL 10 Sílvio de Salvo Venosa

2 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV Dano emergente e lucro cessante. Perda da chance: – o dever de indenizar surge da repercussão patrimonial negativa material ou imaterial no acervo de bens ou patrimônio de quem reclama; – o art. 402 do Código Civil estabelece que as perdas e danos devidos ao credor abrangem, além do que ele efetivamente perdeu, o que razoavelmente deixou de lucrar;

3 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 3 3 – as perdas e danos como o dano emergente, ou seja, o que efetivamente a vítima perdeu; – o lucro cessante mensurado naquilo que razoavelmente a vítima deixou de ganhar, não abrangido na terminologia das perdas e danos; – a perda de chance considerada uma terceira modalidade entre o dano emergente e o lucro cessante;

4 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 4 4 – os danos patrimoniais, incluem a diminuição no patrimônio da vítima, como também o possível aumento patrimonial que teria havido se o evento não tivesse ocorrido; – o dano deve ser real, atual e certo, não sendo possível a indenização de dano hipotético ou incerto;

5 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 5 5 – um juízo de probabilidade na concessão do lucro cessante, espraiando na perda de chance ou de oportunidade; – a chance examinada no balanço das perspectivas contra e a favor da situação do ofendido; – a regra tradicional, presente na lei civil, de que a indenização se mede pelo dano e não pelo grau de culpa (art. 944, parágrafo único).

6 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV Danos materiais e danos imateriais. Danos morais. Dano moral à pessoa jurídica. Avaliação dos danos morais: – a ressarcibilidade do dano moral definitivamente admitida pelo texto expresso da Constituição de 1988 (art. 5 o, V e X); – os danos morais visa a indenização por ofensas aos direitos da personalidade;

7 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 7 7 – a indenização pelo dano exclusivamente moral não possui o acanhado aspecto de reparar unicamente o pretium doloris, mas busca restaurar a dignidade do ofendido; – todo dano que possa sofrer a pessoa jurídica terá um reflexo patrimonial, atingindo seu nome e tradição de mercado, ainda que este prejuízo seja indireto;

8 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 8 8 – a honra externa ou objetiva reflete-se na reputação, no renome e na imagem social, alcançando tanto a pessoa natural como a pessoa jurídica; – danos não patrimoniais, são aqueles cuja valoração não tem uma base de equivalência que caracteriza os danos patrimoniais;

9 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 9 9 – o dano moral caracterizado por um desconforto comportamental na pessoa, que extrapola os limites do aceitável; – o cunho compensatório da indenização por danos morais, somado ao aspecto punitivo;

10 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 10 – o Projeto de Lei n o 6.960/2002, acrescenta parágrafo ao art. 944: A reparação do dano moral deve constituir-se em compensação ao lesado e adequado desestímulo ao lesante; – as modalidades de indenização no Código de Defesa do Consumidor como exemplos do aspecto dissuasório ou pedagógico das indenizações por dano moral; – a condenação por dano imaterial incutindo no sentimento social o caráter de ilicitude em determinada conduta;

11 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 11 – a fixação de valor ao dano moral, baseia-se parâmetros apontados no Código Brasileiro de Telecomunicações (Lei n o 4.117/62) e da Lei de Imprensa (n o 2.250/69); – a cumulatividade dos danos morais com os danos materiais, admitido expressamente no Código de Defesa do Consumidor (art. 6 o, VI) e no entendimento consolidado da Súmula 37 do STJ.

12 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV Liquidação do dano. Pensão periódica e pagamento integral único: – as indenização por prestações periódicas ou firmadas para o futuro, devem ser protegidas pela correção monetária, para não tornar inócua a indenização; – o atual Código permite que a indenização por danos pessoais seja paga de uma só vez (art. 950, parágrafo único);

13 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 13 – a garantia do pagamento nas prestações periódicas, conforme art. 602 do CPC; – o § 3 o do art. 602 do CPC, permite que a prestação de alimentos seja alterada se ocorrer modificação nas condições econômicas.

14 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV Juros simples e juros compostos. Honorários: – nos casos de mero ilícito civil, os juros devem ser contados a partir do evento danoso (Súmula 54 do STJ); – o antigo art do Código de 1916, dispunha sobre os juros capitalizados permitidos como pena imposta ao autor da conduta ilícita:

15 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 15 Além dos juros ordinários, contados proporcionalmente ao valor do dano, e desde o tempo do crime, a satisfação compreende os juros compostos;

16 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 16 – a condenação aos honorários de advogado devem ser fixados nos termos do estatuto processual (art. 20, § 3 o ); – incluindo a indenização pensão, os honorários deverão incidir em porcentagem no tocante às parcelas vencidas, mais 12 prestações vincendas, por aplicação do art. 260 do CPC;

17 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 17 – o § 5 o do art. 20 do CPC, introduzido pela Lei n o 6.745, de , dispõe sobre as indenizações por ato ilícito contra a pessoa; – o entendimento de que esse dispositivo não se aplica às hipóteses de responsabilidade objetiva e culpa contratual (RT 545/264, 550/222).

18 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV Indenização em caso de homicídio: – as despesas de tratamento da vítima de ilícito, incluem tudo o que for comprovado no processo em matéria de gasto hospitalar, medicamentos, transportes para consulta e hospitais, tratamento psicológico etc.;

19 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 19 – nas despesas de funeral, incluem-se as de sepultura (danos emergentes); – as despesas de funeral não provadas são fixadas na jurisprudência em cinco salários mínimos, por se tratar de gasto inevitável e que afeta a todos indiscriminadamente;

20 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV Indenização na lesão corporal: – os arts e do Código de 1916 cuidavam da indenização nas hipóteses de lesão corporal, aduzindo que:

21 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 21 I) os danos emergentes deveriam ser ressarcidos até a convalescença: despesas com hospitalização, tratamento, medicamentos, próteses, transporte para consultas, contratação de enfermeiros ou fisioterapeutas etc.; II) quando a vítima sofresse ofensa em sua incolumidade física, deveria ser avaliado o grau de incapacidade que essa agressão ocasionou;

22 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 22 – ocorrendo agravamento das condições físicas da vítima, o exame complementar autorizará a majoração da pensão, exigindo-se reforço das garantias, na forma do art. 602 do CPC; – além do pagamento pelos danos emergentes e pelos lucros cessantes, o tribunal pode conceder quantia a título de reparação de danos morais pela lesão corporal (art. 129, § 5 o do Código Penal);

23 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 23 – quanto à deformidade ou aleijão em si, indeniza-se o pretium doloris, servindo, o valor pago de lenitivo mais adequado possível para diminuir o sofrimento da vítima; – o Código teve em mira ao determinar para o aleijão ou deformidade, o que entende por duplicação da multa penal (art. 951); – a contemplação legislativa do que a jurisprudência se encarregara de definir como prejuízo indenizável na lesão ou ofensa à saúde (art. 950).

24 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV Dano estético na mulher viúva ou solteira: – o dote determinado no art , § 2 o, do Código de 1916, para a situação especial de indenização por aleijão ou deformidade, à vítima que for mulher solteira ou viúva, ainda capaz de casar;

25 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 25 – o conceito da lei civil anterior ultrapassado, em face da Constituição de 1988, que proclamou a igualdade de direitos e obrigações entre homens e mulheres (art. 5 o, I); – a índole do dispositivo era de indenização por dano moral, sem prejuízo das demais verbas indenizatórias de índole material.

26 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV Legítima defesa do causador do dano: – se, no exercício da legítima defesa, ao agente causar dano a terceiro (aberratio ictus), que não é o responsável pela agressão injusta, permanece seu dever de reparar o dano; – no atual Código, aplicam-se os princípios gerais dessas justificativas, tal como descritos no art. 188.

27 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV Indenização por injúria, difamação e calúnia. Indenização por ofensa à liberdade pessoal: – a extrapatrimonialidade dos direitos da personalidade;

28 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 28 – quanto à injúria e calúnia, o art. 953 dispõe que o ressarcimento consistirá na reparação do dano, que se não puder ser provado, caberá ao juiz fixar, eqüitativamente o valor da indenização; – quanto à liberdade pessoal, aplica-se a disposição do art. 954 do presente Código, cabendo a este cumulação de danos materiais com os danos morais.

29 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV Responsabilidade por usurpação e esbulho: – no caso de usurpação ou esbulho, a indenização consiste em restituir a coisa, pagando pelas deteriorações ou o valor equivalente, se o bem não puder ser restituído (art. 952 do atual Código); – as ações possessórias, permitem que o pedido de reintegração ou manutenção de posse venham cumulados com o de indenização por perdas e danos;

30 10. DANO E REPARAÇÃO V. IV 30 – os lucros cessantes pelo desapossamento da coisa também podem ser estimados; – o art. 952, caput, do atual Código também dispõe que, além das deteriorações no caso de usurpação ou esbulho, o ofensor pagará o devido a título de lucros cessantes.


Carregar ppt "RESPONSABILIDADE CIVIL 10 Sílvio de Salvo Venosa."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google