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C ONCORRÊNCIA NA P RESTAÇÃO DE S ERVIÇOS MBA – S ERVIÇOS DE T ELECOMUNICAÇÕES E SPECIALIZAÇÃO EM C OMUNICAÇÕES M ÓVEIS U NIVERSIDADE F EDERAL F LUMINENSE.

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1 C ONCORRÊNCIA NA P RESTAÇÃO DE S ERVIÇOS MBA – S ERVIÇOS DE T ELECOMUNICAÇÕES E SPECIALIZAÇÃO EM C OMUNICAÇÕES M ÓVEIS U NIVERSIDADE F EDERAL F LUMINENSE

2 LUIZ FERNANDO TABOADA E NGENHEIRO E LETRÔNICO PELA U NIVERSIDADE F EDERAL DO R IO DE J ANEIRO (UFRJ). E SPECIALISTA NAS ÁREAS DE REGULAMENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS E SERVIÇOS, TENDO TRABALHADO NA C ETEL, T ELERJ E E MBRATEL, OCUPANDO DIVERSOS CARGOS GERENCIAIS E EXECUTIVOS. P ROFESSOR DO C URSO DE GRADUAÇÃO DE E NGENHARIA DE T ELECOMUNICAÇÕES DA U NIVERSIDADE F EDERAL F LUMINENSE (UFF), COM P ÓS -G RADUAÇÃO EM F ORMAÇÃO H OLÍSTICA DE B ASE PELA U NIPAZ. C OORDENADOR, DA G RADUAÇÃO DO C URSO DE E NGENHARIA DE T ELECOMUNICAÇÕES DA UFF, DA P ÓS - GRADUAÇÃO L ATO SENSU DOS C URSOS MBA – S ERVIÇOS DE T ELECOMUNICAÇÕES, E SPECIALIZAÇÃO EM C OMUNICAÇÕES M ÓVEIS E MBA EM TV D IGITAL, R ADIODIFUSÃO & N OVAS M ÍDIAS DE C OMUNICAÇÃO E LETRÔNICA DA UFF. D OUTORANDO EM C IÊNCIAS E CONÔMICAS PELA U NIVERSIDADE N ACIONAL DE L A M ATANZA DA A RGENTINA. C ONTATOS : TABOADA. TERRA. COM. BR T ELEFONES : CONCORRÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Currículo

3 Agenda CONCORRÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS P ARTE I - C ONCEITOS B ÁSICOS P ARTE II - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE T ELEFONIA F IXA P ARTE III - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL P ESSOAL P ARTE IV - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE F IXA P ARTE V - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE M ÓVEL P ARTE VI - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE C OMUNICAÇÃO M ULTIMÍDIA P ARTE VII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL E SPECIALIZADO P ARTE VIII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE TV POR A SSINATURA P ARTE IX - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE R ADIODIFUSÃO P ARTE X - G RUPOS E MPRESARIAIS

4 CONCEITOS BÁSICOS Competitividade ESTABELECER ESTRATÉGIAS QUE NEUTRALIZEM OU MINIMIZEM AS AÇÕES DA CONCORRÊNCIA ESTUDO E ANÁLISE DA COMPETITIVIDADE

5 O Ambiente Competitivo e a Empresa COMITÊ EXECUTIVO GERÊNCIA DE SERVIÇOS DESENVOLVIMENTO DE SERVIÇOS ENGENHARIA PLANEJAMENTO VENDAS PREÇO EMPRESA FORNECEDORES PARCEIROS MERCADO LEGISLAÇÃO CONCORRÊNCIA CONCEITOS BÁSICOS

6 Obtenção e Geração de Informações CONCEITOS BÁSICOS SELEÇÃO DAS FONTES INVESTIGAÇÃO COLETA DE DADOS ANÁLISE GERAÇÃO DE INFORMAÇÃO DIVULGAÇÃO

7 CONCEITOS BÁSICOS I NFORMAÇÕES Concorrência INFORMAÇÕES BÁSICAS R AZÃO S OCIAL. F ATURAMENTO /R ECEITA. M ARKET -S HARE. INFORMAÇÕES MERCADOLÓGICAS C ARACTERÍSTICAS /F ACILIDADES. B ENEFÍCIOS /A PLICAÇÕES. P ONTOS F ORTES /P ONTOS F RACOS. PREÇOS P REÇO B ÁSICO. P OLÍTICA DE D ESCONTOS. C ONDIÇÕES C OMERCIAIS. F ORMA DE P AGAMENTO. R EAJUSTE PRAÇA A BRANGÊNCIA G EOGRÁFICA DE V ENDA E A SSISTÊNCIA T ÉCNICA. L OGÍSTICA.

8 CONCEITOS BÁSICOS I NFORMAÇÕES Concorrência PROMOÇÃO D IVULGAÇÃO. V ENDAS. E STRATÉGIAS C OMERCIAIS. T ÁTICAS C OMERCIAIS /M ETODOLOGIA DA A BORDAGEM. MERCADO (L ADO DO C ONCORRENTE ) Q UEM SÃO. O NDE ESTÃO. V ANTAGEM C OMPETITIVA. O PORTUNIDADES. A MEAÇAS. MERCADO (L ADO DO C ONSUMIDOR ) M OTIVAÇÃO DE C OMPRA. I NFLUÊNCIAS PARA A C OMPRA. M ÉTODO DE ANÁLISE PARA A C OMPRA.

9 CONCEITOS BÁSICOS Concorrência H ISTÓRICO /O RGANIZAÇÃO. O RGANOGRAMA. C LIENTES. S ERVIÇOS. I NVESTIMENTOS. T ECNOLOGIA. C OMPOSIÇÃO A CIONÁRIA. A NÁLISE SWOT. C ONDIÇÕES C OMERCIAIS. N ICHOS DE M ERCADO. E STRATÉGIAS DE P RODUTO. E STRATÉGIA C ORPORATIVA. P ARCERIAS E F ORNECEDORES. C ANAIS DE V ENDAS. I NDICADORES F INANCEIROS. OI T ELEFÔNICA /V IVO E MBRATEL /C LARO TIM/I NTELIG GVT Concorrentes A NÁLISE COMPARATIVA DOS SERVIÇOS T ECNOLOGIAS C LIENTES E CONCORRÊNCIAS

10 CONCEITOS BÁSICOS M ERCADO B RASIL Barreiras de Entrada C ONDIÇÕES NECESSÁRIAS IMPOSTAS PELOS CLIENTES PARA A ENTRADA DE NOVOS CONCORRENTES : E MPRESAS COM RECONHECIMENTO INTERNACIONAL. E MPRESAS COM CAPACIDADE DE OFERTA DE SOLUÇÕES GLOBAIS. E MPRESAS COM CAPITAL DE INVESTIMENTO ABUNDANTE. N ECESSIDADE DE ALTOS INVESTIMENTOS EM BACKBONES. N ECESSIDADE DE NEGOCIAÇÕES PARA AUMENTAR OS PONTOS DE PRESENÇA. P ODER DE BARGANHA DOS CLIENTES, O QUE PODE OCASIONAR UMA GUERRA DE PREÇOS PARA PRODUTOS COMMODITIES. N ECESSIDADE DE CRIAÇÃO DE PORTFÓLIOS DE PRODUTOS DIFERENCIADOS POR REGIÕES.

11 CONCEITOS BÁSICOS M ERCADO B RASIL Barreiras de Entrada D IFICULDADES DE OBTER FINANCIAMENTO DE LONGO PRAZO NO EXTERIOR. O INVESTIMENTO PODE NÃO SER REMUNERADO DEVIDO À OBSOLESCÊNCIA RÁPIDA DA TECNOLOGIA E DA BAIXA ESCALA.

12 CONCEITOS BÁSICOS O S 4 P´ S E M C C ARTHY Marketing É A ARTE DA SATISFAÇÃO DAS NECESSIDADES E DESEJOS DO CONSUMIDOR EM UM PROCESSO CONTÍNUO DE TROCA. PRODUTO M ARCA G ARANTIAS SLA S ERVIÇOS P RAZOS PREÇO P REÇO B ÁSICO D ESCONTOS DE Q UANTIDADE D ESCONTOS P ROMOCIONAIS D ESCONTOS C OMERCIAIS PRAÇA P ONTOS DE V ENDA PROMOÇÃO P UBLICIDADE P ROPAGANDA P ROMOÇÃO DE V ENDAS V ENDA P ESSOAL T ELEMARKETING

13 CONCEITOS BÁSICOS F ATORES C RÍTICOS DE S UCESSO Mercado Corporativo e Consumidor G ERENCIAMENTO ADEQUADO DO RELACIONAMENTO COM OUTRAS EMPRESAS DE TELECOMUNICAÇÕES PARA FACILITAR O ACESSO ÀS REDES, PARCERIAS E ALIANÇAS. A GILIDADE NA ATIVAÇÃO DO SERVIÇO. M ANUTENÇÃO E RECUPERAÇÃO RÁPIDAS. S ERVIÇO DE PÓS - VENDA BEM ESTRUTURADO. D IFERENCIAÇÃO DO PRODUTO COM ACRÉSCIMO DE SERVIÇOS AGREGADOS. A GRESSIVIDADE, FLEXIBILIDADE E AGILIDADE EM M ARKETING E V ENDAS PARA CONTRA - ATACAR A CONCORRÊNCIA. C ONVERGÊNCIA DE SERVIÇOS.

14 CONCEITOS BÁSICOS F ATORES C RÍTICOS DE S UCESSO Mercado Corporativo e Consumidor E NTENDIMENTO DAS NECESSIDADES DOS CLIENTES COMO O PONTO DE PARTIDA PARA ESTRUTURAR AS OFERTAS DE PRODUTOS. C APACIDADE DE DAR RÁPIDO FEEDBACK AO CLIENTE ( EM RELAÇÃO AOS PROBLEMAS E RECLAMAÇÕES DOS CLIENTES ). C APACIDADE DE REAÇÃO ÀS RÁPIDAS MUDANÇAS DO MERCADO. P ARCERIAS PARA AGILIZAR O LANÇAMENTO DE PRODUTOS.

15 CONCEITOS BÁSICOS F ATORES C RÍTICOS DE S UCESSO Mercado Corporativo I NVESTIMENTO CONTÍNUO EM EQUIPAMENTOS E INFRA - ESTRUTURA DA REDE. G ARANTIA DE SEGURANÇA DO SISTEMA. C APACIDADE DE OFERECER INTEGRAÇÃO DE VOZ, DADOS E IMAGEM. E XISTÊNCIA DE C USTOMER C ARE PRÓ - ATIVO, QUE IDENTIFIQUE NOVOS PROBLEMAS E SOLUÇÕES. A TUALIZAÇÃO E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. F ORÇA DE VENDAS COM CONHECIMENTO DOS NEGÓCIOS E SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES, BEM COMO DAS NECESSIDADES DO CLIENTE, APTA A OFERECER AS SOLUÇÕES MAIS ADEQUADAS. O NE - STOP - SHOPPING.

16 CONCEITOS BÁSICOS F ATORES C RÍTICOS DE S UCESSO Mercado Consumidor C APILARIDADE DA REDE. T EMPO DE RECUPERAÇÃO E INSTALAÇÃO REDUZIDOS. S ISTEMA DE BILLING SIMPLES E EFICAZ, CRM, ETC. O FERTA DE PRODUTOS ESPECÍFICOS PARA A FAMÍLIA OU PARA SMALL OFFICE. M ARCA CONFIÁVEL E QUE EXPRESSE ATRIBUTOS DE QUALIDADE E BOM ATENDIMENTO. C ONSCIÊNCIA DE MARCA DOS PRODUTOS COMMODITIES. F ORMAS DE PAGAMENTO E DESCONTOS ALTERNATIVOS ( EXEMPLO : BASEADOS EM PROGRAMAS DE FIDELIDADE ). P ONTOS DE VENDA ACESSÍVEIS : I NTERNET, T ELEMARKETING A TIVO. C ENTRAL DE A TENDIMENTO ÁGIL E ACESSÍVEL.

17 CONCEITOS BÁSICOS Indústria de Telecomunicações REGIME DE INCERTEZAS T ECNOLÓGICO ( DIGITAL ) E CONÔMICO ( ORIENTADO A SERVIÇO ) I NSTITUCIONAL ( CONCORRÊNCIA ) REGIME DE ESTABILIDADE T ECNOLÓGICO ( ELETROMECÂNICO ) E CONÔMICO ( MONOPRODUTO ) I NSTITUCIONAL ( MONOPÓLIO ) C ONVERGÊNCIA E C ONSOLIDAÇÕES R OMPIMENTO DA B OLHA DE C RESCIMENTO A I NTERNET SE TORNA COMERCIAL E EXPLODE A H IPERCOMMUNICATIONS. O SURGIMENTO DA TVD E A MULTIPLICAÇÃO DO CELULAR. N ASCE O PRIMEIRO PADRÃO MODERNO DE COMUNICAÇÃO CELULAR, O AMPS. Q UEBRA DO M ONOPÓLIO DA AT&T N ASCE A A RPANET. I NVENTADA A COMUNICAÇÃO CELULAR S ÉCULO R ETRASADO Nasce a Indústria de Telecom. com o Telégrafo e a Telefonia A INDÚSTRIA SE CONSOLIDA COM A TECNOLOGIA DE TRANSMISSÃO SEM FIO, NASCE O RÁDIO M ODERNIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE TRANSMISSÃO. A PARECEM O FM E A TV A PARECEM O 1 º C OMPUTADOR, O T RANSISTOR E O PCM A INDÚSTRIA DE SEMICONDUTORES SE CONSOLIDA, SURGE O 1 º CI E O PRIMEIRO COMPUTADOR COMERCIAL A INDÚSTRIA DE MAINFRAMES SE CONSOLIDA. S URGEM OS PRIMEIROS PROJETOS DE REDES DE COMPUTADORES. S URGE O SERVIÇO 0800

18 CONCEITOS BÁSICOS Agentes Transformadores - Telecom DIGITALIZAÇÃO I NÍCIO : A NOS 70. C ONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA, FUNCIONAL E ORGANIZACIONAL ENTRE OS SETORES DE TELECOM. E DE INFORMÁTICA. M UDANÇA DO PARADIGMA H ARDWARE PARA O S OFTWARE. P ADRONIZAÇÃO. H OMOGENEIZAÇÃO DA R EDE. P ROCESSAMENTO NO T ERMINAL. G ANHO DE E SCALA. U MA REDE PARA CADA SERVIÇO PARA UMA REDE MULTISSERVIÇOS. S ERVIÇOS CUSTOMIZÁVEIS MAIS ADERENTES A REALIDADE. M UDANÇA DO PARADIGMA REGULADO PELA OFERTA PARA PELA NECESSIDADE ( MERCADO ). COMPETIÇÃO I NÍCIO : A NOS 80. M UDANÇA DO PARADIGMA DE S ERVIÇO -P RODUTO PARA S ERVIÇO ORIENTADO AO M ERCADO. D EMANDA DADA PELAS PREMISSAS DE MERCADO E NÃO PELA OFERTA. C USTOMIZAÇÃO AO INVÉS DO MESMO FORMATO. C ICLO DE VIDA MAIS RÁPIDO P RESSÃO PARA REDUÇÃO DE PREÇOS. INTERNET I NÍCIO : A NOS 90. V IABILIZAÇÃO DAS COMUNICAÇÕES GLOBAIS. R ESPONSÁVEL PELA CRIAÇÃO DE NOVOS SERVIÇOS E MERCADOS. P RINCIPAL AGENTE DE INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS, COM PRODUTOS SUBSTITUTOS AOS TRADICIONAIS. R ESPONSÁVEL PELA DESTRUIÇÃO DO VALOR DO SERVIÇOS TRADICIONAIS POR UMA NOVA FILOSOFIA DE MODELO DE NEGÓCIO. H OMOGENEIZAÇÃO DAS REDES.

19 CONCEITOS BÁSICOS Planejamento Estratégico Questões Estratégicas Análise Exógena Análise Endógena Grandes Balizadores Decisões Estratégicas Fatos invariantes, Tendências, Fatos de Futuro, Cenários, Oportunidades e Ameaças Forças e Fraquezas, Cadeia de Valor, Competências essenciais, infra-estrutura, Produtos Missão, Visão, Valores da Empresa, Visão do Corpo Executivo Plano Estratégico Análise da Concorrência Análise SWOT Análise de Riscos Orientações Estratégicas Planejamento de LP Planejamento Tático Planejamento Operacional Análise de Cenários

20 CONCEITOS BÁSICOS P RINCIPAIS R ESULTADOS Análise Exógena C ONSISTE NA AVALIAÇÃO DO AMBIENTE EXTERIOR À EMPRESA. FATOS INVARIANTES: V ARIÁVEIS MACRO - ECONÔMICAS RELACIONADAS DIRETAMENTE OU INDIRETAMENTE COM O OBJETO DO P LANO E STRATÉGICO, QUE NÃO SE ALTERAM AO LONGO DO TEMPO. E X : CRESCIMENTO POPULACIONAL. TENDÊNCIAS: S ÃO VARIÁVEIS MACRO - ECONÔMICAS CUJO COMPORTAMENTO NO TEMPO É CONSTANTE, E INFLUENCIAM DE MANEIRA DIRETA OU INDIRETA O OBJETO DE ANÁLISE DO P LANO E STRATÉGICO. FATOS DO FUTURO: V ARIÁVEIS QUE PODEM INFLUENCIAR OU NÃO O OBJETO DE ANÁLISE DO P LANO E STRATÉGICO. CENÁRIOS: O BTIDOS DOS RESULTADOS ANTERIORES E CONSTITUEM NUM CONJUNTO DE ESTADOS ONDE AS VARÁVEIS MACRO - ECONÔMICAS MAIS RELEVANTES PODEM ASSUMIR, HIPÓTESES E TRAJETÓRIAS, DADA A SITUAÇÃO ATUAL, LEVAM A ESTES ESTADOS. P ARA EFEITO DE MINIMIZAÇÃO DE COMPLEXIDADE DO P LANO, TIPICAMENTE SÃO CONSIDERADOS APENAS TRÊS : OTIMISTA, MEDIANO E PESSIMISTA. OPORTUNIDADES E AMEAÇAS: S ÃO INERENTES A CADA CENÁRIO E RESULTANTES DE SUA ANÁLISE E AVALIAÇÃO. C ONSTITUEM EM UMA AVALIAÇÃO DO NEGÓCIO, UTILIZANDO A QUESTÃO ESTRATÉGICA.

21 CONCEITOS BÁSICOS P RINCIPAIS R ESULTADOS Análise Endógena C ONSISTE NA AVALIAÇÃO DO AMBIENTE INTERIOR À EMPRESA. FORÇAS E FRAQUEZAS: S ÃO AVALIAÇÕES RELATIVAS OU ABSOLUTAS DAS VANTAGENS OU DESVANTAGENS COMPETITIVAS DA EMPRESA ASSOCIADAS DIRETA OU INDIRETAMENTE À QUESTÃO ESTRATÉGICA. CADEIA DE VALOR: A SSOCIADO AO PROCESSO PRODUTIVO DA EMPRESA, É CARACTERIZADA PELAS PRINCIPAIS FASES DO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DE VALOR DOS PRODUTOS E SERVIÇOS DESTA EMPRESA, INDICANDO OS PRINCIPAIS FORNECEDORES E CLIENTES. COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS: S ÃO DIFERENCIAIS COMPETITIVOS ASSOCIADOS À MISSÃO E AOS VALORES DA EMPRESA. GRANDES BALIZADORES: P RINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA, RESPONSÁVEL PELA DEFINIÇÃO DA PERSONALIDADE DA EMPRESA.

22 CONCEITOS BÁSICOS Ameaças e Oportunidades OPORTUNIDADE Situação Favorável + Pontos Fortes AMEAÇA Situação Desfavorável + Pontos Fracos

23 CONCEITOS BÁSICOS Ameaças e Oportunidades OPORTUNIDADES AMEAÇAS OTIMISTAMEDIANOPESSIMISTA

24 CONCEITOS BÁSICOS Forças que Governam a Competição O Setor competindo por uma posição entre os concorrentes Poder de barganha dos fornecedores Ameaça de Entrada Ameaças de Produtos Substitutos Poder de barganha dos clientes A MEAÇA DE E NTRADA É CONCEBIDO COMO A POSSIBILIDADE DE INGRESSO NO SETOR DE UM NOVO CONCORRENTE. A AGRESSIVIDADE DE UM NOVO ENTRANTE DEPENDE BASICAMENTE DA BARREIRA DE ENTRADA, QUE PODE SER E CONOMIA DE E SCALA, D IFERENCIAÇÃO DE P RODUTO, N ECESSIDADE DE C APITAL, D ESVANTAGENS DE C USTO I NDEPENDENTE DO P ORTE, A CESSO A CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO E P OLÍTICA G OVERNAMENTAL. F ORNECEDORES P ODEROSOS E XERCE SEU PODER DE BARGANHA PARA DEFINIÇÃO DE PREÇOS, REDUÇÃO DA QUALIDADE DAS MERCADORIAS E SERVIÇOS ADQUIRIDOS. O FORNECEDOR É PODEROSO SE : PERTENCE A UM OLIGOPÓLIO OU MONOPÓLIO, SEU PRODUTO FOR PECULIAR, SE IMPUSER AMEAÇA DE INGRESSAR NO SETOR DA INDÚSTRIA, SE O SETOR NÃO REPRESENTA INTERESSE PELO FORNECEDOR. C LIENTES P ODEROSOS O CLIENTE É PODEROSO SE : REPRESENTAR UM GRANDE CLIENTE, SE OS PRODUTOS DO SETOR FOREM HOMOGENEIZADOS, O PRODUTO DO SETOR NÃO REPRESENTAR ECONOMIA PARA O COMPRADOR, OBTIVER LUCROS BAIXOS, A QUALIDADE DO PRODUTO FOR DE POUCA IMPORTÂNCIA. P RODUTOS S UBSTITUTOS O S PRODUTOS SUBSTITUTOS PODEM SER DEFINIDOS COMO ALTERNATIVAS AOS PRODUTOS JÁ EXISTENTES EM FUNÇÃO DO CICLO DE VIDA EM DECLÍNIO, CARACTERIZADOS PRINCIPALMENTE POR : PERDA DE MS, INTRODUÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE PRODUÇÃO COMO NA DEFINIÇÃO DO PRODUTO.

25 D EFINIÇÕES Convergência O PRINCIPAL INTUITO DA CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA É FORNECER AO USUÁRIO ACESSO A SUAS INFORMAÇÕES E APLICAÇÕES EM QUALQUER LUGAR, DE QUALQUER REDE, POR QUALQUER CANAL DE COMUNICAÇÃO, ATRAVÉS DE UMA INTERFACE HOMEM MÁQUINA COERENTE ( ÚNICA ), COM QUALIDADE ADEQUADA E DE FORMA TRANSPARENTE, OU SEJA, TUDO QUE A SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO ATUAL NECESSITA. A CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA ALIA AS MAIS AVANÇADAS TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS COMPUTACIONAIS DISTRIBUÍDOS COM SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES. O RESULTADO É A INTEGRAÇÃO DE VÍDEO, DADOS, VOZ, IMAGEM DE FORMA ÚNICA E TRANSPARENTE AO USUÁRIO. CONCEITOS BÁSICOS

26 D EFINIÇÕES Convergência E STE CONCEITO EXIGE CAPACIDADE DE : M OBILIDADE. P ORTABILIDADE DE APLICAÇÕES. P ORTABILIDADE DE CONTEÚDO. I NTERCONECTIVIDADE. I NTEROPERABILIDADE ENTRE PLATAFORMAS. I NTEROPERABILIDADE ENTRE OPERADORES. CONCEITOS BÁSICOS

27 D EFINIÇÕES Convergência Q UALQUER APLICAÇÃO DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO QUE SE POSSA IMAGINAR, COMO POR EXEMPLO : TV DIGITAL, I NTERNET MÓVEL, VÍDEO CONFERÊNCIA, TELEFONIA FIXA OU MÓVEL, DIFUSÃO INTERATIVA DE CONTEÚDO, ETC, OU SEJA, TECNOLOGIAS QUE ENVOLVAM SETORES DE TELECOMUNICAÇÕES, MEIOS DE COMUNICAÇÃO E TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO CONSTITUEM ELEMENTOS QUE SUPORTAM A CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA. CONCEITOS BÁSICOS

28 D EFINIÇÕES Convergência C ONVERGÊNCIA DE R EDES : UMA MESMA REDE SUPORTA SERVIÇOS DISTINTOS. C OMO POR EXEMPLO : REDE DE VOZ E DADOS. C ONVERGÊNCIA DE S ERVIÇOS : UM MESMO SERVIÇO ADAPTA - SE A DIFERENTES MEIOS. C OMO POR EXEMPLO : TELEFONIA FIXA, CELULAR, TV A CABO E I NTERNET. C ONVERGÊNCIA DE T ERMINAIS : UM MESMO TERMINAL FORNECENDO ACESSO A DISTINTAS REDES E SERVIÇOS. C OMO POR EXEMPLO : PC E TERMINAL MÓVEL. CONCEITOS BÁSICOS

29 Movimentos

30 CONCEITOS BÁSICOS Distribuição de Conteúdo

31 CONCEITOS BÁSICOS Distribuição de Conteúdo Á UDIO V ÍDEO T EXTOS F OTOS D ATACASTING DE UMA F ORMA G ERAL CONTEÚDOS V IA S ATÉLITE V IA F IBRA Ó PTICA V IA R ÁDIO V IA C ABO C OAXIAL V IA P AR M ETÁLICO V IA R EDES M ÓVEIS V IA R EDES F IXAS Fixos Móveis Portáteis TVs de Bolso Smartphones Pen TV Móveis Veiculares Móveis Portáteis Game Players iPADs Netbooks Notebooks ACESSOSTERMINAIS

32 CONCEITOS BÁSICOS Distribuição de Conteúdo C ELULAR N ÃO CELULAR M ÓVEIS P ORTÁTEIS M ÓVEIS V EICULARES G RATUITO P AGO T RANSPORTÁVEIS P ORTADORA Ú NICA M ULTIPORTADORAS C OM FIO S EM FIO IP N ÃO IP F IXOS Á UDIO V ÍDEO T EXTOS F OTOS D ATACASTING DE UMA F ORMA G ERAL ACESSOSTERMINAIS CONTEÚDOS

33 Agenda CONCORRÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS P ARTE I - C ONCEITOS B ÁSICOS P ARTE II - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE T ELEFONIA F IXA P ARTE III - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL P ESSOAL P ARTE IV - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE F IXA P ARTE V - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE M ÓVEL P ARTE VI - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE C OMUNICAÇÃO M ULTIMÍDIA P ARTE VII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL E SPECIALIZADO P ARTE VIII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE TV POR A SSINATURA P ARTE IX - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE R ADIODIFUSÃO P ARTE X - G RUPOS E MPRESARIAIS

34 Evolução de Linhas em Funcionamento e Taxa de Penetração T OTAL DE X 10 3 – 2011 T OTAL DE X 10 3 – 2011 MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ITU E ANATEL

35 Evolução da Taxa de Penetração no Brasil e no Mundo MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ITU E ANATEL %

36 Players do Mercado até 2002 MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO T ELEMAR R EGIÃO I T ELEFÔNICA R EGIÃO III B RASIL T ELECOM R EGIÃO II E MBRATEL R EGIÃO IV DOMINANTES NOVOS ENTRANTES V ÉSPER R EGIÃO I V ESPER R EGIÃO III GVT R EGIÃO II I NTELIG R EGIÃO IV

37 Comportamento do Mercado Local – Brasil A DIÇÕES L ÍQUIDAS DE L INHAS F IXAS EM F UNCIONAMENTO NO B RASIL X 10 3 MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : PRESTADORAS

38 Comportamento do Mercado Local – Brasil BRASIL 2005 – S ERVIÇO L OCAL – A CESSOS EM F UNCIONAMENTO (M ARKET -S HARE ) C ONCESSIONÁRIA A UTORIZATÁRIAS REGIÃO III C ONCESSIONÁRIA A UTORIZATÁRIAS REGIÃO II C ONCESSIONÁRIA A UTORIZATÁRIAS REGIÃO I TOTAL DE 39,8 MILHÕES DE LINHAS EM FUNCIONAMENTO MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

39 Comportamento do Mercado Local – Brasil BRASIL 2011 – S ERVIÇO L OCAL – A CESSOS EM F UNCIONAMENTO - 42,9 X 10 6 C ONCESSIONÁRIA A UTORIZATÁRIAS REGIÃO III C ONCESSIONÁRIA A UTORIZATÁRIAS REGIÃO II C ONCESSIONÁRIA A UTORIZATÁRIAS REGIÃO I TOTAL DE 42,5 MILHÕES DE LINHAS EM FUNCIONAMENTO MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

40 Dados de Planta - OI MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL – T OTAL DE 42,9 MILHÕES DE LINHAS EM FUNCIONAMENTO A CESSOS T ELEFÔNICOS I NSTALADOS A CESSOS T ELEFÔNICOS EM F UNCIONAMENTO V ALORES X 10 6

41 OI Comentários - OI C RESCIMENTO DA OFERTA DO SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO PERÍODO DA PÓS - PRIVATIZAÇÃO ( DA ORDEM DE 80%), MUITO POR CONTA DA ANTECIPAÇÃO DAS METAS DE UNIVERSALIZAÇÃO DO ANO DE 2003 PARA O ANO DE E STAGNAÇÃO DO MERCADO NOS ANOS SUBSEQUENTES QUE FEZ A OPÇÃO PELO SERVIÇO MÓVEL CELULAR ( MELHOR PROPOSTA DE VALOR ). A QUISIÇÃO DA B RASIL T ELECOM NO FINAL DE 2008 FEZ COM QUE A PLANTA DE TELEFONIA FIXA DA OI PASSASSE A SER A MAIOR DO B RASIL. D ECLÍNIO ACENTUADO NA QUANTIDADE DE TERMINAIS TELEFÔNICOS EM FUNCIONAMENTO COM A PERDA DE DOIS MILHÕES E QUATROCENTOS MIL TERMINAIS NA TELEFONIA FIXA AO LONGO DO ANO DE 2010/2011. ARPU DE R$ 50,1 NA TELEFONIA FIXA. P ERDA DE M ARKET -S HARE EM TODOS OS MERCADOS ESPECIALMENTE NO SERVIÇO FIXO. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

42 Dados de Planta - Telefonica MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL – T OTAL DE 42,9 MILHÕES DE LINHAS EM FUNCIONAMENTO A CESSOS T ELEFÔNICOS I NSTALADOS A CESSOS T ELEFÔNICOS EM F UNCIONAMENTO V ALORES X 10 6

43 T ELEFONICA Comentários - Telefonica C RESCIMENTO DA OFERTA DO SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO PERÍODO DA PÓS - PRIVATIZAÇÃO ( DA ORDEM DE 80%), MUITO POR CONTA DA ANTECIPAÇÃO DAS METAS DE UNIVERSALIZAÇÃO DO ANO DE 2003 PARA O ANO DE E STAGNAÇÃO DO MERCADO NOS ANOS SUBSEQUENTES QUE FEZ A OPÇÃO PELO SERVIÇO MÓVEL CELULAR ( MELHOR PROPOSTA DE VALOR ). T ENTATIVA NÃO BEM SUCEDIDA DE AQUISIÇÃO DA GVT NO FINAL DE 2009, QUE PERMITIRIA A AMPLIAÇÃO DA CAPILARIDADE DA EMPRESA EM TERMOS DE B RASIL. D ECLÍNIO NA QUANTIDADE DE TERMINAIS TELEFÔNICOS EM FUNCIONAMENTO COM A PERDA DE DOIS MILHÕES E QUINHENTOS MIL TERMINAIS NA TELEFONIA FIXA AO LONGO DOS ÚLTIMOS SETE ANOS. ARPU DE R$ 77,8 NA TELEFONIA FIXA. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

44 Comportamento do Mercado Local – Telefonica MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : TELEFÔNICA

45 Dados de Planta - Embratel MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL – T OTAL DE 42,9 MILHÕES DE LINHAS EM FUNCIONAMENTO A CESSOS T ELEFÔNICOS EM F UNCIONAMENTO V ALORES X 10 6

46 E MBRATEL Comentários - Embratel I NÍCIO DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO LOCAL, A PARTIR DO ANO DE 2002, APÓS A CERTIFICAÇÃO PELA A NATEL DO CUMPRIMENTO DAS METAS DE UNIVERSALIZAÇÃO. O FERTA RESTRITA DO SERVIÇO AOS MERCADOS LARGE E MEDIUM BUSINESS NAS GRANDES CAPITAIS. E XPANSÃO DO SERVIÇO PARA OUTROS MERCADOS SÓ ACONTECE EM 2005, A PARTIR DA PARCERIA ESTABELECIDA COM A NET PARA A OFERTA DO N ETFONE ATRAVÉS DA REDE DE TV A C ABO DESTA EMPRESA. C OM O ADVENTO DA PORTABILIDADE NUMÉRICA EM 2008, ENCONTRA - SE ENTRE AS PRIMEIRAS OPERADORAS DE TELECOMUNICAÇÕES NO RANKING DE RECEPÇÃO DE LINHAS, MANTENDO - SE NA PRIMEIRA POSIÇÃO ENTRE AS OPERADORAS DE TELEFONIA FIXA AO FINAL DE I NÍCIO EM 2010 DA OFERTA DO SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA ATRAVÉS DA P LATAFORMA W IMAX, VISANDO O MERCADO SMALL BUSINESS. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

47 Dados de Planta - GVT MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL – T OTAL DE 42,9 MILHÕES DE LINHAS EM FUNCIONAMENTO A CESSOS T ELEFÔNICOS EM F UNCIONAMENTO V ALORES X 10 6

48 GVT Comentários - GVT I NÍCIO DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO LOCAL, A PARTIR DO ANO DE 2001, COMO OPERADORA ESPELHO DA R EGIÃO II DO PGO. C ARACTERIZOU - SE PELA SUA EFICIÊNCIA COMO PRESTADORA DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES AO LONGO DA DÉCADA PASSADA, TANTO É QUE FOI MOTIVO DE DISPUTA ENTRE OS GRUPOS T ELEFONICA ( ESPANHOL ) E V IVENDI ( FRANCÊS ). I NÍCIO EM 8/2/10 O INÍCIO DAS SUAS OPERAÇÕES COMERCIAIS EM S ÃO P AULO, COMEÇANDO PELAS CIDADES DE S OROCABA E J UNDIAÍ, POR SE TRATAREM DE REGIÕES ESTRATEGICAMENTE LOCALIZADAS NO ESTADO, COM INTENSA ATIVIDADE ECONÔMICA. I NÍCIO EM 26/01/11 DAS SUAS OPERAÇÕES COMERCIAIS NO R IO DE J ANEIRO ONDE PLANEJA INVESTIR CERCA DE R$ 400 MILHÕES ATÉ É A PRESTADORA QUE VEM OBTENDO O MAIOR GANHO PERCENTUAL NA BASE DE ASSINANTES DO SERVIÇO LOCAL NO B RASIL. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

49 Comportamento do Mercado – Brasil BRASIL – 2011 – S ERVIÇO L OCAL – M ARKET -S HARE A CESSOS EM F UNCIONAMENTO OI – 44,1% EMBRATEL – 19,5% OUTRAS – 1,0% GVT – 6,9% TELEFÔNICA – 25,5% CTBC – 1,8% TIM – 1,2% MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

50 Portabilidade no Mundo TELEFONIA FIXA 1996 Reino Unido e Hong Kong 1997 Finlândia 1998 França, Alemanha 1999 Holanda, EUA, Suécia e Dinamarca 2000 Itália, Espanha, Bélgica, Áustria, Singapura, Suíça e Irlanda 2001 Portugal 2003 Grécia e Coréia 2004 Eslováquia, Estônia, Lituânia, Hungria e Chipre 2007 Canadá 2008 Brasil MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

51 Quantidade de Terminais Fixos e Móveis em Funcionamento – Brasil I MPLEMENTAÇÃO DA P ORTABILIDADE CAGR F IXO : ,57% CAGR M ÓVEL : ,96% Evolução da Quantidade de Terminais Móveis (milhões) Evolução da Quantidade de Terminais Fixos (milhões) MERCADO PARA A PORTABILIDADE MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

52 Mercado de Telefonia Fixa com a Portabilidade – Brasil A DIÇÕES L ÍQUIDAS DE T ERMINAIS F IXOS P ORTADOS NO B RASIL X 10 3 MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ABRTELECOM

53 Taxa de Penetração da Telefonia Fixa com a Portabilidade – Brasil P ORTABILIDADE – E VOLUÇÃO DA T AXA DE P ENETRAÇÃO DE T ERMINAIS F IXOS P ORTADOS NO B RASIL MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

54 Comportamento do Mercado LDN – Brasil BRASIL 2005 – S ERVIÇO LDN (M ARKET -S HARE MINUTOS ) OI B RASIL T ELECOM E MBRATEL T ELEFÔNICA O UTROS MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

55 Comportamento do Mercado LDN – Brasil BRASIL 2011 ( JUN ) – S ERVIÇO LDN (M ARKET -S HARE MINUTOS ) OI O UTROS E MBRATEL T ELEFÔNICA TIM GVT MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO I NTELIG T ELECOM F ONTE : ANATEL

56 Comportamento do Mercado LDN – Brasil MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO BRASIL 2011 ( JUN ) – S ERVIÇO LDN (M ARKET -S HARE MINUTOS )

57 Comportamento do Mercado – Brasil BRASIL – S ERVIÇO LDN – M ARKET -S HARE R ECEITA – 1 º S – 2011 EMBRATEL – 30,2% TELEFÔNICA – 29,0% OUTRAS – 0,8% TIM – 14,6% OI – 25,4% MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

58 S ERVIÇO DE L ONGA D ISTÂNCIA N ACIONAL Comentários D ISPUTA EQUILIBRADA DO MARKET - SHARE DOS MINUTOS DE LONGA DISTÂNCIA ATÉ O ANO DE 2008 COM ALTERNÂNCIA ENTRE AS QUATRO PRINCIPAIS PRESTADORAS. M UDANÇA RADICAL DO CENÁRIO, A PARTIR DE 2009, POR OCASIÃO DA OFERTA DAS CHAMADAS COM TEMPO ILIMITADO PELA TIM, QUEBRANDO O PARADIGMA DA VARIÁVEL TEMPO NO PROCESSO DE TARIFAÇÃO DAS LIGAÇÕES DE LONGA DISTÂNCIA NACIONAL. D EMAIS PRESTADORAS INICIAM OFERTAS SIMILARES SOMENTE DOIS ANOS DEPOIS, MAS MESMO ASSIM TIMIDAMENTE. M ARKET - SHARE RECEITA PERMANECE EQUILIBRADO. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

59 Comportamento do Mercado LDI – Brasil BRASIL 2006 – S ERVIÇO LDI (M ARKET -S HARE MINUTOS ) OI I NTELIG T ELECOM O UTROS E MBRATEL T ELEFÔNICA MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

60 Comportamento do Mercado LDI – Brasil BRASIL 2011 ( JUN ) – S ERVIÇO LDI (M ARKET -S HARE MINUTOS ) OI O UTROS E MBRATEL T ELEFÔNICA TIM GVT I NTELIG T ELECOM MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

61 Mercado LDI – Brasil MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

62 Monopólios x Novas Tecnologias T ELEFONIA F IXA A S PRESTADORAS DE SERVIÇOS V O IP NO B RASIL SÃO CLASSIFICADAS EM TRÊS CATEGORIAS : P ROVEDORES DE TELEFONIA FIXA V O IP. E STAS PRESTADORAS POSSUEM AUTORIZAÇÃO DE STFC NO B RASIL E PODEM OFERECER UM NÚMERO TELEFÔNICO PARA RECEBER CHAMADAS COMO ACONTECE EM UM TELEFONE CONVENCIONAL. P RESTAM SERVIÇO SEMELHANTE AO OFERECIDO PELA V ONAGE NOS E STADOS U NIDOS. P ROVEDORES DE TELEFONIA FIXA V O IP NO E XTERIOR. O FERECEM A POSSIBILIDADE DE UM NÚMERO TELEFÔNICO NO EXTERIOR. P ROVEDORES DE CHAMADAS V O IP. O FERECEM APENAS A POSSIBILIDADE DE FAZER CHAMADAS VIA I NTERNET. N ÃO OFERECEM UM NÚMERO TELEFÔNICO FIXO NO B RASIL OU NO EXTERIOR. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

63 Monopólios x Novas Tecnologias T ELEFONIA F IXA E MPRESA DE TELEFONIA PELA I NTERNET (S KIPE ) CHEGA A MAIS DE 663 MILHÕES DE USUÁRIOS REGISTRADOS ( SETEMBRO DE 2011). E MPRESAS TELEFÔNICAS TRADICIONAIS TÊM SUAS RECEITAS AMEAÇADAS COM ESTA FORMA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO, INCLUSIVE COM VERSÕES QUE PERMITEM FAZER LIGAÇÕES PARA TELEFONES FIXOS E CELULARES. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

64 Análise do Cenário T ELEFONIA F IXA M ODELO ATUAL DE ATENDIMENTO DO MERCADO EM DECLÍNIO. P ROJEÇÕES PARA OS PRÓXIMOS ANOS INDICAM UMA FORTE REDUÇÃO DA QUANTIDADE DE LINHAS EM FUNCIONAMENTO, COM A MIGRAÇÃO DO FIXO PARA O MÓVEL E A CONSEQUENTE DEVOLUÇÃO DAS LINHAS CONVENCIONAIS. N ECESSIDADE DE ACELERAÇÃO DO PROCESSO DE CRIAÇÃO DE SINERGIAS ENTRE PRESTADORAS DE SERVIÇO PERTENCENTES AO MESMO GRUPO ACIONÁRIO, OU DO ESTABELECIMENTO DE PARCERIAS ENTRE INSTITUIÇÕES DE GRUPOS ACIONÁRIOS DIFERENTES (SKY E AT&T NOS EUA). R ECEITAS DECRESCENTES, T RIBUTOS ELEVADOS, O CIOSIDADE DOS ATIVOS (PGMU). C ERCA DE 128 ( CENTO E VINTE E OITO ) EMPRESAS AUTORIZATÁRIAS COM LICENÇA PARA PRESTAR O STFC NO B RASIL EM MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

65 Análise do Cenário T ELEFONIA F IXA A S CONCESSIONÁRIAS DEVEM BUSCAR, RAPIDAMENTE, NOVAS ALTERNATIVAS DE COMPENSAÇÃO DE PERDA DE RECEITA : L INHAS VINCULADAS A COBRANÇA DA ASSINATURA BÁSICA. T RÁFEGO I NTERURBANO E I NTERNACIONAL. C RESCIMENTO DA PARTICIPAÇÃO DAS AUTORIZATÁRIAS NO MERCADO LOCAL (28,4% DE M ARKET -S HARE EM 2011). S URGIMENTO DE NOVAS PROPOSTAS DE VALOR PARA OS CLIENTES NO SERVIÇO DE LDN, COM ÊNFASE NO MERCADO CELULAR. U SO CADA VEZ MAIOR DO RECURSO DA P ORTABILIDADE COMO UM INSTRUMENTO DE CONQUISTA DE CLIENTES DA CONCORRÊNCIA (33,9% DOS TERMINAIS PORTADOS SÃO FIXOS ). U SO CRESCENTE DE OFERTAS COMBINADAS, JÁ NO CONTEXTO DA CONVERGÊNCIA, PARA A CONQUISTA E / OU RETENÇÃO DE CLIENTES. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

66 Mercado dos Estados Unidos Q UANTIDADE DE L INHAS F IXAS EM F UNCIONAMENTO NOS EUA X 10 6 MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ITU

67 Acessos VoIP – Mundo D ISTRIBUIÇÃO P ERCENTUAL – 2010 – X 10 3 ACESSOS ( SEM COMPUTADOR ) ÁSIA PACÍFICO 28,1% OESTE EUROPEU 35,4% AMÉRICA DO NORTE 25,4% MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO SUL E LESTE DA ÁSIA 6,1% AMÉRICA LATINA 3,6% LESTE EUROPEU 1,2% F ONTE : POINT TOPIC

68 Comportamento do Mercado no Mundo - VoIP T OP S IX M UNDIAL EM A CESSOS V O IP X MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

69 Análise do Cenário T ELEFONIA F IXA N OS EUA O ÚLTIMO TELEFONE FIXO JÁ TEM DATA PARA SER DESLIGADO : SERÁ EM 2025, SEGUNDO MATÉRIA NO T HE E CONOMIST BRITÂNICO. O DESAPARECIMENTO DA T ELEFONIA F IXA NOS PRÓXIMOS ANOS É JUSTIFICÁVEL, POIS BOA PARTE DOS AMERICANOS ESTÃO DESATIVANDO OS SEUS TELEFONES FIXOS EM FAVOR DO MÓVEL. A NALISTAS ESTIMAM ATUALMENTE QUE 25% DAS RESIDÊNCIAS AMERICANAS SÓ TÊM TELEFONES MÓVEIS. S E O ESTADO DE N OVA Y ORK FOSSE UM BUSINESS ISOLADO DE TELEFONIA FIXA, JÁ TINHA DECRETADO A FALÊNCIA. N OS ÚLTIMOS ANOS, A TELEFONIA FIXA PERDEU 40% DAS LINHAS E A RECEITA CAIU MAIS DE 30% NESTE ESTADO. A 1 ª TELCO AMERICANA – A AT&T – TEM SOFRIDO FORTEMENTE COM O DECLÍNIO DA TELEFONIA FIXA NA SUA BASE. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

70 Análise do Cenário T ELEFONIA F IXA A PENAS NO 2 º TRIMESTRE DE 2009, A AT&T JÁ REPORTOU UMA QUEDA DE 12% NA SUA RECEITA DE VOZ E 15% NA SUA RECEITA LONGA DISTÂNCIA. C OM OS CLIENTES DESPLUGANDO CADA VEZ MAIS SEUS TELEFONES FIXOS E UTILIZANDO SERVIÇOS DE I NTERNET COM TARIFA FLAT PARA FAZER CHAMADAS DE LONGA DISTÂNCIA ( ONDE A VOZ AGORA É DADO ), A SUA RECEITA OPERACIONAL CAIU 36%. N O R EINO U NIDO, SEGUNDO O Ó RGÃO R EGULADOR BRITÂNICO, A OFCOM INFORMOU RECENTEMENTE QUE A RECEITA DA T ELEFONIA F IXA ESTÁ CAINDO DESDE O ANO 2000, QUANDO ELA ATINGIU 12,3 BILHÕES DE LIBRAS, DESPENCANDO EM TERMOS NOMINAIS 26,9%, PARA 9,0 BILHÕES DE LIBRAS EM 2008 ( VER T HE C OMMUNICATIONS M ARKET 2009, OFCOM, A UGUST 2009). MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

71 Análise do Cenário T ELEFONIA F IXA O CRESCIMENTO DE ACESSOS V O IP NO MUNDO FOI DE 12,6%, RESULTADO QUE PODE SER CONSIDERADO AINDA COMO TÍMIDO ( NÃO ESTÁ COMPUTADO NESTE RESULTADO OS ACESSOS ATRAVÉS DO COMPUTADOR ) N O R EINO U NIDO, SEGUNDO O Ó RGÃO R EGULADOR BRITÂNICO, A OFCOM INFORMOU RECENTEMENTE QUE A RECEITA DA T ELEFONIA F IXA ESTÁ CAINDO DESDE O ANO 2000, QUANDO ELA ATINGIU 12,3 BILHÕES DE LIBRAS, DESPENCANDO EM TERMOS NOMINAIS 26,9%, PARA 9,0 BILHÕES DE LIBRAS EM 2008 ( VER T HE C OMMUNICATIONS M ARKET 2009, OFCOM, A UGUST 2009). MERCADO PARA O SERVIÇO DE TELEFONIA FIXA NO BRASIL E NO MUNDO

72 Agenda CONCORRÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS P ARTE I - C ONCEITOS B ÁSICOS P ARTE II - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE T ELEFONIA F IXA P ARTE III - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL P ESSOAL P ARTE IV - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE F IXA P ARTE V - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE M ÓVEL P ARTE VI - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE C OMUNICAÇÃO M ULTIMÍDIA P ARTE VII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL E SPECIALIZADO P ARTE VIII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE TV POR A SSINATURA P ARTE IX - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE R ADIODIFUSÃO P ARTE X - G RUPOS E MPRESARIAIS

73 Evolução das Linhas em Funcionamento no Mundo MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO Q UANTIDADE DE A CESSOS M ÓVEIS NO M UNDO X 10 6 F ONTE : ITU

74 Evolução das Linhas em Funcionamento – Brasil Q UANTIDADE DE A CESSOS M ÓVEIS NO B RASIL X 10 6 MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

75 Crescimento Relativo das Linhas Celulares no Brasil E VOLUÇÃO NO B RASIL MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO

76 Evolução da Taxa de Penetração no Brasil e no Mundo MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ITU E ANATEL

77 Comportamento do Mercado no Mundo T OP S IX M UNDIAL DE L INHAS C ELULARES X MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO

78 Comportamento do Mercado – Brasil A DIÇÕES L ÍQUIDAS DE L INHAS M ÓVEIS NO B RASIL X 10 3 MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : PRESTADORAS

79 Comportamento do Mercado – Brasil – Market-share MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : PRESTADORAS

80 Comportamento do Mercado – Brasil M ARKET -S HARE - VIVO – AGOSTO /2011 MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

81 Comportamento do Mercado – Brasil M ARKET -S HARE – TIM – AGOSTO /2011 MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

82 Comportamento do Mercado – Brasil M ARKET -S HARE – CLARO – AGOSTO /2011 MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

83 Comportamento do Mercado – Brasil M ARKET -S HARE – OI – AGOSTO /2011 MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

84 Análise do Cenário S ERVIÇO M ÓVEL P ESSOAL B RASIL ULTRAPASSOU A TAXA DE PENETRAÇÃO DE 1 CELULAR POR HABITANTE EM C RESCIMENTO ANUAL QUANTITATIVO SURPREENDENTE NO ANO DE 2011, SUPERANDO EM MUITO TODAS AS PROJEÇÕES FEITAS PELOS PRINCIPAIS ANALISTAS DE MERCADO. B RASIL OCUPA A 6 ª POSIÇÃO EM TERMOS DE LINHAS CELULARES NO MUNDO. O J APÃO VEM EM SÉTIMO COM 121 MILHÕES. C ONSOLIDAÇÃO DA TIM COMO 2 ª OPERADORA DO SERVIÇO EM TERMOS DE MARKET - SHARE NO PAÍS, TANTO EM QUANTIDADE COMO EM RECEITA. O COMPORTAMENTO DO MERCADO QUANDO ANALISADO ESTADO A ESTADO APRESENTA UMA CARACTERÍSTICA MUITO PARTICULAR DE COMO AS PRESTADORAS SÃO IDENTIFICADAS E PERCEBIDAS NAS RESPECTIVAS ÁREAS. MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO

85 Comportamento do Mercado – Brasil T OTAL – LINHAS M ARKET -S HARE POR OPERADORA – 2011 MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

86 Comportamento do Mercado – Brasil T OTAL – LINHAS M ARKET -S HARE DO P ÓS -P AGO POR OPERADORA – 2011 MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

87 Comportamento do Mercado – Brasil T OTAL – LINHAS M ARKET -S HARE DO P RÉ -P AGO POR OPERADORA – 2011 MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

88 Comportamento do Mercado – Brasil E VOLUÇÃO DO M ERCADO P RÉ - PAGO NO S ERVIÇO M ÓVEL C ELULAR MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

89 Comportamento do Mercado – Brasil E VOLUÇÃO DO M ERCADO P RÉ - PAGO NO S ERVIÇO M ÓVEL C ELULAR – 2011 MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

90 Comportamento do Mercado no Mundo T OTAL – 2006 ( MUNDO ) APAS A CESSOS M ÓVEIS – M ARKET S HARE POR V ENDORS NO M UNDO MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : TELECO

91 Comportamento do Mercado no Mundo T OTAL – 2010 ( MUNDO ) APAS A CESSOS M ÓVEIS – M ARKET S HARE POR V ENDORS NO M UNDO MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : TELECO

92 Comportamento do Mercado no Mundo T OTAL – 2011 ( MUNDO ) APAS A CESSOS M ÓVEIS – M ARKET S HARE POR V ENDORS NO M UNDO MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : TELECO

93 Produção e Venda de Aparelhos (milhões de unidades) MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : IBGE, MDIC

94 Portabilidade no Mundo TELEFONIA FIXA 1996 Reino Unido e Hong Kong 1997 Finlândia 1998 França, Alemanha 1999 Holanda, EUA, Suécia e Dinamarca 2000 Itália, Espanha, Bélgica, Áustria, Singapura, Suíça e Irlanda 2001 Portugal 2003 Grécia e Coréia 2004 Eslováquia, Estônia, Lituânia, Hungria e Chipre 2007 Canadá 2008 Brasil SERVIÇO MÓVEL 1997 Singapura 1999 Reino Unido, Hong Kong e Holanda 2000 Suíça 2001 Dinamarca, Suécia e Austrália 2002 Portugal, Itália, Alemanha e Espanha 2003 Finlândia, França, Bélgica e EUA 2004 Lituânia, Hungria, Chipre, Áustria e Eslováquia 2005 Estônia 2006 Eslovênia, Paquistão e Japão 2007 Índia 2008 Brasil MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO

95 Taxa de Penetração da Portabilidade no Mundo (F ONTE : TMG R EPORT -2008) MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO

96 MERCADO PARA A PORTABILIDADE Quantidade de Terminais Fixos e Móveis em Funcionamento – Brasil MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO I MPLEMENTAÇÃO DA P ORTABILIDADE CAGR F IXO : ,57% CAGR M ÓVEL : ,96% Evolução da Quantidade de Terminais Móveis (milhões) Evolução da Quantidade de Terminais Fixos (milhões)

97 Mercado do Serviço Móvel Pessoal com a Portabilidade – Brasil A DIÇÕES L ÍQUIDAS DE L INHAS M ÓVEIS P ORTADAS NO B RASIL X 10 3 MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ABRTELECOM

98 Taxa de Penetração do SMP com a Portabilidade – Brasil P ORTABILIDADE – E VOLUÇÃO DA T AXA DE P ENETRAÇÃO DE L INHAS M ÓVEIS P ORTADAS NO B RASIL MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO

99 Análise do Cenário S ERVIÇO M ÓVEL P ESSOAL O MERCADO PRÉ - PAGO PERMANECE RAZOAVELMENTE ESTÁVEL NA FAIXA DE 82,0%. O MAIOR MERCADO DO PÓS - PAGO NO PAÍS ENCONTRA - SE NA REGIÃO DE S ÃO P AULO. C RESCIMENTO SIGNIFICATIVO DA A PPLE NO MERCADO DE VENDA DE APARELHOS MÓVEIS. E XPORTAÇÃO BRASILEIRA DE DISPOSITIVOS MÓVEIS CAI DRASTICAMENTE EM FUNÇÃO DA DEMANDA DO MERCADO INTERNO. O S PRINCIPAIS PAÍSES DO MUNDO, COM EXCEÇÃO DOS BRIC` S, JÁ ESTÃO COM SUAS DEMANDAS ATENDIDAS. A PORTABILIDADE TEM SE MOSTRADO UM RECURSO CONCORRENCIAL MAIS IMPACTANTE PARA O SERVIÇO FIXO DO QUE PARA O SERVIÇO MÓVEL. MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO

100 Evolução do 3G – Brasil Q UANTIDADE DE A CESSOS C ELULARES 3G NO B RASIL X 10 6 T ERMINAL DE D ADOS ( VELOCIDADE > 256 K BPS ) A PARELHOS 3G MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

101 Taxa de Penetração do 3G sobre o Celular no Mundo E VOLUÇÃO DA T AXA DE P ENETRAÇÃO DO 3G SOBRE O C ELULAR NO M UNDO – SET /2010 MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : TELECO

102 Evolução de Outras Receitas no Brasil R ECEITA DE D ADOS, SVA E O UTROS S ERVIÇOS COMO % DA R ECEITA T OTAL – 2011 MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : PRESTADORAS

103 Evolução de Outras Receitas Vinculadas ao SMP no Mundo R ECEITA DE D ADOS COM % DA R ECEITA PARA AS PRINCIPAIS OPERADORAS 3G NO MUNDO E MPRESA P AÍS 1T092T093T094T091T102T103T104T10 S OFT B ANK J APÃO 47,5%46,7%48,0%49,0%55,0%52,4%53,3%54,1% NTTJ APÃO 41,043,8%44,9%43,8%44,5%46,1%48,8%49,5% V ERIZON EUA27,9%29,3%30,5%31,9%33,3%34,5%35,7%37,1% AT&TEUA27,3%28,8%29,5%30,8%32,1%33,2%34,8%35,7% O RANGE F RANÇA 25,7%24,7%26,7%28,6%30,4%29,3%31,7%33,2% SK T ELECOM C ORÉIA 27,5%27,6%27,5%29,6%29,0%31,0%33,2%36,8% V ODAFONE E UROPA 25,3% 26,0%27,3%28,3%28,9%28,6%29,9% T ELEFÔNICA AL17,2%17,0%17,1%19,4%20,6%21,2%21,0%23,0% MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : TELECO

104 Análise do Cenário S ERVIÇO M ÓVEL P ESSOAL O PERCENTUAL DA RECEITA DE DADOS DAS PRESTADORAS NO B RASIL AINDA ESTÁ MUITO AQUÉM DOS VALORES NOS PAÍSES MAIS DESENVOLVIDOS NO MUNDO. L EILÃO DA B ANDA H (3G) REALIZADO EM DEZEMBRO DE 2010, DEFINIU A N EXTEL COMO A QUINTA PRESTADORA DE ABRANGÊNCIA NACIONAL DO SERVIÇO MÓVEL PESSOAL. R ECEITA DE D ADOS CADA VEZ MAIS SIGNIFICATIVA NAS PRINCIPAIS PRESTADORAS DO SERVIÇO CELULAR NO MUNDO. P ADRÃO E UROPEU (WCDMA) PREDOMINANTE NO 3G. MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO

105 Evolução dos Indicadores – VIVO VIVO Bandas A, B, L, SE e 3G: VIVO S/A Fonte: VIVO VIVO C LIENTES R ECEITA (R$) A DIÇÕES L ÍQUIDAS C HURN 2,6%2,5%2,7%2,8% ARPU (R$)29,2/ MÊS 27,2/ MÊS 24,7/ MÊS 24,0/ MÊS MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO

106 Comentário dos Indicadores VIVO F ATO RELEVANTE DO ANO FOI A FUSÃO DA VIVO COM A T ELEFÔNICA. L IGEIRA QUEDA DE MARKET - SHARE EM RELAÇÃO AO ANO ANTERIOR. C HURN MENSAL DE 2,8%, LIGEIRAMENTE SUPERIOR AO DO ANO ANTERIOR (2,7%). O ARPU ESTÁVEL AO LONGO DO ANO DE R ECEITA B RUTA DE D ADOS E SVA COM RESULTADOS BEM ABAIXO DAS PRINCIPAIS PRESTADORAS DO SERVIÇO MÓVEL NO MUNDO. MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO

107 Evolução dos Indicadores – TIM Fonte: TIM TIM Bandas A, B, D, E, SE e 3G: TIM MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO TIM C LIENTES R ECEITA (R$) A DIÇÕES L ÍQUIDAS C HURN 3,0%3,5% 4,0% ARPU (R$)29,9/ MÊS 26,5/ MÊS 24,0/ MÊS 21,0/ MÊS

108 Comentário dos Indicadores TIM A UMENTO GRADUAL DO MARKET - SHARE AO LONGO DOS ÚLTIMOS MESES, ACABOU POR SUPLANTAR A C LARO EM JULHO DE R ECUPERAÇÃO PROGRESSIVA NO DESEMPENHO ECONÔMICO - FINANCEIRO. C HURN AINDA ELEVADO COMPARATIVAMENTE COM OS ANOS DE 2006 E 2007, ACUMULANDO 3,5% MENSAL EM 2010 E 4,0% EM ARPU CAINDO SIGNIFICATIVAMENTE ANO APÓS ANO, PRINCIPALMENTE EM FUNÇÃO DO PERFIL DOS CLIENTES NOVOS CONQUISTADOS. R ECEITA B RUTA DE D ADOS E SVA COM RESULTADOS BEM ABAIXO DAS PRINCIPAIS PRESTADORAS DO SERVIÇO MÓVEL NO MUNDO. MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO

109 Evolução dos Indicadores – CLARO CLARO Bandas B, D, E, L, SE e 3G: CLARO Fonte: CLARO MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO CLARO C LIENTES R ECEITA (R$) A DIÇÕES L ÍQUIDAS C HURN 2,8%3,1%3,9% ARPU (R$)22,8/ MÊS 18,0/ MÊS 17,6/ MÊS

110 Comentário dos Indicadores CLARO P ERDA DO 2 º LUGAR EM JULHO DE 2010 NO QUESITO MARKET - SHARE CLIENTES PELA TIM. ARPU (A VERAGE R EVENUE PER U SER ) DECRESCENTE, O PIOR DE TODAS AS PRESTADORAS DO SERVIÇO MÓVEL PESSOAL. C HURN CRESCENTE COMPARADO AOS ANOS ANTERIORES (3,9% AO MÊS ). S EM INFORMAÇÕES QUANTO ÀS RECEITAS DE DADOS. MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO

111 Evolução dos Indicadores – OI OI Bandas D, E, SE, M e 3G: OI Fonte: OI MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO OI C LIENTES R ECEITA (R$) * A DIÇÕES L ÍQUIDAS C HURN 3,9%3,2%4,1%* ARPU (R$)22,0/ MÊS 22,6/ MÊS 22,2/ MÊS * * - ATÉ O 3 º TRIMESTRE DE 2011

112 Comentário dos Indicadores OI P ERDA DE MARKET - SHARE, REFLETE O O BAIXO NÍVEL DE INVESTIMENTOS REALIZADOS PELA EMPRESA. C RESCIMENTO DO CHURN MENSAL, EVIDENCIANDO A NECESSIDADE DE UMA PREOCUPAÇÃO IMEDIATA COM A RETENÇÃO DE CLIENTES. ARPU ESTÁVEL AO LONGO DOS ÚLTIMOS ANOS. R ECEITA B RUTA DE D ADOS E SVA COM RESULTADOS MUITO ABAIXO DAS PRINCIPAIS PRESTADORAS DO SERVIÇO MÓVEL NO MUNDO E NO B RASIL. MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL NO BRASIL E NO MUNDO

113 Agenda CONCORRÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS P ARTE I - C ONCEITOS B ÁSICOS P ARTE II - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE T ELEFONIA F IXA P ARTE III - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL P ESSOAL P ARTE IV - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE F IXA P ARTE V - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE M ÓVEL P ARTE VI - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE C OMUNICAÇÃO M ULTIMÍDIA P ARTE VII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL E SPECIALIZADO P ARTE VIII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE TV POR A SSINATURA P ARTE IX - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE R ADIODIFUSÃO P ARTE X - G RUPOS E MPRESARIAIS

114 MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO T OTAL DE X 10 3 – 2011 T OTAL DE X 10 3 ACESSOS – 2011 Evolução dos Acessos em Funcionamento F ONTE : ITU E ANATEL

115 MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ITU E ANATEL Evolução da Taxa de Penetração da BL Fixa no Brasil e no Mundo

116 Comportamento do Mercado – Brasil U SUÁRIOS COM ACESSO À I NTERNET NO B RASIL X 10 6 (IBOPE) MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO

117 Comportamento do Mercado – Brasil A DIÇÕES L ÍQUIDAS DE A CESSOS F IXOS B ANDA L ARGA EM F UNCIONAMENTO NO B RASIL X 10 3 MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : PRESTADORAS

118 Comportamento do Mercado no Mundo B ANDA L ARGA F IXO NO M UNDO – A TENDIMENTO POR T ECNOLOGIA – 3 º T – 2011 ADSL – 61,5% CMODEM – 18,5% FTTx – 16,5% MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : POINT TOPIC OUTRAS – 3,5%

119 Comportamento do Mercado – Brasil B ANDA L ARGA F IXO NO B RASIL – A TENDIMENTO POR T ECNOLOGIA – 2011 ADSL – 63,3% CMODEM – 28,5% OUTRAS – 8,2% MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

120 Comportamento do Mercado – Brasil ADSL – 65,0% CMODEM – 27,7% OUTRAS – 7,3% MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO B ANDA L ARGA F IXO NO B RASIL – M ARKET -S HARE POR E MPRESAS – 2011 OI – 29,7% TELEFONICA – 22,0 % OUTRAS – 12,4% GVT – 10,1% NET – 25,8% F ONTE : ANATEL

121 Análise do Cenário M ERCADO C RESCIMENTO DA TAXA DE PENETRAÇÃO NO B RASIL VEM SUBINDO PROGRESSIVAMENTE E ATINGE A MÉDIA MUNDIAL EM FINAL DE T AXA DE PENETRAÇÃO MÉDIA DA BL ATRAVÉS DE REDE FIXA É PRÓXIMA DE 30,0 PARA OS PAÍSES DA OCDE NO ANO DE B RASIL DEFINE O SEU P LANO N ACIONAL DE B ANDA L ARGA PARA O PERÍODO (90 MILHÕES DE ACESSOS SENDO 30 MILHÕES FIXOS E 60 MILHÕES MÓVEIS ). EUA DEFINE O SEU PNBL QUE ESTABELECE COMO META A OFERTA DE SERVIÇOS COM VELOCIDADE DE 1 G BPS PARA INSTITUIÇÕES COMO HOSPITAIS, ESCOLAS E PRÉDIOS PÚBLICOS EM TODO O TERRITÓRIO NORTE - AMERICANO. T AMBÉM PREVÊ SERVIÇOS COM VELOCIDADE DE 100 M BPS ACESSÍVEIS PARA 100 MILHÕES DE LARES NOS PRÓXIMOS 10 ANOS (2020). MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO

122 Análise do Cenário M ERCADO J APÃO E C ORÉIA JÁ INICIARAM O PROCESSO DE DESATIVAÇÃO DO ADSL, SUBSTITUINDO ESTA TECNOLOGIA PELO FTT X. A S REDES FTTH OFERECEM VELOCIDADES DE ATÉ 100 M BPS. C OM A CRESCENTE DA BANDA LARGA E A BUSCA POR VELOCIDADES MAIORES, AUMENTARAM OS INVESTIMENTOS NESTAS REDES EM TODO O MUNDO. E M 2009 EXISTIAM 50 MILHÕES DE ACESSOS FTTH NO MUNDO, SENDO 38 MILHÕES NA Á SIA, 7,6 MILHÕES NOS E STADOS U NIDOS E 3,5 MILHÕES NA E UROPA (FTTH C OUNSIL ). A NTT NO J APÃO E A V ERIZON SÃO AS OPERADORAS LÍDERES NA IMPLANTAÇÃO DE REDES FTTH. A REDE FTTH DA V ERIZON ESTAVA DISPONÍVEL PARA 12,9 MILHÕES DE RESIDÊNCIAS NO 2T09 E POSSUÍA 3,8 MILHÕES DE ACESSOS BANDA LARGA E 3,2 MILHÕES DE TV S. MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO

123 Comportamento do Mercado ADSL – Brasil A DIÇÕES L ÍQUIDAS - B ANDA L ARGA ADSL X 10 3 MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : PRESTADORAS

124 Comportamento do Mercado ADSL – Brasil OI – 35,1% TELEFÔNICA – 24,2% OUTRAS – 8,2% GVT – 7,2% NET – 25,3% B ANDA L ARGA ADSL NO B RASIL Q UANTIDADE DE A CESSOS – X 10 3 – 2011 OI – 46,7% GVT – 15,9% TÊLEFONICA – 34,8% OUTRAS – 2,6% MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

125 Comportamento do Mercado Cable Modem – Brasil A DIÇÕES LÍQUIDAS - B ANDA L ARGA C ABLE M ODEM X 10 3 MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : PRESTADORAS

126 Comportamento do Mercado Cable Modem – Brasil MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO B ANDA L ARGA C ABLE M ODEM NO B RASIL NET – 90,5% OUTRAS – 9,5% Q UANTIDADE DE A CESSOS – X 10 3 – 2011 F ONTE : ANATEL

127 Análise do Cenário A CESSOS F IXOS B ANDA L ARGA A DIÇÕES L ÍQUIDAS PARA O SERVIÇO ADSL ESTÁVEIS AO LONGO DO ANO DE 2011, AQUÉM DAS EXPECTATIVAS PROJETADAS PARA O SERVIÇO. C OM RELAÇÃO AO DESEMPENHO DE EMPRESAS, A OI VEM PERDENDO SHARE NO MERCADO, APÓS A INCORPORAÇÃO DA B RASIL T ELECOM. A T ELEFONICA TEVE A SUA PARTICIPAÇÃO REDUZIDA DEVIDO AO 3 º TRIMESTRE DE 2009, MAS TEM SE RECUPERADO NOS TRIMESTRES SUBSEQUENTES. J Á A GVT VEM AUMENTANDO A SUA PARTICIPAÇÃO TRIMESTRE APÓS TRIMESTRE. A LGUMAS PRESTADORAS DE SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES JÁ PRESTAM O SERVIÇO DE BANDA LARGA : 15 M BPS – ADSL. 50 M BPS – VDSL. MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO

128 Análise do Cenário A CESSOS F IXOS B ANDA L ARGA O BSERVAR QUE O SERVIÇO IPTV ATRAVÉS DA REDE TELEFÔNICA, ESTÁ SENDO VIABILIZADO COM A TECNOLOGIA VDSL. B RASIL OCUPA A NONA POSIÇÃO EM ACESSOS BANDA LARGA ATRAVÉS DA REDE FIXA NO MUNDO. A C HINA FICA EM PRIMEIRO LUGAR COM QUASE 150 MILHÕES DE ACESSOS. C RESCIMENTO DAS ADIÇÕES LÍQUIDAS DOS ACESSOS DE TV A C ABO AO LONGO DOS ÚLTIMOS TRIMESTRES, CONTUDO NO ÚLTIMO TRIMESTRE APRESENTOU UMA QUEDA DRÁSTICA. P REDOMINÂNCIA ABSOLUTA DA NET DO MERCADO DE CABLE MODEM REFLETINDO AS ESTRATÉGIAS DA EMPRESA NO TOCANTE A AQUISIÇÃO DE NOVOS ATIVOS, BEM COMO A AUSÊNCIA DE LICITAÇÕES PELA A NATEL PARA CONCESSÕES DO SERVIÇO DE TV A C ABO QUE NÃO ACONTECEM DESDE O ANO DE NET JÁ OFERECE O SERVIÇO DE BANDA LARGA ATÉ A VELOCIDADE DE 100 M BPS. MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO

129 Mercado de Banda Larga Fixa no Brasil A DIÇÕES L ÍQUIDAS DE A CESSOS DE B ANDA L ARGA X 10 3 POR P RESTADORA MERCADO DE ACESSOS FIXOS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO

130 Agenda CONCORRÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS P ARTE I - C ONCEITOS B ÁSICOS P ARTE II - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE T ELEFONIA F IXA P ARTE III - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL P ESSOAL P ARTE IV - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE F IXA P ARTE V - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE M ÓVEL P ARTE VI - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE C OMUNICAÇÃO M ULTIMÍDIA P ARTE VII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL E SPECIALIZADO P ARTE VIII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE TV POR A SSINATURA P ARTE IX - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE R ADIODIFUSÃO P ARTE X - G RUPOS E MPRESARIAIS

131 Evolução dos Acessos em Funcionamento MERCADO DE ACESSOS MÓVEIS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO A CESSOS M ÓVEIS B ANDA L ARGA NO B RASIL ( X 10 3 ) F ONTE : PRESTADORAS A CUMULADO DE 41,1 MILHÕES DE ACESSOS – 2011

132 Evolução da Taxa de Penetração da BL Móvel no Brasil e no Mundo MERCADO DE ACESSOS MÓVEIS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO A CUMULADO DE 41,1 MILHÕES DE ACESSOS – 2011 F ONTE : ITU E ANATEL

133 Taxa de Penetração do 3G sobre o Celular no Brasil MERCADO DE ACESSOS MÓVEIS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

134 Taxa de Penetração do 3G em relação ao Celular – Mundo (F ONTE : T ELECO ( SET -2010)) MERCADO DE ACESSOS MÓVEIS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO

135 Análise do Cenário A CESSOS M ÓVEIS B ANDA L ARGA O MUNDO FECHOU O ANO DE 2011 COM UMA TAXA DE PENETRAÇÃO PROJETADA PELO ITU DE 17,0%, INFERIOR A REALIZADA PELO B RASIL QUE ACUMULOU UM RESULTADO DE 21%. P ELA EVOLUÇÃO DOS NÚMEROS PODEMOS INFERIR QUE É PROVÁVEL ALCANÇARMOS AS METAS ESTABELECIDAS NO PNBL (60 MILHÕES DE ACESSOS MÓVEIS ATÉ 2014). A TAXA DE PENETRAÇÃO DO 3G NO TOTAL DE CELULARES VEM CRESCENDO EM UMA PROPORÇÃO QUE NOS PERMITE ASSEGURAR AS PREVISÕES ANTERIORES. MERCADO DE ACESSOS MÓVEIS BANDA LARGA NO BRASIL E NO MUNDO

136 Agenda CONCORRÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS P ARTE I - C ONCEITOS B ÁSICOS P ARTE II - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE T ELEFONIA F IXA P ARTE III - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL P ESSOAL P ARTE IV - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE F IXA P ARTE V - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE M ÓVEL P ARTE VI - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE C OMUNICAÇÃO M ULTIMÍDIA P ARTE VII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL E SPECIALIZADO P ARTE VIII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE TV POR A SSINATURA P ARTE IX - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE R ADIODIFUSÃO P ARTE X - G RUPOS E MPRESARIAIS

137 Definições SL/SCM O S ERVIÇO L IMITADO E SPECIALIZADO (SLE) É O SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES LIMITADO, TELEFÔNICO, TELEGRÁFICO, DE TRANSMISSÃO DE DADOS OU QUALQUER OUTRA FORMA DE TELECOMUNICAÇÕES, DESTINADO À PRESTAÇÃO A TERCEIROS, DESDE QUE SEJAM ESTES UMA MESMA PESSOA OU GRUPO DE PESSOAS NATURAIS OU JURÍDICAS, CARACTERIZADO PELA REALIZAÇÃO DE ATIVIDADE ESPECÍFICA. C ONSTITUEM SUB - MODALIDADES DE S ERVIÇO L IMITADO E SPECIALIZADO, DENTRE OUTROS : S ERVIÇO DE C IRCUITO E SPECIALIZADO. S ERVIÇO DE R EDE E SPECIALIZADO. MERCADO PARA O SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA

138 Definições SL/SCM O S ERVIÇO DE C OMUNICAÇÃO M ULTIMÍDIA (SCM) É O SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES FIXO DE INTERESSE COLETIVO, PRESTADO EM ÂMBITO NACIONAL E INTERNACIONAL, NO REGIME PRIVADO, QUE POSSIBILITA A OFERTA DE INFORMAÇÕES MULTIMÍDIA ( DADOS, VÍDEO, ÁUDIO, SONS E IMAGENS ), UTILIZANDO QUALQUER MEIO, A ASSINANTES DENTRO DE UMA ÁREA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO. O SCM SUBSTITUIU O SLE - S ERVIÇO L IMITADO E SPECIALIZADO DE R EDES E C IRCUITOS E ATUALMENTE A A NATEL NÃO EMITE MAIS OUTORGAS PARA ESSAS MODALIDADES DE SLE. MERCADO PARA O SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA

139 Outorga e Serviços SL/SCM P ROCESSO DE OUTORGA É FEITO MEDIANTE AUTORIZAÇÃO E MIGRAÇÃO DO SLE PARA O SCM. C ERCA DE EMPRESAS AUTORIZADAS A PRESTAR O SERVIÇO NO FINAL DE A S PRINCIPAIS EMPRESAS SÃO AS PRÓPRIAS CONCESSIONÁRIAS DO STFC, ALÉM DE OUTRAS COMO A T ELMEX DO B RASIL, A G LOBAL C ROSSING, A D IVEO, A AT&T G LOBAL N ETWORKS S ERVICE B RASIL. P RINCIPAIS SERVIÇOS ENVOLVIDOS SÃO : C ONEXÃO D IGITAL. ATM. IP. VPN. A CESSO À I NTERNET. MERCADO PARA O SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA

140 Prestadoras SCM E VOLUÇÃO DA Q UANTIDADE DE P RESTADORAS MERCADO PARA O SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA F ONTE : ANATEL

141 Acessos de SCM E VOLUÇÃO DA Q UANTIDADE DE A CESSOS X 10 6 MERCADO PARA O SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA F ONTE : ANATEL

142 Players do Mercado T ELMEX DO B RASIL A T ELMEX É A EMPRESA LÍDER EM TELECOMUNICAÇÕES NA A MÉRICA L ATINA, COM OPERAÇÕES NO M ÉXICO, A RGENTINA, B RASIL, C OLÔMBIA, C HILE, P ERU E E STADOS U NIDOS. D E 1990 A 2003, A T ELMEX REALIZOU INVESTIMENTOS SEM PRECEDENTES DE MAIS DE 27 BILHÕES DE DÓLARES PARA ASSEGURAR O CRESCIMENTO E A MODERNIZAÇÃO DE SUA INFRA - ESTRUTURA. S UA PLATAFORMA TECNOLÓGICA 100% DIGITAL OPERA UMA REDE DE FIBRA ÓPTICA DE 74 MIL KM, QUE É ATUALMENTE UMA DAS MAIS AVANÇADAS DO MUNDO E CONTA COM CONEXÕES VIA CABO SUBMARINO COM 39 PAÍSES. A C ARSO G LOBAL T ELECOM POSSUI A MAIORIA DAS AÇÕES DE CONTROLE DA T ELMEX, E A A MERICA T ELECOM TEM A MAIORIA DAS AÇÕES DE CONTROLE DA A MÉRICA M ÓVIL. A E MBRATEL P ARTICIPAÇÕES INCORPOROU A T ELMEX DO B RASIL EM SETEMBRO DE MERCADO PARA O SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA

143 Players do Mercado D IVEO A D IVEO FOI FUNDADA EM 1996, VISANDO SUPRIR UMA NOVA DEMANDA POR SERVIÇOS DE BANDA LARGA E DE I NTERNET DE ALTA QUALIDADE NA A MÉRICA L ATINA. D ESDE ENTÃO, VEM ATUANDO COM SUCESSO NOS MAIORES MERCADOS, OFERECENDO INFRA - ESTRUTURA I NTERNET. P RODUTOS E S ERVIÇOS : C ONEXÕES COM A I NTERNET, VPN/IP, I NTERCONEXÃO DE LANS, S ERVIÇOS DE S UPORTE, B ACKBONE, D ATA C ENTER. MERCADO PARA O SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA

144 Clientes da Diveo MERCADO PARA O SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA

145 Players do Mercado G LOBAL C ROSSING A I MPSAT É UMA EMPRESA DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES POR FIBRA ÓPTICA, SATÉLITE E RÁDIO COMEÇOU A OPERAR NO B RASIL EM S EUS PONTOS FORTES SÃO SOLUÇÕES COM ACESSO NAS TECNOLOGIAS ANTERIORES, POSSUINDO PREÇOS MUITO COMPETITIVOS EM SERVIÇOS IP E DADOS DEDICADOS. A DQUIRIDA EM MAIO DE 2007 PELA G LOBAL C ROSSING, EMPRESA QUE PROVÊ SOLUÇÕES DE TELECOMUNICAÇÕES EM NÍVEL MUNDIAL ATRAVÉS DE UMA REDE IP. E STA REDE CONECTA MAIS DE 300 CIDADES EM 29 PAÍSES AO LONGO DO MUNDO E ENTREGA SERVIÇOS EM MAIS DE 60 PAÍSES E 6 CONTINENTES. MERCADO PARA O SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA

146 Serviços de Comunicação de Dados O RGANIZAÇÃO O S SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS PODEM SER DIVIDIDOS EM TRÊS GRANDES GRUPOS : A LUGUEL DE CIRCUITOS DE DADOS (TDM) OU CIRCUITOS VIRTUAIS EM REDES DE PACOTES (ATM, FR OU X.25) PARA USO DE OUTRAS OPERADORAS OU REDES CORPORATIVAS. S ERVIÇOS DE REDES DE DADOS PARA O MERCADO CORPORATIVO. C IRCUITO PARA ACESSO A INTERNET, COMO O ADSL OFERECIDO PELAS OPERADORAS DE TELEFONIA FIXA (V ELOX, S PEEDY ), PELAS OPERADORAS DE TV A C ABO, POR OUTRAS PRESTADORAS QUE UTILIZAM EM GERAL CONEXÃO RÁDIO DIRETO AO CLIENTE OU ATÉ O CONDOMÍNIO ONDE É DISTRIBUÍDO ATRAVÉS DE REDE LOCAL OU POR PRESTADORAS QUE OFERECEM B ANDA L ARGA V IA S ATÉLITE. MERCADO PARA O SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA

147 Serviços de Comunicação de Dados MERCADO PARA O SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA E VOLUÇÃO DA R ECEITA B RUTA DE D ADOS – R$ X 10 6 F ONTE : PRESTADORAS

148 Agenda CONCORRÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS P ARTE I - C ONCEITOS B ÁSICOS P ARTE II - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE T ELEFONIA F IXA P ARTE III - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL P ESSOAL P ARTE IV - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE F IXA P ARTE V - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE M ÓVEL P ARTE VI - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE C OMUNICAÇÃO M ULTIMÍDIA P ARTE VII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL E SPECIALIZADO P ARTE VIII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE TV POR A SSINATURA P ARTE IX - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE R ADIODIFUSÃO P ARTE X - G RUPOS E MPRESARIAIS

149 Principais Acontecimentos SME O S ERVIÇO M ÓVEL E SPECIALIZADO (SME), TAMBÉM CONHECIDO COMO T RUNKING OU SISTEMA TRONCALIZADO, É UM SERVIÇO MUITO SEMELHANTE AO SERVIÇO CELULAR SENDO EM MUITOS PAÍSES ENQUADRADO NESTA CATEGORIA. A S PRINCIPAIS DIFERENÇAS EM RELAÇÃO AO S ERVIÇO C ELULAR NO B RASIL SÃO : O SME É DESTINADO A PESSOAS JURÍDICAS OU GRUPOS DE PESSOAS CARACTERIZADOS PELA REALIZAÇÃO DE ATIVIDADE ESPECÍFICA. O FERECE A POSSIBILIDADE DE COMUNICAÇÃO TIPO DESPACHO ( PUSH TO TALK ) PARA UM GRUPO. F AIXA PRINCIPAL : MH Z E MH Z. O UTRAS FAIXAS : MH Z E MH Z, MH Z, MH Z E MH Z, MH Z E MH Z. MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL ESPECIALIZADO

150 Foco nos Principais Segmentos SME T RANSPORTE. S EGURANÇA. A SSISTÊNCIA T ÉCNICA. V ENDAS. E MERGÊNCIA. C ONSTRUÇÃO. S ERVIÇO P ÚBLICO. S AÚDE. A GRICULTURA. MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL ESPECIALIZADO

151 Interesse dos Prestadores P ARTE JÁ CONSEGUIDA T ARIFA DE R EMUNERAÇÃO DE R EDE. I NTERCONEXÃO PLENA ÀS OUTRAS REDES. F IM DAS RESTRIÇÕES DE TRÁFEGO. I NTERCONEXÃO COM OUTRAS R EDES E R OAMING ENTRE REDES SME. N UMERAÇÃO P RÓPRIA. A MPLIAÇÃO DO U NIVERSO DE O FERECIMENTO DO S ERVIÇO DE P ESSOAS J URÍDICAS PARA P ESSOAS N ATURAIS. MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL ESPECIALIZADO

152 Adições Líquidas de Acessos – SME P RINCIPAL P LAYER – N EXTEL (99,5% DE MARKET - SHARE ) MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL ESPECIALIZADO F ONTE : ANATEL

153 Principal Player NE XTEL P OSSUI LICENÇAS PARA OPERAR O SERVIÇO EM 27 DAS PRINCIPAIS ÁREAS ECONÔMICAS DO PAÍS, COBRINDO UMA POPULAÇÃO DE 50 MILHÕES DE PESSOAS E RESPONSÁVEL POR 34% DO PIB. C OM COBERTURA NOS ESTADOS B AHIA, C EARÁ, D ISTRITO F EDERAL, E SPÍRITO S ANTO, G OIÁS, M INAS G ERAIS, P ARANÁ, P ERNAMBUCO, R IO DE J ANEIRO, R IO G RANDE DO S UL, S ÃO P AULO E S ANTA C ATARINA. P OSSUI INVESTIMENTOS EM 5 ( CINCO ) PAÍSES : M ÉXICO, A RGENTINA, B RASIL, P ERU E C HILE. F ECHOU O ANO DE 2011 COM 4,115 MILHÕES DE ACESSOS (99,5 % DE MS) E JÁ CONTABILIZOU UM AUMENTO DE RECEITA (US$ 3,4 BILHÕES ) NO ANO DE 32,8% EM RELAÇÃO A P OSSUI UM CHURN SIGNIFICATIVAMENTE MENOR EM COMPARAÇÃO ÀS OPERADORAS DE CELULAR ( CERCA DE 1,6% AO MÊS ). ARPU DE US$ 65 NO ANO DE 2011 ( CRESCIMENTO DE 3%). MERCADO PARA O SERVIÇO MÓVEL ESPECIALIZADO

154 Agenda CONCORRÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS P ARTE I - C ONCEITOS B ÁSICOS P ARTE II - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE T ELEFONIA F IXA P ARTE III - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL P ESSOAL P ARTE IV - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE F IXA P ARTE V - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE M ÓVEL P ARTE VI - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE C OMUNICAÇÃO M ULTIMÍDIA P ARTE VII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL E SPECIALIZADO P ARTE VIII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE TV POR A SSINATURA P ARTE IX - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE R ADIODIFUSÃO P ARTE X - G RUPOS E MPRESARIAIS

155 Penetração – Serviços de TV por Assinatura T AXA DE P ENETRAÇÃO DA TV POR A SSINATURA NO M UNDO POR 100 DOMICÍLIOS MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

156 Mercado de TV por Assinatura no Brasil Q UANTIDADE DE A CESSOS DE TV POR A SSINATURA NO B RASIL – 2011 – 12,74 X 10 6 MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

157 Mercado de TV por Assinatura no Brasil E VOLUÇÃO DA T AXA DE P ENETRAÇÃO POR CADA 100 HABITANTES NO B RASIL MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

158 Mercado de TV por Assinatura no Brasil A DIÇÕES L ÍQUIDAS DE A CESSOS DE TV POR A SSINATURA NO B RASIL X 10 3 MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

159 Outorga dos Serviços (contratos) MMDS 78 ( OPERAÇÃO ) + 3 ( INSTALAÇÃO ) TV A C ABO 241 ( OPERAÇÃO ) + 20 ( INSTALAÇÃO ) TV A 25 ( OPERAÇÃO ) DTH 13 ( OPERAÇÃO ) + 1 ( INSTALAÇÃO ) MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

160 Prestadoras de Serviços – Brasil MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : ANATEL

161 Atendimento do Serviço – Brasil TV POR A SSINATURA M UNICÍPIOS A TENDIDOS – 465. % DE M UNICÍPIOS A TENDIDOS – 8,4%. P OPULAÇÃO % DA P OPULAÇÃO – 51,9%. D OMICÍLIOS U RBANOS % DE D OMICÍLIOS – 53,7%. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

162 Mercado de TV por Assinatura no Brasil TV POR A SSINATURA NO B RASIL – A TENDIMENTO POR T ECNOLOGIA – 2007 CABO – 60,3% DTH – 32,9% MMDS – 6,5% TVA – 0,3% MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

163 Mercado de TV por Assinatura no Brasil TV POR A SSINATURA NO B RASIL – A TENDIMENTO POR T ECNOLOGIA – 2011 CABO – 42,3% DTH – 54,8% MMDS – 1,9% MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

164 Mercado de TV por Assinatura no Brasil TV POR A SSINATURA NO B RASIL – M ARKET -S HARE POR E MPRESAS – 2007 NET – 47,0% TELEFÔNICA – 5,0% OUTRAS – 17,0% SKY – 31,0% MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

165 Mercado de TV por Assinatura no Brasil TV POR A SSINATURA NO B RASIL – M ARKET -S HARE POR E MPRESAS – 2011 NET – 37,0% TELEFÔNICA – 4,3% OUTRAS – 8,2 % OI – 2,8% SKY – 29,8% EMBRATEL– 17,9% MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

166 Mercado de TV por Assinatura no Brasil A DIÇÕES L ÍQUIDAS DE A CESSOS DE TV POR A SSINATURA NO B RASIL X 10 3 POR P RESTADORA MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

167 Análise do Cenário TV POR A SSINATURA B RASIL APRESENTA UMA TAXA DE PENETRAÇÃO BAIXA, MUITO DISTANTE DOS PAÍSES DESENVOLVIDOS E DE OUTROS PAÍSES DA PRÓPRIA A MÉRICA L ATINA. A CAUSA FUNDAMENTAL PARA OS RESULTADOS ANTERIORES ESTAVA LIGADA AOS PREÇOS PRATICADOS, SENDO O IMPOSTO E O BAIXO NÍVEL DE CONCORRÊNCIA DA DÉCADA PASSADA OS PRINCIPAIS OFENSORES. A USÊNCIA DE INVESTIMENTO NO SERVIÇO PERÍODO TAMBÉM CONTRIBUIU SUBSTANCIALMENTE PARA O CENÁRIO ATUAL. A S ADIÇÕES LÍQUIDAS APRESENTAM UMA TENDÊNCIA CRESCENTE, PROJETANDO UMA RECUPERAÇÃO PARA OS PRÓXIMOS 10 ANOS. I NTENSA DISPUTA ENTRE E MBRATEL E SKY NA BUSCA POR NOVOS CLIENTES. A A NATEL JÁ SINALIZOU AO MERCADO QUE IRÁ PROMOVER EM 2012, NOVAS LICITAÇÕES PARA A AUTORIZAÇÃO DO SERVIÇO DE TV A C ABO QUE ESTAVAM PARADAS DESDE O ANO DE MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

168 Preço Médio do Pacote Básico de TV por Assinatura no Brasil V ALORES EM R EAIS – R$ F ONTE : ANATEL MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

169 Principais Acontecimentos TV POR A SSINATURA E M FEV /04 A G LOBOPAR E DIRECTV ANUNCIARAM UM ACORDO PARA A FUSÃO DA DIRECTV E SKY NO B RASIL. A NOVA EMPRESA, APESAR DE MANTER O NOME DE SKY B RASIL, SERÁ CONTROLADA PELA DIRECTV (72%) FICANDO A G LOBOPAR COM OS 28% RESTANTES. A GESTÃO DA SKY B RASIL SERÁ EXERCIDA PELA DIRECTV. A FUSÃO FOI APROVADA EM MAIO DE T ELMEX PASSA A PARTICIPAR DO GRUPO DE CONTROLE DA N ET. E M 09/05 A E MBRATEL P ARTICIPAÇÕES ANUNCIA A INCORPORAÇÃO DA T ELMEX DO B RASIL E DA PARTICIPAÇÃO ACIONÁRIA DE 37,1% DO CAPITAL SOCIAL DA NET S ERVIÇOS DE C OMUNICAÇÃO S.A. DETIDA PELA T ELMEX DO M ÉXICO. E M MAR /06 A A NATEL APROVA A AQUISIÇÃO DE AÇÕES DA N ET PELA T ELMEX, ENCAMINHANDO PARA A APROVAÇÃO DO CADE. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

170 Principais Acontecimentos TV POR A SSINATURA A I NFOVIAS, EMPRESA DE COMUNICAÇÃO DE DADOS DA CEMIG ERA A CONTROLADORA DA W AY B RASIL. E LA VENDEU A OPERADORA, ATRAVÉS DE LEILÃO NO B OVESPA EM JUL /06, PARA A TNL PCS DO G RUPO T ELEMAR POR R$ 132 MILHÕES. O C ONSELHO D IRETOR DA A NATEL NEGOU EM MAR /07 O PEDIDO DE ANUÊNCIA DA T ELEMAR (OI) PARA ESTA AQUISIÇÃO. E M OUT /06 A N ET ANUNCIOU A AQUISIÇÃO DA V IVAX. A OPERAÇÃO FOI EFETIVADA EM DEZ /06 E APROVADA PELA A NATEL EM MAI /07. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

171 Principais Acontecimentos TV POR A SSINATURA E M OUT /06 A A BRIL E A T ELEFÔNICA ANUNCIARAM QUE A T ELEFONICA ESTÁ ADQUIRINDO A TOTALIDADE DAS OPERAÇÕES DE MMDS (M ULTICHANNEL M ULTIPOINT D ISTRIBUTION S ERVICE ) DA TVA NAS CIDADES DE S ÃO P AULO, R IO DE J ANEIRO, C URITIBA E P ORTO A LEGRE, ALÉM DE 100% DAS AÇÕES PREFERENCIAIS E PARTE DAS AÇÕES ORDINÁRIAS DAS OPERAÇÕES DE TV A CABO EM S ÃO P AULO, C URITIBA, F LORIANÓPOLIS E F OZ DO I GUAÇU, NOS LIMITES DE PARTICIPAÇÃO PERMITIDOS PELA LEGISLAÇÃO. O NEGÓCIO DEVE SER AINDA APROVADO PELA A NATEL E PELO CADE. E M MAR /07 A ABTA APRESENTA OPOSIÇÃO AO CADE E PEDE MEDIDA CAUTELAR PARA EVITAR QUE A OPERAÇÃO SE CONCRETIZE. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

172 Principais Acontecimentos TV POR A SSINATURA O C ONSELHO D IRETOR DA A NATEL AUTORIZOU, EM MAR /07, A A.T ELECOM S/A, SUBSIDIÁRIA DO GRUPO T ELEFÔNICA, A PRESTAR SERVIÇOS DE TV POR A SSINATURA COM TECNOLOGIA VIA SATÉLITE (DTH). O C ONSELHO D IRETOR DA A NATEL AUTORIZOU, EM OUT /07, A AQUISIÇÃO DA OPERADORA DE CABO W AY TV PELA CONCESSIONÁRIA DE TELEFONIA FIXA OI/T ELEMAR EM M INAS G ERAIS. A N ET ANUNCIOU, EM DEZ /07, A AQUISIÇÃO DA BIGTV. A A NATEL APROVOU A OPERAÇÃO EM DEZ /08. A BIGTV CONTAVA COM CERCA DE 107 MIL ASSINANTES CONECTADOS DE TV POR A SSINATURA E 56 MIL ASSINANTES CONECTADOS DE I NTERNET BANDA LARGA, COM UMA REDE QUE COBRE CERCA DE 409 MIL DOMICÍLIOS COM UMA EXTENSÃO DE CERCA DE 3 MIL K M. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

173 Principais Acontecimentos TV POR A SSINATURA A OPERADORA DE TV POR ASSINATURA BIGTV ATUA EM 12 CIDADES, NOS E STADOS DE : S ÃO P AULO (G UARULHOS, V ALINHOS, B OTUCATU, J AÚ, S ERTÃOZINHO E M ARÍLIA ), P ARANÁ (P ONTA G ROSSA, C ASCAVEL, C IANORTE E G UARAPUAVA ), A LAGOAS (M ACEIÓ ) E P ARAÍBA (J OÃO P ESSOA ). A A NATEL AUTORIZOU, EM ABR /08, A E MBRATEL PRESTAR SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA VIA SATÉLITE (DTH) COM A FINALIDADE DE DISTRIBUIR SINAIS DE SONS E IMAGENS ( TELEVISÃO ) E ÁUDIO. A EMPRESA SE COMPROMETEU A TRANSPORTAR PARA O P ODER E XECUTIVO UM CANAL DE PROGRAMAÇÃO EDUCACIONAL PARA TODAS AS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E SUPERIOR SEM QUAISQUER ÔNUS. F ORNECERÁ UM CONJUNTO COM ANTENA, DECODIFICADOR E APARELHO DE TV PARA 2 MIL ESCOLAS SELECIONADAS PELO GOVERNO. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

174 Principais Acontecimentos TV POR A SSINATURA A N ET ANUNCIOU, EM SET /08, A AQUISIÇÃO DA ESC 90 T ELECOMUNICAÇÕES, OPERADORA DE TV POR A SSINATURA E B ANDA L ARGA QUE ATUA NAS CIDADES DE V ITÓRIA E V ILA V ELHA NO E SPÍRITO S ANTO. O NEGÓCIO ENVOLVEU R$ 94,6 MILHÕES E DEPENDE AGORA DE APROVAÇÃO DA A NATEL. A SKY ADQUIRIU, EM 2008, A TV F ILM (ITSA) QUE POSSUÍA 12 OUTORGAS DE MMDS. A A NATEL APROVOU A OPERAÇÃO EM DEZ /08. A G LOBO, EM JUN /10 A G LOBO ANUNCIOU A VENDA DE 19% DO CAPITAL PARA A D IREC TV, OPERAÇÃO ACORDADA ENTRE OS ACIONISTAS DESDE 2004, REDUZINDO SUA PARTICIPAÇÃO NA SKY PARA 7%. A A NATEL APROVOU, EM NOV /10, UM NOVO P LANEJAMENTO DO S ERVIÇO DE TV A C ABO, ACABANDO COM A LIMITAÇÃO DO NÚMERO DE COMPETIDORES E COM A NECESSIDADE DE REALIZAÇÃO DE LICITAÇÕES PARA A OBTENÇÃO DE LICENÇAS. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

175 Principais Acontecimentos TV POR A SSINATURA O PREÇO DA OUTORGA SERÁ EQUIVALENTE AO CUSTO ADMINISTRATIVO DE SUA EXPEDIÇÃO, A EXEMPLO DO QUE OCORRE COMA AS AUTORIZAÇÕES DE S ERVIÇO T ELEFÔNICO F IXO C OMUTADO (STFC) E DE S ERVIÇO DE C OMUNICAÇÃO M ULTIMÍDIA (SCM). O PROCESSO SERÁ REGULADO POR REGULAMENTAÇÃO ESPECÍFICA DO SERVIÇO DE TV A C ABO A SER ELABORADA PELA A NATEL. A A NATEL RETIROU TAMBÉM DOS C ONTRATOS DE C ONCESSÃO DE T ELEFONIA F IXA AS RESTRIÇÕES EXISTENTES PARA QUE AS ESTAS CONCESSIONÁRIAS PRESTASSEM O SERVIÇO DE TV A C ABO. A EXCLUSÃO POR SI SÓ NÃO LIBERA A PARTICIPAÇÃO DAS TELES NESSE MERCADO, POIS A L EI DO C ABO TAMBÉM RESTRINGE A ATUAÇÃO DESSAS EMPRESAS A NÃO SER CASO NÃO EXISTAM OUTROS INTERESSADOS NA OFERTA DO SERVIÇO. M AS A QUEDA DA CLÁUSULA É UMA BARREIRA A MENOS PARA AS EMPRESAS E ESTÁ ALINHADA À INICIATIVA DA AGÊNCIA DE ACABAR MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

176 Principais Acontecimentos TV POR A SSINATURA COM O LIMITE DE EMISSÃO DE OUTORGAS DE TV A CABO. J UNTAS, AS DUAS MUDANÇAS PODEM FACILITAR A ENTRADA DAS TELES NESSE MERCADO. A L EI N o SANCIONADA PELA P RESIDÊNCIA DA R EPÚBLICA, EM 12 DE SETEMBRO DE 2011, DISPONDO SOBRE A COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO, ABRE A EXPLORAÇÃO DO SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NA MODALIDADE CABO AO MERCADO, SEM QUALQUER TIPO DE RESTRIÇÃO AO CAPITAL ESTRANGEIRO. P ELA LEI ANTERIOR (L EI DO C ABO ), DATADA DE 1995, A PARTICIPAÇÃO DO CAPITAL ESTRANGEIRO ESTAVA LIMITADA A NO MÁXIMO 49%. A L EI N o TAMBÉM LIBERA A PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE TV POR A SSINATURA NA MODALIDADE CABO ÀS CONCESSIONÁRIAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

177 Principais Resultados NET B ASE DE C LIENTES DE TV POR A SSINATURA – 4,730 MILHÕES – 2011 ( CRESCIMENTO DE 12,3% NO ANO ). B ASE DE C LIENTES DE B ANDA L ARGA – 4,264 MILHÕES – 2011 ( CRESCIMENTO DE 21,0% NO ANO ). L INHAS EM S ERVIÇO DE T ELEFONE F IXO – 3,844 MILHÕES – 2011 ( CRESCIMENTO DE 21,9% NO ANO ). R ECEITA L ÍQUIDA ACUMULADA EM 2011 DE R$ 6,7 BILHÕES, REPRESENTANDO UM CRESCIMENTO DE 23,9%. L UCRO L ÍQUIDO DE 373 MILHÕES EM 2011, REPRESENTANDO UM CRESCIMENTO DE 21,6%. I NVESTIMENTOS DE R$ 1,66 BILHÕES NO ANO DE MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

178 Dados de IPTV no Mundo E VOLUÇÃO DE A CESSOS IPTV NO M UNDO X 10 6 MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : PRESTADORAS

179 Comportamento do Mercado de IPTV no Mundo MERCADO DE IPTV NO MUNDO – 3º T – 2011 ASIA – 38,84% AMERICA– 17,39% EUROPA – 43,26% MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO MEIO OESTE E AFRICA – 0,51% F ONTE : POINT TOPIC

180 Comportamento do Mercado no Mundo TOP SIX MUNDIAL DE ASSINANTES IPTV X 10 6 – 3º T – 2011 MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO F ONTE : POINT TOPIC

181 Principais Resultados IPTV B USCA DE UM POTENCIAL MAIS SIGNIFICATIVO DE MERCADO. E XISTE A EXPECTATIVA DE CRESCIMENTO DE MERCADO NOS PAÍSES COMPONENTES DO BRIC EM ESPECIAL O B RASIL, POR CONTA DO EQUACIONAMENTO LEGAL. MERCADO PARA O SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NO BRASIL E NO MUNDO

182 Agenda CONCORRÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS P ARTE I - C ONCEITOS B ÁSICOS P ARTE II - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE T ELEFONIA F IXA P ARTE III - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL P ESSOAL P ARTE IV - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE F IXA P ARTE V - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE M ÓVEL P ARTE VI - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE C OMUNICAÇÃO M ULTIMÍDIA P ARTE VII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL E SPECIALIZADO P ARTE VIII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE TV POR A SSINATURA P ARTE IX - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE R ADIODIFUSÃO P ARTE X - G RUPOS E MPRESARIAIS

183 Evolução da Receita Publicitária MERCADO PARA O SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO F ONTE : P ROJETO I NTER - MEIOS

184 Market-Share do Bolo Publicitário MERCADO PARA O SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO F ONTE : P ROJETO I NTER - MEIOS

185 Market-Share do Bolo Publicitário MERCADO PARA O SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO F ONTE : P ROJETO I NTER - MEIOS

186 TV A BERTA NO B RASIL Receita Publicitária C RESCIMENTO DE 8,5% DO ANO DE 2010 PARA C RESCIMENTO LIDERADO PELA I NTERNET COM ALTA DE 19,6%. TV P AGA E M ÍDIA EXTERIOR FORAM OS ÚNICOS COM CRESCIMENTO DE DOIS DÍGITOS (17,9% E 12,1%). C RESCIMENTO DE TV A BERTA EM 9,2%. MERCADO PARA O SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO

187 TV A BERTA NO B RASIL Receita Publicitária O B RASIL POSSUI A MAIOR CONCENTRAÇÃO E VERBA PUBLICITÁRIA NA TV A BERTA. V ALORES PERCENTUAIS TÍPICOS DE OUTROS PAÍSES COMPARADOS AO B RASIL : R EINO U NIDO – 23% F RANÇA – 28% P ORTUGAL – 46% E STADOS U NIDOS – 25% B RASIL – 63% MERCADO PARA O SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO

188 Evolução do Market-Share MERCADO PARA O SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO

189 Taxa de Penetração da TV Aberta (100 domicílios) MERCADO PARA O SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO

190 TV A BERTA NO B RASIL Informações Complementares 11,5 MILHÕES DE APARELHOS VENDIDOS EM MILHÕES DE TV´ S DE LCD OU P LASMA FORAM VENDIDAS NO PRIMEIRO SEMESTRE DE MILHÃO DE INDIVÍDUOS AINDA POSSUEM APARELHOS COM IMAGEM EM PRETO E BRANCO. 5 HORAS FOI O TEMPO MÉDIO QUE AS PESSOAS DEIXARAM SEUS TELEVISORES LIGADOS DIARIAMENTE EM MIL REAIS É QUANTO CUSTA PARA ANUNCIAR DURANTE UM MINUTO NO INTERVALO DA NOVELA DAS 8 DA G LOBO. 8,8 MILHÕES DE PESSOAS, EM MÉDIA, ASSISTIRAM À TV POR DIA EM MERCADO PARA O SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO

191 Audiência MERCADO PARA O SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO

192 TV A BERTA NO B RASIL Audiência A BRIGA PELA ATENÇÃO DO TELESPECTADOR TEM FICADO MAIS DISPUTADA NA TELEVISÃO ABERTA – MAS NÃO NECESSARIAMENTE ENTRE AS EMISSORAS. A S PESSOAS ESTÃO LIGANDO MENOS AS TELEVISÕES : SEGUNDO O I BOPE, EM JULHO DE 2009, A MÉDIA DE APARELHOS LIGADOS ENTRE SETE DA MANHÃ E MEIA NOITE ERA DE 45%. A GORA, UM ANO DEPOIS, CAIU PARA 43%. U MA QUEDA DE DOIS PONTOS PERCENTUAIS. E STES DADOS REFEREM - SE AO B RASIL COMO UM TODO. A MESMA PESQUISA REVELA QUE A AUDIÊNCIA DA G LOBO CAIU EM JULHO NO B RASIL. S EGUNDO O I BOPE, ENTRE SETE DA MANHÃ E MEIA NOITE, A G LOBO REGISTROU 18,6 PONTOS ( HÁ UM ANO TINHA 21,3 PONTOS ). A INDA ASSIM, TEM MAIS TELESPECTADORES QUE A SOMA DAS AUDIÊNCIAS DA R ECORD (7,5 PONTOS ), SBT (5,9 PONTOS ), B AND (2,6 PONTOS ) E R EDE TV (1,2 PONTO ). MERCADO PARA O SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO

193 E VOLUÇÃO Audiência da TV Globo na Grande SP PONTOS F ONTE : I BOPE (7:00 – 24:00 HS )C ADA PONTO VALE NA G RANDE SP: CASAS MERCADO PARA O SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO

194 R ESULTADOS Audiência da na Grande SP (maio e junho de 2011) F ONTE : I BOPE (7:00 – 24:00 HS )C ADA PONTO VALE NA G RANDE SP: CASAS PONTOS MERCADO PARA O SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO

195 Agenda CONCORRÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS P ARTE I - C ONCEITOS B ÁSICOS P ARTE II - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE T ELEFONIA F IXA P ARTE III - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL P ESSOAL P ARTE IV - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE F IXA P ARTE V - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE B ANDA L ARGA R EDE M ÓVEL P ARTE VI - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE C OMUNICAÇÃO M ULTIMÍDIA P ARTE VII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO M ÓVEL E SPECIALIZADO P ARTE VIII - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE TV POR A SSINATURA P ARTE IX - M ERCADO PARA O S ERVIÇO DE R ADIODIFUSÃO P ARTE X - G RUPOS E MPRESARIAIS

196 Concessionárias do STFC OI EMPRESAACIONISTAS AG T ELECOM (19,35%), L A F ONTE (19,34%), F UNDAÇÃO A TLANTICO (11,5%), BNDES PAR (13,08%), P REVI (9,69%), P ETROS (7,48%) F UNCEL (7,48%), P ORTUGAL T ELECOM (12,07%). T OTAL DE 56,4% DAS AÇÕES ORDINÁRIAS GRUPOS EMPRESARIAIS

197 OI Posição Acionária da Oi com a Portugal Telecom E M 27 DE JULHO DE 2010 A P ORTUGAL T ELECOM (PT) E A O I ASSINARAM UM TERMO DE COMPROMISSO PARA A ENTRADA DA PT NA O I, ADQUIRINDO 10% DE PARTICIPAÇÃO ACIONÁRIA NA T ELEMAR P ARTICIPAÇÕES E 35% DO CAPITAL DA AG T ELEFOM E L.F. T EL, CONTROLADORAS DA T ELEMAR P ARTICIPAÇÕES. S ERÁ REALIZADO AINDA UM AUMENTO DE CAPITAL DE R$ 12 BILHÕES NA TNL E OUTRO DE R$ 12 BILHÕES NA T MAR, PARA OS QUAIS A PT SE COMPROMETEU EM INVESTIR R$ 2 BILHÕES E R$ 1,7 BILHÕES RESPECTIVAMENTE. N O FINAL DO PROCESSO A PT INVETIRIA R$ 8,4 BILHÕES (3,7 BILHÕES DE EUROS ) E TERIA UMA PARTICIPAÇÃO DIRETA E INDIRETA MÍNIMA DE 22,38% NA T MAR. GRUPOS EMPRESARIAIS

198 OI Posição Acionária da Oi com a Portugal Telecom E STA PREVISTA AINDA AQUISIÇÃO DE 10% DA PT PELA T MAR POR UM PREÇO ESTIMADO DE R$ 1,8 BILHÕES. S EGUNDO NOTÍCIA PUBLICADA NO JORNAL V ALOR (29/10/2010) A PARTICIPAÇÃO DA PT NA T ELEMAR PARTICIPAÇÕES SERÁ DE 12,07% E NÃO 10 % COMO HAVIA SIDO INICIALMENTE NEGOCIADO. A A NATEL CONCEDEU ANUÊNCIA PRÉVIA PARA ESTA OPERAÇÃO EM 29/10/2010. A PARTICIPAÇÃO DE 25,28% DA PT NA TMAR É RESULTADO DE : UMA PARTICIPAÇÃO DIRETA DE 35% NO CAPITAL DA AG T ELECOM P ARTICIPAÇÕES S.A. UMA PARTICIPAÇÃO DIRETA DE 35% NA LF T EL S.A. UMA PARTICIPAÇÃO DIRETA DE 12,07% NO CAPITAL DA T MAR P ART. UMA PARTICIPAÇÃO DIRETA DE 10,49% NO CAPITAL DA TNL. UMA PARTICIPAÇÃO DIRETA DE 9,43% NO CAPITAL DA TMAR. GRUPOS EMPRESARIAIS

199 Posição Acionária do Grupo OI GRUPOS EMPRESARIAIS Portugal Telecom 12,07% Andrade Gutierrez Telemar Participações S.A. LF Telecom Fundação Atlântico BNDES Particip. PREVI 19,35% 13,08% 7,48% ON: 56,4% PN: 0,0% Total: 22,2% 11,50% 19,35% 35,0% PETROS FUNCEL 13,08%7,48 % Tele Norte Leste Participações S. A. Outros PREVI AG LF PT Telemar Norte Leste S. A. ON: 28,6% PN: 77,9% Total: 58,4% ON: 3,7% PN: 4,1% Total: 4,0% ON:0,0% PN: 4,0% Total: 2,4% ON: 11,3% PN: 10,0% Total: 10,5% ON: 0,0% PN: 4,0% Total:2,4% BRTO PT 10,0% ON: 79,6% PN: 33,3% Total: 48,2% ON: 98,0% PN: 48,2% Total: 70,5% ON:0,0% PN: 5,9% Total: 3,3% ON: 0,0% PN: 17,1% Total: 9,4% ON: 0,0% PN: 5,9% Total:3,3% ON:2,0% PN: 16,0% Total: 9,7%

200 Dados de Receita e Lucro – OI (inclui o móvel a partir de 2003) GRUPOS EMPRESARIAIS R ECEITA L ÍQUIDA (B ILHÕES DE R EAIS ) L UCRO L ÍQUIDO (B ILHÕES DE R EAIS ) R$

201 Dados de Receita Líquida e Lucro Líquido – OI GRUPOS EMPRESARIAIS V ALORES EM M ILHÕES DE R EAIS R$

202 Dados de Investimento – OI (inclui o móvel a partir de 2003) GRUPOS EMPRESARIAIS V ALORES EM B ILHÕES DE R EAIS R$

203 Dados de Investimento – OI GRUPOS EMPRESARIAIS V ALORES EM M ILHÕES DE R EAIS R$

204 Dados de Margem EBITDA – OI (inclui o móvel a partir de 2003) GRUPOS EMPRESARIAIS M ARGEM EBITDA = (R ECEITA O PERACIONAL – D ESPESA O PERACIONAL )/R ECEITA O PERACIONAL %

205 Dados de Dívida Líquida – OI (inclui o móvel a partir de 2003) GRUPOS EMPRESARIAIS V ALORES EM B ILHÕES DE R EAIS R$

206 V ALORES EM B ILHÕES DE R EAIS Dados de Margem EBITDA e Dívida Líquida – OI GRUPOS EMPRESARIAIS % R$

207 OI Comentários M ENORES NÍVEIS DE INVESTIMENTO NOS ÚLTIMOS ANOS, AFETANDO DIRETAMENTE A EVOLUÇÃO DAS RECEITAS. A DÍVIDA LÍQUIDA PERMANECE NA FAIXA DOS 16,1 BILHÕES DE REAIS, COMPROMETENDO O INVESTIMENTO NECESSÁRIO PARA A ALAVANCAGEM DA EMPRESA. C RESCIMENTO ABAIXO DAS EXPECTATIVAS NO MERCADO DE BANDA LARGA FIXO. N ECESSIDADE DE UMA MAIOR ÊNFASE AOS SERVIÇOS NA ÁREA DE TV POR A SSINATURA. O FIXO, NO SERVIÇO MÓVEL E NA BANDA - LARGA. A EXPECTATIVA É DE QUE COM O NOVO ACIONISTA A EMPRESA RETOME O SEU CICLO DE INVESTIMENTOS. A INTENÇÃO DA BUSCA POR MERCADOS EXTERNOS, ESPECIALMENTE OS DE LÍNGUA PORTUGUESA NÃO SE CONCRETIZOU. GRUPOS EMPRESARIAIS

208 Concessionárias do STFC TELEFONICA EMPRESAACIONISTAS T ELEFONICA S.A. – 25,68% T ELEFONICA I NTERNACIONAL – 15,43% T ELEFONICA C HILE S.A. – 0,18% SP T ELECOMUNICAÇÕES - 50,47% O UTROS – 8,18 % DAS AÇÕES ORDINÁRIAS GRUPOS EMPRESARIAIS

209 T ELEFONICA Posição Acionária da Telefonica com a incorporação da VIVO A T ELESP INCORPOROU AO SEU PATRIMÔNIO A TOTALIDADE DAS AÇÕES DA V IVO P ART., QUE PASSOU A SER UMA SUBSIDIÁRIA INTEGRAL DA T ELESP. O S TITULARES DAS AÇÕES DA V IVO P ART. RECEBERÃO AÇÕES DA T ELESP NA SEGUINTE RELAÇÃO DE SUBSTITUIÇÃO : P ARA CADA AÇÃO ORDINÁRIA OU PREFERENCIAL DA V IVO P ART., SERÃO EMITIDAS 1,55 AÇÕES DA T ELESP DA RESPECTIVA ESPÉCIE. A S AÇÕES DA V IVO P ART. A SEREM INCORPORADAS PELA T ELESP FORAM AVALIADAS EM R$ ,89. A A SSEMBLÉIA G ERAL E XTRAORDINÁRIA DA C OMPANHIA PARA A APROVAÇÃO DA REESTRUTURAÇÃO FOI REALIZADA NO DIA 27 DE ABRIL DE GRUPOS EMPRESARIAIS

210 T ELEFONICA Comentários N A MESMA DATA DA AGE, A V IVO P ART. INCORPOROU AS HOLDINGS BRASILEIRAS TBS C ELULAR P ARTICIPAÇÕES L TDA., P ORTELCOM P ARTICIPAÇÕES S.A. E PT ELECOM B RASIL S.A. ( CONJUNTAMENTE, AS H OLDINGS BR), AS QUAIS TEM POR OBJETO SOCIAL DETER AÇÕES DA V IVO P ART. E QUE SÃO CONTROLADAS PELA T ELEFONICA S.A.. A A NATEL APROVOU EM 24 DE MARÇO A INCORPORAÇÃO DA V IVO PELA T ELESP. GRUPOS EMPRESARIAIS

211 Posição Acionária do Grupo Telefonica GRUPOS EMPRESARIAIS Float Telefonica Brasil S.A. A Atlântica 50% AIX SP Telecom ON: 8,18% PN: 35,25% Total: 26,07% Telefonica International S.A. Telefonica S.A. 100% ACTA TelecomT DataTST VIVO S.A. Ajato 50% 100% Telefonica Chile S.A. 44,72% 55,28% ON: 0,18% ON: 50,47% PN: 3,90% Total: 19,69% ON: 15,43% PN: 36,52% Total: 29,37% ON: 25,68% PN: 24,17% Total: 224,68% 97,89%

212 Dados de Receita e Lucro – Telefonica (somente os serviços fixos) GRUPOS EMPRESARIAIS R ECEITA L ÍQUIDA (B ILHÕES DE R EAIS ) L UCRO L ÍQUIDO (B ILHÕES DE R EAIS ) R$

213 Dados de Receita Líquida e Lucro Líquido – Telefonica/VIVO GRUPOS EMPRESARIAIS V ALORES EM M ILHÕES DE R EAIS R$

214 Dados de Investimento – Telefonica (somente os serviços fixos) GRUPOS EMPRESARIAIS V ALORES EM B ILHÕES DE R EAIS R$

215 Dados de Investimento – Telefonica/VIVO GRUPOS EMPRESARIAIS V ALORES EM M ILHÕES DE R EAIS R$

216 Dados de Margem EBITDA – Telefonica (somente os serviços fixos) GRUPOS EMPRESARIAIS M ARGEM EBITDA = (R ECEITA O PERACIONAL – D ESPESA O PERACIONAL )/R ECEITA O PERACIONAL %

217 Dados de Dívida Líquida – Telefonica (somente os serviços fixos) GRUPOS EMPRESARIAIS V ALORES EM B ILHÕES DE R EAIS R$

218 Dados de Margem EBITDA e Dívida Líquida – Telefonica/VIVO GRUPOS EMPRESARIAIS % R$

219 T ELEFONICA Comentários P ERDA DE M ARKET -S HARE NO MERCADO DE TELEFONIA FIXA. C RESCIMENTO ABAIXO DAS EXPECTATIVAS NO MERCADO DE BANDA LARGA FIXO. N ECESSIDADE DE UMA MAIOR ÊNFASE AOS SERVIÇOS NA ÁREA DE TV POR A SSINATURA. C RESCIMENTO DA RECEITA DO SERVIÇO MÓVEL FORAM DECISIVOS PARA QUE O GRUPO TENHA SE TORNADO O MAIOR GRUPO DE TELECOMUNICAÇÕES DO B RASIL. R ESULTADOS ECONÔMICO - FINANCEIROS CRESCENTES. M ANUTENÇÃO DOS NÍVEIS DE INVESTIMENTOS EM PATAMARES ADEQUADOS. D ÍVIDA LÍQUIDA DE 3,2 BILHÕES DE REAIS EM 2011, COM AUMENTO DE 8,1% EM RELAÇÃO AO ANO ANTERIOR EM FUNÇÃO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS JUNTO AO BNDES. GRUPOS EMPRESARIAIS

220 Autorizatárias do STFC TIM EMPRESAACIONISTAS TIM B RASIL S ERVIÇOS E P ARTICIPAÇÕES – 67% DAS AÇÕES ORDINÁRIAS O UTROS - 33 % DAS AÇÕES ORDINÁRIAS GRUPOS EMPRESARIAIS

221 TIM Posição Acionária da TIM com a incorporação da InteligTelecom T IM P ARTICIPAÇÕES PASSA A SER A CONTROLADORA DAS OPERAÇÕES DE CELULAR DA T ELECOM I TALIA NO B RASIL PASSANDO A CONTROLAR TAMBÉM A T IM C ELULAR. C ONCLUÍDA REORGANIZAÇÃO SOCIETÁRIA COM A INCORPORAÇÃO DA T IM S UL E DA T IM N ORDESTE PELA T IM C ELULAR. A S ADMINISTRAÇÕES DA T IM P ART. S.A. E D OCAS I NVESTIMENTOS INFORMARAM NO DIA 16/03/09 A CELEBRAÇÃO DE UM A CORDO DE I NCORPORAÇÃO ENTRE A TIM PART, SUA ACIONISTA CONTROLADORA, TIM B RASIL S ERVIÇOS E P ARTICIPAÇÕES S.A. E A JVCO P ARTICIPAÇÕES L TDA. COM A INTERVENIÊNCIA DE D OCAS, PARA FINS DE TRATAR DA AQUISIÇÃO DO CONTROLE INDIRETO DA I NTELIG T ELECOMUNICAÇÕES L TDA. A AQUISIÇÃO FOI FEITA ATRAVÉS DA INCORPORAÇÃO PELA T IM P ART. DA H OLDCO P ARTICIPAÇÕES L TDA, SOCIEDADE CONTROLADA PELA JVCO. GRUPOS EMPRESARIAIS

222 Posição Acionária do Grupo TIM GRUPOS EMPRESARIAIS Float TIM Participações S.A. InteligTIM Celular S.A. TIM Fiber RJ 100,0%100% 98% 100% 67% TIM Fiber SP TIM Brasil Serv. Part. S.A. 33% Telecom Italia International Telecom Italia 100%

223 Dados de Receita e Lucro – TIM (inclui serviço fixo a partir de 2007) GRUPOS EMPRESARIAIS R ECEITA L ÍQUIDA (B ILHÕES DE R EAIS ) L UCRO L ÍQUIDO (B ILHÕES DE R EAIS ) R$

224 Dados de Investimento – TIM (inclui serviço fixo a partir de 2007) GRUPOS EMPRESARIAIS V ALORES EM B ILHÕES DE R EAIS R$

225 Dados de Margem EBITDA – TIM (inclui serviço fixo a partir de 2007) GRUPOS EMPRESARIAIS M ARGEM EBITDA = (R ECEITA O PERACIONAL – D ESPESA O PERACIONAL )/R ECEITA O PERACIONAL %

226 Dados de Dívida Líquida – TIM (inclui serviço fixo a partir de 2007) GRUPOS EMPRESARIAIS V ALORES EM B ILHÕES DE R EAIS R$

227 TIM Comentários M ARKET - SHARE DE ADIÇÕES LÍQUIDAS DE ACESSOS SUPERIOR AS DEMAIS PRESTADORAS. R ESULTADOS ECONÔMICO - FINANCEIROS CRESCENTES DE ENVOLVENDO RECEITA E LUCRO. S ENSÍVEL REDUÇÃO DA DÍVIDA LÍQUIDA. P ORTFÓLIO DE SERVIÇOS AINDA LIMITADO, POIS NÃO FEZ NENHUM TIPO DE INVESTIMENTO OU PARCERIA NO SEGMENTO DE TV POR ASSINATURA. GRUPOS EMPRESARIAIS

228 Principais Autorizatárias GLOBAL VILLAGE TELECOM EMPRESAACIONISTAS V IVENDI (99,17%) E O UTROS (0,83%) DO TOTAL DAS AÇÕES GRUPOS EMPRESARIAIS

229 Dados de Receita – GVT GRUPOS EMPRESARIAIS R ECEITA L ÍQUIDA (B ILHÕES DE R EAIS ) R$

230 Dados de Margem EBITDA – GVT GRUPOS EMPRESARIAIS M ARGEM EBITDA = (R ECEITA O PERACIONAL – D ESPESA O PERACIONAL )/R ECEITA O PERACIONAL %

231 GVT Comentários O ANO DE 2007 MARCOU O INÍCIO DA EXPANSÃO NACIONAL DA EMPRESA PARA REGIÕES FORA DE SUA ÁREA DE ATUAÇÃO ORIGINAL. B ELO H ORIZONTE (MG), EM SETEMBRO DE 2007, PASSOU A RECEBER OFERTA DE SERVIÇOS DA GVT. U M ANO DEPOIS, OCORREU A PRIMEIRA INCURSÃO DA OPERADORA NA R EGIÃO N ORDESTE, A PARTIR DE S ALVADOR (BA). S E 2007 FOI O ANO DA EXPANSÃO, 2009 FOI DECISIVO NA VIDA DA GVT. N ESTE ANO, EM SETEMBRO, DEPOIS DE ACIRRADA DISPUTA NO MERCADO, O GRUPO FRANCÊS V IVENDI ASSINOU UM ACORDO COM O G RUPO S WARTH ( CAPITAIS ISRAELENSES ) E COM A G LOBAL V ILLAGE T ELECOM (H OLLAND ) BV, OS ACIONISTAS FUNDADORES E CONTROLADORES DA GVT (H OLDING ) S/A. GRUPOS EMPRESARIAIS

232 GVT Comentários O ACORDO PERMITIU À V IVENDI LANÇAR OFERTA PÚBLICA AMIGÁVEL PARA A AQUISIÇÃO DE 100% DO CAPITAL DA GVT. A V IVENDI ATUA, GLOBALMENTE, NA ÁREA DE JOGOS ELETRÔNICOS, MÚSICA E EM TELEFONIA MÓVEL E FIXA, ONDE OCUPA A POSIÇÃO DE SEGUNDA MAIOR OPERADORA NA F RANÇA. A RECEITA LÍQUIDA DA GVT NO ANO DE 2011, CRESCEU 39,0% ATINGINDO R$ 3,35 BILHÕES. O EBITDA DA EMPRESA FOI DE 41,9%, REPRESENTANDO O MONTANTE DE R$ 1,38 BILHÕES. A VISÃO DE FUTURO PARA A GVT SE TRADUZ POR " CASA CONECTADA ". A IDEIA É HAVER, EM CADA RESIDÊNCIA, UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO - UMA HOME GATEWAY - INTELIGENTE, COM INTERATIVIDADE E GERENCIAMENTO PARA OS DIVERSOS SERVIÇOS DE I NTERNET BANDA LARGA. GRUPOS EMPRESARIAIS

233 GVT Comentários T ECNICAMENTE, A PERSPECTIVA NA REDE É MAIS FIBRA ÓPTICA E MENOS PAR DE COBRE, MAS AMBOS OS MEIOS VÃO CONVIVER CADA CASO, SENDO CADA CASA UM CASO. N A TOPOLOGIA, UM ANEL ÓPTICO METROPOLITANO TERÁ DERIVAÇÕES DE COBRE COM ADSL ( ASYMMETRIC DIGITAL SUBSCRIBER LINE ) PARA VELOCIDADES DE 2 A 20 M BIT / S E ATÉ 70 M BIT / S SE A DISTÂNCIA FOR DE ATÉ 200 M DO ANEL. C OM A FIBRA ATÉ A CASA DO CLIENTE OU FTTH ( FIBER TO THE HOME ), A OFERTA DE VELOCIDADE SOBE PARA 100 M BIT / S. E M 2010, A BASE DE CLIENTES DA GVT TINHA 60% DE ACESSOS OPERANDO A 10 M BIT / S. E SSA VELOCIDADE, EM 2011, DEVE AUMENTAR PARA 15 M BIT / S E PARA 2012, PARA 35 M BIT / S. GRUPOS EMPRESARIAIS

234 GVT Comentários F OI LANÇADO O P OWER M USIC C LUB : OFERTA GRATUITA DE MILHARES DE MÚSICAS E DE VIDEOCLIPES EM STREAMING - MAS NÃO EM DOWNLOAD - AOS ASSINANTES DA GVT. A U NIVERSAL M USIC, SEGUNDA MAIOR GRAVADORA DA INDÚSTRIA DA MÚSICA, É CONTROLADA PELA V IVENDI FRANCESA QUE CONTROLA A GVT. A LÉM DE MÚSICA, A GVT VAI ACRESCENTAR VIDEOGAMES AO SEU PORTFÓLIO E VAI SER UMA DAS PRIMEIRAS OPERADORAS A OFERECER IPTV ( INTERNET PROTOCOL TELEVISION ). E M 2011, FORAM LANÇADOS PRODUTOS COM BASE NA I NTERNET, CABO E SATÉLITE DTH ( DIRECT TO HOME ). GRUPOS EMPRESARIAIS

235 I NTRODUÇÃO O Estudo de Caso Embratel O PROCESSO DE PRIVATIZAÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES NO B RASIL FOI LEGALMENTE INICIADO QUANDO A C ÂMARA DOS D EPUTADOS E O S ENADO F EDERAL APROVARAM O PEDIDO DE EMENDA CONSTITUCIONAL N O 8 DE 1995, POR 357 VOTOS A FAVOR E 136 CONTRA, ENCERRANDO O C ICLO DO M ONOPÓLIO E STATAL DAS T ELECOMUNICAÇÕES ( AMPARADO NO § 3 O A RT C.F.). A SSIM SENDO, FOI DADO O INÍCIO À ELABORAÇÃO DA NOVA L EI G ERAL DE T ELECOMUNICAÇÕES B RASILEIRA, PROMULGADA EM 16 DE JULHO DE 1997 E QUE ESTABELECEU TODAS AS DEFINIÇÕES E ETAPAS DA PRIVATIZAÇÃO DAS TELECOMUNICAÇÕES BRASILEIRAS, CRIANDO A ANATEL (A GÊNCIA N ACIONAL DE T ELECOMUNICAÇÕES ) QUE SERIA A CONDUTORA DE TODO O PROCESSO. GRUPOS EMPRESARIAIS

236 I NTRODUÇÃO O Estudo de Caso Embratel E M 30 DE JANEIRO DE 1998 FOI REALIZADA A A SSEMBLEIA G ERAL E XTRAORDINÁRIA NAS VINTE E SEIS DAS VINTE E SETE EMPRESAS LOCAIS QUE COMPUNHAM O SISTEMA T ELEBRÁS (H OLDING ), COM O OBJETIVO DE CRIAÇÃO DE VINTE E SEIS SOCIEDADES SUBSIDIÁRIAS DE TELEFONIA MÓVEL CELULAR. E M 22 DE MAIO DE 1998 FOI REALIZADA OUTRA A SSEMBLEIA G ERAL E XTRAORDINÁRIA NA T ELEBRÁS PARA A CONSTITUIÇÃO DOS BLOCOS PARA A VENDA DA ESTATAL, OU SEJA, QUATRO ÁREAS PARA A TELEFONIA FIXA E OITO ÁREAS PARA A TELEFONIA MÓVEL CELULAR. N O CASO DA TELEFONIA FIXA O B RASIL FOI DIVIDIDO EM QUATRO BLOCOS, SENDO TRÊS DELES ENVOLVENDO O SERVIÇO LOCAL E O DE LONGA DISTÂNCIA REGIONAL E O OUTRO ENVOLVENDO O SERVIÇO DE LONGA DISTÂNCIA NACIONAL E O DE LONGA DISTÂNCIA INTERNACIONAL. O ÚLTIMO CORRESPONDIA À ÁREA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELA EBT. GRUPOS EMPRESARIAIS

237 I NTRODUÇÃO O Estudo de Caso Embratel O LEILÃO DA PRIVATIZAÇÃO FOI REALIZADO NA B OLSA DE V ALORES DO R IO DE J ANEIRO EM 29 DE JULHO DE 1998 E A ÁREA QUATRO DA TELEFONIA FIXA FOI ARREMATADA PELO GRUPO NORTE - AMERICANO MCI PELO PREÇO DE US$ 2,65 BILHÕES DE DÓLARES, CORRESPONDENDO A UM ÁGIO DE 47% SOBRE O PREÇO MÍNIMO ESTIPULADO PELO GOVERNO BRASILEIRO. A PARTIR DE ENTÃO É INICIADA UMA JORNADA, ATÉ ENTÃO, NUNCA VIVENCIADA PELA INSTITUIÇÃO. U MA INCURSÃO EM UM MUNDO PRIVADO EM UM AMBIENTE DE CONCORRÊNCIA. GRUPOS EMPRESARIAIS

238 D ESENVOLVIMENTO O Acionista Controlador da Embratel O ACIONISTA PRINCIPAL DA E MBRATEL FOI O GRUPO MCI W ORLD C OM, SEGUNDA MAIOR OPERADORA DE LONGA DISTÂNCIA NOS E STADOS U NIDOS, POSSUIDOR DO MAIOR BACKBONE I NTERNET DO MUNDO, NA ÉPOCA. F OI ADQUIRIDO UM TOTAL DE 51,79% DO TOTAL DO CAPITAL VOTANTE ( AÇÕES ORDINÁRIAS ), CORRESPONDENDO A 19,26% DO CAPITAL SOCIAL TOTAL DA E MBRATEL. A MCI E A W ORLD C OM ANUNCIARAM EM NOVEMBRO DE 1997 A FUSÃO, PARA FORMAR MCI W ORLD C OM, QUE CORRESPONDEU NA ÉPOCA, A MAIOR FUSÃO NA HISTÓRIA DOS EUA. E M OUTUBRO DE 1999 A S PRINT E MCI W ORLD C OM ANUNCIARAM UM ACORDO DE FUSÃO US$ 129 BILHÕES ENTRE AS DUAS EMPRESAS. S E NEGÓCIO TIVESSE SIDO CONCLUÍDO, TERIA SIDO A MAIOR FUSÃO EMPRESARIAL NA HISTÓRIA, COLOCANDO A MCI W ORLD C OM À FRENTE DA AT&T COMO A MAIOR EMPRESA DE COMUNICAÇÕES DOS EUA. GRUPOS EMPRESARIAIS

239 D ESENVOLVIMENTO O Acionista Controlador da Embratel N O ENTANTO, O NEGÓCIO NÃO PASSOU POR CONTA DA PRESSÃO DO D EPARTAMENTO DE J USTIÇA DOS EUA E DA U NIÃO E UROPEIA SOBRE AS PREOCUPAÇÕES DA CRIAÇÃO DE UM MONOPÓLIO. E M 13 DE JULHO DE 2000, OS CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO DAS DUAS EMPRESAS TERMINARAM COM A FUSÃO. M AIS TARDE NAQUELE ANO, A MCI W ORLD C OM MUDOU O NOME PARA SIMPLESMENTE "W ORLD C OM " SEM A S PREM FAZER PARTE DA EMPRESA. O CEO DO GRUPO, E BERT B ERNARD, SE TORNOU MUITO RICO DE AUMENTO DO PREÇO DE SUAS AÇÕES ORDINÁRIAS DA W ORLD C OM. N O ENTANTO, NO ANO DE 2000, A INDÚSTRIA DE TELECOMUNICAÇÕES ENTROU EM UMA RECESSÃO E A ESTRATÉGIA AGRESSIVA DE CRESCIMENTO DA W ORLD C OM SOFREU UM SÉRIO REVÉS QUANDO FOI FORÇADA PELO D EPARTAMENTO DE J USTIÇA DOS E STADOS U NIDOS A ABANDONAR SUA PROPOSTA DE FUSÃO COM A S PRINT. GRUPOS EMPRESARIAIS

240 D ESENVOLVIMENTO O Acionista Controlador da Embratel N ESSA ÉPOCA, O PREÇO DAS AÇÕES DA W ORLD C OM ESTAVA DIMINUINDO E E BERT FICOU SOB UMA CRESCENTE PRESSÃO DOS BANCOS PARA COBRIR SUAS AÇÕES DA W ORLD C OM, CUJO VALOR TINHA SIDO USADO PARA FINANCIAR SEUS OUTROS NEGÓCIOS ( MADEIRA E IATISMO, DENTRE OUTROS ). E M 2001, E BBERS CONVENCEU OS DIRETORES DA W ORLD C OM PARA LHE FORNECER EMPRÉSTIMOS CORPORATIVOS E GARANTIAS EM EXCESSO DE US $ 400 MILHÕES PARA COBRIR SUAS DÍVIDAS. O CONSELHO ESPERAVA QUE OS EMPRÉSTIMOS FOSSEM EVITAR A NECESSIDADE DE E BBERS A VENDER QUANTIDADES SUBSTANCIAIS DE SUAS AÇÕES DA W ORLD C OM, PRESSIONANDO O VALOR DAS MESMAS PARA BAIXO. N O ENTANTO, ESSA ESTRATÉGIA ACABOU POR FRACASSAR E E BBERS FOI DEPOSTO COMO PRESIDENTE EM ABRIL DE 2002 E SUBSTITUÍDO POR J OHN S IDGMORE, O EX - CEO DA UUNET T ECHNOLOGIES, I NC. GRUPOS EMPRESARIAIS

241 D ESENVOLVIMENTO O Acionista Controlador da Embratel A TRAJETÓRIA EXECUTIVA DE E BERT B ERNARD COMEÇOU MODESTAMENTE EM MEADOS DO ANO 1999 E CONTINUOU A UM RITMO MASCARAVA SEUS LUCROS DECLINANTES, PINTANDO UM QUADRO FALSO DE CRESCIMENTO FINANCEIRO E RENTABILIDADE PARA SUSTENTAR O PREÇO DAS AÇÕES DA W ORLD C OM. A FRAUDE FOI REALIZADA PRINCIPALMENTE EM DUAS FORMAS : O S CUSTOS DE INTERCONEXÃO COM OUTRAS EMPRESAS DE TELECOMUNICAÇÕES ERAM CONTABILIZADAS COMO DESPESAS DE CAPITAL, NO BALANÇO, AO INVÉS DE DESPESAS CORRENTES. I NFLAR AS RECEITAS COM LANÇAMENTOS CONTÁBEIS FALSOS. GRUPOS EMPRESARIAIS

242 D ESENVOLVIMENTO O Acionista Controlador da Embratel E M 2002, UMA PEQUENA EQUIPE DE AUDITORES INTERNOS DA W ORLD C OM TRABALHOU JUNTA, MUITAS VEZES À NOITE E EM SEGREDO, PARA INVESTIGAR E DESCOBRIR US$ 3,8 BILHÕES EM FRAUDES. P OUCO TEMPO DEPOIS, DA COMISSÃO DE AUDITORIA DA EMPRESA E DA DIRETORIA FORAM NOTIFICADOS DA FRAUDE E AGIU RAPIDAMENTE : O EUA S ECURITIES AND E XCHANGE C OMMISSION (SEC) LANÇOU UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE ESTAS MATÉRIAS EM 26 DE JUNHO DE A TÉ O FINAL DE 2003, ESTIMOU - SE QUE OS ATIVOS TOTAIS DA EMPRESA FORAM INFLADOS POR CERCA DE US$ 11 BILHÕES. E M 14 DE ABRIL DE 2003, A W ORLD C OM MUDOU SEU NOME PARA MCI. GRUPOS EMPRESARIAIS

243 D ESENVOLVIMENTO O Acionista Controlador da Embratel O BSERVAR QUE DO PONTO DE VISTA DE MERCADO, O PONTO CRUCIAL DO FRACASSO DA MCI W ORLD C OM FOI A CANALIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS PARA A AMPLIAÇÃO DO SEU BACKBONE I NTERNET VISANDO ATENDER O HIPOTÉTICO CRESCIMENTO DE TRÁFEGO GERADO PELA EXPLOSÃO DO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS ATRAVÉS DA REDE. GRUPOS EMPRESARIAIS

244 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais A EMPRESA, CONSIDERADA PELOS ESPECIALISTAS COMO A MAIS VALIOSA DO S ISTEMA T ELEBRAS NÃO CONSEGUIU OBTER NOS PRIMEIROS ANOS DA PRIVATIZAÇÃO OS RESULTADOS ESPERADOS. M UITOS FATORES FORAM DECISIVOS PARA QUE OS PRINCIPAIS OBJETIVOS NÃO TIVESSEM SIDO ALCANÇADOS, DENTRE ELES : a)B AIXA CREDIBILIDADE DO ACIONISTA CONTROLADOR PERANTE O MERCADO. b)P ERDA DE RECEITA NOS SERVIÇOS DE LONGA DISTÂNCIA NACIONAL, LONGA DISTÂNCIA INTERNACIONAL E BAIXO CRESCIMENTO NO SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO DE DADOS, EM FUNÇÃO DA FORTE CONCORRÊNCIA ESTABELECIDA COM AS DEMAIS PRESTADORAS DE SERVIÇO. c)P ERDA DE RECEITA NO SERVIÇO INTERNACIONAL, EM FUNÇÃO DE NOVOS PLAYERS QUE SE ESTABELECERAM NO MERCADO PRESTANDO SERVIÇOS ATRAVÉS DA I NTERNET. GRUPOS EMPRESARIAIS

245 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais d)A UMENTO DOS CUSTOS DE INTERCONEXÃO, EXTREMAMENTE ELEVADOS, EM FUNÇÃO DA EMPRESA NÃO DISPOR DE UMA REDE PARA OFERTAR SERVIÇOS DE TELEFONIA FIXA LOCAL. e)P ERDA DE RECEITA NO FATURAMENTO, PELO FATO DA EMPRESA NÃO TER DISPONÍVEL UMA BASE DE CLIENTES CONFIÁVEL ( CADASTRO ). f)P ERDA DE RECEITA NO FATURAMENTO, PELO FATO DA EMPRESA NÃO DISPOR DE TECNOLOGIA PARA IMPEDIR QUE CLIENTES INADIMPLENTES CONTINUASSEM A EFETUAR LIGAÇÕES ATRAVÉS DE SUA REDE. g)M Á NEGOCIAÇÃO NO FINANCIAMENTO DA DÍVIDA, TROCANDO BOA PARTE DA MESMA, DE REAIS PARA DÓLAR, SEM QUE A MESMA TIVESSE SIDO DEVIDAMENTE PROTEGIDA ; h)F ALTA DE INVESTIMENTO ADEQUADO PARA A AGREGAÇÃO DE NOVAS RECEITAS QUE PUDESSEM COMPENSAR PARTE DAS PERDAS ANTERIORMENTE CITADAS. GRUPOS EMPRESARIAIS

246 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais GRUPOS EMPRESARIAIS R$

247 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais É IMPORTANTE RESSALTAR QUE O CRESCIMENTO DA RECEITA NOS TRÊS PRIMEIROS ANOS SÓ ACONTECEU POR DUAS RAZÕES : A PRIMEIRA DELAS POR CONTA DE UMA DEMANDA REPRIMIDA E A SEGUNDA PELO BAIXO NÍVEL DE CONCORRÊNCIA QUE SÓ VEIO A SE INTENSIFICAR A PARTIR DO ANO 2001 QUANDO AS RECEITAS PASSARAM ENTÃO A SER DECLINANTES. GRUPOS EMPRESARIAIS

248 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais T ODOS OS PROBLEMAS ENVOLVENDO O ACIONISTA CONTROLADOR ACABARAM POR POTENCIALIZAR RESULTADOS EXTREMAMENTE NEGATIVOS NAS AÇÕES DA E MBRATEL NEGOCIADAS NA B OLSA DE V ALORES DE S ÃO P AULO (BOVESPA). GRUPOS EMPRESARIAIS R$

249 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais A PERDA DE VALOR DE MERCADO, SEGUNDO ANALISTAS, ESTAVA LIGADA À CRISE MUNDIAL DO SETOR APÓS O ESTOURO, EM 2000, DA BOLHA DAS EMPRESAS DE TECNOLOGIA, QUE ESTAVAM COM SEUS VALORES INFLADOS DEVIDO À AVALIAÇÃO SUPERESTIMADA DOS INVESTIDORES, NAQUELA ÉPOCA. A S AÇÕES PREFERENCIAIS DA E MBRATEL, CONSIDERADA NO MOMENTO DA PRIVATIZAÇÃO COMO A JOIA DA COROA, CHEGARAM A VALER QUATRO ANOS DEPOIS, 88,1% MENOS DO QUE EM SETEMBRO DE J Á AS AÇÕES ORDINÁRIAS REGISTRARAM QUEDA DE 76,2% NO MESMO PERÍODO. O S PROBLEMAS DE FATURAMENTO SIGNIFICARAM TAMBÉM UMA GRANDE PERDA DE RECEITA PARA A EMPRESA. N O MODELO ESTATAL ANTIGO A LÓGICA DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ERA DIFERENTE DAQUELE QUE FOI PROJETADO PARA O MUNDO PRIVADO E EM REGIME DE COMPETIÇÃO GRUPOS EMPRESARIAIS

250 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais A E MBRATEL NÃO POSSUÍA CADASTRO DOS USUÁRIOS QUE REALIZAVAM AS LIGAÇÕES TELEFÔNICAS INTERESTADUAIS E INTERNACIONAIS. A PENAS IDENTIFICAVA E REGISTRAVA OS NÚMEROS, VALORAVA AS CHAMADAS E DEVOLVIA AS OPERADORAS PARA A REALIZAÇÃO DA COBRANÇA. R ECEBIA OS PERCENTUAIS ACORDADOS ( ECONÔMICO ) SEM SE PREOCUPAR COM QUESTÕES ENVOLVENDO INADIMPLÊNCIA E CONTESTAÇÕES POR PARTE DOS CLIENTES. N O MUNDO PRIVATIZADO A A NATEL DEU UM PRAZO A E MBRATEL PARA A CONSTITUIÇÃO DO SEU CADASTRO ( ATÉ O FINAL DO ANO DE 1999). A PARTIR DESTA DATA A EMPRESA TERIA QUE INTERAGIR DIRETAMENTE COM OS CLIENTES DA TELEFONIA FIXA QUE VIESSEM A UTILIZAR SEUS SERVIÇOS, OU ENTÃO ATRAVÉS DAS OPERADORAS LOCAIS QUE SERIAM ENTÃO CONTRATADAS PARA A REALIZAÇÃO DESSAS TAREFAS. GRUPOS EMPRESARIAIS

251 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais N A PRÁTICA, ESSE PROCESSO NÃO FOI MUITO BEM CONDUZIDO E ACABOU GERANDO PARA A EMPRESA UMA PERDA DE RECEITA CONSIDERÁVEL, POIS NÃO HOUVE COMO PROCESSAR A COBRANÇA EM PRAZOS COMPATÍVEIS. P ARALELAMENTE A ESTE FATO, A E MBRATEL PERDEU ADICIONALMENTE OUTRA PARCELA EXPRESSIVA DE RECURSOS POR NÃO DISPOR DE UM SISTEMA QUE BLOQUEASSE USUÁRIOS COMPROVADAMENTE INADIMPLENTES DE REALIZAREM CHAMADAS INTERURBANAS E INTERNACIONAIS ATRAVÉS DE SUA REDE. O UTRA QUESTÃO NÃO MENOS IMPORTANTE E QUE CONTRIBUIU DECISIVAMENTE PARA A CARACTERIZAÇÃO DA CRISE NA EMPRESA FOI O QUE ENVOLVEU O TRATAMENTO DE SUA DÍVIDA. A MAIOR PARTE DO ENDIVIDAMENTO DE LONGO PRAZO DA EMPRESA FOI FEITO EM MOEDA ESTRANGEIRA, 76,2% DOS QUAIS EM DÓLARES AMERICANOS. GRUPOS EMPRESARIAIS

252 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais O CUSTO EFETIVO DA DÍVIDA DA EMPRESA EM MOEDA ESTRANGEIRA DEPENDE PRINCIPALMENTE DA TAXA DE CÂMBIO ENTRE O REAL E AS MOEDAS DO ENDIVIDAMENTO E A EMPRESA NÃO FEZ HEDGE DE SUAS OBRIGAÇÕES. A DÍVIDA EM MOEDA ESTRANGEIRA TEM TAXAS DE JUROS FIXAS DE 5,71% A 10,14% AO ANO E JUROS VARIÁVEIS DE 0,13% A 3,30% AO ANO SOBRE A L IBOR QUE EM 31 DE DEZEMBRO DE 1999 ERA DE 6,13% AO ANO. GRUPOS EMPRESARIAIS

253 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais A S DESVALORIZAÇÕES CAMBIAIS OCORRIDAS NO PERÍODO FIZERAM COM QUE OS VALORES DA DÍVIDA ASSUMISSEM O COMPORTAMENTO CONFORME MOSTRA O GRÁFICO A SEGUIR. GRUPOS EMPRESARIAIS R$

254 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais A VISÃO DA E MBRATEL ERA DIFERENTE COMO AFIRMOU UM DE SEUS EXECUTIVOS NA ÉPOCA – H OJE, AINDA SOMOS A MAIOR E MELHOR EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÕES PARA O SETOR CORPORATIVO E TEMOS INDICAÇÕES DE QUE 98% DOS NOSSOS CLIENTES COMPRARIAM UMA LINHA NOSSA SE ENTRÁSSEMOS NO MERCADO LOCAL. A S EMPRESAS ERAM O NOSSO NEGÓCIO ANTES DA PRIVATIZAÇÃO. N OS NOVOS NEGÓCIOS, ESTARÍAMOS MELHORES SE AS CONDIÇÕES DE COMPETIÇÃO FOSSEM IGUAIS PARA TODAS AS EMPRESAS. E SSE CUSTO ELEVADO ESTÁ NOS IMPONDO PREJUÍZOS. N ÃO PASSAM DE PERCEPÇÕES AS AVALIAÇÕES DE QUE VIRAMOS UM PATINHO FEIO. M UITOS EXECUTIVOS EVENTUALMENTE NEGAM AS CRISES, ACABANDO POR LEVAR AS EMPRESAS A UM NÍVEL DE COMPROMETIMENTO MUITAS VEZES IRREVERSÍVEL. GRUPOS EMPRESARIAIS

255 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais A CONJUGAÇÃO DE PROBLEMAS DE NATUREZA OPERACIONAL COM PROBLEMAS DE NATUREZA FINANCEIRO ACABOU POR GERAR OS RESULTADOS ECONÔMICOS RETRATADOS A SEGUIR. GRUPOS EMPRESARIAIS %

256 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais GRUPOS EMPRESARIAIS R$ M ARGENS DE EBITDA MUITO BAIXAS EM UM PRIMEIRO MOMENTO, PREJUÍZOS EM MOMENTOS SUBSEQUENTES ACABARAM POR CARACTERIZAR DE FORMA INEQUÍVOCA A CRISE EM UMA EMPRESA.

257 D ESENVOLVIMENTO Resultados da Empresa nos Anos Iniciais T UDO ISTO AGRAVADO PELO FATO DA INSTITUIÇÃO TER SIDO DEIXADA A DERIVA PELO CONTROLADOR, CONFORME PODE SER OBSERVADO PELO NÍVEL DE INVESTIMENTOS REALIZADO NO QUADRIÊNIO 2000 – GRUPOS EMPRESARIAIS R$

258 D ESENVOLVIMENTO O Processo de Aquisição da Embratel pelo Novo Acionista A EMPRESA AMERICANA DE TELECOMUNICAÇÕES MCI, CONTROLADORA DA E MBRATEL TENTOU, POR DOIS ANOS, SAIR DE UMA CONCORDATA PROVOCADA POR UMA DAS MAIORES FRAUDES CONTÁBEIS JÁ VISTAS, UM ROMBO DE 11 BILHÕES DE DÓLARES. E M NOVEMBRO DE 2003 A MCI ANUNCIA A SUA INTENÇÃO DE VENDER A E MBRATEL. C ONFORME COMUNICADO FEITO, A MCI DETÉM 51,79% DAS AÇÕES ORDINÁRIAS DA E MBRATEL P ARTICIPAÇÕES S.A. (19,20% DO CAPITAL TOTAL ). A E MBRATEL P ARTICIPAÇÕES S.A. DETÉM 98,73% DAS AÇÕES DA E MPRESA B RASILEIRA DE T ELECOMUNICAÇÕES S.A. - E MBRATEL. A E MPRESA TAMBÉM FOI INFORMADA DE QUE A MCI DEU INÍCIO À IDENTIFICAÇÃO DE UM COMPRADOR PARA A SUA PARTICIPAÇÃO ACIONÁRIA, PORÉM SEM ASSEGURAR O SUCESSO DESTA PROCURA. GRUPOS EMPRESARIAIS

259 D ESENVOLVIMENTO O Processo de Aquisição da Embratel pelo Novo Acionista O S COMUNICADOS DA E MBRATEL PARA A IMPRENSA RESSALTAVAM QUE A EMPRESA É A PROVEDORA DE TELECOMUNICAÇÕES PREMIUM DO B RASIL E OFERECE UMA VASTA GAMA DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES AVANÇADOS SOBRE SUA REDE. É LÍDER EM SERVIÇOS DE DADOS E INTERNET NO PAÍS E ESTÁ ESTRATEGICAMENTE POSICIONADA PARA SE TORNAR A ÚNICA OPERADORA LOCAL COM ABRANGÊNCIA NACIONAL PARA EMPRESAS. O S SERVIÇOS OFERECIDOS INCLUEM : TELEFONIA DE VOZ AVANÇADA, SERVIÇO DE DADOS EM ALTA VELOCIDADE, INTERNET, COMUNICAÇÃO DE DADOS POR SATÉLITES, REDES CORPORATIVAS E SERVIÇOS LOCAIS PARA EMPRESAS. E M MARÇO DE 2004 A A NATEL AUTORIZOU A E MBRATEL A MONTAR UM DATA - ROOM PARA QUE OS GRUPOS INTERESSADOS EM SUA COMPRA PUDESSEM AVALIAR SUAS PROPOSTAS, NO SENTIDO DA AQUISIÇÃO DA MAIOR OPERADORA DE TELEFONIA DE LONGA DISTÂNCIA DO PAÍS. GRUPOS EMPRESARIAIS

260 D ESENVOLVIMENTO O Processo de Aquisição da Embratel pelo Novo Acionista O S GRUPOS INTERESSADOS FORAM TRÊS : UM CONSÓRCIO FORMADO PELA EMPRESA G EODEX QUE INCLUÍA AS TRÊS PRINCIPAIS OPERADORAS FIXAS NO B RASIL (B RASIL T ELECOM, T ELEMAR E T ELEFÔNICA ); A COMPANHIA T ELMEX, DO MEGAINVESTIDOR MEXICANO C ARLOS S LIM ; O T ELOS, FUNDO DE PENSÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA E MBRATEL. E M 15 DE MARÇO, A MCI ANUNCIOU SUA DECISÃO DE VENDER A E MBRATEL À MEXICANA T ELMEX, POR 400 MILHÕES DE DÓLARES. O VALOR FOI DE QUASE 200 MILHÕES DE DÓLARES INFERIOR À PROPOSTA FEITA PELO CONSÓRCIO G EODEX, FORMADO PELAS TRÊS MAIORES EMPRESAS DE TELEFONIA FIXA DO B RASIL E PELO B ANCO N ACIONAL DE D ESENVOLVIMENTO E CONÔMICO E S OCIAL (BNDES), QUE ENTRARIA NA OPERAÇÃO COM O APORTE DE 40% DOS RECURSOS. GRUPOS EMPRESARIAIS

261 D ESENVOLVIMENTO O Processo de Aquisição da Embratel pelo Novo Acionista O S DIRIGENTES DA MCI ENTENDERAM QUE A VENDA AO GRUPO G EODEX, EMBORA FINANCEIRAMENTE MUITO MAIS VANTAJOSA, DIFICILMENTE SAIRIA DO PAPEL. O RISCO DA PROPOSTA FEITA PELO CONSÓRCIO ERA ALTO DEMAIS. "P OR AUMENTAR A CONCENTRAÇÃO NO MERCADO, A PROPOSTA DAS TRÊS TELES DIFICILMENTE PASSARIA PELA A NATEL E PELO C ONSELHO A DMINISTRATIVO DE D EFESA E CONÔMICA (C ADE )", COMENTOU NA ÉPOCA O Y ANKEE G ROUP, CONSULTORIA ESPECIALIZADA NO SETOR. C ASO SAÍSSE VENCEDOR NA DISPUTA, O G EODEX CONCENTRARIA A TOTALIDADE DO MERCADO DE CHAMADAS DE LONGA DISTÂNCIA E MAIS DE 90% DO DE COMUNICAÇÕES DE DADOS. "A DECISÃO DA MCI SE BASEOU NA MAIOR PROBABILIDADE DA PROPOSTA DA T ELMEX RECEBER A APROVAÇÃO REGULATÓRIA ", DISSE R EGLA P EREZ P INOT, PORTA - VOZ DA MCI NOS E STADOS U NIDOS. T AIS ARGUMENTOS CONSTAM DE UM DOCUMENTO ENVIADO PELA EMPRESA À C ORTE DE F ALÊNCIAS DOS E STADOS U NIDOS, EM 19 DE MARÇO. GRUPOS EMPRESARIAIS

262 D ESENVOLVIMENTO O Processo de Aquisição da Embratel pelo Novo Acionista O GRUPO MEXICANO ESTAVA PARTICULARMENTE INTERESSADO NESSE NEGÓCIO. E M SEUS PLANOS, ESTARIA A COMBINAÇÃO ENTRE AS OPERAÇÕES DE DADOS DA E MBRATEL E AS DA AT&T A MÉRICA L ATINA, COMPRADA PELA T ELMEX EM A IDEIA TAMBÉM ERA A DE APROVEITAR SINERGIAS ENTRE A E MBRATEL E A EMPRESA DE SERVIÇO MÓVEL CELULAR, A C LARO, POSSUIDORA DE UMA FORTE PRESENÇA NOS PAÍSES DA A MÉRICA L ATINA. C OM TUDO ISSO, A T ELMEX JÁ PODERIA PASSAR A OFERTAR CONSUMIDOR UM PACOTE INCLUINDO OS SERVIÇOS DE TELEFONIA FIXA LOCAL, LONGA DISTÂNCIA, DADOS E CELULARES. P ARA UMA EMPRESA EM CRISE COMO A E MBRATEL E ATUANDO EM UM MERCADO ALTAMENTE COMPETITIVO É PRECISO QUE NOVAS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO SEJAM IMPLEMENTADAS, AGREGADAS A INVESTIMENTOS QUE POSSIBILITEM A PRESTAÇÃO DE NOVOS SERVIÇOS E A AGREGAÇÃO DE VALOR AOS JÁ EXISTENTES. GRUPOS EMPRESARIAIS

263 D ESENVOLVIMENTO O Processo de Aquisição da Embratel pelo Novo Acionista C OMO A CONTROLADORA DA E MBRATEL ESTAVA EM CONCORDATA QUANDO ANUNCIOU A VENDA, A OPERAÇÃO PRECISOU SER AUTORIZADA PELA C ORTE DE F ALÊNCIAS DE N OVA Y ORK, NOS EUA. A APROVAÇÃO VEIO NO DIA 27 DE ABRIL, ALGUNS DIAS APÓS A MCI SAIR DA CONCORDATA MESMO SOB OS VÁRIOS PROTESTOS E PEDIDOS DE REVOGAÇÃO FEITOS PELO CONSÓRCIO CONCORRENTE, QUE TAMBÉM PARTICIPOU DA DISPUTA E ALEGAVA TER FEITO OFERTA MAIOR PELA OPERADORA. E M JUNHO DE 2004 A A NATEL APROVOU A TRANSFERÊNCIA DO CONTROLE DA E MBRATEL PARA T ELMEX, INFORMANDO NÃO TER ENCONTRADO NA OPERAÇÃO NENHUM PROBLEMA OU CONFLITO COM A L EI G ERAL DE T ELECOMUNICAÇÕES E DANDO UM PRAZO DE DEZOITO MESES PARA QUE A T ELMEX CORRIJA E SE DESFAÇA DE EVENTUAIS SOBREPOSIÇÕES DE OPERAÇÃO. GRUPOS EMPRESARIAIS

264 D ESENVOLVIMENTO O Processo de Aquisição da Embratel pelo Novo Acionista O CONSOLIDADO DE RESULTADOS DE 2004 É APRESENTADO A SEGUIR. GRUPOS EMPRESARIAIS R ECEITA O PERACIONAL L ÍQUIDA ( MILHÕES DE REAIS )R$ D ESPESAS O PERACIONAIS ( MILHÕES DE REAIS )R$ EBITDA ( MILHÕES DE REAIS )R$ M ARGEM EBITDA (%)18,7% L UCRO L ÍQUIDO ( MILHÕES DE REAIS )(R$ 339) R ECEITA DE L ONGA D ISTÂNCIA N ACIONAL ( MILHÕES DE REAIS )R$ R ECEITA DE L ONGA D ISTÂNCIA I NTERNACIONAL ( MILHÕES DE REAIS )R$ 769 R ECEITA DE C OMUNICAÇÃO DE D ADOS ( MILHÕES DE REAIS )R$ R ECEITA DE S ERVIÇO L OCAL ( MILHÕES DE REAIS )R$ 608 D ÍVIDA L ÍQUIDA ( MILHÕES DE REAIS )R$ I NVESTIMENTO ( MILHÕES DE REAIS )R$ 580 M INUTOS DE L ONGA D ISTÂNCIA N ACIONAL ( MILHÕES DE MINUTOS ) M INUTOS DE L ONGA D ISTÂNCIA I NTERNACIONAL ( MILHÕES DE MINUTOS )1.723

265 D ESENVOLVIMENTO O Processo de Aquisição da Embratel pelo Novo Acionista A SITUAÇÃO NO FINAL DO ANO DE 2004 DEMONSTRAVA QUE A SITUAÇÃO PERMANECIA CRÍTICA E QUE O NOVO ACIONISTA TERIA UM GRANDE DESAFIO PARA OS PRÓXIMOS ANOS, NO SENTIDO DE TIRAR A EMPRESA DA CRISE QUE TINHA SE INSTALADO HÁ QUASE CINCO ANOS. N O QUARTO TRIMESTRE DE 2004, A E MBRATEL AMORTIZOU CERCA DE R$1,5 BILHÃO DO PRINCIPAL DA DÍVIDA. E STA DÍVIDA FOI SUBSTITUÍDA POR R$1,5 BILHÃO EM NOVA DÍVIDA DE CURTO PRAZO DE MENOR CUSTO. D ESTE TOTAL, R$1,0 BILHÃO FOI OBTIDO VIA EMISSÃO DE NOTAS PROMISSÓRIAS, COM O SALDO SENDO CONTRAÍDO VIA EMPRÉSTIMOS BANCÁRIOS. O OBJETIVO DA TROCA DO PERFIL DA DÍVIDA FOI REDUZIR O CUSTO TOTAL DO ENDIVIDAMENTO DA COMPANHIA. P ARA COMPLETAR A REESTRUTURAÇÃO FINANCEIRA, A DIRETORIA DA E MBRATEL PROPÔS, E O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO APROVOU SEUS TERMOS GERAIS, UM AUMENTO DE CAPITAL DE US$ 700 MILHÕES. GRUPOS EMPRESARIAIS

266 D ESENVOLVIMENTO O Processo de Aquisição da Embratel pelo Novo Acionista O PROPÓSITO DESTE AUMENTO DE CAPITAL ERA FORTALECER A ESTRUTURA FINANCEIRA DA E MBRAPAR E DE SUAS SUBSIDIÁRIAS, TENDO EM VISTA SUAS NECESSIDADES DE CAPITAL NO MÉDIO PRAZO. D ENTRE ESTAS NECESSIDADES : O REPAGAMENTO DE DÍVIDAS A VENCER – INCLUINDO 35% DOS US$ 275 MILHÕES EM N OTAS G ARANTIDAS – O PRÉ - PAGAMENTO DE DÍVIDAS MAIS CARAS E O FINANCIAMENTO DO PROGRAMA DE INVESTIMENTOS. U MA ESTRUTURA FINANCEIRA MAIS SÓLIDA TAMBÉM PERMITIRÁ QUE A E MBRATEL POSSA COMPETIR DE FORMA MAIS EFETIVA E ENFRENTAR DESAFIOS E OPORTUNIDADES À MEDIDA QUE TAIS OPORTUNIDADES SE APRESENTEM. A E MBRATEL TAMBÉM SINALIZAVA A OPORTUNIDADE DE ADQUIRIR OUTROS ATIVOS NO B RASIL DE PROPRIEDADE DE SEU ACIONISTA CONTROLADOR OU EM PROCESSO DE AQUISIÇÃO. GRUPOS EMPRESARIAIS

267 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel N OS ANOS SUBSEQUENTES DA AQUISIÇÃO DA E MBRATEL PELO NOVO ACIONISTA, AS PRINCIPAIS AÇÕES NO PROCESSO DE REORGANIZAÇÃO DA EMPRESA FORAM : a)A QUISIÇÃO, EM AGOSTO DE 2005, DA EMPRESA P RIMESYS, ESPECIALISTA NO MERCADO DE OUTSOURCING DE INFORMÁTICA E TELECOMUNICAÇÕES, PELO VALOR NO VALOR DE R$ 231 MILHÕES. A P RIMESYS FATUROU NO ANO DE 2004 UM TOTAL DE US$ 119,8 MILHÕES ; b)I NCORPORAÇÃO, EM SETEMBRO DE 2005, PELA E MBRATEL P ARTICIPAÇÕES ( PRINCIPAL ACIONISTA DA E MBRATEL ) DE 37,1% DA PARTICIPAÇÃO ACIONÁRIA DA NET S ERVIÇOS DE C OMUNICAÇÃO S.A. ( PRESTADORA DE SERVIÇOS DE TV POR A SSINATURA NA MODALIDADE CABO ), ADQUIRIDA PELA T ELMEX EM JUNHO DE N ESSA DATA, A E MBRATEL P ARTICIPAÇÕES ANUNCIOU A INCORPORAÇÃO DA T ELMEX DO B RASIL. GRUPOS EMPRESARIAIS

268 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel c)R EESTRUTURAÇÃO, NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2005, DA ÁREA DE MARKETING DO MERCADO CORPORATIVO DA EMPRESA COM O DESLOCAMENTO DE SUA ESTRUTURA DA CIDADE DO R IO DE J ANEIRO PARA S ÃO P AULO, PRINCIPAL POLO DE DESENVOLVIMENTO DO B RASIL ; d)I NÍCIO, AO LONGO DE 2006, DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE TELEFONIA V O IP (V OICE OVER I NTERNET P ROTOCOL ) ATRAVÉS DO N ET F ONE VIA E MBRATEL, ATRAVÉS DE UM PACOTE DE SERVIÇOS TRIPLE - PLAY ( VOZ, DADOS E TV POR ASSINATURA ) PELA REDE DE CABOS DA NET; e)A PRESENTAÇÃO PELA T ELMEX, EM MAIO DE 2006, DE OFERTA PÚBLICA PARA A AQUISIÇÃO DE TODAS AS AÇÕES ORDINÁRIAS E PREFERENCIAIS DA E MBRATEL P ARTICIPAÇÕES EM CIRCULAÇÃO NO MERCADO COM A FINALIDADE DE CANCELAR O SEU REGISTRO COMO COMPANHIA ABERTA ; f)P RIORIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS PARA A VIABILIZAÇÃO DO AUMENTO DA OFERTA DOS SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS CORPORATIVO EM TODO O B RASIL ; GRUPOS EMPRESARIAIS

269 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel g)P RIORIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS PARA A VIABILIZAÇÃO DO AUMENTO DA OFERTA DOS SERVIÇOS DE TELEFONIA LOCAL CORPORATIVO PARA OS SEGMENTOS DE MÉDIOS E GRANDES NEGÓCIOS EM TODO O B RASIL ; h)A NÚNCIO, EM MARÇO DE 2008, DA ENTRADA EM OPERAÇÃO DA REDE W IMAX, COM O OBJETIVO DE LEVAR O SERVIÇO DE TELEFONIA E DE COMUNICAÇÃO DE DADOS, ATRAVÉS DE UMA P LATAFORMA WIRELESS AO SEGMENTO DE PEQUENOS NEGÓCIOS ; i)I NÍCIO, EM ABRIL DE 2008, DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE TV POR A SSINATURA VIA SATÉLITE (DTH), COM A FINALIDADE DE DISTRIBUIR SINAIS DE SONS E IMAGENS ( TELEVISÃO ) E ÁUDIO ; j)R ESPOSTA DA A NATEL, EM ABRIL DE 2008, INFORMANDO FORMALMENTE A E MBRATEL P ARTICIPAÇÕES S. A. A DECISÃO FINAL DO C ONSELHO D IRETOR DA A GÊNCIA QUE A E MBRAPAR, HOLDING QUE CONTROLA A E MPRESA B RASILEIRA DE T ELECOMUNICAÇÕES S.A. (E MBRATEL ), DEVERIA CONTINUAR COMO COMPANHIA ABERTA ; GRUPOS EMPRESARIAIS

270 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel k)A PROVAÇÃO PELA A NATEL, EM JANEIRO DE 2012, DA TRANSFERÊNCIA DO CONTROLE SOCIETÁRIO DA NET S ERVIÇOS DE C OMUNICAÇÃO S.A. E LE ERA EXERCIDO PELA TV G LOBO (G LOBO C OMUNICAÇÃO E P ARTICIPAÇÕES S.A.) E SERIA TRANSFERIDO PARA A E MBRATEL. A O FIM DA OPERAÇÃO, A G LOBO FICARIA COM 33,56% DAS AÇÕES ORDINÁRIAS. O NÍVEL DE INVESTIMENTOS FOI RETOMADO PELA EMPRESA COM O OBJETIVO DA CRIAÇÃO DE UM CICLO VIRTUOSO, QUE PERMITISSE CRIAR AS CONDIÇÕES PARA UMA SÓLIDA RECUPERAÇÃO DA INSTITUIÇÃO, ESPECIALMENTE EM PROJETOS QUE VIESSEM AGREGAR VALOR, POTENCIALIZANDO NOVAS RECEITAS. O MONTANTE DE RECURSOS DESTINADO AS DESPESAS DE CAPITAL, NOS SEIS ANOS POSTERIORES A ENTRADA NO NOVO CONTROLADOR SÃO APRESENTADOS A SEGUIR. GRUPOS EMPRESARIAIS

271 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel GRUPOS EMPRESARIAIS R$

272 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel O INVESTIMENTO CONJUNTO EFETUADO PELA E MBRATEL E PELA NET PARA EXPLORAR O SERVIÇO DE TELEFONIA LOCAL, DE LONGA DISTANCIA NACIONAL E INTERNACIONAL, ATRAVÉS DA REDE DE ACESSO DA NET E DAS CENTRAIS DA E MBRATEL, DEMONSTROU A IMPORTÂNCIA DO ESTABELECIMENTO DE ALIANÇAS ESTRATÉGICAS PARA A GERAÇÃO DE NOVAS OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO. N O PROCESSO DE TRANSFERÊNCIA DO CONTROLE ACIONÁRIO DA E MBRATEL, FOI INCORPORADO PELA T ELMEX O TOTAL DE 51,79% DO TOTAL DO CAPITAL VOTANTE ( AÇÕES ORDINÁRIAS ), QUE CORRESPONDIAM A 19,26% DO CAPITAL SOCIAL TOTAL DA E MBRATEL. A T ELMEX TEM COMO UMA DE SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS A DE NÃO TRABALHAR COM EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO E, ASSIM SENDO, LANÇOU, EM MAIO DE 2006, UMA OFERTA PÚBLICA PARA A AQUISIÇÃO DE TODAS AS AÇÕES ORDINÁRIAS E PREFERENCIAIS DA E MBRATEL P ARTICIPAÇÕES EM CIRCULAÇÃO NO MERCADO. GRUPOS EMPRESARIAIS

273 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel A COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA DA E MBRATEL P ARTICIPAÇÕES APÓS OFERTA PÚBLICA FICOU A SEGUINTE : A PESAR DOS VALORES ANTERIORES, A A NATEL DECIDIU, EM ABRIL DE 2008 QUE A E MBRAPAR, HOLDING QUE CONTROLA A E MPRESA B RASILEIRA DE T ELECOMUNICAÇÕES S.A. (E MBRATEL ), DEVERIA COPERMANECER COMO COMPANHIA ABERTA. A PARTIR DO ANO DE 2005 A RECEITA OPERACIONAL DA EMPRESA RETOMOU O SEU CICLO DE CRESCIMENTO. GRUPOS EMPRESARIAIS A CIONISTA A ÇÕES O RDINÁRIAS A ÇÕES P REFERENCIAIS T OTAL T ELMEX 98,21%98,03%98,12% O UTROS 1,79%1,97%1,88% T OTAL 100,00% % POR CLASSE 51,8%48,2%100,0%

274 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel D ESTACAM - SE COMO NOVOS ALAVANCADORES DE RECEITA OS SERVIÇOS DE TELEFONIA LOCAL, OS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS E OS DE TV POR ASSINATURA NA MODALIDADE DTH. GRUPOS EMPRESARIAIS R$

275 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel O S SERVIÇOS LOCAIS FORAM IMPULSIONADOS PELA PARCERIA E MBRATEL /NET, PELOS INVESTIMENTOS EFETUADOS NOS ACESSOS PARA CLIENTES CORPORATIVOS E PELA IMPLANTAÇÃO NO B RASIL, A PARTIR DO ANOS DE 2008 E 2009, DA PORTABILIDADE NUMÉRICA, OU SEJA, A FACILIDADE DO CLIENTE PODER TRANSITAR DE UMA OPERADORA PARA OUTRA SEM QUE HAJA A NECESSIDADE DE TROCA DE NÚMERO. S OBRE ESTA FUNCIONALIDADE A E MBRATEL TEM SE APROVEITADO MUITO BEM, UMA VEZ QUE OFERECE UM PACOTE MAIS COMPLETO DE SERVIÇOS QUE AS DEMAIS PRESTADORAS. O S SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS RECEBERAM TAMBÉM O APORTE DE INVESTIMENTOS NECESSÁRIOS, AMPLIANDO A SUA PARTICIPAÇÃO NA COMPOSIÇÃO DA RECEITA DA EMPRESA. O S SERVIÇOS DE TV POR ASSINATURA NA MODALIDADE DTH TÊM APRESENTADO UM ELEVADO POTENCIAL DE CRESCIMENTO. R ESSALTA - SE O AUMENTO DO M ARKET -S HARE DE 11,6% (2010) PARA 17,9% (2011). GRUPOS EMPRESARIAIS

276 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel O PERFIL DA RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA PARA O ANO DE 2010 É APRESENTADO NO GRÁFICO A SEGUIR. GRUPOS EMPRESARIAIS

277 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel P ELA DISTRIBUIÇÃO APRESENTADA ANTERIORMENTE FICA NÍTIDA A MUDANÇA DE COMPORTAMENTO DA EMPRESA. O QUADRO ANTERIOR É MUITO CLARO E REPRESENTATIVO E NÃO REFLETE APENAS UMA SIMPLES COLETA DE NÚMEROS. E LE DEMONSTRA OS CUIDADOS QUE PRECISAM SER TOMADOS NO PROCESSO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA QUE A REESTRUTURAÇÃO INTERNA DA FORÇA DE TRABALHO SEJA ADERENTE ÀS NOVAS NECESSIDADES DA ORGANIZAÇÃO, A PRIORIDADE DOS INVESTIMENTOS EM ÁREAS COM UM MAIOR NÍVEL DE POTENCIAL DE RENTABILIDADE SEJA EFETIVAMENTE EXERCIDA, AS RECEITAS DOS SERVIÇOS QUE AINDA REPRESENTEM NÚMEROS REPRESENTATIVOS NO CONTEXTO GLOBAL POSSAM NO MÍNIMO SER MANTIDAS E FINALMENTE RETARDAR DENTRO DOS LIMITES DE POSSIBILIDADES A QUEDA DAS RECEITAS DE SERVIÇOS CUJA FORMA DE EXPLORAÇÃO ESTÁ PRÓXIMA AO ESGOTAMENTO. GRUPOS EMPRESARIAIS

278 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel A TABELA ABAIXO ESTABELECE UM COMPARATIVO ENTRE AS RECEITAS AUFERIDAS PELA E MBRATEL NOS ANOS DE 1999 E 2010 COM O OBJETIVO DE FACILITAR A AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE TRANSFORMAÇÃO IMPOSTO À EMPRESA. GRUPOS EMPRESARIAIS R ECEITA O PERACIONAL L ÍQUIDA T ELEFONIA DE L ONGA D ISTÂNCIA N ACIONAL 64,0%39,2% T ELEFONIA DE L ONGA D ISTÂNCIA I NTERNACIONAL 13,9%3,6% C OMUNICAÇÃO DE D ADOS 18,6%28,6% T ELEFONIA L OCAL 0,0%21,4% D IRECT TO H OME (DTH) – TV POR A SSINATURA 0,0%5,4% O UTRAS R ECEITAS 3,5%1,8%

279 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel A EVOLUÇÃO DA RECEITA DOS SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS E DE TELEFONIA LOCAL APRESENTADA, A SEGUIR, CONSOLIDA TODA A ABORDAGEM EFETUADA. GRUPOS EMPRESARIAIS R$

280 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel GRUPOS EMPRESARIAIS R$ O SERVIÇO LDN POSSUI UMA REPRESENTATIVIDADE MUITO GRANDE NA FORMAÇÃO DA RECEITA E NECESSITA DE UM CUIDADO ESPECIAL, PRINCIPALMENTE EM QUESTÕES ENVOLVENDO AÇÕES DA CONCORRÊNCIA.

281 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel O DETERMINANTE NA PRESERVAÇÃO DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE TELEFONIA DE LONGA DISTÂNCIA INTERNACIONAL, HOJE EM PROCESSO DE PHASE - OUT, É A QUALIDADE, UMA VEZ QUE AS LIGAÇÕES VIA I NTERNET, EMBORA GRATUITAS, AINDA NÃO TRABALHAM ADEQUADAMENTE ESTE ATRIBUTO. A EVOLUÇÃO DOS MINUTOS TRAFEGADOS REFERENTES AOS SERVIÇOS DE TELEFONIA DE LONGA DISTÂNCIA NACIONAL E INTERNACIONAL É APRESENTADA NOS GRÁFICOS, A SEGUIR, NO SENTIDO DE DAR UM ENTENDIMENTO CONCLUSIVO SOBRE O TEMA. GRUPOS EMPRESARIAIS

282 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel GRUPOS EMPRESARIAIS

283 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel GRUPOS EMPRESARIAIS

284 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel GRUPOS EMPRESARIAIS O S RESULTADOS ECONÔMICOS MAIS IMPORTANTES NO PERÍODO EM ANÁLISE SÃO APRESENTADOS NOS GRÁFICOS A SEGUIR.

285 D ESENVOLVIMENTO Principais Medidas para a Recuperação da Embratel GRUPOS EMPRESARIAIS

286 D ESENVOLVIMENTO Novos Desafios - A Convergência U M DOS MAIORES DESAFIOS PARA AS EMPRESAS NESTA DÉCADA ESTÁ LIGADO A QUESTÃO DA CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA. O TERMO É UTILIZADO PARA DESIGNAR A TENDÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DE UMA ÚNICA INFRA - ESTRUTURA DE TECNOLOGIA PARA PROVER SERVIÇOS QUE, ANTERIORMENTE, REQUERIAM EQUIPAMENTOS, CANAIS DE COMUNICAÇÃO, PROTOCOLOS E PADRÕES INDEPENDENTES. A S TECNOLOGIAS MODERNAS INSERIDAS EM UM PROCESSO DE CONVERGÊNCIA SÃO AQUELAS QUE ENVOLVEM REDES, SERVIÇOS E TERMINAIS NO CONTEXTO DAS TELECOMUNICAÇÕES E DA RADIODIFUSÃO, TAIS COMO RÁDIO, TELEVISÃO, REDES DE COMPUTADORES, TELEFONIA FIXA E MÓVEL. GRUPOS EMPRESARIAIS

287 D ESENVOLVIMENTO Novos Desafios - A Convergência A FIGURA A SEGUIR, CARACTERIZA ALGUNS NÍVEIS DE CONVERGÊNCIA E A INTERAÇÃO ENTRE OS MESMOS. A CONVERGÊNCIA CORPORATIVA PODE OCORRER DE TRÊS MANEIRAS : a)P ELA SIMPLES EXPANSÃO DO ESCOPO DE ATUAÇÃO DA EMPRESA, DESENVOLVENDO SUA PRÓPRIA TECNOLOGIA PARA ATUAR EM UM NOVO SEGMENTO DE MERCADO ; GRUPOS EMPRESARIAIS Convergência Regulatória Regulamentação Convergência Corporativa Corporações Convergência Tecnológica Redes, serviços, terminais incentiva requer controla

288 D ESENVOLVIMENTO Novos Desafios - A Convergência b)A TRAVÉS DE PARCERIAS ( JOINT VENTURES ), EM QUE DUAS OU MAIS EMPRESAS SE UNEM PARA OFERECER CONJUNTAMENTE UM PACOTE DE PRODUTOS OU SERVIÇOS, OU UNIFICAM SUAS LINHAS DE PRODUTO EM UMA SÓ ; c)P ELA FUSÃO OU AQUISIÇÃO DE OUTRAS EMPRESAS, ABSORVENDO ASSIM SEU CAPITAL INTELECTUAL, ABRANGENDO SUA MARCA, TECNOLOGIA, LINHAS DE PRODUTOS E POR CONSEQUÊNCIA, SUA PARTICIPAÇÃO NO MERCADO. A LGUNS PROCESSOS DE INTEGRAÇÃO DE EMPRESAS JÁ SE ENCONTRAM EM ANDAMENTO COMO É O CASO DA NET S ERVIÇOS DE C OMUNICAÇÃO S.A. A E MBRATEL ADQUIRIU, EM 07 DE OUTUBRO DE 2010, 72% DAS AÇÕES PREFERENCIAIS DA NET EM CIRCULAÇÃO NO MERCADO, EM OFERTA PÚBLICA VOLUNTÁRIA NA BM&F B OVESPA. A OPERADORA ADQUIRIU 143,8 MILHÕES DE AÇÕES, PAGANDO R$ 23 POR PAPEL. A E MBRATEL FAZ PARTE DO BLOCO DE CONTROLE DA NET. GRUPOS EMPRESARIAIS

289 D ESENVOLVIMENTO Novos Desafios - A Convergência O RESULTADO DO LEILÃO ABRIU CAMINHO PARA QUE A E MBRATEL COMPRASSE A TOTALIDADE DAS AÇÕES PREFERENCIAIS DA NET EM CIRCULAÇÃO NO MERCADO. A L EI N O SANCIONADA PELA P RESIDÊNCIA DA R EPÚBLICA, EM 12 DE SETEMBRO DE 2011, DISPONDO SOBRE A COMUNICAÇÃO AUDIOVISUAL DE ACESSO CONDICIONADO, ABRE A EXPLORAÇÃO DO SERVIÇO DE TV POR ASSINATURA NA MODALIDADE CABO AO MERCADO, SEM QUALQUER TIPO DE RESTRIÇÃO AO CAPITAL ESTRANGEIRO. P ELA LEI ANTERIOR (L EI DO C ABO ), DATADA DE 1995, A PARTICIPAÇÃO DO CAPITAL ESTRANGEIRO ESTAVA LIMITADA A NO MÁXIMO 49%. A A NATEL CONCEDEU, EM 26 DE JANEIRO DE 2012, ANUÊNCIA PRÉVIA PARA A TRANSFERÊNCIA DO CONTROLE ACIONÁRIO DA NET, MAIOR EMPRESA DE TV POR ASSINATURA DO PAÍS, DA G LOBO C OMUNICAÇÃO E P ARTICIPAÇÕES (G LOBOPAR ) PARA O GRUPO MEXICANO T ELMEX. GRUPOS EMPRESARIAIS

290 D ESENVOLVIMENTO Novos Desafios - A Convergência A E MBRATEL ADQUIRIU, EM 16 DE FEVEREIRO DE 2012, UM TOTAL DE 5,5% DO CAPITAL VOTANTE DA GB E MPREENDIMENTO E P ARTICIPAÇÕES. C OM ISSO, A E MBRATEL PASSA A SER A ACIONISTA MAJORITÁRIA DA GB QUE DETÉM 51% DAS AÇÕES DA NET. A COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA ANTIGA ESTAVA DISPOSTA CONFORME TABELA A SEGUIR. GRUPOS EMPRESARIAIS

291 D ESENVOLVIMENTO Novos Desafios - A Convergência GRUPOS EMPRESARIAIS C ONTROLE A CIONÁRIO O RDINÁRIA P REFERENCIAL T OTAL GB 51,0%0,0%17,0% G LOBO 10,4%0,0%3,5% E MBRAPAR 35,8%5,4%15,5% E MBRATEL 2,2%92,3%62,2% O UTROS 0,6%2,4%1,8% % POR CLASSE 33,4%66,6%100,0%

292 Novos Desafios - A Convergência GRUPOS EMPRESARIAIS TelmexFloat Embrapar EmbratelTelmex do BrasilGB Via EmbratelStar OneBrasil CenterPrimesys NET 98,12% 1,88% 99,48%100,0%82,08% 93,96%100,0% 99,9% 17,02% 62,23% 0,92% 15,50%

293 C ONCLUSÃO O Estudo de Caso Embratel C ABEM AQUI ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE TODO O PROCESSO RELATADO. O PRIMEIRO PONTO DIZ RESPEITO A QUESTÃO DA CONTAMINAÇÃO QUE UMA ORGANIZAÇÃO PODE GERAR SOBRE AS DEMAIS AS DEMAIS EMPRESAS DO GRUPO, PODENDO INCLUSIVE LEVÁ - LAS A FALÊNCIA. N ÃO SERIA O CASO DA E MBRATEL, POIS A OPERADORA PRESTAVA SEUS PRINCIPAIS SERVIÇOS EM REGIME DE CONCESSÃO E CASO A SUA SITUAÇÃO CAMINHASSE PARA UM PROCESSO FALIMENTAR, HAVERIA A INTERVENÇÃO DO ÓRGÃO REGULADOR, A A NATEL, SENDO A CONCESSÃO EXISTENTE SUSPENSA E UMA NOVA LICITAÇÃO PROVIDENCIADA. O SEGUNDO PONTO REFERE - SE AOS RECURSOS NECESSÁRIOS QUE UMA EMPRESA NÃO PODE PRESCINDIR QUANDO PASSA ATUAR EM UM MERCADO ALTAMENTE COMPETITIVO. O INVESTIMENTO PRECISA SER FEITO NA QUANTIDADE CERTA E NO MOMENTO ADEQUADO PARA POTENCIALIZAR OS MELHORES RESULTADOS. GRUPOS EMPRESARIAIS

294 C ONCLUSÃO O Estudo de Caso Embratel A NÃO AGREGAÇÃO DE VALOR AOS SEUS SERVIÇOS ( ATUAIS E AOS NOVOS ) PODE TAMBÉM PASSAR AO MERCADO A PERCEPÇÃO DE QUE ALGUMA COISA DE ERRADO ESTÁ ACONTECENDO COM A EMPRESA, DEIXANDO TRANSPARECER A SUA INCAPACIDADE EM LIDAR COM DIFICULDADES. A MÁ GESTÃO FINANCEIRA PODE LEVAR A EMPRESA A RUÍNA, OU SEJA, UMA AÇÃO EQUIVOCADA PODE EXIGIR UM TEMPO MUITO LONGO PARA SER CORRIGIDA. A GORA, A COMBINAÇÃO DE TODAS AS SITUAÇÕES RELATADAS ANTERIORMENTE TEM COMO RESULTANTE UMA SITUAÇÃO QUASE QUE IRREVERSÍVEL E A VENDA DA ORGANIZAÇÃO PASSA A SER A SOLUÇÃO MAIS NATURAL, A MAIS FÁCIL OU DE REPENTE A ÚNICA. O NOVO CONTROLADOR TEM IMPLEMENTADO UM CONJUNTO DE AÇÕES QUE MELHORARAM SENSIVELMENTE A PERFORMANCE OPERATIVA E FINANCEIRA DA EMPRESA E ISTO ESTÁ EMBASADO NOS RELATÓRIOS GERENCIAIS DISPONIBILIZADOS. GRUPOS EMPRESARIAIS

295 C ONCLUSÃO O Estudo de Caso Embratel C LARO, E MBRATEL E N ET DIVULGARAM EM 05 DE OUTUBRO DE 2011 PLANOS PARA A INTEGRAÇÃO DE REDES E SERVIÇOS VISANDO O LANÇAMENTO DE UM PACOTE DE PRODUTOS. O MOVIMENTO REVELA UMA PROXIMIDADE ENTRE OS NEGÓCIOS EM UM RUMO QUE PODE SIGNIFICAR UMA FUTURA INTEGRAÇÃO ACIONÁRIA, COISA QUE O MERCADO SINALIZA COMO ALGO BASTANTE PROVÁVEL DESDE A INCORPORAÇÃO DA V IVO PELA T ELEFONICA, REALIZADO EM ABRIL DE A A MÉRICA M ÓVEL PERTENCENTE AO MESMO GRUPO INVESTIDOR DA E MBRATEL AFIRMOU EM COMUNICADO A IMPRENSA, EM 17 DE FEVEREIRO DE 2012, QUE OS INVESTIMENTOS PROGRAMADOS PARA OS PRÓXIMOS ANOS SERÃO DE US$ 35 BILHÕES, SENDO US$ 9 BILHÕES EM E STES INVESTIMENTOS VISAM AMPLIAR A INFRA - ESTRUTURA PARA SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS, INTEGRAÇÃO DAS REDES FIXAS E MÓVEIS E NA SUBSTITUIÇÃO DE REDES DE COBRE POR CABOS ÓTICOS. GRUPOS EMPRESARIAIS

296 C ONCLUSÃO O Estudo de Caso Embratel E NTRETANTO ALGUMAS CONSIDERAÇÕES, A TÍTULO DE RECOMENDAÇÃO SÃO PERTINENTES E CABEM COMO ALERTAS PARA EVITAR DISSABORES FUTUROS : a)A CONDUÇÃO DO PROCESSO DE REORGANIZAÇÃO DO GRUPO ( CONVERGÊNCIA CORPORATIVA ) TEM CAMINHADO EM UM RITMO BASTANTE LENTO QUANDO COMPARADO A SEUS PRINCIPAIS CONCORRENTES NO MERCADO QUE JÁ CONCLUÍRAM ESTA ETAPA (T ELEFONICA /VIVO, OI, TIM/I NTELIGTELECOM ). A PESAR DOS INVESTIMENTOS EM REDES COMUNS ( TECNOLOGIA ), MENCIONADOS ANTERIORMENTE, A QUESTÃO DO TEMPO PODERÁ CAUSAR IMPACTOS RELEVANTES UM POUCO MAIS A FRENTE ; GRUPOS EMPRESARIAIS

297 C ONCLUSÃO O Estudo de Caso Embratel b)O PLANEJAMENTO QUE A EMPRESA ESTÁ ELABORANDO PARA TRATAR O SEU CAPITAL HUMANO ENVOLVIDO COM ESTA MUDANÇA GERADA PELA CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA E CORPORATIVA. Q UAIS DEVERÃO SER AS ESTRATÉGIAS A SEREM ADOTADAS JUNTO AO SEU QUADRO DE COLABORADORES ? Q UAL O TRATAMENTO MAIS ADEQUADO NA ÁREA DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS ; c)U MA ATENÇÃO ESPECIAL E REDOBRADA NA QUESTÃO DA GESTÃO FINANCEIRA, CONSIDERANDO O RESULTADO DE 2011, ONDE A E MBRATEL APRESENTOU UMA QUEDA DE 45,9% DE SEU LUCRO LÍQUIDO, CHEGANDO A 391,4 MILHÕES DE REAIS TENDO COMO PRINCIPAL OFENSOR AS DESPESAS FINANCEIRAS QUE VARIARAM NO PERÍODO UM TOTAL DE 142,6%. E STE RESULTADO É PROVENIENTE DO CUSTO DA DÍVIDA LÍQUIDA QUE AUMENTOU PARA R$ 5,1 BILHÕES DE REAIS, FACE AOS EMPRÉSTIMOS CONTRAÍDOS PARA A AQUISIÇÃO JUNTO AO MERCADO DAS AÇÕES PREFERENCIAIS DA NET S ERVIÇOS. GRUPOS EMPRESARIAIS

298 Dados de Receita Líquida – Embratel/Claro/NET GRUPOS EMPRESARIAIS V ALORES EM M ILHÕES DE R EAIS R$

299 Proposta TV POR A SSINATURA C ONSIDERANDO O S ERVIÇO DE TV POR A SSINATURA, FAÇA UMA PROJEÇÃO PARA OS PRÓXIMOS QUATRO ANOS, EM FUNÇÃO DA EVOLUÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS : V ERIFIQUE SE AS PROJEÇÕES ESTABELECIDAS NO PGR SERÃO SUPERADAS. A VALIE, ADICIONALMENTE, QUE NOVAS AÇÕES PODERIAM VIR A CONTRIBUIR PARA A MELHORIA DOS INDICADORES, ALÉM DE QUESTÕES ENVOLVENDO A REDUÇÃO DE PREÇOS. D ATA DE E NTREGA : 30/04/2012 EXERCÍCIO

300 FIM Obrigado!


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